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Cotidiano

Artigo: "Mensagem de Steve Jobs"

250 acessos - 0 comentários

Publicado em 14/10/2011 pelo(a) Wiki Repórter Mauro Wainstock, Rio de Janeiro - RJ



Rabino Avraham Steinmetz

Cerca de seis anos antes de sua morte prematura, Steve Jobs fez um discurso inicial na Universidade Stanford e em termos premonitórios ele insistiu com os formandos para “viver cada dia como se fosse o último, porque um desses dias, vocês certamente estarão certos”. Ele continuou:
“Quando ouvi este conselho pela primeira vez aos 17 anos, causou-me forte impressão e, desde então, nos últimos 33 anos, tenho olhado no espelho toda manhã e perguntado a mim mesmo: ’Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu desejaria fazer o que estou para fazer hoje?’ E toda vez que a resposta é ’não’ durante muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
“Lembrar que logo estarei morto é a coisa mais importante que encontrei para ajudar-me a fazer as grandes escolhas na vida, porque quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de constrangimento ou fracasso – essas coisas simplesmente desaparecem em face da morte, deixando apenas aquilo que é realmente importante.
“Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há motivo para não seguir o seu coração”.
Steve Jobs revelou que um ano antes ele fora diagnosticado com câncer incurável no pâncreas, do tipo que provoca a morte em uma questão de meses. “Meu médico me aconselhou”, disse Jobs, “a ir para casa e colocar meus negócios em ordem, um código usado pelos médicos para dizer ’prepare-se para morrer’. Significa tentar dizer aos filhos tudo que você pensava ter dez anos para dizer a eles, em apenas alguns meses. Significa assegurar que tudo está sob controle, para que seja o mais fácil possível para a sua família. Significa dizer adeus”.
Steve Jobs viveu com aquele diagnóstico por um dia antes de uma biópsia provar que o diagnóstico original tinha sido errado. Ele tinha câncer no pâncreas, mas do tipo que era tratável. Na verdade, ele viveu mais sete anos após aquele diagnóstico. Porém aquela experiência mudou para ele de uma verdade intelectual a uma verdade real. Como ele disse aos formandos de Stanford:
“Aquilo foi o mais perto que já estive de enfrentar a morte e… tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito útil mas puramente intelectual.
“Ninguém deseja morrer, até as pessoas que querem ir para o Céu não querem morrer para chegar lá, e apesar disso, a morte é o destino que todos partilhamos. Ninguém jamais escapou. E assim é que deveria ser, porque a morte provavelmente é a melhor invenção da vida. É o agente que muda a vida; tira o velho para dar lugar ao novo, e nesse momento, o novo são vocês. Mas, algum dia, não muito distante de agora, vocês gradualmente se tornarão o velho e serão afastados.
“Desculpem por ser tão dramático, mas é verdade. Seu tempo é limitado, portanto não o desperdicem vivendo a vida de outra pessoa. Não sejam encurralados por dogma, que é viver com os resultados do raciocínio de outra pessoa. Não deixem que o barulho das opiniões alheias abafe a sua voz interior, seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que vocês realmente querem ser. Tudo o mais é secundário”.
Pensem sobre isso quando lembrarmos das almas dos nossos pais em Yizcor. Pense sobre isso quando rezarmos nesse Yom Kipur. Leve esta lembrança e eternize-a levando uma vida que valha a pena viver, até mesmo quando voltarmos à nossa rotina normal após este dia sagrado.

Jornal ALEF, da comunidade judaica: criado em 1995 pelo jornalista Mauro Wainstock, é direcionado aos leitores interessados em notícias sobre judeus, judaísmo, o mundo judaico e o Estado de Israel. Possui uma versão impressa, mensal; uma versão virtual, disponível no portal http://www.jornalalef.com.br, e uma newsletter eletrônica, enviada três vezes por semana. São mais de 70.000 assinantes em 40 países. O Jornal ALEF vem colecionando prêmios dentro e fora da comunidade judaica e é, de acordo com manifestação expressa da ONU, “fonte de referência séria para veículos nacionais e internacionais”. Entre eles está o francês Le Monde, com mais de 2 milhões de leitores/dia, que frequentemente reproduz reportagens publicadas no Jornal ALEF. Assinatura GRÁTIS: [email protected].


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Mauro Wainstock
Rio de Janeiro - RJ



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