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Deu no papel

Ex-dependente, psicólogo apoia internação forçada

633 acessos - 0 comentários

Publicado em 31/07/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



O psicólogo americano Adi Jaffe, 35, pesquisador da Universidade da Califórnia, apoia a internação compulsória. "É melhor do que não tentar nada". Diz que as diferentes formas de combater o vício (psicoterapias, internação, remédios, grupos de apoio mútuo) têm igual eficácia (25% a 30% dos casos). OUTROS DESTAQUES- Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Banco do Nordeste (BNB) e Codevasp sofrem com falhas de gestão, desvios e loteamentos políticos. Obras do Dnit já tem custo de R$ 2,6 bilhões acima do previsto. Generais são suspeitos de desvios nos Transportes; Força diz desconhecer inquérito. Oi patrocina peça com Bia Lula, neta do ex-presidente. "Copa não é circo, tem de deixar legado", diz Blatter. Dilma exalta Pelé e fala em Copa histórica.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, DOMINGO, 31 DE JULHO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Comando do Exército é alvo de investigação
Generais são suspeitos de desvios nos Transportes; Força diz desconhecer inquérito

O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, e mais sete generais viraram alvo de uma investigação da Procuradoria-Geral de Justiça Militar sob a suspeita de terem envolvimento em fraudes em obras realizadas para o Dnit.

Um grupo de engenheiros e contadores chefiados pela promotora Ione de Souza Cruz, do Ministério Público Militar, encontrou indícios de fraude em 88 licitações feitas pelo Exército para executar obras do Ministério dos Transportes. (Págs. 1 e Poder A4)

Vendas e permutas de terrenos viram fonte de renda para o Exército. (Págs. 1 e A6)
Oi patrocina peça com Bia Lula, neta do ex-presidente
A Oi vai pôr R$ 300 mil na peça "Megera Domada", que contará com Bia Lula, neta do ex-presidente Lula.

Em 2005, a Oi pôs R$ 5 milhões em empresa de um filho de Lula. Depois, o governo mudou regra para permitir a fusão entre ela e a Brasil Telecom. A Oi diz ser "uma das maiores patrocinadoras" do país. Lula afirma que ignora a ação. (Págs. 1 e Poder A9)

Medo de calote leva os EUA a seguir a crise mais de perto
Os americanos passaram a seguir mais de perto o impasse econômico que o país atravessa e temem que a crise afete sua imagem.

Pesquisa mostra um salto de nove pontos percentuais, para 38%, dos que dizem seguir de "muito perto" o confronto sobre o aumento da dívida pública. (Págs. 1 e Mundo A14)
Para analistas, Europa combateu islâmicos mas se esqueceu da extrema direita (Págs. 1 e Mundo A16)

Consultoria corta custos de clientes com operadoras
Quatro ex-diretores da Oi, da Telefônica e da Net mudaram de lado e criaram a ViaW, consultoria que ajuda os clientes a reduzir gastos com telecomunicações.

A ViaW checa se as teles cobram o que está de fato nos contratos. (Págs. 1 e Mercado B1)

Ex-dependente, psicólogo apoia internação forçada.
O psicólogo americano Adi Jaffe, 35, pesquisador da Universidade da Califórnia, ficou internado por dez meses para se livrar de drogas. Em entrevista à Folha, ele apoia a internação compulsória. "É melhor do que não tentar nada."
Tratar dependente à força é melhor que não tentar nada

Para o psicólogo Adi Jaffe, não há modelo de tratamento que sirva para todos

Ex-viciado, pesquisador diz que profissionais resistem a variar formas de tratar vício e culpam o paciente pelo fracasso


Não funcionou para Amy Winehouse, mas deu certo com o psicólogo americano Adi Jaffe, 35, pesquisador da Universidade da Califórnia.
Ex-dependente, atua hoje na elaboração de critérios para apurar a qualidade dos tratamentos. Diz que as diferentes formas de combater o vício (psicoterapias, internação, remédios, grupos de apoio mútuo) têm igual eficácia (25% a 30% dos casos).
Em entrevista à Folha, Jaffe defende até a controversa internação compulsória que, para ele, é melhor do que não expor o dependente a nenhuma tentativa de tratamento.


Folha - O sr. diz que reabilitação funciona melhor do que se imagina. O que deu errado no caso de Amy Winehouse?
Adi Jaffe - Obviamente, eu só posso supor. Eu acredito que, se um tipo de tratamento não dá certo, sua melhor aposta é procurar outro.
Amy tentou um rehab [programa de reabilitação] que não funcionou e ela deixou claro que não queria aquilo. Aparentemente, em vez de tentarem outro tipo de tratamento, ficaram repetindo a mesma abordagem.

Quais são os tratamentos?
Temos basicamente três grandes classes. Os medicamentos funcionam de modos diferentes. Alguns minimizam efeitos da abstinência, outros bloqueiam a sensação de prazer causada por álcool. Alguns remédios para depressão e ansiedade também podem ser bastante eficazes.
A psicoterapia cognitivo-comportamental ajuda a pessoa a entender o que a leva a beber e a descobrir estratégias para mudar o hábito. Há também técnicas motivacionais, que são uma boa coisa para quem resiste a se tratar.
O apoio social, ou ajuda mútua, é basicamente o modelo dos Alcoólicos Anônimos. A ideia, resumidamente, é que não há permissões [às substâncias], apenas dependentes ajudando outros.

Qual funciona melhor?
A resposta fácil seria dizer uma combinação de todos, mas não é assim na vida real. Uma resposta baseada em evidências é que todos têm mais ou menos as mesmas taxas de sucesso. Dão certo para 25% a 30% das pessoas.

Por que tão pouco sucesso?
Essa é a porcentagem de cura para casos mais graves. A maioria só vai se tratar quando está muito mal. Imagine se, para medir a eficácia de um remédio para câncer, só contassem os casos de cura da doença no estágio mais avançado. No alcoolismo, só temos doentes em estágio 4.
Outro problema é que a qualidade das clínicas ou dos serviços é muito desigual.

Como escolher o tratamento?
Não dá para prever quem reagirá melhor a um ou outro tipo. Mas temos critérios para saber se aquilo não está funcionando e, nesse caso, trocar o tratamento. Mas quase ninguém faz isso.

Por quê?
Muitos profissionais tendem a achar que sua linha é a melhor para todos e que, se não deu certo, o problema é o paciente. O sucesso do tratamento depende também do médico, da clínica, de bom senso para rever a estratégia.

Quando a pessoa não quer se tratar, vale a pena forçá-la?
Muitos afirmam que, sem motivação, nada funciona. Mas minha experiência diz que a exposição a qualquer tratamento, até a reabilitação feita à força, é melhor do que não tentar nada.

Foi esse o seu caso?
Posso dizer que sim. Aos 21 anos comecei a usar speed (metanfetamina) e, em pouco tempo, a traficar a droga. Passei oito anos nessa vida, até ser preso. Minha escolha era ir para a clínica ou passar um tempo na prisão. Não foi exatamente uma escolha.

E funcionou?
Passei três meses em uma clínica, até ser expulso por usar drogas. Minha sorte é que me colocaram em outra clínica. Fiquei dez meses internado. E funcionou. (Por IARA BIDERMAN) (Págs. 1 e Cotidiano C10)

Editoriais
Leia "Justiça em desacordo", sobre a criação de centros de conciliação em tribunais, e "No escuro, de novo", acerca dos apagões de energia. (Págs. 1 e Opinião A2)


O Globo

Quatro órgãos públicos repetem vícios do Dnit
Outras áreas do governo têm contratos com suspeita de sobrepreço

Pelo menos outros quatro órgãos públicos analisados pelo GLOBO - têm problemas como os descobertos no Dnit, e que levaram à demissão de 22 pessoas. Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Banco do Nordeste (BNB) e Codevasp sofrem com falhas de gestão, desvios e loteamentos políticos. Indicado pelo PT, o presidente do BNB, Jurandir Santiago, é suspeito de desvio de verbas no governo do Ceará. Também a Secretaria de Infraestrutura Hídrica já pagou R$ 3,9 bilhões pela obra de transposição do Rio São Francisco sem um projeto executivo e as empreiteras querem mais R$ 1 bilhão em aditivos.

A República de Mogi

Um dos pivôs do escândalo nos Transportes, o deputado Valdemar Costa Neto (PR/SP), levou a pasta para a sua "turma" de Mogi das Cruzes. Fred, que despachava no ministério sem sequer ter cargo, é suspeito de um desfalque no clube que presidia na cidade.

Capa e Pag. 04
Foto legenda: Paz enganosa
O pescador Thiago Barbosa lança a rede nas águas tranquilas da Lagoa de Marapendi, na Reserva da Barra. A área de proteção ambiental está loteada por empresas à espera de brecha na lei para erguer ali prédios e hotéis.

Pag. 34
"Copa não é circo, tem de deixar legado", diz Blatter
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que cabe ao Brasil criar infraestrutura para organizar o mundial de 2014. "A Copa não é um circo, que chega, fica durante duas semanas e se vai. Tem que haver legado", afirmou em entrevista a Jorge Luiz Rodrigo. Sobre corrupção, disse que é preciso remodelar a imagem da Fifa. "As pessoas não acreditam quando falamos em jogo limpo e respeito".

O Estado de S. Paulo

País não pode 'ficar para trás' na guerra cambial, diz Mantega
Ao 'Estado", ministro diz que é preferível defender a indústria a usar o câmbio para combater a inflação

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que a recente intervenção no câmbio tem como objetivo garantir a competitividade da indústria nacional. Segundo o ministro, o governo não vai deixar o real se fortalecer para combater a inflação, como defendem alguns economistas. "O dólar a R$ 1,20 ia colaborar tremendamente, mas aí acabava com a indústria nacional”, disse o ministro, em entrevista ao Estado. Para Mantega, “está todo mundo brigando pelos mercados” e uma das estratégias dos países é manipular o câmbio. "Não podemos ficar para trás nessa brincadeira." Mantega demonstra ainda preocupação com a crise nos EUA. ''É bom que eles resolvam logo essa situação, que está causando inquietação no mundo todo." (Págs. 1 e Economia B4 e B5)

Guido Mantega
Ministro da Fazenda

“Se o bom senso não prevalecer, eles vão acelerar a decadência americana" . (Pág. 1)

Sob pressão, Senado vota plano nos EUA
O Senado americano, dominado pelo Partido Democrata, planeja votar na madrugada de domingo uma nova proposta para elevar o teto da dívida dos EUA. Com a iniciativa, os democratas esperam deixar os republicanos, que controlam a Câmara, em uma encruzilhada. Se não aprovarem o plano, podem ser responsabilizados pelo fracasso das negociações. (Págs. 1 e Internacional A24 e A25)
Obras do Dnit já tem custo de R$ 2,6 bilhões acima do previsto
Obras em andamento administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes já tiveram acréscimos de preços de R$ 2,6 bilhões. Dos contratos, 14% tem aditivos acima do limite legal, de 25% do preço inicial. Segundo o Dnit, a maioria dos aditivos de mais de 25% atinge apenas serviços continuados, como manutenção de rodovias. (Págs. 1 e Nacional A8)
Empresários vão às compras na China
Com o dólar em baixa, as federações de indústria organizam caravanas de empresários brasileiros para a China, em busca de máquinas, insumos e produtos acabados. (Págs. 1 e Economia B1)
Notas & Informações
A censura se eterniza

Uma questão de princípio e uma anomalia institucional mantém este jornal sob censura há dois anos. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense


O sonho de ser brasileiro
Quase 1 milhão de estrangeiros vivem em nosso país e a cada hora chegam 15 novos imigrantes

Procedentes de 90 nações e espalhadas por 5.565 cidades, essas pessoas têm até meados de agosto para regularizar sua permanência, de acordo com o prazo concedido pela Polícia Federal. A partir de hoje, o Correio publica série de reportagens feitas por Alana Rizzo mostrando imigrantes, como chegaram, o que fazem e quanto gastaram (ou receberam) para estarem aqui e os artifícios usados para permanecerem legalmente. Ainda este ano, o Brasil poderá, a pedido da ONU, abrigar refugiados da Primavera Árabe, como vem sendo chamada a onda de revoltas no Oriente Médio e no norte da África. (Págs. 1, 12, 13 e 24)
Dilma exalta Pelé e fala em Copa histórica
Com a participação de astros da música e da tevê, a cerimônia de sorteio das eliminatórias do próximo mundial de futebol, realizada no Rio de Janeiro, ganhou tom político no pronunciamento da presidente Dilma Rousseff. Diante do dirigente máximo da Fifa, Joseph Blatter, ela prometeu uma edição histórica do torneio e enalteceu Pelé, embaixador honorário do evento, chamando-o de “meu querido”. Sentado na primeira fila, o “rei” acabou roubando a cena, sendo aplaudido efusivamente. (Págs. 1 e Super Esportes, 2 a 5)

Agnelo reforça chances do DF
Presente à cerimônia, governador conversou com integrantes da Fifa sobre escolha de Brasília como sede da abertura. (Págs. 1 e Super Esportes, 5)

Foto legenda: Unidos contra o descaso
Em Brasília, seis associações juntam forças para reivindicar das autoridades atenção ao tratamento de doenças que afetam um número de pessoas aparentemente pequeno; como é o caso da fenilcetonúria, que impede a menina Isabela Vilela (na foto com o pai,Wesley Paroneto) de consumir proteína animal. (Págs. 1, 32 e 33)
Invista que o BC garante
Diante do clima de incertezas na economia mundial, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, acalma os ânimos de investidores e consumidores: “Estamos tomando as medidas necessárias para que a dona Maria tenha a garantia de uma economia saudável nos próximos seis, 12, 18 meses”. (Págs. 1, 14 e 15)

Estado de Minas

As vítimas de julho
Omissão do Dnit contribui para transformar temporada de férias em tragédias nas estradas

O escândalo do superfaturamento de obras envolvendo o Ministério dos Transportes estourou, coincidentemente, no mês em que milhares de famílias pegam as estradas para curtir férias. Trechos de 10 rodovias onde ocorreram acidentes têm 16 editais de reforma e manutenção paralisados por causa da crise.No trecho da BR-381 que liga BH ao Vale do Aço, por exemplo, onde duas pessoas morreram, três obras para alargamento de pista estão suspensas.

Hoje começa a via-crúcis da volta para casa nas mesmas estradas que sofrem com o caos no Dnit. Em julho de 2010, 107 pessoas morreram nas rodovias federais que cortam Minas, segundo a Polícia Rodoviária Federal. É o mesmo número registrado em 2009. Conforme levantamento do EM, pelo menos 40 pessoas morreram neste mês em rodovias como as BRs 116 (foto), 381 e 040. (Págs. 1 e 25 a 27)
Atividade econômica: Renda alta e consumo baixo na Grande BH
Nova Lima, Lagoa Santa e Brumadinho atraem cada vez mais famílias de classe média alta para condomínios e disparam em renda per capita. Mas novos moradores mantêm suas principais atividades na capital. (Págs. 1, 17 e 18)
Sem controle
Dinheiro para combater corrupção paga lanches. (Págs. 1 e 3)

Imigração
Brasil abriga quase um milhão de estrangeiros. (Págs. 1, 14 e 15)
Toque feminino
Mulheres já são 25% dos investidores da Bovespa. (Págs. 1 e 19)

Jornal do Commercio (PE)

Usuário vira refém de planos de saúde
Operadoras investem em hospitais, clínicas e médicos próprios. Para Associação Médica Brasileira, essa prática pressiona profissionais limitar procedimentos. Pior para os pacientes. (Págs. 1 e Economia 1 a 3)
Copa no Brasil começa com festa e protesto (Pág. 1 e 16)

Zero Hora (RS)

Polícia desativa primeiro laboratório de óxi no RS
Denarc encontrou em Viamão sítio usado por quadrilha para produzir droga mais devastadora do que o crack, que seria distribuída na Região Metropolitana. (Págs. 1, 28 e 29)
Foto legenda: A face gaúcha da miséria
Quem são as 385 mil pessoas que vivem no Estado com uma renda mensal de no máximo R$ 70. (Págs. 1 e 23 a 26)
Empregos: Há vagas para pessoas com deficiência
Cerca de 21 mil trabalhadores gaúchos têm vínculo formal. (Págs. 1 e Encartado nesta edição)
Por que espaço no aeroporto é tão caro
Sistema de concessão de áreas usado pela Infraero se concentra em grandes empresas. (Págs. 1 e Dinheiro)

Fontes: Radiobras e JBWiki!

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