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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

BNDES vira sócio de supermercado

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Publicado em 29/06/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Fusão Pão de Açúcar-Carrefour abre guerra com outro sócio francês, o Casino. A estrutura inicial conta com R$ 3,91 bilhões do BNDES, estatal. A um ano de perder o controle de sua empresa para o grupo francês Casino, Abílio Diniz tenta uma cartada para virar o jogo. Controlador do Pão de Açúcar obteve aval do banco e do Planalto; política é fortalecer grupos nacionais. A notícia irritou a direção do Casino, que, em nota, classificou as negociações de "secretas e ilícitas". OUTROS DESTAQUES - Grampo indica lobby no Planalto por chineses. Governo quer reduzir pensão por morte. Governo joga a Fifa para escanteio. Fiesp diz aceitar aviso prévio de até dois meses. Delta carteliza também os hidrômetros no Rio. Servidor público só pode ganhar até R$ 26.713 por mês. Lagarde é eleita para dirigir FMI. Caso Battisti faz escritor italiano cancelar ida à Flip. WikiLeaks: embaixador americano no Brasil descreve a Câmara Legislativa do Distrito Federal como “um refúgio de canalhas”. Jogo de denúncias no caso do ex-goleiro Bruno.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, QUARTA-FEIRA, 29 DE JUNHO DE 2011.

Folha de S. Paulo

BNDES libera R$ 4 bilhões para Abílio comprar o Carrefour
Empresa resultante dominaria 32% do setor supermercadista; sócio do Pão de Açúcar promete veto

O empresário Abílio Diniz se associou ao banco BIG Pactual e ao BNDES para comprar as operações do Carrefour no Brasil.

A negociação foi conduzida sem a participação da francesa Casino, sócia do grupo Pão de Açúcar, que é contrária à fusão e pretende utilizar seu poder de veto para inviabilizar o acordo.

O governo Dilma Rousseff não só deu aval para montagem da proposta de fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e a rede francesa Carrefour como prometeu que o BNDES será sócio do negócio caso ele seja aprovado.
O empresário Abilio Diniz, um dos controladores do Pão de Açúcar, procurou o governo para tratar do assunto. Falou primeiro com o BNDES e depois com o Planalto.
Nas conversas, Diniz quis saber se teria apoio oficial, inclusive com participação do BNDES, caso conseguisse montar uma proposta de fusão que garantisse o controle nacional do Pão de Açúcar.
A resposta tanto do banco como do Planalto foi positiva, dentro da política do governo Dilma de fortalecer empresas nacionais.
De posse do aval do governo, Diniz buscou montar sua proposta de fusão com o Carrefour, concorrente na França da rede Casino.
Antes de oficializar o acolhimento da proposta, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, informou e recebeu o sinal verde de Dilma.
O BNDES condicionou a aprovação da proposta de fusão a um acerto entre Diniz e seus sócios da rede Casino.
A política de apoio a grandes grupos nacionais começou no governo Lula, quando o BNDES também bancou operações semelhantes, como a compra da Brasil Telecom pela Oi para formar uma grande empresa nacional de telecomunicações.
Ontem, o banco informou oficialmente que "enquadrou para análise operação no valor equivalente de até 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões), relativa ao projeto de internacionalização do Grupo Pão de Açúcar". A estrutura inicial conta com R$ 3,91 bilhões do BNDES.
Na nota, o banco destaca que a aprovação dependerá de análise da diretoria do banco e será submetida à aprovação das demais companhias envolvidas.
Caso seja aprovado, o aporte será feito por participação societária, por meio da BNDESPar, na empresa Gama, uma sociedade de propósito específico criada pelo banco BTG. (...) (Por Valdo Cruz e Leila Coimbra) (Págs. 1 e Mercado B1)

Foto legenda: Tempo quente
Em ato marcado pela violência, mascarado ataca um policial em Atenas; greve geral de 48h foi convocada e Parlamento deve iniciar hoje votação de pacote econômico com medidas austeras. (Págs. 1 e Mundo A15)
Câmara muda regra de obra da Copa
A Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite o novo texto da medida provisória que cria regras diferenciadas de licitações para obras da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016.

A redação inclui mudanças propostas pelo governo em relação ao projeto original. O novo texto retira itens que dificultavam o controle público dos gastos com as obras dos dois eventos. (Págs. 1 e Poder A6)
Fiesp diz aceitar aviso prévio de até dois meses
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse ser possível aceitar o aumento do aviso prévio proporcional ao tempo de serviço para o máximo de dois meses.

O tema está em exame no STF. As regras variam no mundo. Os EUA não têm lei sobre o assunto. A França paga até 10% do salário por ano de trabalho. (Págs. 1 e Mercado B5)
Francesa será 1ª mulher a chefiar o FMI; Brasil espera reformas (Págs. 1 e Mundo A14)
Governo vai fixar metas de atendimento para o SUS
O governo federal vai fixar pela primeira vez metas específicas em saúde e irá punir quem não as cumprir.

O Ministério da Saúde vai mapear o país e definir indicadores por regiões. Estados e municípios que não atenderem às definições do novo marco do Sistema Único de Saúde - certo número de cirurgias de catarata, por exemplo - poderão ter verba bloqueada. (Págs. 1 e Cotidiano C8)
Perdidos no mar, pescadores bebem urina para viver
Seis pescadores saíram de Cabo Frio (RJ) em 27 de maio. Ficaram à deriva e foram resgatados na segunda-feira, um mês depois, em Santa Catarina. Sem suprimentos, "tivemos de beber urina", afirmou Maicon Santos, 24. A Marinha vai abrir inquérito. (Págs. 1 e Cotidiano C9)

Foto legenda: Marinheiros carregam pescador resgatado.
Poder: Decisão sobre o caso Battisti faz escritor italiano desistir da Flip (Págs. 1 e A13)
TEC: Superataque de hackers reacende temor de guerra cibernética (Págs. 1, F1 e F6)

Editoriais
Leia "Desaceleração inconclusa", que analisa indicações sobre a inflação, e "Notas na parede", acerca de proposta sobre a avaliação das escolas. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Globo

Com R$ 4 bilhões do BNDES, surge 3ª maior empresa
Fusão Pão de Açúcar-Carrefour abre guerra com outro sócio francês, o Casino

O grupo Pão de Açúcar, do empresário Abílio Diniz, e o francês Carrefour anunciaram ontem uma fusão que cria uma gigante de R$ 65 bilhões em faturamento, ficando como a terceira maior empresa de capital aberto do país, atrás só de Petrobras e Vale. Além disso, a empresa abocanhará 32% das vendas do varejo brasileiro, longe dos 11% do Walmart, segundo colocado. O Novo Pão de Açúcar terá como sócios o BTG, do banqueiro André Esteves, e receberá R$ 4 bilhões do BNDES. Para aprovar o negócio, além de convencer as autoridades brasileiras, Diniz precisa aval do francês Casino, seu sócio desde 2006 e que declarou o negócio ilegal. Ações do Pão de Açúcar subiram 12,6% ontem. (Págs. 1 e 23 a 27)


Miriam Leitão

O desanimador é a dependência que até os novos capitalistas têm do Estado. (Págs. 1 e 24)


Negócios & CIA

Fusão cria concentração inédita. Rejeição será intensa. (Págs. 1 e Flávia Oliveira, 30)

Governo quer reduzir pensão por morte
Proposta, com objetivo de cortar gastos, também eleva tempo de contribuição das mulheres

Equipes dos ministérios da Fazenda e da Previdência concluíram o projeto de uma minirreforma da Previdência que deve ser enviado ao Congresso este ano. A principal mudança seria nas regras das pensões por morte: com o objetivo de cortar gastos, o benefício, que hoje corresponde ao valor integral pago ao segurado, cairia para 70%. Outra proposta é reduzir o prazo da pensão para viúvos e viúvas com menos de 35 anos. O tempo de contribuição das mulheres passaria para 33 anos, em vez de 30. O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, destacou que as medidas valeriam apenas para quem vier a entrar no mercado de trabalho: "Não precisa sacrificar a geração que esta aí”. (Págs. 1 e 3)
Dilma enfrenta sua base e não libera emendas
Apesar das ameaças de rebelião da base aliada no Congresso, a presidente Dilma avisou ontem a senadores que, em nome da austeridade fiscal, não prorrogará o prazo do decreto que libera R$ 4,6 bi de restos a pagar em emendas. Mas cobrou fidelidade da base. (Págs. 1 e 4)
Lagarde é eleita para dirigir FMI
Com o apoio de países como EUA, Brasil e China, a francesa Christine Lagarde foi escolhida para chefiar o FMI. Na Grécia, em meio à violência, o Parlamento vota hoje medidas de austeridade. (Págs. 1, 28, 29 e editorial "Grécia de volta ao centro do mundo")
Ancelmo Gois
Ameaçado de septicemia, o venezuelano Hugo Chávez foi obrigado a tomar morfina para controlar as dores. (Págs. 1 e 18)
Delta carteliza também os hidrômetros
Desde maio de 2004, a Delta - suspeita de ser beneficiada pelo estado - controla com a Emissão Engenharia quase 80% do sistema de medição de consumo de água da Cedae. Os novos hidrômetros já renderam R$ 377 milhões para o consórcio formado pelas duas empresas. O mesmo grupo foi contratado em maio, por mais um ano, sem concorrência. (Págs. 1, 12 e Zuenir Ventura)

O Estado de S. Paulo

Fusão de Pão de Açúcar e Carrefour pode ter até R$ 4,5 bilhões do BNDES
Na proposta anunciada, o banco estatal pode entrar com a maior parte dos recursos

O BNDESPar, braço de investimentos do BNDES, e o BTG Pactual anunciaram ontem uma proposta de fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e a operação brasileira do grupo francês Carrefour que seria financiada, em sua maior parte, com recursos do banco estatal. O valor do negócio é de R$ 5,6 bilhões. O BNDES considera a possibilidade de gastar sozinho até R$ 4,5 bilhões. Essa participação resulta da preocupação do governo com a ameaça de desnacionalização do varejo no Brasil, principalmente o de alimentos, com a perspectiva do grupo francês Casino de assumir o controle do Pão de Açúcar em 2012. Na fusão, o Casino ficaria com participação reduzida. (Págs. 1 e Economia B1e B3 a B6)


R$ 65 bilhões
seria o faturamento do novo grupo.

12,7%
foi a alta das ações do Pão de Açúcar.
Grampo indica lobby no Planalto por chineses

Escutas telefônicas flagraram Dr. Hélio, prefeito de Campinas, pedindo ao publicitário João Santana que fizesse lobby com a presidente Dilma Rousseff em favor da empresa chinesa Huawei, relatam Fausto Macedo e Fernando Gallo. A Huawei atua na área de banda larga. Dr. Hélio e a mulher, Rosely Nassim - suspeita de fraudar licitações -, integraram comitiva que esteve na China com Dilma. Lá, a presidente se encontrou com executivo da Huawei, e a empresa anunciou investimentos em Campinas. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ambev vence edição 2011 do Destaque AE Empresas
O grande premiado do Destaque Agência Estado Empresas 2011 foi a Ambev. Num cenário de crescimento das classes C e D, empresas ligadas a comércio e serviço lideraram o ranking, elaborado com a Economatica. Desde 2009, companhias voltadas ao mercado interno têm se destacado. (Págs. 1 e Economia B21)
Gays obtêm mais uma vitória
A Justiça do DF converteu em casamento a união estável de duas mulheres. É o segundo caso no País. Em SP, Luiz Moresi e José Souza receberam ontem a certidão. (Págs. 1 e Vida A23)
Grécia tem dia decisivo
Manifestantes entram em confronto com a polícia em Atenas, às vésperas de votação do parlamento grego, que decidirá hoje se aprova ou não o pacote de austeridade exigido pela UE e pelo FMI para liberar recursos para o país. (Págs. 1 e Economia B15)
Christine Lagarde é eleita para comandar FMI (Págs. 1 e Economia B13)

Caso Battisti faz escritor italiano cancelar ida à Flip (Págs. 1 e Nacional A9)

Descoberta maior área do pré-sal em Campos (Págs. 1 e Economia B7)

Notas & Informações
Exorbitâncias do BNDES

Mais uma vez o BNDES está pronto para se meter numa aventura perigosa e injustificável. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Servidor só pode ganhar até R$ 26.713
O teto salarial do funcionalismo público, já incluídas as gratificações, não pode ultrapassar R$ 26.713 - que é o vencimento atual recebido por ministros do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada por ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar recurso referente a funcionários fiscais do Amazonas. No país, diversos órgãos públicos dos Três Poderes, entre eles o Senado e alguns tribunais, burlam a lei e pagam salários e aposentadorias acima do permitido, sob a justificativa de que determinada parcela não integra o limite constitucional. A sentença do STJ é mais um passo para estancar esse tipo de sangria dos cofres públicos. (Págs. 1 e 8)
Wikileaks candango
Em documentos vazados na internet, embaixador americano no Brasil descreve a Câmara Legislativa do Distrito Federal como “um refúgio de canalhas”.

John Danilovich serviu em Brasília entre 2004 e 2005. Textos que ele teria enviado ao governo dos EUA foram divulgados ontem pelo site Publica que firmou parceria com o Wikileaks. Ao analisar a cassação de Carlos Xavier, em 2004, o diplomata diz que a casa abriga “meia dúzia de deputados suspeitos de vários crimes”. E arremata: “Toda a questão deixa em dúvida se este é um golpe contra a impunidade, um pequeno passo na direção certa, ou apenas serve para desenhar uma linha: a de que os assassinos, pelo menos, não serão tolerados na Câmara Legislativa”. (Págs. 1 e 19)
Governo joga a Fifa para escanteio
Na votação da MP que flexibiliza licitações e permite que obras para a Copa de 2014 sejam feitas a toque de caixa, o Planalto impôs uma derrota à Federação Internacional de Futebol: suprimiu texto que dava prerrogativa à entidade para alterar valores e especificações dos editais. A proposta ainda precisa ser votada no Senado. (Págs. 1 e 2)
Saúde pública: Grevistas deixam população sem atendimento
Paralisação dos 10 mil servidores da rede pública prejudica o cidadão e afeta o atendimento em centros de saúde e hospitais do DF. Governo corta o ponto dos grevistas e vai à Justiça contra o movimento. (Págs. 1 e 24)
Tortura
Ministra cobra do Congresso aprovação do projeto que cria comissão para apurar crimes cometidos na ditadura. (Págs. 1 e 5)
Após São Paulo, Brasília celebra 1° casamento gay
Com autorização judicial duas funcionárias públicas de Brasília formalizaram união de 11 anos. Em Jacareí (SP), Sérgio e André brindaram o primeiro casamento gay do país. (Págs. 1, 22 e 23)
Hipermercados: Pão de Açúcar quer comprar rival Carrefour
Empresa comandada por Abílio Diniz tem aval do governo para adquirir as operações do grupo francês no Brasil, avaliadas em R$ 5,7 bilhões. Negócio dará ao Pão de Açúcar 27% do varejo de alimentos no país. (Págs. 1 e 11)

Valor Econômico

Diniz busca R$ 3,9 bi no BNDES para megafusão com Carrefour
Em mais uma manobra surpreendente, o empresário Abílio Diniz fez uma proposta de união do Pão de Açúcar com a filial do Carrefour no Brasil. A oferta só tem chances de prosperar se o BNDESPar colocar R$ 3,9 bilhões no negócio e se o enfurecido sócio de Diniz, o francês Casino, concordar em perder o direito de controlar o Pão de Açúcar em 2012. Os sócios da varejista brasileira se tornariam o maior acionista individual do Carrefour na França, com no mínimo 11,7% e no máximo 18% do capital. A transação não envolveria dinheiro, só troca de ações.

No intrincado modelo societário desenhado para o negócio, o BNDESPar teria 18% da nova controladora do Grupo Pão de Açúcar, a holding Novo Pão de Açúcar (NPA), para onde migrariam todos os atuais acionistas do Pão de Açúcar e que seria a empresa listada na BM&FBovespa. A NPA teria 50% do Pão de Açúcar, após este absorver as operações do Carrefour no Brasil. O Carrefour francês ficaria com os outros 50% do negócio. Os franceses Casino e Carrefour, ao final, ficariam com 65% do capital da empresa operacional. A gestão, contudo, ficaria nas mãos da NPA.(Págs. 1, D1, D3, D4 e D7)
Estratégia é pôr o Casino no córner
Levar o Casino ao córner é a estratégia adotada por Abílio Diniz. Para vetar a fusão, o Casino teria de contrariar o mercado, que gostou da notícia, o governo brasileiro, que vai apoiar o negócio por meio do BNDES, e os próprios minoritários franceses, que teriam ganho com a valorização da empresa. Ou seja, ir contra tudo e todos, como disse ao Valor uma fonte que participa da operação. Além disso, se não aceitar a fusão, o Casino provavelmente terá de enfrentar uma longa e desgastante disputa com o sócio brasileiro.

A notícia irritou a direção do Casino, que, em nota, classificou as negociações de "secretas e ilícitas", por ignorarem "tanto o direito quanto a ética elementar dos negócios". (Págs. 1, D3 e D7)

Commodities representam 71% das exportações
As commodities representaram 71% do valor exportado pelo Brasil de janeiro a maio. Nos cinco primeiros meses do ano passado essa participação era de 67%. As vendas ao exterior desses produtos avançaram 39,1%, muito mais que as dos manufaturados, 15,1%. Os cálculos são da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), obedecendo critérios diferentes dos seguidos pelo Ministério do Desenvolvimento, já que incluem commodities classificadas como semimanufaturados e mesmo alguns produtos considerados manufaturados pelas estatísticas oficiais. Entre esses itens estão açúcar refinado, combustíveis, café solúvel e alumínio em barras.

José Augusto de Castro, presidente em exercício da AEB, lembra que o avanço dos produtos primários na pauta de exportação se intensificou desde 2009, quando a fatia das commodities nas vendas ao exterior era de 65,6%. (Págs. 1 e A3)

Hypermarcas concentra operação e depura negócios
A Hypermarcas investe R$ 250 milhões para ampliar suas unidades de medicamentos, cosméticos e fraldas descartáveis, além de centros de logística em Goiás - onde concentrará sua operação. A empresa vai atuar apenas nas áreas de saúde e bem-estar e está vendendo a área de molhos de tomate e conservas Etti e os negócios de produtos de limpeza, cujas marcas principais são Assim e a Assolan. Alimentos e produtos de limpeza somam menos de 10% da receita do grupo.

Dos R$ 250 milhões, 30% virão do caixa da companhia e 70% do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste, que destina recursos federais a empresas que investem na região. Uma parcela das fábricas ligadas às áreas de saúde e bem-estar, como as da Farmasa e da Dorsay Monange, ambas em São Paulo, serão transferidas para Goiás. A maior parte do investimento, R$ 115 milhões, irá para o complexo de medicamentos. (Págs. 1 e B1)
TST inova e faz audiência pública sobre terceirização
Ao mesmo tempo em que firmou, ontem, um precedente contrário à terceirização de serviços de call center pelas empresas de telefonia, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciou uma medida inédita: a terceirização será debatida pela Corte em uma audiência pública. É a primeira vez que o TST anuncia uma reunião desse tipo, extrapolando a análise de aspectos meramente jurídicos para ouvir a opinião de empresas e trabalhadores sobre as causas e os efeitos da terceirização - uma das discussões mais polêmicas na Justiça Trabalhista, travada em milhares de ações apresentadas por sindicatos e empregados. (Págs. 1 e E1)
Na Olimpíada, uma antevisão da crise grega
A realização da Olimpíada de 2004 em Atenas foi determinante para a atual crise financeira da Grécia? A maioria dos especialistas acha que os Jogos de Atenas pouco contribuíram para engrossar a dívida do país, mas que a aventura olímpica, com seus gastos elevadíssimos, atrasos e casos de corrupção nas obras, serve para ilustrar por que hoje o país tem de pedir ajuda à União Europeia e ao FMI.

Em 1997, o governo grego e o Comitê Olímpico Internacional estimaram um custo de cerca de US$ 1,5 bilhão. No fim de 2004, o então ministro das Finanças, George Alogoskoufis, disse que a conta chegou a US$ 11,9 bilhões. Mas há quem estime que o país tenha torrado até € 30 bilhões. "No fim, os Jogos não são uma causa fundamental para a dívida grega. Mas talvez o país não devesse ter aceitado fazê-los, porque houve um gasto significativo de dinheiro", disse ao Valor Spyros Economides, da London School of Economics. (Págs. 1 e A12)
Falta sentido de urgência para ver os juros com perplexidade
A discussão econômica no Brasil passa ao largo da distorção macro como se isso fosse algo intrínseco à trajetória brasileira. Discutimos com complacência se os juros reais de equilíbrio no Brasil estão em torno de 6%, 7% ou 8% ao ano, como se a resposta definisse um estado de coisas quase insuperável. O que leva o Brasil a ser o queridinho do mercado com um (des)equilíbrio macro desses?

Temos de explicar o inexplicável. É um imenso desconforto catequizar interlocutores, sobretudo estrangeiros, com a tese de que a distorção é natural. Fazemos ginástica de argumentos: falta de poupança, risco jurisdicional, excesso de políticas sociais dando incentivos errados, indexação excessiva, alta taxa de impaciência do brasileiro, crédito direcionado, desequilíbrio crônico entre oferta e demanda, incertezas quanto à solvência fiscal, alta volatilidade da inflação etc. Resisto e divirto-me com teses conspiratórias sobre "rentismo dos brasileiros" e "interesses escusos". (Págs. 1 e A16)
A francesa Christine Lagarde assume a direção do FMI (Págs. 1 e C2)

Samsung mira a alta renda
Na contramão da maioria das empresas que concentram esforços para ampliar sua presença na nova classe média brasileira, a Samsung Eletrônica foca sua atuação nos consumidores de maior renda. (Págs. 1 e B3)
Aviação cresce pelo 24º mês
O transporte aéreo de passageiros no país registrou crescimento de 28,67% em maio, em relação ao mesmo período do ano passado. É o 24º mês consecutivo de expansão. No ano, a alta é de 21,74%. (Págs. 1 e B4)
Mais contêineres em Paranaguá
O Terminal de Contêineres de Paranaguá pretende investir R$ 170 milhões até o fim de 2012 para dobrar sua capacidade de movimentação de carga. Os aportes incluem equipamentos e a construção do terceiro berço de atracação. (págs. 1 e B6)
Milho terá crédito adicional
O Conselho Monetário Nacional deve aprovar amanhã um "limite adicional" de crédito de R$ 500 mil para produtores de milho, elevando o teto a R$ 1,15 milhão por produtor. O Plano de Safra, anunciado a menos de 15 dias, previa no máximo R$ 650 mil. (Págs. 1 e B11)
Fundos obtêm R$ 1,8 bi em IPOs
Apesar do momento difícil atravessado pelo mercado acionário, os fundos de "private equity" já embolsaram neste ano cerca de R$ 1,8 bilhão em ofertas públicas de ações de suas empresas. (Págs. 1, C1 e C5)
Itaú e BlackRock lançam ETFs
Itaú Unibanco e BlackRock venceram concorrência para a gestão de três novos ETFs, fundos de índices com cotas negociadas em bolsa. As carteiras replicarão os índices de Dividendos (Idiv), de Materiais Básicos (Imat) e de Utilidade Pública (Util). (Págs. 1 e D2)
Jovens preferem o Google
Pesquisa com 40 mil jovens executivos brasileiros aponta a Google como a melhor empresa para iniciar ou desenvolver suas carreiras. A Petrobras ficou na segunda colocação, mas continua a ser a primeira opção entre os jovens de menor renda. (Págs. 1 e D14)
Ideias
Martin Wolf

Persistir com a política acomodatícia fiscal e monetária é desconfortável, mas tempos incomuns exigem políticas incomuns. (Págs. 1 e A15)
Ideias
Bresser Pereira e José L. Oreiro

O euro é provavelmente o único caso na história em que uma unificação monetária precedeu a unificação política. (Págs. 1 e A15)

Estado de Minas


Uma multa por minuto
Primeiro balanço mostra que os 23 novos detectores de avanço de sinal em BH flagram em média 63 motoristas cometendo infração a cada hora, entre 8h e 21h (Págs. 1 e 24)
Da cadeia para a obra do Mineirão
César Júnio de Oliveira, preso por tráfico, e Ilton Lemes Costa, condenado por furtos, são dois dos 28 presidiários que trabalham na reforma do estádio para a Copa de 2014. Eles atuam como serventes de pedreiro e ganham R$ 545 por mês. Três dias trabalhados abatem um dia da pena. A obra é feita em parceria público-privada e mais detentos serão contratados. (Pág. 1)
Foto legenda: Jogo de denúncias
Acusado de sequestrar, torturar e matar a modelo Eliza Samudio, o ex-goleiro Bruno Fernandes fez acusações ao delegado Edson Moreira e à juíza Maria José Starling, em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia. Disse que o policial que comandou as investigações teria pedido R$ 2 milhões para livrá-lo da acusação. E que sua noiva, Ingrid Calheiros, lhe contou, em carta, que teria recebido proposta de venda de habeas corpus por R$ 1,5 milhão da magistrada para colocá-lo em liberdade, por intermédio do advogado Robson Pinheiro. O delegado não quis comentar a acusação e a juíza já havia negado a denúncia. Durante 10 minutos, Bruno chorou, jurou inocência e trocou carícias com a noiva. (Págs. 1, 21 e 23)

“Olhando nos olhos de vocês quero deixar bem claro: sou inocente”
“Passei nove meses com Macarrão na prisão e ele sempre negou tudo”

Fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour é negociada
Se consolidada, proposta da empresa brasileira de supermercados de encampar a rede do grupo francês no Brasil criaria o maior gigante de varejo do país, com 2.234 lojas em 178 municípios e 27% do mercado. (Págs. 1, 12 e 13)

Governistas ameaçam parar Câmara
Líderes de partidos aliados acenam com a paralisação das votações caso a presidente Dilma não prorrogue o decreto que libera pagamento de emendas ao Orçamento de 2009, nos chamados restos a pagar. (Págs. 1 e 3)
Mais de 200 sites atacados por hackers
Entre os alvos estão 20 portais do governo, mas Serpro garante que dados da Presidência e da Receita não foram violados. Portais públicos continuam sendo atacados duas vezes mais do que o normal. (Págs. 1 e 4)
Praça de guerra
Mergulhada na pior crise de sua história, a Grécia teve um dia de caos. Em Atenas, uma greve geral paralisou serviços públicos e terminou em pancadaria entre manifestantes e policiais. (Págs. 1 e 18)

Jornal do Commercio (PE)

PM é assassinado na saída do quartel (Pág. 1)

Governo avalia providências para Noronha (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Piratini reconquista base e aprova reforma na previdência gaúcha
Com maioria conquistada a partir de mudanças no texto original, 31 deputados votaram a favor de ponto mais polêmico do pacote. (Págs. 1, 8, 10 e Rosane de Oliveira, 12)
Pré-sal do Sul: Empresa do RS fecha contrato milionário com Petrobras
Altus, de São Leopoldo, vai automatizar oito plataformas em Rio Grande. (Págs. 1 e Informe Econômico, 20)
Farra dos táxis: TCE suspende transferências por tempo indeterminado
Medida tem por objetivo frear o comércio ilegal de permissões de táxis. (Págs. 1 e 31)

Brasil Econômico

Abilio Diniz negocia com Carrefour para ficar com um terço do varejo
A um ano de perder o controle de sua empresa para o grupo francês Casino, o empresário brasileiro tenta uma cartada para virar o jogo

Proposta é que negociação seja fechada com R$ 4,6 bilhões em recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do BTG Pactual. Justificativa do banco de fomento— que participaria da operação via BNDESPar — para liberar até € 2 bilhões é que, caso o Pão de Açúcar não se acerte com o Carrefour, quem poderia adquirir a francesa no Brasil seria a rede americana Walmart, que em 2010 tinha 11% de participação no segmento supermercadista brasileiro. Juntos, com base em dados do ano passado, Pão de Açúcar e Carrefour detêm 32% do mercado. Mesmo assim, a expectativa é de aprovação da eventual operação pelo Cade. (Págs. 1 e 4)


Por falta de quórum, Cade adiou para o dia 13 de julho a análise da compra da Sadia pela Perdigão.

A francesa Christine Lagarde foi eleita, por unanimidade, a nova diretora-gerente do FMI para um mandato de cinco anos, a partir de 5 de julho. (Págs. 1 e 32)

BID planeja investir US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos quatro anos. Grande parte dos recursos deverá ir para a Copa do Mundo. (Págs. 1 e 14)

Flávio Dino, adversário de José Sarney, vai assumir a presidência da Embratur
O ex-deputado federal do PCdoB é o escolhido da presidente Dilma Rousseff para o instituto. Adversário político do também maranhense Pedro Novais, ministro do Turismo, indicado de Sarney, Dino toma posse hoje em Brasília. (Págs. 1 e P2)
BC e mercado, enfim, alinhados
Estimativas da autoridade monetária e de grandes bancos começam a convergir para expansão de crédito de 15% este ano. (Págs. 1 e 30)
Fontes: Radiobras – JBWiki!

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