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Deu no papel

Crise econômica global pede “prudência” ao Brasil

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Publicado em 08/08/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Países do G20 decidem manter títulos dos EUA. Ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco vê 'exaustão fiscal global' na crise. O Brasil deve ficar "quieto e prudente”, porque não tem situação tão diferente de países com problemas. "Não vejo bolha nenhuma, muito menos fracasso neoliberal", diz. Pessoa física já tirou R$ 4,5 bilhões da bolsa no ano. OUTROS DESTAQUES - Dilma defende ministro, mas oposição cobra 'faxina'. CNJ enfrenta esquemas de corrupção nos Estados. Empresário e auditor são condenados por corrupção. Apagão deixa cidades do DF às escuras por até sete horas. Teresópolis: 3 prefeitos em 4 dias. Jovens enfrentam polícia em Londres, sede das Olimpíadas de 2012. Chilenos vão às ruas em apoio a estudantes.

DESTAQUES DOS JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, DIA 8 DE AGOSTO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Países do G20 decidem manter títulos dos EUA
Banco Central Europeu indica que intervirá no mercado para conter crise

Os países do G20, grupo das 20 maiores economias do planeta, não pretendem desfazer-se de títulos do Tesouro norte-americano, apesar da decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's de rebaixar a nota desses papéis.

Ao menos dois terços da dívida dos EUA com países estrangeiros estão nas mãos do G20, que realizou uma teleconferência de seus ministros da Economia e presidentes de bancos centrais. (Págs. 1 e Mundo)

Crise abala poder de influência dos EUA, diz professor de Harvard. (Págs. 1 e A12)
Foto legenda: Londres em chamas
Saques e conflitos em protesto contra a morte de um homem pela polícia, em Tottenham, um dos bairros mais pobres da capital inglesa, resultaram em pelos menos 55 pessoas presas no final de semana. (Págs. 1 e Mundo A15)
Ministro usa funcionários de estatal em seu gabinete
O ministro Wagner Rossi (Agricultura), que neste final de semana perdeu seu número dois após acusações de lobby, tem usado em seu gabinete funcionários não concursados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

A manobra desfalcou setores da principal estatal do setor agrícola. Rossi diz que levou os funcionários para "auxiliá-lo". (Págs. 1 e Poder A4)
Saber: Bolsa Família não melhora nota em SP, diz estudo. (Págs. 1 e C9)

Chilenos vão às ruas em apoio a estudantes
Cerca de 10 mil chilenos saíram ontem em marcha de apoio aos protestos estudantis, em Santiago, e contra a repressão policial da última semana, informa o enviado Lucas Ferraz. Pesquisa indica que 80% aprovam as demandas dos estudantes. (Págs. 1 e Mundo A13)

Ao menos 50 civis morrem em ação militar na Síria (Págs. 1 e Mundo A15)

Entrevista da 2ª - Gustavo Franco
Economista vê 'exaustão fiscal global' na crise

O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, afirma que existe uma "exaustão fiscal global" em razão dos "déficits e dívidas enormes".

Em entrevista a Eleonora de Lucena, disse que o Brasil deve ficar "quieto e prudente, pois nossos números fiscais não estão muito diferentes daqueles dos países com problemas". (Págs. 1 e Poder A16)


"Teremos uma marcha lenta no Primeiro Mundo em razão da necessidade de corrigir os excessos fiscais. Não há espaço para políticas keynesianas de gasto nem para redução dos juros." A avaliação é de Gustavo Franco, 55, ex-presidente do Banco Central (governo FHC), para quem a crise pode significar "o fim de uma era de keynesianismo fácil". Sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, Franco vê uma "exaustão fiscal global" e advoga a redução dos gastos públicos. "Não vejo bolha nenhuma, muito menos fracasso neoliberal", diz.



Folha - Qual o impacto da decisão da Standard & Poor's de rebaixar os EUA?
Gustavo Franco - No primeiro momento é simbólico, pois os EUA continuam AAA em duas outras agências. As determinações estatutárias de fundos de pensão e dos bancos centrais geralmente falam de grau máximo em duas agências. Acho que é um belo "wake up call" [chamada para despertar], pois fica claro que a disciplina que se exige de todos num mundo interconectado também deve ser praticada e cobrada na potência central.

Por que as Bolsas caíram? É, de fato, por causa de temores de recessão ou há outros ingredientes?
Sim, há temores quanto à recessão, sobretudo no hemisfério Norte, mas o que torna as coisas mais preocupantes é a situação fiscal no Primeiro Mundo, onde as dívidas dos governos chegaram a patamares tão altos que a sensação é a de que se esgotou a capacidade desses países fazerem políticas fiscais expansionistas.

Os governos devem colocar mais dinheiro no mercado financeiro? Haverá nova socialização das perdas?
Não é a situação de 2008, não há bancos a salvar. Ao menos por ora, nunca se sabe. A natureza do problema é outra: os países se engasgaram com tanta "socialização das perdas" por cima de "socializações de ganhos" e conquistas sociais e excessos de gasto público em geral.

Se as agências de risco erraram de forma tão dramática em 2008 (não prevendo o colapso do Lehman; qualificando os bancos da Islândia como AAA) e também agora nos cálculos do rebaixamento dos EUA, por que elas seguem tão importantes? Elas vão ser "rebaixadas" por governos e outras instituições?
Essa é uma boa pergunta. Em boa medida, na segunda-feira [hoje] os mercados estarão se perguntando se a Standard & Poor's está com essa bola toda.
Normalmente as agências reagem defasadamente ao que todo mundo já sabe, padrão que se repete dessa vez. E erram o tempo inteiro, sim e, em muitos casos, no contexto de conflitos de interesse. O Tesouro Americano contesta os cálculos da S&P. Uma das revelações desta segunda vai ser a importância que os mercados atribuem às agências de risco.

Se os títulos dos EUA estão com pior avaliação, qual a opção? Títulos alemães?
Títulos dos EUA.

Estamos entrando num período de recessão mais longo e profundo?
Recessão é uma palavra forte, não é bem isso. Cresce a consciência de que teremos uma marcha lenta no Primeiro Mundo em razão da necessidade de corrigir os excessos fiscais. Não há espaço para políticas keynesianas de gasto nem para redução dos juros, que já estão no chão. De onde vai vir o crescimento?

De onde? O capitalismo não consegue mais fazer crescimento?
Seria errado pensar assim, a julgar pelos quatro séculos de bons serviços que o capitalismo tem com este planeta, e também porque não há alternativa. O desafio será o de direcionar políticas públicas para trabalhar fatores como produtividade, inovação, regulação, ambiente de negócios, infraestrutura e num contexto de economia fiscal, de modo a elevar a confiança da economia privada, de empresas e consumidores.

Se recessão é uma palavra forte, como o sr. definiria a situação atual? Estagnação?
Apenas baixo crescimento, ao menos durante o período de acomodação dos efeitos financeiros e fiscais de crise. Há certa ansiedade nesses países, pois há muito crescimento na Ásia e, em menor escala, no Brasil.

Em termos históricos essa recessão seria comparável à recessão de 29 ou à do final do século 19, que resultou no declínio da Grã-Bretanha e na ascensão dos EUA e da Alemanha?
A crise de 1929 é uma fonte inesgotável de lições, e o presidente do FED [banco central americano], que é um historiador que conhece o assunto, tratou muito bem de evitar os erros daquele tempo, especialmente no terreno da política monetária. Acho meio exagerado falar da decadência dos EUA como potência econômica.

Vivemos o estouro de várias bolhas? Há quem afirme que a crise desses dias é a prova do fracasso neoliberal. É?Não vejo bolha nenhuma, muito menos fracasso neoliberal. É preciso olhar a situação com frieza, sem preconceitos ideológicos: o que estamos vivendo é o esgotamento do crescimento do Estado nas grandes democracias ocidentais, e mais o Japão, onde os níveis de endividamento público ultrapassaram medidas habitualmente aceitas de responsabilidade fiscal.
O mal-estar é causado pelo fato de que há deficits e dívidas enormes. Os gastos públicos têm que cair. Em cada sociedade há um grupo, como o Tea Party, que vai se opor a aumento de impostos. O enredo do impasse americano é global, e, por isso mesmo, foi tão impactante. É uma prévia do que vai ser visto em muitos países. É como se fosse o fim de uma era de keynesianismo fácil, onde tudo sempre se resolve com o gasto público, socializando perdas, ou acomodando sucessivas e inesgotáveis "conquistas", e coalizões cada vez maiores. Essa paralisação fiscal-financeira do Estado representa novo desafio, talvez início de um novo tempo.

Politicamente, quais serão os efeitos da decisão da S&P e todo o enrosco de Obama com o Congresso? A China já está reclamando.
Acho que o impacto pode até ser positivo, na medida em que mobiliza energias políticas para a busca de soluções. A China é um capítulo à parte, pois não tem os problemas fiscais próprios das democracias ocidentais por uma razão simples e óbvia: não é uma democracia. Para ser, e evitar uma primavera que pode ser tumultuada, teria que alterar muito de suas instituições ligadas ao mercado de trabalho e à seguridade social. O fato é que a China tem sido a fonte de um discurso meio vigarista sobre o "fracasso do modelo liberal" que na verdade é uma velha cantilena sobre a ineficiência da democracia.

Como o sr. avalia a fragilidade de economias como Itália e França? Como está a saúde financeira dos bancos europeus?
O temor alcança todos, e por isso era bom ficarmos nós, aqui no Brasil, bem quietos e prudentes, pois os nossos números fiscais não estão muito diferentes daqueles dos países com problemas. Nesses episódios de elevação da aversão ao risco, os mercados ficam procurando os países e as empresas fragilizados.

A situação dos bancos europeus terá impacto no Brasil?
Se aparecer algum grande problema bancário europeu, certamente terá efeitos por toda parte. Mas hoje não há clareza sobre isso.

Alguns analistas têm receio do excessivo endividamento privado brasileiro no exterior. Uma virada no câmbio poderia colocar empresas sob risco. O sr. compartilha desse temor?
Não compartilho. Acho que o volume não é muito grande, e as empresas sabem fazer hedge. A medida descabida foi o IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] sobre derivativos que torna o hedge mais caro para as empresas. O tema do momento é outro: dívida pública. E o que me preocupa no Brasil é o governo achar que tudo está bem nesse terreno, e que o rebaixamento americano seria como uma promoção para nós. Nada mais perigoso.

Qual deve ser o impacto na taxa de juros, no câmbio e no crescimento?
Os impactos sobre o Brasil estão ainda indefinidos. As pressões sobre a Bolsa são meio exageradas e fazem as empresas brasileiras ficarem muito baratas relativamente a seus resultados. A oportunidade para comprar parece-me clara.

O sr. prevê novos rebaixamentos de países pelas agências de risco?
É provável, ao menos pela S&P, pois, ao alterar a classificação do país, geralmente se alteraram as de todas as empresas ali sediadas. Será interessante verificar se esse protocolo será obedecido dessa vez. Parece que a S&P não tinha muita ideia do tamanho da dificuldade que criou para si. E a impressão que tenho é que o próximo assunto é a Europa, pois é onde estão os maiores problemas de dívida soberana.

O que aconteceu nos últimos dias é uma tragédia inesperada ou é algo de dimensão menor? A recuperação vai demorar mais?
A natureza do problema não me parece ser a de um problema agudo, como o pânico bancário provocado por uma sucessão de bancos quebrando como em meados de 2008. Mas de um peso, que dobrou de tamanho em dois anos, que os governos terão que carregar por um bom tempo. É a exaustão fiscal global.
Alguns mais fracos, os Piigs [Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha], estão com dificuldades, e mesmo nos países mais sólidos as pessoas estão debatendo sobre como distribuir o peso e os sacrifícios.
É uma espécie de marcha forçada, onde será preciso algum tempo para diminuir o peso e ajustar as contas, na qual pode acontecer algum incidente, é claro. Os EUA estão fazendo a sua parte. Talvez amanhã [hoje], por curioso que pareça, as pessoas voltem seus olhos para Itália e Espanha. Na verdade, os assuntos das conversas no âmbito do G7 e de bancos centrais da Europa não serão muito relacionados aos EUA, mas à blindagem da Europa.

O que o sr. recomendará aos clientes? Onde investir? Ouro? Ativos reais?
Depende de cada caso. E o nosso perfil é de investidor de longo prazo, e a receita para esse tipo de investidor é contrária ao comportamento da "manada". A oportunidade que se apresenta é a de comprar ações de boas empresas que subitamente se tornaram baratas. (Por Eleonora de Lucena)

Editoriais
Leia "Limpeza na cidade", sobre o novo modelo proposto pela Prefeitura de São Paulo, e "Miséria na prosperidade", acerca de dados socioeconômicos. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Globo

G-7 acena com dinheiro para acalmar as bolsas
Agência de risco S&P ameaça rebaixar nota dos EUA de novo

O grupo das sete maiores economias do mundo se comprometeu a assegurar recursos para os mercados e reafirmou sua confiança de que os EUA cumprirão sua meta de reduzir o déficit a médio prazo, Hoje, as bolsas mundiais vão mostrar sua reação ao rebaixamento, pela agência de classificação de risco Standard&Poor's na última sexta-feira, da nota dos EUA. A cotação do ouro avançou mais de 2% no pregão eletrônico e a Bolsa de Tóquio abriu em queda de 1,5%, enquanto os ministros de Finanças e presidentes de BCs do G-7 discutiam a crise. O diretor-gerente da S&P ameaçou os EUA com novo rebaixamento, num prazo de seis meses a dois anos. (Págs. 1 e 19)
Planalto blinda PMDB
O Palácio do Planalto entrou na blindagem do ministro Wagner Rossi, atingido por denúncias de corrupção na Agricultura. Governo dá voto de confiança ao ministro, agindo em relação ao PMDB de forma diferente à dispensada ao PR na crise dos Transportes. (Págs. 1 e 3)

Amorim quer sair do Haiti
O novo ministro da Defesa, Celso Amorim, defendeu a retirada das tropas brasileiras que estão em missão de paz no Haiti desde 2004. Seu ponto de vista foi manifestado na primeira reunião com os principais comandantes militares do país, que concordaram com o ministro. (Págs. 1 e 5)
Chamas e fúria em Londres
Jovens enfrentam polícia na sede das Olimpíadas de 2012

Conflitos sociais se somaram à lista dos problemas de segurança em Londres, sede das Olimpíadas de 2012, que já enfrenta o escândalo da escuta telefônica e cortes no orçamento da polícia. Nos piores distúrbios sociais desde a década de 80, jovens atacaram a polícia, incendiaram prédios e carros e saquearam lojas no fim de semana em bairros pobres do Norte da capital britânica. (Págs. 1 e 25)
Teresópolis: 3 prefeitos em 4 dias
Dois dias depois de empossado, o prefeito de Teresópolis, Roberto Pinto, morreu vítima de um infarto na madrugada de ontem. Marcada pela tragédia das chuvas e casos de corrupção, a cidade ganhou o terceiro prefeito em menos de uma semana: é Arlei de Oliveira Rosa - que já tem dois processos contra ele tramitando na Justiça. (Págs. 1 e 9)

O Estado de S. Paulo

BC europeu decide comprar títulos para evitar contágio
Após reunião de emergência, Banco Central anuncia 'intervenção decisiva' para proteger Itália e Espanha

Em uma manobra de emergência, os Bancos Centrais europeu e de 17 países prometem fazer hoje uma "intervenção decisiva" para proteger Itália e Espanha da turbulência financeira global, informam os correspondentes Andrei Netto e Jamil Chade. O custo para rolar as dívidas italiana e espanhola deve disparar após o rebaixamento das notas de títulos dos Estados Unidos, na sexta-feira - o que aumentou suspeitas sobre a capacidade de países ricos honrarem compromissos. Autoridades que participam de fóruns com o G7 e G20 correram contra o relógio ontem para anunciar medidas antes da abertura das bolsas asiáticas. Além de comprar títulos da Itália e da Espanha, elas pretendem injetar liquidez para evitar uma paralisia de créditos entre bancos comerciais. Para investidores, o anúncio pode ter vindo tarde demais. (Págs. 1 e Economia B1 a B10)

Previsão negativa

O presidente do comitê de rating soberano da agência Standard & Poor's, John Chambers, disse ontem a um programa da TV ABC que a nota de crédito dos Estados Unidos tem "uma chance em três” de sofrer um novo rebaixamento nos próximos 6 a 24 meses. (Págs. 1 e B5)

'Brasil terá de cortar juros se crise piorar'

Se a crise da dívida dos países ricos se agravar, o Brasil precisará baixar juros e segurar gastos do setor público, diz o economista Pérsio Arida. (Págs. 1 e B6)


Dilma defende ministro, mas oposição cobra 'faxina'
A presidente Dilma Rousseff divulgou ontem uma nota para reiterar confiança no ministro da Agricultura, Wagner Rossi, após a publicação de denúncias contra assessores da pasta. A oposição cobrou da presidente uma "faxina" no ministério nos mesmos moldes da realizada na área de transportes. A manifestação pública do Planalto é mais um sinal de que a crise política que envolve o governo há quase três meses deve se arrastar nos próximos dias. (Págs. 1 e Nacional A4)
Foto legenda: Londres em chamas
Manifestantes revoltados com a morte de um homem negro pela Scotland Yard protestaram e provocaram incêndios ao norte da cidade. (Págs. 1 e Internacional A10)
Massacre amplia isolamento da Síria
Na véspera da chegada à Síria de diplomatas brasileiros, repressão a protestos deixa 42 mortos. Para o rei saudita Abdullah II, violência é "inaceitável". (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)
Correios em baixa
Empresas aproveitam expansão do e-commerce para ganhar da estatal mercado de entregas expressas. (Págs. 1 e Negócios)
Invadir faixa de pedestre já pode render multa (Págs. 1 e Cidades C1)

Fim do vestibular não é fim do mérito, diz Haddad (Págs. 1 e Vida A14)

Gilberto Kassab
A quem interessa atacar o PSD?

O PSD nascerá e agirá como um partido nacional. Não por arregimentar lideranças em todo o Brasil, mas pela decisão de ter um projeto de País. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações
Os escolhidos do governo

Setores industriais beneficiados desde a chegada do PT ao poder ganham mais incentivos. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

BC da Europa intervém para evitar sangria global
Depois que a agência Standard & Poor´s rebaixou, pela primeira vez na história, a nota da dívida dos EUA, o Banco Central Europeu decidiu comprar títulos italianos e espanhóis para tentar acalmar os mercados. (Págs. 1 e 7)
Foto legenda: Militares unidos...
Na véspera da posse do novo ministro da Defesa, Celso Amorim, mulheres de militares fizeram protesto durante a troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes. Foi recado estridente do que querem as Forças Armadas: aumento de recursos e reaparelhamento dos três ministérios. (Págs. 1 e 3)
Quem manda: Os oito ministros de Dilma
Entre os ministros que ficaram no governo Dilma Rousseff, quatro são mais próximos da presidente: Gilberto Carvalho, Helena Chagas, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti. E ainda há outros quatro muito bem cotados com a chefe. (Págs. 1 e 2)
As Farc estão de volta
Passados três anos das duras derrotas impostas pelo governo colombiano, a guerrilha muda de estratégia sob o comando de uma geração mais instruída e que veio da militância urbana. (Págs. 1 e 16)
Apagão deixa cidades do DF às escuras por até sete horas (Págs. 1 e 22)

Valor Econômico

CNJ enfrenta esquemas de corrupção nos Estados

Desvios de verbas, vendas de sentenças, contratos irregulares, nepotismo e favorecimento na liberação de precatórios são problemas comuns no Judiciário em todas as regiões do país. Há desde tribunais que usam dinheiro público para contratar serviços de degustação do café tomado pelos juízes até saques de milhões em sentenças negociadas pelos próprios magistrados. Em pouco mais de dois anos de inspeções realizadas nos Estados, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) descobriu casos de pagamento de 13º salário a servidores exonerados, desvio de verbas de tribunal para a maçonaria, pagamento de jeton a médico de tribunal, associações de mulheres de magistrados administrando serviços judiciais, esquemas de empréstimos consignados fraudulentos envolvendo juízes e até sorteios de relatores de processos totalmente direcionados, com apenas um juiz concorrendo.

"Há muitos problemas no Judiciário e eles são de todos os tipos e de todos os gêneros", afirmou ao Valor a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça. (Págs. 1, A6 e A7)

G20 age para evitar pânico no mercado
Num esforço para tentar evitar uma segunda-feira desastrosa nos mercados financeiros, os países do G-20, que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes, após discussões telefônicas, informaram que não vão alterar a gestão de suas reservas internacionais por causa do rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência Standard & Poor's. O G-7, que reúne EUA, Alemanha, Japão, França, Grã-Bretanha, Canadá e Itália, também reiterou que tomará "qualquer ação necessária para estabilizar os mercados financeiros". No mesmo sentido, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, divulgou comunicado confirmando que o banco decidiu intervir ativamente nos mercados comprando títulos da dívida pública da Itália e Espanha para conter a força do contágio na zona euro e atenuar o pânico que toma proporções globais. Até agora, o BCE insistia que a responsabilidade principal para agir contra a crise era dos governos nacionais.

Quase US$ 5 trilhões da dívida americana estão nas mãos países do G-20, incluindo bancos centrais. O Brasil, membro do grupo, quarto maior credor dos EUA, com US$ 211 bilhões, concordou que não há razões para vender títulos americanos, apesar do rebaixamento. (Págs. 1, A11, C1, C2 e C8)

Para Armínio, Europa preocupa mais do que os Estados Unidos

A situação na Europa "é um tanto precária", pode gerar "pânico financeiro" e conduzir as economias para uma recessão global. São opiniões do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, da Gávea Investimentos. Ele disse ao Valor que o rebaixamento da nota dos EUA "reforça o clima de medo", mas observou que a economia americana é mais dinâmica e, portanto, lá a crise é mais administrável do que na Europa e no Japão.

Armínio não acredita que os EUA entrarão numa espiral de rebaixamento. Medidas concretas para colocar o país de volta aos eixos, porém, só podem ser esperadas para depois das eleições de novembro de 2012. "Em alguns anos eles revertem isso", afirmou. (Págs. 1 e C2)

Foto legenda: Dependência vantajosa
A crise na Europa e nos EUA deixa indefinidos os preços dos minérios e o diretor da Vale, José Carlos Martins, lembra que depender da China, nesse cenário, "não é um mau negócio". (Págs. 1 e B8)
Um padrão de escritórios fora da ordem
Um novo conceito de prédios comerciais começa a se destacar na paisagem paulistana. Inspirados no modelo de trabalho do Vale do Silício, na Califórnia, os novos escritórios fogem do lugar-comum, têm arquitetura arrojada, verde em abundância, pé direito duplo com mezanino e espaços externos. Fora dos padrões das grandes incorporadoras, que apostam na escala, ainda são empresas pequenas que investem nesse modelo. A primeira delas foi a Idea!Zarvos, que estreou na Vila Madalena, já entregou mais três prédios e tem outros quatro em obras. "A resistência inicial está sendo vencida e encontramos nosso espaço", diz Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório de arquitetura FGMF, que tem feito projetos nessa linha. (Págs. 1 e B7)
Empresário e auditor são condenados por corrupção
O empresário Ricardo Nunes, sócio da Ricardo Eletro, foi condenado em primeira instância a três anos e quatro meses de reclusão por corrupção ativa. Ele foi acusado de ter pago propina a um auditor da Receita Federal do Brasil em São Paulo. O auditor, Einar de Albuquerque Pismel Júnior, foi condenado a quatro anos de prisão e está preso desde setembro do ano passado, quando foi pego em flagrante deixando a sede da Ricardo Eletro na capital paulista com R$ 50 mil e US$ 4 mil em espécie. Nunes e Albuquerque já recorreram da sentença ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região.

O processo contra o empresário e o auditor foi aberto na Justiça a pedido do Ministério Público Federal, que denunciou ambos por crime de corrupção ativa e corrupção passiva, respectivamente. De acordo com a sentença do juiz Hélio Egydio Nogueira, da 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Albuquerque e outros auditores fiscais lotados em São Paulo já vinham sendo investigados pela corregedoria da Receita diante de indícios de patrimônio incompatível com salários. (Págs. 1 e A2)

Pessoa física já tirou R$ 4,5 bilhões da bolsa no ano
Escaldados pela crise e assustados com a queda do Ibovespa, que já chega a 23,6% em 2011, os investidores pessoa física já retiraram R$ 4,5 bilhões do mercado acionário neste ano, considerando as aplicações menos os resgates. O comportamento dos pequenos investidores contrasta com o movimento realizado pelos investidores estrangeiros, que acumulam no ano saldo positivo de R$ 422,3 milhões até dia 3.

Há grande dose de medo nos mercados, mas nada que aconteceu nas duas últimas semanas altera a perspectiva moderadamente otimista para as ações, afirma Bob Doll, da BlackRock. "Se os investidores acreditam, como nós, que os EUA vão evitar a recessão, então continuar em ativos de risco faz sentido." (Págs. 1 e D2)

Câmara presidida por Gerdau acompanhará área de transportes (Págs. 1 e A5)

Sem pressa para crescer
Perto a se tornar a maior rede de supermercados de capital nacional do país com o controle do Pão de Açúcar pelo Casino em 2012 -, a gaúcha Zaffari planeja, com cautela, seu crescimento. (Págs. 1 e B1)

Firaxis aposta em redes sociais
A Firaxis, dona do Civilization, que vendeu mais de dez milhões de cópias nos últimos 20 anos, leva seu game para as redes sociais e desafia a líder Zynga, dona do FarmVille e Empires & Allies. (Págs. 1 e B2)
Segurança biométrica
O interesse das companhias em reforçar a segurança e evitar fraudes tem estimulado as vendas de equipamentos biométricos no país. Empresas do setor preveem crescimento de pelo menos 30% neste ano. (Págs. 1 e B3)
Voos alienígenas
A cautela de TAM e Gol em acelerar a expansão de seus voos ao exterior, a valorização do real e a corrida por viagens internacionais fazem avançar as empresas aéreas estrangeiras no país. Em 2010, já ficaram com 77% dos passageiros entre Brasil e Europa. (Págs. 1 e B4)

União Química amplia portfólio
A União Química, um dos principais laboratórios farmacêuticos de capital nacional do Brasil, lança neste mês o primeiro produto de sua nova divisão de dermocosméticos. Até o início de 2012, a linha ganhará mais cinco produtos. (Págs. 1 e B6)
Parceria eólica
A indiana Suzlon, uma das cinco maiores fabricantes de equipamentos para energia eólica do mundo, fechou acordo com a Aeris para produzir pás de aerogeradores na fábrica da empresa brasileira que está sendo finalizada no Ceará. (Págs. 1 e B8)

Biotecnologia canavieira
Egressos da CanaVialis, Luis Cláudio Rubio e Sizuo Matsuoka voltam ao segmento da biotecnologia canavieira com a criação da Vignis, que desenvolve variedade destinada a fornecer biomassa para a geração de energia. (Págs. 1 e B11)
Economia Verde
Mineração e indústria de base enfrentam desafio duplo na transição para a economia verde no Brasil: enquanto precisam investir para compensar passivos ambientais, enfrentam concorrência de países que não tem compromisso com a responsabilidade socioambiental, diz Franklin Feder, da Alcoa. (Págs. 1 e Caderno Especial)
Muito além do pão de queijo
Susie Fiuza é uma quituteira que investiu em seus dotes culinários ao abrir uma fábrica de congelados - mas não de pães de queijo, e sim de cookies. Agora ela começa a ganhar mercados pelo Brasil. (Págs. 1 e B6)
Ações de emergentes em queda
O Índice MSCI Emergentes, que reúne uma carteira com as principais ações dessas economias, apresenta queda de 9,58% neste ano, enquanto o MSCI Mundial, indicador de referência para os países desenvolvidos, cai 6,72%. (Págs. 1 e D3)
Ideias
Renato Janine Ribeiro

Por enquanto, Dilma está indo bem na tarefa de por ordem no ministério. Depois, terá de mostrar para quê. (Págs. 1 e A6)
Ideias
Mansueto Almeida

Fazer mais do mesmo nos levará a aumento da carga tributária, maior déficit em conta corrente e real mais valorizado. (Págs. 1 e A11)

Estado de Minas

Mortes no Peru - Famílias exigem empenho do governo na apuração
Parentes do engenheiro mineiro Mário Bittencourt e do geólogo paulista Mário Guedes querem que as autoridades brasileiras interfiram para esclarecer a morte deles, enquanto trabalhavam na selva, no Norte do Peru, no projeto de uma hidrelétrica. O Itamaraty prometeu fazer o que estiver ao seu alcance. Como o Estado de Minas revelou ontem, o MP peruano abriu investigação de assassinato contra dois moradores da região, suspeitos de oferecer água envenenada aos brasileiros. Um engenheiro daquele país que acompanhava os brasileiros disse ao jornal que essa água foi a única coisa que ingeriram durante o trabalho de campo. As famílias apontam negligência da Leme Engenharia por enviar os dois profissionais, sem escolta, a uma área de conflito, na qual haviam ocorrido confrontos e mortes por causa das usinas, repudiadas pelos nativos. Procurada, a Leme não se manifestou. (Págs. 1 e 19)
Perigo muda só de lugar
O novo e moderno Viaduto das Almas na BR-040, em Itabirito, que substituiu o estreito pontilhão em curva, no qual as tragédias eram frequentes, não trouxe a segurança esperada. Os acidentes agora se sucedem nas alças de acesso. Segundo especialistas, são curvas mal construídas, com estreitamento de pista, falta de visibilidade e de controle de velocidade. (Págs. 1, 17 e 18)
Mercados reabrem sob tensão extrema
No primeiro dia de negócios depois do rebaixamento da nota de crédito dos EUA, mercados do Ocidente se mobilizam para tentar não despencar, como ocorreu ontem nos pregões do Oriente Médio. O G-20 fez teleconferência para discutir a crise. E o BC europeu anunciou compra de títulos de países endividados. (Págs. 1 e 10)

Orçamento: Verba pública financia até banho de descarrego. (Págs. 1 e 5)

Emprego: Sobram vagas com salários que chegam a R$ 16 mil. (Págs. 1 e 11)

Jornal do Commercio (PE)

Prova de fogo para a Zona Sul
Hoje é o primeiro dia útil após a liberação das novas faixas do Viaduto Capitão Temudo e da rota de retorno a Boa Viagem via Capitão Rebelinha. Expectativa é de trânsito mais livre na hora de picos. (Págs. 1 e 10)
BC europeu lança ofensiva pra impedir colapso
Autoridade europeia deve comprar títulos da Espanha e da Itália para evitar quebradeira. Mercado amanhece tenso após rebaixamento da dívida americana. (Págs. 1 e 7)
Atirador mata sete pessoas em Ohio, EUA (Págs. 1 e 6)

Aposentadoria e licença travam pauta do STF (Págs. 1 e 5)

Zero Hora (RS)

BC europeu intervém para tentar estancar crise na Zona do Euro
Reuniões de emergência emitiram socorro a endividados do continente para acalmar mercados que têm hoje um forte teste. (Págs. 1, 4 e 5)
Nova visão: Projeto de Tarso prevê abono a greves do magistério
Entre prioridades a serem enviadas à Assembleia, está anistia à paralisação no governo Yeda. (Págs. 1 e 6)
Mais imóveis: Licenças desamarram edificações
Ritmo de “Habite-se” acelera construção civil na Capital. (Págs. 1 e 16)

Brasil Econômico

Rebaixamento da dívida dos EUA eleva tensão nas bolsas mundiais
Líderes do G-20 reafirmam confiança nos títulos americanos e Banco Central Europeu garante compra de bônus da Espanha e Itália

A redução da nota de risco dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos pela agência Standard & Poor’s (S&P) provocou nova onda de incertezas sobre as bolsas mundiais. Tel Aviv, única a funcionar no domingo, teve o pregão suspenso logo após a abertura, com queda superior a 6%. Tóquio deu largada no mercado asiático em baixa de 1,57%. O G-7 emitiu comunicado na noite de ontem afirmando que tomará as medidas necessárias para manter a liquidez no sistema financeiro. (Págs. 1 e 4)
Usiminas investe em modernização para reagir à mudança de cenário
Wilson Brumer, presidente da siderúrgica, afirma não acreditar mais nas margens de lucro que foram obtidas antigamente e reconhece como um desafio a meta estabelecida de atingir R$ 50 bilhões em valor de mercado em 2015. Mas confia na reformulação interna e aposta na avaliação positiva das ações da companhia. (Págs. 1 e 18)
Das pistas de corrida de Fórmula 1 a investidor de empresas no Brasil
A gestora europeia Genii, dona da escuderia Lotus Renault, se une à brasileira WWI, em portfólio de US$ 10 bilhões. Foco são setores automobilístico, imobiliário, telecomunicações, tecnologia da informação e energia. (Págs. 1 e 28)
Parque tecnológico de Santos começa a funcionar em outubro
Diagnóstico dos planos de marketing e tecnologia já está pronto. Empreendimento no litoral paulista é estratégico para a exploração do pré-sal. (Págs. 1 e 10)
Apesar da fraca cotação do dólar, a fabricante de motores MWM planeja elevar 13% as exportações neste ano, diz seu presidente, José Eduardo Luzzi (Págs. 1 e 20)

Medição eletrônica e campanhas de conscientização ajudam Ampla a reduzir furto de energia e evitar perdas de R$ 300 milhões (Págs. 1 e 22)

Banco do Brasil rumo à Colômbia
Além da abertura de escritório, banco estuda compra de instituição colombiana. (Págs. 1 e 30)

Fontes: Radiobras e JBWiki!

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