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Economia

Brasil fracassa na aplicação de recursos públicos

689 acessos - 0 comentários

Publicado em 26/01/2012 pelo(a) Wiki Repórter Didymo Borges, Recife - PE



A Ópera de Sidney é um marco da arquitetura australiana assim como a cidade é uma referência da prosperidade da Austrália. Com carga tributária de 25% do PIB a Austrália ocupa o topo no ranking dos países que melhor aplicam com eficiência os recursos públicos. - Foto: New South Wales Site
Todos os brasileiros deveriam meditar acerca da pesquisa segundo a qual o povo brasileiro está entre os que menos obtêm compensações como resultado dos impostos pagos. Isto significa que o contribuinte não é devidamente recompensado pelo esforço que faz ao pagar impostos. Ou ainda, o cidadão brasileiro não usufrui equitativamente dos serviços e atendimento governamentais como resultado do esforço despendido para suportar a carga tributária.

Para o coordenador da pesquisa, João Eloi Olenike, em entrevista concedida ao Jornal Nacional da Rede Globo, é que o governo tem o orçamento engessado por despesas com funcionalismo, juros da divida e previdência: Mas isto não explica inteiramente a defasagem entre a carga tributária e o nível de investimento do setor público bem como a qualidade dos serviços públicos prestados. O Brasil tem um estorvo a ser superado com o engessamento do custo da máquina do governo. O principal comprometimento dos recursos é com o funcionalismo público prendado por benefícios concedidos até como princípios constitucionais como o que lhe confere estabilidade no emprego independentemente do desempenho e das necessidades do serviço público. A regulação dos compromissos do poder público com o seu funcionalismo não estimula a eficiência no desempenho o que compromete a eficácia da atuação governamental em prol do povo. E este é, crucialmente, um dos pontos que mais deprecia a relação entre a carga tributária e a atuação do poder público que foi motivo de avaliação nesta pesquisa.

O Brasil está na lista dos países que mais arrecadam impostos mas está na rabeira no que se refere à eficácia da aplicação destes recursos em termos de prestação de serviços governamentais , investimento público e presteza no manejo da máquina estatal com um funcionalismo ineficiente, desestimulado, mas corporativista na defesa dos privilégios que a lei lhe concede. A pesquisa aponta a Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul como os países que mais devolvem o que cobram de imposto Com carga tributária em torno de 25% do PIB e altíssimo índice de desenvolvimento estes são os que mais devolvem o que cobram de imposto. Veja-se que a Austrália é um país muito jovem e só recentemente comemorou o bicentenário do início da colonização britânica. É também de se observar que a Coréia do Sul foi devastada por uma guerra civil há apenas cinco décadas atrás.

A pesquisa leva em conta a relação entre o nível da carga tributária e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que é avaliado pelas Nações Unidas. O IDH leva em conta fatores como expectativa de vida, educação e renda como determinantes do resultado das aplicações dos recursos públicos que propiciam o nível de bem-estar da sociedade. Nosso país paga um elevado preço da sua herança colonial conduzida por uma sociedade escravocrata e que deixou como legado o caldo de cultura corrupto-fasci-corporativista que se constitui no principal estorvo para o desenvolvimento do nosso índice de desenvolvimento humano. Os Estados Unidos também foram um país escravocrata mas lá a escravidão foi abolida por ferir os anceios de empreendedorismo e a dinâmica da sociedade americana que teve de abolí-la mediante traumática guerra civil. No Brasil ainda estamos atados a fatores culturais da herança colonial que nos impõe os fatores de natureza medievais e que se constituem o grande estorvo para emancipar a nação para um destino de harmonia coletiva, desenvolvimento econômico-social e justiça airosa e confiável.
Didymo Borges
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G1.globo.com
Edição do dia 23/01/2012
BRASILEIROS ESTÃO ENTRE OS QUE MENOS OBTÊM RETORNO POR IMPOSTOS PAGOS


Com carga tributária em torno de 25% do PIB e altíssimo IDH, Austrália, EUA e Coreia do Sul são os que mais devolvem o que cobram. Pelo 2º ano seguido, o Brasil ficou em último lugar, bem atrás de vizinhos como Uruguai e Argentina

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil ficou em último lugar em um ranking internacional sobre o retorno que os cidadãos obtêm para os impostos que pagam. A lista considera os países que, proporcionalmente, mais arrecadam impostos.

Não tem escolha. No mundo inteiro, os governos recolhem parte da riqueza da sociedade para financiar as obrigações do Estado, como saúde, educação e segurança. Deveria ser uma via de duas mãos, mas um estudo que acaba de ser divulgado mostra que o Brasil está entre os países em que a população tem o pior retorno.
Os pesquisadores cruzaram a carga tributária dos 30 nações que proporcionalmente cobram mais impostos com o IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, que leva em conta expectativa de vida, educação e renda. E assim calcularam o retorno de bem-estar à sociedade.

Com carga tributária em torno de 25% do PIB e altíssimo índice de desenvolvimento, Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul são os países que mais devolvem o que cobram de imposto.

Pelo segundo ano seguido, o Brasil ficou em último lugar, bem atrás de vizinhos como Uruguai e Argentina. Isso porque o país arrecada muito tributo, mas ocupa apenas a posição 84 no ranking de desenvolvimento. “Transporte público, hospitais, escolas, não funcionam como deveriam funcionar”, reclama uma mulher.
Uma das explicações, segundo o coordenador da pesquisa, João Eloi Olenike, é que o governo tem o orçamento engessado por despesas com funcionalismo, juros da divida e previdência: “Sobra um pouco desses recursos para aplicação nesses investimentos em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, avalia.

O tributarista Fernando Zilveti lembra que a pobreza caiu com programas de transferência de renda, mas que ainda é preciso atacar outros problemas para o Brasil ser um país mais justo: “Significa gastar melhor, zelar para que não haja corrupção e não haja desperdício. Se você atacar o desperdício, você vai melhorar muito a qualidade do serviço público”.

O Ministério da Fazenda informou que os impostos são devolvidos para a sociedade e que um reflexo disso é a redução da taxa de pobreza de 26% em 2002 para 12% em 2010. Segundo o ministério, o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU não reflete os avanços do Brasil porque não capta as mudanças estruturais de cada país



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Didymo Borges
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