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Cultura

A última e grande batalha final

567 acessos - 0 comentários

Publicado em 27/02/2012 pelo(a) Wiki Repórter Lufema, Sapiranga - RS



Encenação de uma batalha das Cruzadas - Foto: Internet
 O título deste artigo, admito, possui certo viés sensacionalista e enquadra-se naquelas chamadas clichês destinados a causar impacto. A razão é simples: o assunto é importante.

Só o falar em guerra traz-nos à mente aquelas terríveis sensações que ela produz. Quanto sangue e sofrimento as guerras tem produzido? É inimaginável.

Mas então por que guerreamos? Essa resposta é difícil, o certo é que sempre houve, há e infelizmente haverá guerras. Essa é a realidade.

Elas acontecem pelos mais variados motivos: poder, riqueza, vaidade, vingança, ódio e... Deus. Isso mesmo, desde tempos imemoráveis, por incrível que possa parecer muitas pessoas mata em nome do “seu Deus” Seja ele qual for. Muito sangue deramou-se em nome da fé, as “cruzadas” patrocinadas por “reis cristãos” contra os muçulmanos provam isto.

Mas como se colhe o que se planta, hoje está em curso à guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência, proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam seja no Egito, Nigéria, Paquistão, Índia África, Oriente próximo e Ásia crescem assustadoramente.

Os erros de alguns líderes cristão no passado não justificam a atual “Cristofobia” islâmica, afinal eles possuem – e aproveitam muito bem – a liberdade religiosa em países cristãos do ocidente. Assim uma medida justa frente a esta questão seria o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como no Brasil que respeita todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.

O lamentável é que as notícias sobre esta “Cristofobia" islâmica” são quase desconhecidas ou solenemente ignoradas pela imprensa. Não é sensacionalismo, é fato, através da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a clara e nítida intenção de ELIMINAR TODOS os infiéis ao profeta de Alá.

A bem da verdade da parte cristã Filósofos de expressão, como Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.

Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas com conotação religiosa. Será este o motivo da batalha final?

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