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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Alfredo já era, mas quem pega Valdemar e a corrupção?

379 acessos - 0 comentários

Publicado em 07/07/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Dilma Rousseff desmonta esquema de corrupção da época de Lula. Valdemar Costa Neto, um dos 40 acusados no caso do mensalão e cacique do PR, seria o verdadeiro mentor dos esquemas de corrupção em obras viárias. Cultura da propina no Brasil persistirá até que corruptores graúdos sejam punidos, escreve Janio de Freitas. OUTROS DESTAQUES - 'Jeitinho' para obras da Copa com sigilo e sem licitação. Empreiteiras só querem bancar 5% do trem-bala. Light terá que reformar 1.170 bueiros críticos no Rio. Para FMI, risco nos emergentes é preocupante. Poupança perde R$ 3 bilhões em 6 meses, pior marca desde 2006.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, QUINTA-FEIRA, 7 DE JULHO DE 2011. 

Correio Braziliense

Alfredo já era, mas quem pega Valdemar?
Dilma está diante de um quebra-cabeça. Demitir o ministro foi fácil, difícil vai ser livrar os transportes da influência de Valdemar Costa Neto. Um dos 40 acusados no caso do mensalão, o cacique do PR seria o verdadeiro mentor dos esquemas de corrupção em obras viárias. O problema é que o governo não pode abrir mão do apoio do PR no Congresso. E Paulo Sérgio Passos, um técnico nomeado ministro interino, e o senador Blairo Maggi (PR-MT), ambos ligados a Valdemar, são os dois nomes mais cotados para assumir a pasta. (Págs. 1 e 2 a 4)

Porco fora da lei
O deputado Paulinho da Força não tinha permissão para fazer o rega-bofe que tirou o sono de moradores da 202 norte e animou figurões da República, como o vice-presidente Michel Temer. (Págs. 1 e 6)
Freio nos supersalários
Pressionada pela Justiça, Diretoria-Geral do Senado acata decisão do STF e anuncia que vai cortar vencimentos de servidores que ganham acima de R$ 26.713, o teto salarial do funcionalismo público. (Págs. 1 e 18)
'Jeitinho' para obras da Copa
Senado aprova medida que flexibiliza licitações direcionadas à Copa e às Olimpíadas. Oposição vê brechas para corrupção. (Págs. 1 e 8)
Brasília terá 58 mil empregos
É a previsão de vagas que serão criadas no DF por conta da Copa do Mundo de 2014, segundo estudo da FGV e do Sebrae. (Págs. 1 e 40)
Selo verde ganha força
Coisa de natureba que nada! Alimentos orgânicos passam por cima de preconceito e caem no gosto de grandes chefs. (Págs. 1 e 26)
Edital define regularização de igrejas
O governador Agnelo Queiroz assinou o termo de licitação para a venda de 1,8 mil lotes a igrejas e entidades de assistência social. Os ocupantes dos terrenos terão preferência na aquisição e poderão parcelar a dívida em 20 anos. (Págs. 1 e 32)

O Globo

Dilma desmonta esquema de corrupção da época de Lula
Secretário executivo vira ministro interino, mas PR quer indicar sucessor

Pressionado por denúncias de corrupção, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, foi forçado ontem a pedir demissão, após ficar em situação insustentável diante das suspeitas de superfaturamento e cobrança de propina em órgãos como Dnit e Valec. As denúncias de corrupção envolvendo o mesmo grupo político vêm da época do governo Lula, e Nascimento era um nome do ex-presidente no Ministério de Dilma Rousseff. Irritada, a presidente cobrou explicações e convocou reunião com o secretário executivo do ministério, Paulo Sérgio Passos, que foi nomeado ministro interino. Fora do governo, Nascimento reassumirá a presidência do PR e tentará fazer o sucessor. (Págs. 1 e 3 a 12)


O segundo a cair sob acusações
Em seis meses de governo Dilma, Alfredo Nascimento é o segundo ministro a cair por suspeita de envolvimento com corrupção. O primeiro foi Antonio Palocci. Dois ministros, Aloizio Mercadante e Ideli Salvatti, foram citados no caso dos aloprados, mas sobreviveram. No segundo escalão, 3 caíram porque falaram demais. (Págs. 1 e 10)

Senado aprova Copa com sigilo e sem licitação
O governo venceu a batalha no Senado e aprovou com folga o regime especial que dispensa licitações e mantém o sigilo sobre custos de obras da Copa. O texto agora vai a sanção presidencial. (Págs. 1 e 31)
Light terá que reformar 1.170 bueiros críticos
A Light assinou ontem com o Ministério Público um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que se compromete a reformar até o fim do ano 1.170 bueiros que, segundo o MP, estão em situação crítica. (Págs. 1 e 14)

Folha de S. Paulo

Denúncias derrubam o 2º ministro de Dilma em 1 mês
Após Palocci, Alfredo Nascimento (PR) deixa Transportes sob acusações de fraudes na pasta

Quase um mês após a queda de Antonio Palocci (PT) da Casa Civil, o governo Dilma sofreu uma nova baixa com a saída de Alfredo Nascimento (PR-AM), que chefiava os Transportes.

Pressionado por acusações de envolvimento do PR e da pasta em casos de superfaturamento e propina, o ministro pediu demissão e vai retornar ao Senado. (Págs. 1 e Poder)

Leia Mais/Poder

Sobrinho de deputado do PR recebia 'pedágio' por contrato no Dnit, aponta investigação. (Págs. 1 e A8)

Análise/Josias de Souza

Ministro sai convicto de que foi queimado no micro-ondas acionado pela presidente. (Págs. 1 e A7)

Janio de Freitas

Cultura da propina no Brasil persistirá até que corruptores graúdos sejam punidos.

A via da corrupção

O problema da moralidade administrativa, mais uma vez escancarado pelo Ministério dos Transportes, é bastante simples: os presidentes vão continuar substituindo ministros e altas figuras até que haja processo e punição para corruptor graúdo. Ao menos como prenúncio.
A imoralidade administrativa não é a mais importante; é apenas subproduto de outra. A maior e decisiva imoralidade é a inexistência de aplicação dos processos e leis penais aos que alimentam e fazem fortuna e poder criando corrupção, uma forma de furtar dinheiro público.
Esses protegidos pelo sistema brasileiro gozam de uma espécie de salvo-conduto, pelo fato só de fazerem da corrupção o seu negócio: são o braço que penetra nos cofres públicos para furtar o dinheiro, do qual o corrompido levará a parte de compensação.
Os participantes dos maiores escândalos de corrupção, por exemplo, em licitações e obras públicas no setor de transportes, sempre puderam participar das transações subsequentes para outras obras, quando não das mesmas, como se portadores de credenciais ilibadas. E com frequência ficaram com as obras, nas quais os aumentos por motivos forjados são da regra geral.
A cada um desses casos de corrupção mal velada segue-se um inquérito administrativo, às vezes um inquérito policial e, aí de raro em raro, um processo judicial. O primeiro faz uns deslocamentos ou demissões no serviço governamental. O segundo e o terceiro igualam-se: deles provêm a integridade do sistema e a tranquilidade dos nele beneficiados. Nesses casos, o Ministério Público dá um dedinho ali ou no melhor sentido, que é o incapaz de consequência. O resultado final é conhecido.
A imoralidade administrativa no setor governamental de transporte nada tem a ver com a degradação dos costumes políticos e governamentais. Já no seu tempo de Império, então sob o nome de Departamento e depois de Ministério da Viação, este canal entre os cofres públicos e os controladores das obras foi fonte de sussuros na corte. Sem as consequências que alguns considerariam devidas. Assim entrou pelo século passado. Ao se tornar dos Transportes, com isso o ministério deu sua colaboração para o biombo chamado de modernização administrativa do país, entre uma continência e uma marcha unida, mas ninguém ousaria mudar-lhe a natureza. Nem, portanto, o seu papel histórico de elo entre o Tesouro e a corrupção.
O que não acontecia antes, acontece hoje. O que acontece, continuará a acontecer. Porque esse é o propósito dos diferentes modos e graus de poder, nas instituições e fora delas, que sustêm e operam a imoralidade maior, impeditiva da aplicação dos processos e leis penais aos que extraem da corrupção fortuna e poder. Da qual a corrupção administrativa é subproduto. Não o único. (Janio de Freitas) (Págs. 1 e A9)

Empreiteiras só querem bancar 5% do trem-bala
As cinco grandes empreiteiras só aceitam entrar com R$ 3 bilhões de capital próprio no trem-bala. O valor é 5% do custo calculado por elas para a projeto. O governo achou a proposta inaceitável e deve cancelar o leilão, marcado para segunda.

O governo estima que o custo do projeto estaria em R$ 38 bilhões. Compromete-se a ser sócio com cerca de R$ 4 bilhões, emprestaria outros R$ 22 bilhões via BNDES e estaria disposto a atrair os fundos de pensão para o negócio. (Págs. 1 e Mercado B1)
Projeto prevê que taxistas saibam primeiros socorros
O Senado aprovou projeto que regulamenta a atividade de taxista e define que ele atenda com polidez e tenha cursos de primeiros socorros e mecânica de veículos. O texto cria um piso salarial da categoria e vai à sanção de Dilma, assim como o que trata da profissão de sommelier. (Págs. 1 e Cotidiano C8)
Para FMI, risco nos emergentes é preocupante
Na primeira entrevista como diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde disse que a "segunda coisa" que a preocupa é o excessivo fluxo de capitais para países emergentes, com o possível risco a essas economias. Sua preocupação imediata é a dívida de países ricos.

A entrada de dólares no Brasil caiu 88% no segundo trimestre do ano. (Págs. 1 e Poder A11)
Poupança perde R$ 3 bilhões em 6 meses, pior marca desde 2006 (Págs. 1 e Mercado B3)

Editoriais
Leia "Ministério dos desvios", sobre as suspeitas de corrupção nos Transportes, e "Democracia na linha", acerca de aplicações para a internet. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Estado de S. Paulo

Denúncias derrubam mais um ministro do governo Dilma
Alfredo Nascimento deixa Transportes após suspeitas de irregularidades; baixa é a 3ª em pouco mais de 6 meses

Cinco dias após o início da crise, o ministro Alfredo Nascimento (Transportes) entregou ontem sua carta de demissão. Além do aparecimento de novas denúncias, a situação tornou-se insustentável quando a presidente Dilma Rousseff convocou um técnico para discutir com ela assuntos da pasta, preterindo o ministro. O preferido de Dilma para assumir os Transportes é o atual secretário executivo, Paulo Sérgio Passos, mas o PR rejeitou a proposta e defende um nome “político". A baixa de ontem é a terceira de um ministro em pouco mais de seis meses de governo. A primeira foi Antonio Palocci (Casa Civil), após denúncias de enriquecimento suspeito. Três dias depois, o comando da coordenação política passou de Luiz Sérgio para Ideli Salvatti. (Págs. 1 e Nacional A4)


Análise
Dora Kramer

Dilma teria tudo para governar com tranquilidade. Em 6 meses, há crises demais e governo de menos. (Págs. 1 e Nacional A6)


Irritação com Carvalho
A presidente Dilma Rousseff desautorizou o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que tentou dar uma aparência de normalidade ao pedido de férias do diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afastado após denúncias. (Págs. 1 e Nacional A8)

Estoques de carros sobem e montadora dá férias coletivas
A indústria automobilística fechou o semestre com recorde de vendas - 1,73 milhão de veículos -, mas começa a se preocupar com o alto estoque nos pátios das fábricas e revendas. No fim de junho, havia 342 mil carros à espera de compradores, o equivalente a 33 dias de vendas, próximo da margem considerada crítica, de 35 dias. Algumas empresas diminuirão a produção. A Fiat dará férias coletivas na fábrica da Argentina e cogita parar a de Betim (MG). (Págs. 1 e Economia B1)
Para nova chefe do FMI, fluxo de dólares no Brasil preocupa
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse ontem que o excesso de fluxo de capitais para países emergentes como o Brasil é uma "preocupação imediata". "Temos o problema da dívida soberana e quando olhamos os emergentes vemos riscos de superaquecimento e inflação”, afirmou, em sua primeira entrevista no cargo. (Págs. 1 e Economia B4)
TV Cultura registra a menor audiência
Relatório da TV Cultura revela que a audiência é a mais baixa já registrada, informa Jotabê Medeiros. A direção argumenta que todas as emissoras tiveram queda no período. (Págs. 1 e Nacional A11)
Ministério atualiza tratamento de hepatite C (Págs. 1 e Vida A16)
No Rio, 4 mil bueiros têm risco de explosão (Págs. 1 e Cidades C1)
Notas & Informações
Piora o cenário mundial

A situação na Europa ficou mais assustadora e a China pode ter de avançar com menor velocidade. (Págs. 1 e A3)
Celso Ming
O ataque às agências

As agências de classificação de risco vêm apresentando comportamento desastroso, mas exigir que façam o jogo dos dirigentes é outro equívoco (Págs. 1 e Economia B2)

Valor Econômico

Crédito tributário chega a R$ 87 bilhões em grandes bancos
Os cinco maiores bancos do país têm hoje R$ 87,7 bilhões em créditos tributários acumulados em seus balanços. O grande volume de créditos tributários carregado pelas instituições brasileiras é produzido, em boa parte, para compensar as provisões feitas contra risco de calote nas operações de crédito. Essas provisões reduzem o lucro contábil dos bancos, mas não o imposto a pagar, o que gera o crédito tributário.

O Itaú Unibanco encabeça a lista das instituições com maior volume de créditos tributários, num total de R$ 25 bilhões, de acordo com as demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2011. Na sequência aparecem Banco do Brasil (BB), com R$ 18,912 bilhões; Bradesco, R$ 18,06 bilhões; Santander, R$ 14,2 bilhões; e Caixa Econômica Federal (CEF), R$ 11,5 bilhões. Procurados, os bancos não atenderam à reportagem. (Págs. 1 e C1)
Preço do etanol bate recorde de época de safra
A contribuição do recuo dos preços do álcool para o combate à inflação nunca foi tão pequena quanto na safra atual de cana. O preço médio do etanol nas bombas em junho, mês em que o valor cai naturalmente com entrada da safra, ficou em R$ 1,937 por litro, o maior para este mês em dez anos na série da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O nível é 26% superior ao de junho de 2010 (R$ 1,537).

Esse comportamento dos preços se deve à menor produção de etanol e ao aumento de 2,9 milhões no número de carros flex em circulação em um ano. No início de julho, o preço médio no país subiu ainda mais, para R$ 1,975. Por isso, como antecipou o Valor, o governo decidiu reduzir de 25% para 18% a participação do álcool anidro na gasolina. O objetivo é diminuir a demanda do etanol e conter o avanço dos preços. (Págs. 1 e A4)
Foto legenda: Desafio
Abilio Diniz diz que Jean-Charles (presidente do Casino) "vai ter de explicar por que não quer o negócio" e "passar pelos rituais da governança, com o mercado observando". (Págs. 1 e D3)

Nascimento se demite e PR ainda exige o cargo
O ministro Alfredo Nascimento pediu demissão ontem, no rastro de uma crise aberta com a denúncia de que o Partido da República (PR) opera um esquema de cobrança de propina no Ministério dos Transportes. Nascimento é o terceiro ministro a cair em pouco mais de seis meses de governo da presidente Dilma Rousseff, e o segundo que sobreviveu ao governo Lula por recomendação do ex-presidente da República.

À noite, o Palácio do Planalto anunciou que o secretário-executivo Paulo Sérgio Passos responderá interinamente pelo ministério, adiando o desfecho de uma crise que a presidente e seus principais auxiliares gostariam de ver resolvida rapidamente. Passos fica como interino, mas pode ser efetivado se a presidente se convencer de que não há outro nome no PR capaz de sobreviver a uma semana de bombardeio da oposição. (Págs. 1 e A9)

Onda de recompra de ações já atinge 25 companhias
Com a queda de quase 10% nos preços das ações desde o início do ano, muitas empresas anunciaram ou renovaram programas de recompra de papéis - até junho, foram 25 companhias. Só a Vale vai desembolsar até US$ 3 bilhões para recomprar 5,9% das ações em circulação. Desde o anúncio, no dia 30, os papéis preferenciais da mineradora já subiram 3,79%.

O objetivo das empresas é mostrar ao investidor que elas acreditam na própria operação, sinalizando que os papéis têm potencial de valorização maior que o verificado no mercado. Além de puxar a cotação da ação, esses programas podem beneficiar os acionistas, uma vez que os ativos recomprados e cancelados reduzem o número de ações, aumentando o valor dos dividendos. (Págs. 1, D1 e D2)
Lixo plástico transformado em petróleo
A Wastech, empresa baiana especializada em tratamento de resíduos, está criando uma nova companhia, chamada Novaenergia, que atuará na transformação de lixo plástico em petróleo. Para isso, usará tecnologia desenvolvida pela Agilyx americana, que já faz o processo comercialmente há um ano. A RJCP Equity, empresa de investimento em capital de risco, será sócia minoritária no projeto. A Novaenergia está em fase de captação de recursos e pretende ter a primeira unidade funcionando até o fim de 2012. O investimento inicial será de R$ 25 milhões a R$ 30 milhões. (Págs. 1 e B9)
Empresas chinesas ajudam na criação da 'nova Jacareí'
Jacareí assiste à chegada de grandes indústrias, especialmente as chinesas. Nos próximos meses a estatal Chery, uma das maiores montadoras da China, e a Sany Heavy Industries, fabricante de escavadeiras e guindastes, se instalam na cidade. Outras indústrias chinesas de menor porte, fornecedoras e parceiras das duas gigantes, serão atraídas.

Além disso, a espanhola do setor automotivo Teknia Tecnotubo e o hipermercado americano Walmart já começaram a construção de suas unidades, enquanto Ambev e o grupo Cebrace, do setor de vidro, anunciaram a expansão de seus negócios na cidade. No total, estima-se que haverá US$ 1,3 bilhão em investimentos (US$ 600 milhões da Chery e da Sany) e a criação de 6,8 mil empregos diretos em cinco anos. (Págs. 1 e A14)
Justiça absolve Randon por insider trading
O empresário Raul Anselmo Randon, presidente do conselho de administração da Randon, foi absolvido na ação penal em que era acusado por "insider trading". A Justiça Federal de São Paulo considerou que o fato que gerou o processo - o uso de informações privilegiadas - está prescrito. O empresário e sua esposa foram beneficiados por terem mais de 70 anos, o que reduz o tempo de prescrição. O processo continuará a tramitar contra os demais réus na ação, filhos do casal e executivos da empresa. Essa é a segunda decisão de mérito em processo por crime de insider no país. (Págs. 1 e D4)
Fazenda quer renovar desvinculação de receitas para obter R$ 11,7 bi do FAT (Págs. 1 e A3)
Saída para royalties pode afetar empresas petrolíferas (Págs. 1 e A5)
Piñera reage a protestos
Pressionado por protestos estudantis e pela popularidade em queda, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou uma proposta para elevar os recursos da educação usando fundos da indústria do cobre. Serão US$ 4 bilhões a mais. (Págs. 1 e A11)
Linde investe no Brasil
O grupo alemão Linde, presidido por Wolfgang Reitzle, vai investir R$ 200 milhões em novas unidades produtoras de gás industrial no Brasil, que, ao lado da China, são considerados países extremamente importantes para o crescimento da companhia. (Págs. 1 e B1)
O peso dos importados
O mau desempenho das indústrias de calçados e produtos têxteis - setores nos quais a concorrência de importados é grande - está trazendo para baixo a produção industrial em Santa Catarina e Ceará, com desempenho pior que a média. (Págs. 1 e B3)

Mais açúcar para os chineses
A China pode bater novo recorde de importação de açúcar do Brasil ou repetir o do ano passado. Em Santos e Paranaguá, os navios com destino ao país levam 24% do açúcar a ser exportado em julho. (Págs. 1 e B14)
Com inflação, China eleva juros
A China elevou ontem suas taxas de juros pela quinta vez em oito meses, numa indicação de que o seu governo está focado no controle da inflação. A taxa referencial de empréstimo de um ano passa a 6,56%. (Págs. 1 e C1)
Menos investidores na bolsa
O número de investidores pessoas físicas no mercado de ações recuou 0,65% em junho, conforme a BM&FBovespa. O número havia crescido em maio pela primeira vez desde setembro por conta da oferta do Magazine Luiza. (Págs. 1 e D2)
ISS sobre serviços gratuitos
A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que os municípios não podem cobrar ISS sobre serviços oferecidos de forma gratuita, ao analisar recurso do Banco Rural para contestar a cobrança sobre o fornecimento de talão de cheque. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Ribamar Oliveira

As renúncias previdenciárias deverão ficar em torno de R$ 21 bilhões em 2011 e de R$ 23,3 bilhões em 2012. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Alexandre Schwartsman

Crédito direcionado não se altera em resposta à política monetária e pode explicar persistência dos altos juros no país. (Págs. 1 e A13)

Estado de Minas

Último ato de ministro tira R$ 2,7 bilhões de Minas
Alfredo Nascimento pede demissão dos Transportes após suspender obras importantes para o estado

Duplicação da BR-381 e revitalização do Anel Rodoviário e de trecho da BR-040 são as principais obras congeladas pela suspensão de licitações determinada pelo titular da pasta dos Transportes. As melhorias na Rodovia da Morte, que liga BH ao litoral capixaba, estavam previstas para este ano e foram promessa de campanha de Dilma Rousseff. Sob fogo cruzado depois das denúncias de corrupção e da revelação sobre rápido enriquecimento do filho, Nascimento não resistiu e entregou o cargo. Dilma nomeou como interino o secretário-executivo do ministério, Paulo Sérgio Passos, enquanto negocia com o PR, que detém a vaga, o nome do novo titular. (Págs. 1, 3 a 5 e o editorial 'Limpeza e compromisso', na 6)

Arma elétrica vai paralisar suspeitos
A partir de agosto, Polícia Militar e Guarda Municipal de Belo Horizonte e de Varginha, no Sul de Minas, usarão pistolas que lançam dardos com ondas eletromagnéticas para atingir alvos a até 10 metros de distância. (Págs. 1 e 23)
Venda menor
Comércio tem prejuízos com obras de revitalização (Págs. 1 e 13)
Mordomia
Assembleia acaba com pensão de ex-governadores (Págs. 1 e 9)
Copa de 2014
Senado aprova MP que põe sigilo em licitações (Págs. 1 e 8)

Jornal do Commercio (PE)

Denúncias derrubam o ministro dos Transportes
Alfredo Nascimento não resistiu às acusações de ligação do PR e de parte da cúpula da pasta com superfaturamento e propina. Ele voltará para o Senado e será substituído interinamente por Paulo Sérgio Passos, preferido de Dilma para o cargo. (Págs. 1 e 3 a 5)

Aviões da FAB se chocam e quatro morrem (pág. 1)
Pesquisa mostra que consumidor relaxou em relação ao orçamento (pág. 1)
Números da dengue sofrem queda no País (pág. 1)
MP da Copa passa no Senado com facilidade (pág. 1)

Zero Hora (RS)

Cai mais um ministro sob suspeitas de corrupção
Sem Nascimento, governo tenta reduzir uso partidário da pasta dos Transportes.

Área sofre intervenção branca da presidente

A diferença em relação à queda de Palocci

(Págs. 1, 4 a 6, Rosane de Oliveira (8), Editorial (16) e Carolina Bahia (17)

Foto legenda: Operação Cartola - Devassa em oito prefeituras
Investigação sobre contratos surpreendeu cidades da Grande Porto Alegre, do Litoral e da Serra (foto, Canela). (Págs. 1 e 12 e 14)
RS é um dos líderes em desarmamento (Págs. 1 e 45)
Treinamento da FAB
Gaúcho morre em choque de aviões em SP (Págs. 1 e 43)

Brasil Econômico

"Acordo com Casino nos impede de crescer”
Abilio Diniz diz que sócio francês rejeitou todas as propostas de endividamento

Conforme apurou o Brasil Econômico, a Rallye, holding que administra o Casino, deve perto de € 6,6 bilhões. A Euris, outra empresa controlada por Jean-Charles Naouri, presidente do conselho de administração do grupo francês, deve outros € 600 milhões. Ou seja, € 7,2 bilhões. Montante expressivo seria uma das razões para recusar novas dívidas. (Págs. 1 e P4)


Em meio à disputa dos principais acionistas, papéis do Pão de Açúcar recuam. Família Diniz deve enviar emissário a Paris para tentar reabrir comunicação com sócio francês. (Pág. 1)

Alfredo Nascimento pediu demissão do Ministério dos Transportes e Paulo Passos, secretário executivo da pasta, assume interinamente a vaga (Págs. 1, 10 e 40)

Em seis meses, a presidente Dilma teve problemas com 15 ministros e demitiu 2. É a maior lista desde a democratização do país (Págs. 1 e 12)

Eletropaulo vai à Câmara se defender de acusação sobre baixo investimento
Companhia afirma em comissão que volume de R$ 3 bi até 2015 é suficiente, contra alegação do governo paulista de que lucro permite aporte maior. (Págs. 1 e 38)
BC usa aposta do mercado financeiro na alta do real para conter a inflação
BC continua enxugando dólares em leilões mesmo com fluxo cambial negativo e estimula bancos a apostar na valorização da moeda brasileira. (Págs. 1 e 28)
Oferta da Abril Educação ignora setor em queda
Desempenho ruim das ações da Anhanguera, Estácio de Sá e Kroton não inibe empresa do grupo Civita de abrir capital. Operação pode levantar até R$ 670 milhões. (Págs. 1 e 34)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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