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Economia

Estatização - Protencionismo Já...Lá nos EUA!

1129 acessos - 1 comentários

Publicado em 31/01/2009 pelo(a) Wiki Repórter Benito Villarim, CAMPINA GRANDE - PB



É muito engraçado quando vemos Obama defendendo o aço americano e Lula o livre mercado. Fico pensando cá com meus botões... "quem diria?". Na verdade, todos os dois estão certos. No primeiro caso, a adoção de práticas protecionistas, daria um incremento substancial ao emprego no mercado americano, além de uma diminuição proporcional ao desemprego nos mercados emergentes. Acredito ainda, e já falo há algum tempo, que o maior perdedor com a crise não será os EUA, mas sim a China.

Na verdade, a crise é produto da globalização, é a acomodação de um sistema financeiro que já não tinha para onde se expandir, portanto quebrou!

A riqueza é produzida pelo trabalho, pela margem de contribuição deixada entre a mais valia e os custos de produção. Você quer sair da crise de verdade? Oras, bolas! Trabalhe, trabalhe e trabalhe. Se já não tem aquele emprego (que perdeu durante a crise), oras bolas! Trabalhe, vá vender banana, faça alguma coisa que produza.

Obama terá razão quando assumir o protecionismo para defender o emprego dos americanos. Ou, então, continuará a afundar o país para dar emprego e trabalho para os chineses.

Se falam de oportunidades para o Brasil durante a crise, elas irão surgir, claro. E elas surgirão na medida em que os outros forem se transformando em países fechados e retrogrados. O Brasil deverá abrir o mercado mais e mais, principalmente para investidores estrangeiros. Só assim, com o mercado aberto e oferecendo garantias a investidores, o Brasil obterá mais emprego e eficiência econômica.

O Brasil será a Pátria da prosperidade e da oportunidade, em defesa da democracia e direitos humanos.


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Publicado pelo(a) Wiki Repórter
Benito Villarim
CAMPINA GRANDE - PB



Comentários
01
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JSR
Fortaleza 09/03/2009

Muitos equívocos... vender bananas não é produzir! Dizer que o trabalho é quem produz riqueza não quer dizer que basta se dispor a trabalhar, pois o trabalho, enquanto mercadoria, dependerá de compradores. E em crises os compradores não só deixam de comprar essa mercadoria como ainda jogam essa mercadoria na rua... Não há segredos nessa contradição. A empáfia do "liberalismo econômico" depende de um período de expansão econômica que ideologicamente é vinculado como sendo causado e promovido por políticas liberais. Até que chega a crise e as políticas liberais fracassam sem cessar e as teses socialistas voltam à moda por falta de opção.


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