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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Planos de saúde: juiz proíbe “dupla porta” em SP

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Publicado em 01/09/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



O juiz Marcos de Lima Porte argumenta que a legislação paulista favorece a prática da "dupla porta" nos hospitais públicos - atendimento diferenciado para pacientes do SUS e de planos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde nega possíveis privilégios a pacientes de planos e irá recorrer. OUTROS DESTAQUES – Banco Central surpreende e reduz a taxa de juros após apelo de Dilma. Exportação e importação batem recorde. Orçamento ignora rigor fiscal; mínimo vai a R$ 619. Investimentos caem no Orçamento de 2012. Procuradoria denuncia cúpula do Turismo. Bondes: Estado vê 'esculhambação', mas não pune. Governos disputam o espólio de guerra na Líbia. Antonio Patriota: Intervenções militares exigem o aval da ONU. A rebelde e os chapas-brancas. TCU manda cortar R$ 97 milhões em obra do Maracanã.

DESTAQUES DOS JORNAIS BRASILEIROS, QUARTA-FEIRA, DIA 1º DE SETEMBRO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Sob pressão, BC reduz juro a 12%
Desde o acirramento da crise internacional, comitê da instituição vinha sendo cobrado a cortar o custo do dinheiro

O Banco Central surpreendeu e cortou a taxa básica de juros da economia de 12,5% para 12% ao ano, um após a presidente Dilma Rousseff dizer que o país estava pronto para a possibilidade de redução.

A queda anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a primeira em dois anos, não foi unânime. Cinco diretores do BC votaram a favor da redução e dois, pela manutenção. (Págs. 1 e Poder A4)

Fernando Rodrigues

Vaccarezza diz que Dilma aceitaria um novo imposto. (Págs. 1 e Poder A8)

Valdo Cruz

Será difícil dizer que a decisão foi técnica, e não política. (Págs. 1 e Opinião A2)
Investimentos caem no Orçamento de 2012
O projeto do orçamento de 2012 que o governo Dilma Rousseff enviou ao Congresso prevê queda nos investimentos e aumento de despesas, puxado pelo reajuste do salário mínimo, que sobe em janeiro dos atuais R$ 545 para estimados R$ 619,21.

O total destinado ao PAC, R$ 42,5 bilhões, perdeu R$ 1 bilhão em relação ao valor proposto para este ano. O governo cortou recursos de rodovias, portos e da transposição do rio São Francisco. Orçamento das estatais também caiu. (Págs. 1 e Poder A7)
Procuradoria denuncia cúpula do Turismo
O procurador da República Celso Leal apresentou denúncia contra 21 acusados de envolvimento em desvios no Ministério do Turismo. Investigado pela Polícia Federal, o esquema levou 37 pessoas a prisão. (Págs. 1 e Poder A9)

Réu do mensalão. Duda Mendonça alega que suspeitava de caixa 2. (Págs. 1 e A9)
TCU manda cortar R$ 97 milhões em obra do Maracanã
O Tribunal de Contas da União identificou sobrepreço de R$ 163 milhões na reforma do Maracanã, no Rio, onde será a final da Copa, e mandou reduzir o preço.

Após negociação com o Estado, acertou-se um corte de R$ 97 milhões, totalizando o valor da obra em R$ 859,4 milhões. (Págs. 1 e Esporte D9)

Antonio Patriota: Intervenções militares exigem o aval da ONU
Ações militares sem legitimação do Conselho de Segurança da ONU podem ser fator de violência e de violações de direitos humanos, como mostrou a intervenção no Iraque. (Págs. 1 e Opinião A3)

Antonio Patriota é ministro das Relações Exteriores.
Foto legenda: Na chuva
Funcionários terceirizados de limpeza fazem sepultamento no cemitério da Vila Formosa, em SP; greve no serviço funerário atrasou dezenas de enterros. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Juiz de SP proíbe reserva de leitos para convênios
Liminar da Justiça de SP proibiu que hospitais geridos por organizações sociais destinem 25% de leitos a convênios, por considerar que lei e projeto afrontam o Estado de Direito. Alckmin vai recorrer. Justiça proíbe hospitais de cederem leitos para planos.

Liminar veta que convênios usem 25% da capacidade da rede pública paulista.

Para juiz, lei que permite o uso dos leitos é uma afronta ao interesse coletivo; Estado vai recorrer.


A Justiça de São Paulo concedeu liminar suspendendo a lei que permite que hospitais públicos destinem 25% de seus leitos a planos de saúde. Cabe recurso.
O modelo contestado na liminar é usado nas unidades gerenciadas pelas OS (organizações sociais) no Estado.
Na decisão, de anteontem, o juiz Marcos de Lima Porte, da 5ª Vara da Fazenda Pública, diz que a lei e o decreto do governador Geraldo Alckmin (PSDB) -que a regulamentou- "são afrontas ao Estado de Direito e ao interesse da coletividade".
Ficou estabelecida multa diária de R$ 10 mil caso a decisão não seja cumprida.
Porte argumenta que a legislação favorece a prática da "dupla porta" nos hospitais públicos - atendimento diferenciado para pacientes do SUS e de planos de saúde.
Para o promotor, permitir que pacientes com plano de saúde utilizem 25% dos leitos do SUS promove a "institucionalização da atenção diferenciada", porque os pacientes privados terão preferência na marcação de consultas, exames e internação.
A liminar foi concedida em ação movida pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos. Na ação, a Promotoria diz que a permissão de uso de 25% dos leitos para pacientes de planos poderia representar uma perda de 2 milhões de atendimentos públicos. As OS administram hoje 52 unidades hospitalares -fizeram 8 milhões de atendimentos em 2008.
Conselhos de saúde (nacional, estadual e municipal) e organizações de médicos são contra a concessão dos leitos.
"A medida reduziria o atendimento aos usuários do SUS, aumentando a fila de espera, que já é enorme", diz Cid Carvalhaes, presidente do sindicato dos médicos de SP.
Para o promotor Arthur Pinto Filho, um dos autores da ação, a unanimidade contra a "lei da dupla porta" é inédita no Estado. "Isso foi muito importante", diz ele.


A Secretaria de Estado da Saúde diz que não foi notificada, mas que irá recorrer.
Para a secretaria, sem poder cobrar o ressarcimento pelo uso dos hospitais por pacientes de convênios, permanecerá o quadro injusto de os planos receberem a mensalidade dos clientes e não gastarem nada quando eles são atendidos na rede pública.
A secretaria também nega possíveis privilégios a pacientes de planos.
"A regulamentação da lei estadual já proíbe expressamente qualquer reserva de leitos ou preferência a pacientes de planos de saúde e garante idêntica qualidade a todos os pacientes na prestação de serviços." (Por Cláudia Collucci) (Págs. 1 e Cotidiano C3)

Editoriais
Leia "Impostura na saúde", sobre o debate em torno de recursos para a área, e "Absolvição em sigilo", acerca do caso da deputada federal Jaqueline Roriz. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Globo

BC surpreende e reduz a taxa de juros após apelo de Dilma
Dividida, diretoria do banco anuncia corte de 0,5 ponto, para 12%

Por cinco votos a dois, a diretoria do Banco Central aprovou a redução da taxa básica de juros de 12,50% para 12%, após cinco altas consecutivas. A baixa dos juros surpreendeu o mercado, que previa manutenção da Selic. Na véspera, de 11 instituições ouvidas, todas apostavam que a taxa continuaria em 12,5%, diante da alta da inflação. No mesmo dia, a presidente Dilma Rousseff defendera abertamente o corte nos juros, o que foi interpretado por analistas como uma ingerência política no Banco Central. Num longo comunicado ao mercado, divulgado após a reunião, o BC tenta justificar o corte dizendo que houve uma "substancial deterioração do cenário internacional", com uma crise que pode demorar mais que o previsto, o que reduziria de forma significativa as pressões inflacionárias no Brasil. Dilma quer baixar os juros reais (descontada a inflação) de 6,5% para 2% a 3% ao ano. (Págs. 1, 23 a 25 e Miriam Leitão)

Entre o dito e o escrito

O Orçamento da União para 2012 indica que haverá um rigor fiscal menosr: a meta de superávit primário é de R$114,2 bilhões, abaixo dos R$127,9 bilhões previstos para este ano. Mas a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que deverá haver uma economia extra de R$25 bilhões. (Págs. 1 e 3)
Bondes: Estado vê 'esculhambação', mas não pune
Apesar de admitir problema gerencial em Santa Teresa, Cabral mantém secretário

Quatro dias, cinco mortes e 57 feridos depois, autoridades há anos responsáveis pelos sistemas de transporte no Rio chegaram à conclusão de que os bondinhos de Santa Teresa estão mesmo no fim da linha. O governador Sérgio Cabral admitiu que houve "problema de gerência", mas calou-se ao ser perguntado três vezes se demitirá o secretário de Transportes, Júlio Lopes, a quem é subordinada a empresa que cuida dos bondes. O secretário alegou que havia "muitas prioridades no governo" e por isso não foram feitos os investimentos necessários. Já o interventor que assumiu a empresa, o presidente do Detro, Rogério Onofre, disse que encontrou "uma esculhambação". (Págs. 1 e 13)

Mobilização geral contra dengue
Ao alertar para algo que os especialistas já vinham dizendo há muito tempo – o Rio enfrentará neste verão a maior epidemia de dengue da história -, o prefeito Eduardo Paes lançou ontem pacote de medidas de prevenção contra a doença. Agentes de saúde entrarão à força em imóveis fechados, multas serão aplicadas em caso de reincidência de focos de mosquito e os fumacês voltarão à cena. (Págs. 1 e 14)

Consignado: Cade abre processo contra BB
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu abrir processo contra o Banco do Brasil por práticas que inibem a concorrência no mercado de crédito consignado. O banco tem contratos de exclusividade desses empréstimos com desconto em folha de servidores públicos federais. (Págs. 1 e 26)

Filhos de Kadafi se contradizem sobre fim dos confrontos (Págs. 1 e 32)

Lá não é como cá
A líder estudantil chilena Camila Vallejo participou de protesto organizado em Brasília pela União Nacional dos Estudantes. Os manifestantes pediram a redução de juros, na frente do BC, e depois foram recebidos pela presidente Dilma. Diferentemente do movimento que sacode o Chile há mais de três meses, com estudantes nas ruas protestando contra o governo, aqui a UNE é alinhada com o Planalto. (Págs. 1, 12 e Demétrio Magnoli)

O Estado de S. Paulo

Pressionado, BC alega crise externa e baixa juros para 12%
Após apelo do governo, Copom interrompe ciclo de alta iniciado em janeiro e corta 0,5 ponto porcentual da Selic

Em meio à pressão do governo para que reduzisse os juros, o Banco Central alegou ter havido "substancial deterioração" do quadro global nas últimas semanas e decidiu interromper o ciclo de alta iniciado em janeiro. O Comitê de Política Monetária do BC anunciou a redução da taxa básica de juros em 0,50 ponto porcentual, para 12% ao ano. Os diretores do BC mostram que, após meses de trabalho para segurar a alta da inflação e esfriar a economia, agora é necessário acelerar a atividade econômica em reação à crise global. "O Comitê avalia que o cenário internacional manifesta viés desinflacionário no horizonte relevante", cita o comunicado. Se economias centrais crescerem menos, a demanda por produtos brasileiros seguirá fraca. Com isso, o BC ignora a inflação que segue em ritmo elevado. Nos últimos 12 meses, o IPCA tem alta acumulada de 6,87%, acima do teto da meta, que é de 6,50%. (Págs. 1 e Economia B1, B6 e B8)

Análise
José Paulo Kupfer

Afobação

O pessimismo em relação à economia global, muito mais do que as dúvidas sobre o ritmo da economia brasileira, determinou a surpreendente decisão do Copom. (Págs. 1 e Economia B8)

Dólar registra maior alta mensal

A moeda se valorizou 2,64% em agosto, com a segunda melhor rentabilidade, atrás do ouro. O Ibovespa encerrou o mês com queda de 3,96% e perdeu 18,48% no ano. (Págs. 1 e Economia B9)

Orçamento ignora rigor fiscal; mínimo vai a R$ 619
A proposta do governo para o Orçamento de 2012, anunciada ontem, contraria o prometido endurecimento da política fiscal. O texto afrouxa os gastos, ao reduzir a meta de resultado das contas públicas de R$ 139,8 bilhões para R$ 114,2 bilhões. Não há previsão de maior poupança do governo, uma vez que as despesas crescerão 9,8%, enquanto as receitas subirão 8,9%. A proposta de orçamento prevê um aumento de 13,6% do salário mínimo, que passará dos atuais R$ 545 para R$ 619,21. (Págs. 1 e Economia B3e B4)

Bonde: Cabral vê "problema de gerência"
Garagem dos bondinhos de Santa Teresa: pela primeira vez, o governador Sérgio Cabral falou sobre o acidente que matou 5 pessoas e admitiu que houve "problema de gerência" dos recursos para recuperação da frota "sucateada". (Págs. 1 e Cidades C3)
Fraude no Turismo tem 21 denunciados
A Procuradoria da República do Amapá denunciou 21 pessoas pelo desvio de R$ 4 milhões em convênios do Ministério do Turismo. Entre os denunciados estão dois ex-secretários executivos do ministério, Frederico Silva Costa e Mário Moysés, e Colbert Martins, afastado do cargo de secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo. Os três chegaram a ser presos pela Operação Voucher, da Polícia Federal, em 9 de agosto. (Págs. 1 e Nacional A8)

Convênio em xeque
O Ministério do Esporte define hoje se rompe contrato de RS 8,2 milhões para cadastramento de torcidas, que não saiu do papel. A CGU quer explicações do ministro Orlando Silva. (Págs. 1 e Nacional A4)

Copa justifica desmate, segundo novo código (Págs. 1 e Vida A20)

Países discutem reconstrução líbia
Emissários de 60 países discutirão hoje em Paris o status do Conselho Nacional de Transição e a reconstrução da Líbia. Governos disputam o espólio de guerra. (Págs. 1 e Internacional A14)


Tutty Vasques
Muito barulho pra nada

A indignação popular da maneira como é praticada no País tem se mostrado absolutamente ineficaz no enfrentamento da corrupção. (Págs. 1 e Cidades C6)

Notas & Informações
O ato indecoroso da Câmara

Quem votou contra a cassação agiu como quem faz um seguro para proteger a carreira. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Serviço público vai abrir 141 mil vagas
Orçamento de 2012 prevê salário mínimo de R$ 619,21, com alta de 13,6%.
Funcionários da Câmara, do MPU e juízes devem ter aumento de até 108%.
Servidores do Judiciário ficam sem reajuste. Projeto submarino nuclear para militares será prestigiado. (Págs. 1 e 12 a 15)

Sob pressão, BC reduz juros para 12% ao ano (Págs. 1 e 16)

A rebelde e os chapas-brancas
“Importada” pela UNE, Camila Vallejo, musa dos protestos no Chile, viu cerca de 5 mil alunos pedirem mudanças na educação brasileira. Mas, ao contrário do que ocorre em Santiago, em Brasília não há embates. O alinhamento dos líderes com o governo é evidente – muitos ocupam cargos de confiança em órgãos públicos. A reunião com a presidente Dilma foi cordial, mas teve poucos avanços, o que não incomodou o movimento. Houve tempo ontem até para ajudar o Planalto com uma manifestação, em frente ao BC, pela redução de juros. (Págs. 1 e 6)

Romário quer DF abrindo a Copa
Deputado pelo Rio de Janeiro, o ex-jogador diz que São Paulo não terá condições de receber a partida inaugural e que Brasília representa todos os brasileiros. (Págs. 1 e Super Esportes, 8)

Ministra visita a própria casa
Pré-candidata à prefeitura de Vitória, Iriny Lopes, da pasta de Política para Mulheres, já fez 18 viagens oficiais para o Espírito Santo. (Págs. 1 e 2)

Escolas vão subir até 10%
Levantamento do Correio mostra que o aumento mínimo nas mensalidade para 2012 deve ficar em torno de 6%. (Págs. 1 e 38)
Valor Econômico

BC surpreende o mercado e corta taxa básica de juro em 0,5 ponto
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central surpreendeu o mercado e decidiu reduzir a taxa de juros básica Selic em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano. A decisão, porém, não foi unânime. Cinco integrantes votaram pela opção ganhadora, enquanto dois queriam a manutenção da taxa em 12,5%.

"O cenário internacional mudou muito depois da última reunião do Copom, está demolidor e pegou nossa economia em franca desaceleração", disse ao Valor uma fonte do governo. A visão preponderante foi de que a crise nos países centrais terá efeitos sobre a economia brasileira: por um lado, de moderar o crescimento e, por outro, de conter a inflação. E haveria abertura para baixar juro. (Págs. 1, C1 e C2)
Exportação e importação batem recorde
Exportações e importações bateram recorde em agosto. O resultado será anunciado hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, mas especialistas esperam que o governo confirme vendas ao exterior em torno de US$ 26 bilhões e compras acima de US$ 22 bilhões no mês passado.

Outro recorde deve ser batido no ano. O total de importações e exportações, a corrente de comércio do país, vai chegar perto de meio trilhão de dólares, prevê o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece), Ivan Ramalho, ex-secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento. O ministro Fernando Pimentel disse ao Valor que pretende anunciar hoje uma nova revisão da meta de exportações. Em maio, a Pasta já havia revisto o valor de US$ 228 bilhões para US$ 245 bilhões. O maior responsável pelo desempenho são os produtos básicos, como soja, petróleo e café. (Págs. 1 e A2)

Agronegócio em ritmo chinês
A rápida transformação da China em uma sociedade urbana está consolidando uma vigorosa agroindústria privada. Estimuladas por incentivos do governo, as processadoras de matérias-primas ampliam rapidamente sua presença em áreas rurais nos arredores das grandes metrópoles.

Maior agroindústria privada da China, a Hopefull fatura US$ 2,4 bilhões com esmagamento de soja, transporte marítimo, logística e produtos industriais. A empresa importa 1 milhão de toneladas do grão - metade do Mato Grosso. Fundada há oito anos, a ShiYang, de Yanling, a 80 km da histórica Xian, dobrou as operações de sua indústria frigorífica desde 2007 e faturou US$ 630 milhões no ano passado, em 40 unidades de esmagamento de soja, óleo e ração animal. (Págs. 1 e B16)

Commodities agrícolas mantêm alta
A crise financeira que marcou agosto e a economia em marcha lenta nos países desenvolvidos não foram suficientes para interromper a alta das principais commodities agrícolas do Brasil. Açúcar, café, cacau, suco de laranja, algodão, soja, milho e trigo encerraram o mês mais valorizados do que há um ano. As explicações são a atuação dos fundos de investimentos nos mercados e ameaças climáticas à oferta de alguns produtos. (Págs. 1 e A14)
Investidores retomam apetite por aplicações de maior risco
Os investidores mostraram sangue-frio em agosto, aplicando em fundos mais arriscados mesmo em meio ao clima de montanha-russa que tomou conta da bolsa de valores.

Segundo os números da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), no mês, até o dia 26, período em que o Ibovespa amargou queda de 9,30%, os fundos de ações receberam R$ 135,41 milhões, líquidos. Os aportes se concentraram na categoria Ações Livres - em que o gestor tem liberdade total para escolher os papéis -, com R$ 295,26 milhões. (Págs. 1 e D2)


Banco vê cenário sombrio e aposta na queda do euro
Um estrategista do Goldman Sachs traçou um cenário sombrio para a economia aos clientes de fundos hedge do banco e forneceu sugestões de como esses operadores poderiam tirar vantagem da crise na Europa.

No relatório, de 54 páginas, enviado para centenas de clientes, Alan Brazil, que faz parte da mesa de operações do banco, argumenta que serão necessários pelo menos US$ 1 trilhão em capital para recuperar os bancos europeus, que as pequenas empresas nos EUA ainda estão se arrastando e que o crescimento da China pode não ser sustentável. (Págs. 1 e C10)
Hotéis de SP têm melhor desempenho
Neste ano, mesmo com a economia crescendo em ritmo mais lento, a ocupação, a diária média e a rentabilidade dos hotéis permanecem em alta, seguindo tendência registrada no ano passado, quando as redes hoteleiras de São Paulo foram as que mais aproveitaram o aumento do PIB, na comparação com as cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.

O valor médio da diária cobrada em São Paulo cresceu 23,3% no primeiro semestre em relação a igual período de 2010. A taxa de ocupação nas redes hoteleiras em São Paulo subiu 2,3%. E a receita por apartamento disponível que mede a rentabilidade da operação, deu um salto de 26,1%. "A expansão hoteleira em São Paulo se destaca porque, como não há oferta de novos hotéis, a demanda pressiona a tarifa média e a ocupação", diz o sócio-diretor da HotelInvest, Diogo Canteras'. Segundo ele, a situação é parecida nas outras quatro capitais pesquisadas. (Págs. 1 e B1)

Clubes de compras chegam ao mercado imobiliário (Págs. 1 e B6)

Vallourec inaugura siderúrgica em MG e mira o mercado externo, diz Philippe Crouzet (Págs. 1 e B1)

Financiamentos sustentáveis
O Fundo Clima, que tem R$ 230 milhões para financiar iniciativas de baixo carbono ou projetos que reduzam os impactos das mudanças climáticas, aguarda o aval do Conselho Monetário Nacional (CMN) para sair do papel, diz Eduardo Assad, do Ministério do Meio Ambiente. (Págs. 1 e Al5)

Fibra óptica ganha novo fôlego
Incentivo fiscal e a entrada das teles no setor de TV paga reanimaram as vendas de cabos de fibra óptica, que voltaram aos patamares de dez anos atrás, após a privatização do setor de telefonia. (Págs. 1 e B3)
Previ aposta em reforma
O superaquecimento dos aluguéis comerciais no Centro do Rio levou a Previ a gastar R$ 32 milhões na reforma de um prédio avaliado em R$ 20 milhões. Agora, o imóvel valeria cerca de R$ 80 milhões, mas a intenção é alugá-lo. (Págs. 1 e B10)

Terminal graneleiro do MA
O governo do Maranhão publica hoje edital para construção e exploração do Terminal de Grãos (Tegram), orçado em R$ 262 milhões. Objetivo é escoar parte da soja do Centro-Oeste e Nordeste. (Págs. 1 e B12)

Fé nas obras de infraestrutura
Após a sociedade com a América Latina Logística ( ALL) em transporte rodoviário, com a criação da Ritmo Logística, a paranaense Ouro Verde planeja reforçar sua atuação no aluguel de equipamentos pesados para obras de infraestrutura. (Págs. 1 e B12)

Fretes deprimidos
A combinação do excesso de capacidade com o menor crescimento do comércio desde 2009 faz o transporte marítimo de cargas enfrentar um dos períodos mais prolongados de fretes baixos na rota entre Ásia e Europa. (Págs. 1 e B12)

Ponto eletrônico
Após dois adiamentos, começa a vigorar hoje a exigência do controle eletrônico da jornada de trabalho. Nos próximos 90 dias, a fiscalização do Ministério do Trabalho apenas notificará os infratores numa primeira visita. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Marcelo Ferraz

Depositar todo o peso do combate à inflação em uma política monetária de restrição ao crédito passa longe da sensatez. (Págs. 1 e A10)

Ideias
Alexandre Schwartsman

Mesmo que o cenário recessivo não se materialize, as perspectivas de crescimento global não são animadoras. (Págs. 1 e A11)

Estado de Minas

Salário mínimo em 2012 - R$ 619,21
Valor está no Projeto de Lei Orçamentária para o ano que vem entregue pelo Planalto ao Congresso. O reajuste, em relação aos R$ 545 pagos atualmente, é de 13,61%. Mas o novo piso salarial ainda poderá ser arredondado para cima. O impacto nas contas do governo será de R$ 22,7 bilhões. (Págs. 1, 5 e editorial ’O mínimo e a prudência’, 6)
Do doce ao aço
Há quatro anos, a Prefeitura de Jeceaba, com seus pouco mais de 5 mil habitantes, no Campo das Vertentes, sonhava abrir uma pequena fábrica de doces para empregar 30 pessoas e diversificar a economia, calcada na agropecuária. A realidade extrapolou, e muito, o sonho. Hoje, a cidade inaugura, com a presença da presidente Dilma Rousseff, a Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB), uma imensa siderúrgica de US$ 1,6 bilhão e 1,5 mil empregos diretos. A indústria, que mudou a cara do município, produzirá tubos de aço sem costura, de alta resistência, que poderão ser usados na exploração e transporte do petróleo do pré-sal. (Págs. 1 e 13)
Cadê o PT?
Num encontro em Brasília que pretendiam manter em sigilo, líderes do PSDB e do PSB selaram um pré-acordo pela reeleição do prefeito de BH, Marcio Lacerda (PSB). Ficou acertada até a permanência do PT, que não foi convidado, na vice-prefeitura. Participaram o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), o próprio Lacerda, o presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Também esteve presente o presidente do PSB em Minas, Walfrido Mares Guia. (Págs. 1 e 3)
Ministra fez 18 viagens ’oficiais’ à base eleitoral (Págs. 1 e 10)

Juros: Taxa Selic cai pela 1ª vez desde 2009
O Comitê de Política Monetária do Banco Central baixou os juros básicos de 12,50% para 12% ao ano. Pressão para corte aumentou com piora da crise internacional e efeitos no mercado interno. (Págs. 1 e 15)
Combustível: Distribuidoras reajustam preço do gás de cozinha
Botijão de 13 quilos ficará 7% mais caro em Minas, com aumento de R$ 3 nas distribuidoras. (Págs. 1 e 12)
Educação: Greve pode terminar na Justiça
Professores da rede estadual rejeitam proposta do governo de Minas e Ministério Público já admite a possibilidade de entrar com ação civil pedindo ilegalidade do movimento. (Págs. 1 e 23)
Laudo não diz causa de mortes no Peru (Págs. 1 e 25)

Crime nos EUA
Promotor quer a pena de morte para o operário José Carlos Coutinho, de Ipaba, no Vale do Rio Doce, acusado de ser mandante do assassinato da família dos patrões. (Págs. 1 e 24)
Lei Seca convoca velho conhecido
Elisson Alain Miranda, famoso pela frase “bebi, bebi, bebi” ao ser pego embriagado ao volante, participa hoje de campanha de conscientização em visita a bares da capital a convite da PM. (Págs. 1 e 2)

Jornal do Commercio (PE)

Dois milhões de veículos (Pág. 1)

Juros caem pela primeira vez com Dilma (Pág. 1)

Miséria deixa a Amazônia vulnerável (Págs. 1)

RioMar em ritmo acelerado (Pág. 1)

Filhos de Kadafi estão divididos sobre rendição (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Juro cai pela primeira vez no governo Dilma
Pressão do Planalto e receio da crise global levam Banco Central a surpreender mercado e cortar 0,5 ponto da taxa Selic, que fica em 12% ao ano. (Págs. 1 e 26)

496 cidades: A lista da projeção de população do Estado
Na maioria dos municípios gaúchos, houve queda no número de habitantes. (Págs. 1 e 36)

BM x governo: Tarso ameaça romper com PMs rebeldes
Piratini sugere deixar de negociar reajuste salarial. (Págs. 1 e 44)

Salário: Mínimo terá maior reajuste em seis anos
Governo prevê 13,62% de aumento, e valor chega a R$ 619,21 em 2012. (Págs. 1 e 26)

Eleições: Como PDT tenta afastar PT de Manuela
Presidente do partido, Carlos Lupi, vem à Capital. (Págs. 1 e 14)
O Mapa do Crime: Cresce combate ao tráfico de drogas
Ações contra entorpecentes flagaram 4,1 mil criminosos (Págs. 1, 4 e 5)

Brasil Econômico

Orçamento de 2012 reduz gastos, mas preserva investimento social
Documento entregue ontem ao Congresso prevê superávit primário de R$ 139,8 bilhões, ante os R$ 127 bilhões de 2011. Recursos para programas sociais em 2012, ano eleitoral, são pouco atingidos pelos cortes. (Págs. 1 e 4)

Lei ambiental faz venda de caminhões avançar 15% no ano
Mercedes, Iveco e Ford registram aumento de procura em função de vendas antecipadas, pois nova legislação ambiental vai impactar preços em 2012. (Págs. 1 e 18)

Banco Central surpreende mercado,muda de rumo e reduz taxa de juros em 0,5 ponto (Págs. 1 e 40)

Indústria volta a crescer em julho, anuncia IBGE
Setor de bens de consumo registrou expansão de 3,5% e bens de capital, 1,7%, mas instituto adverte que recuperação ainda é frágil. (Págs. 1 e 10)

Portugal aumenta imposto de renda
Governo também programa demissão de 10 mil servidores públicos por ano até 2014. (Págs. 1 e 36)

Com queda da bolsa, empresas vão ao mercado para recomprar as próprias ações; volume já se iguala ao da crise de 2008 (Págs. 1 e 30)

P&G prepara entrada em novos mercados no Brasil. Até 2016, serão mais cinco categorias de produtos, diz Cyro Cazola (Págs. 1 e 20)

A Lego, representada no Brasil pela M.Cassab de Robério Esteves, ajusta linha de produtos para conquistar crianças do Nordeste (Págs. 1 e 22)

Fontes: Radiobras e JBWiki!

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