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Deu no papel

Dilma quer manter sigilo eterno para documentos

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Publicado em 13/06/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Segundo a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), o governo vai atender à reivindicação dos ex-presidentes Fernando Collor (PTB-AL) e José Sarney (PMDB-AP), da base aliada no Senado. OUTROS DESTAQUES - Planalto vai abrir cofre para acalmar Congresso. Ideli diz que vai 'limpar prateleira' das nomeações. Fifa impõe parceiros às sedes da Copa-2014. 4.200 pedras no caminho da Copa em Minas. Cinzas voltam a cancelar voos. FAO prevê mais uma década de alta para as commodities. Espiões digitais roubam dados internos do FMI. 5 mil sírios já se refugiam na Turquia.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE JUNHO DE 2011.

O Estado de S. Paulo

Dilma quer manter sigilo eterno para documentos
Sarney e Collor reivindicam e governo vai mudar projeto que trata de acesso a informações públicas

A presidente Dilma Rousseff vai patrocinar uma mudança no projeto que trata da lei de acesso a informações públicas, de modo a manter a possibilidade de sigilo eterno para documentos oficiais. Segundo a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), o governo vai atender à reivindicação dos ex-presidentes Fernando Collor (PTB-AL) e José Sarney (PMDB-AP), da base aliada no Senado. A proposta tem como fundamento o projeto encaminhado em 2009 pelo então presidente Lula e modificado na Câmara para limitar a apenas uma vez a possibilidade de renovação do sigilo - com isso, documentos ultrassecretos seriam divulgados no máximo 50 anos após sua elaboração. É essa limitação que se pretende derrubar agora.

(...) "O que gera reações é uma emenda que foi incluída pela Câmara. Vamos recompor o projeto original porque nele não há nenhum ruído, nenhuma reação negativa", disse Ideli ao Estado.

Acatar a mudança defendida pelos ex-presidentes é a forma encontrada para resolver o tema, debatido com frequência no Senado desde o início do ano. O governo cogitou fazer um evento para marcar o fim do sigilo eterno - Dilma sancionaria a lei em 3 de maio, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O desfecho não foi assim por resistência de Collor. Presidente da Comissão de Relações Exteriores, ele decidiu relatar a proposta e não deu encaminhamento ao tema. No dia 3 de maio, o ex-presidente foi ao plenário e mandou seu recado ao Planalto ao classificar de "temerário" aprovar o texto como estava. "Seria a inversão do processo de construção democrática."
Desde então, a votação vem sendo adiada repetidas vezes. Na semana passada, Dilma almoçou com a bancada do PTB no Senado. Na ocasião, Collor teria manifestado sua preocupação sobre o tema e exposto argumentos contrários ao fim do sigilo.

O senador Walter Pinheiro (PT-BA), que relatou o projeto na Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação e é contra o sigilo eterno, vai procurar Ideli nesta semana para tratar do tema. "Estamos propondo acesso a informação de fatos históricos. Você vai abrir comissão da verdade para discutir o período da ditadura e não pode ter acesso às verdades históricas no Brasil?"

Atualmente, documentos classificados como ultrassecretos têm sigilo de 30 anos, mas esse prazo pode ser renovado por tempo indeterminado, o que ocorreu nos governos Lula e Fernando Henrique Cardoso.

Documentos da Guerra do Paraguai, terminada há 141 anos, continuam secretos até hoje. Se a nova lei for aprovada da forma como deseja agora Dilma, a única diferença é que a renovação do sigilo se daria a cada 25 anos. (Págs. 1 e Nacional A4)

Carlos Fico
Historiador
“Será um retrocesso do ponto de vista político e da própria palavra de Dilma"

Estudo desaconselha licitações em energia
Estudo em análise no Ministério de Minas e Energia mostra que a renovação das concessões do setor elétrico, a partir de 2015, é mais vantajosa que a realização de novas licitações. Uma das vantagens dessa opção, segundo o documento, seria a redução das tarifas de eletricidade. O governo, no entanto, teria de alterar a lei que impede prorrogações de contratos. As empresas que detêm as concessões querem a renovação, mas pedem garantias de que não terão de reduzir as tarifas de forma drástica. (Págs. 1 e Economia B1)
Foto legenda: 5 mil sírios já se refugiam na Turquia
Mulher síria com crianças em campo na Turquia, onde mais de 5 mil sírios já procuraram refúgio; forças leais ao ditador da Síria, Bashar Assad, atacaram ontem a cidade de Jisr al-Shughour, cujos 50 mil habitantes haviam fugido. (Págs. 1 e International A10)
Passeata pelos bombeiros reúne 27 mil
Uma multidão participou de passeata em favor dos bombeiros, no Rio. A categoria pede aumento do piso salarial de R$ 950 para R$ 2 mil e anistia dos bombeiros que ocuparam o QG da corporação. (Págs. 1 e Cidades C3)
Finanças Pessoais
Saiba quais produtos reembolsam ICMS (Págs. 1 e B10)
Premiê turco vence, mas terá de buscar alianças (Págs. 1 e Internacional A9)

Presídio para chefões recebe ladrão de bicicleta (Págs. 1 e Cidades C1)

Disputa entre fabricantes define futuro da TV 3D (Págs. 1 e Economia B12)

José Roberto de Toledo: Distribuir x dividir
A criação de novos Estados beneficia apenas a pequena elite política que administra os recursos públicos. Concentra em vez de distribuir. (Págs. 1 e Nacional A6)
Notas & Informações: Freios suaves na economia
É importante avaliar se as medidas adotadas serão suficientes para conter a inflação. (Págs. 1 e A3)

O Globo

Planalto vai abrir cofre para acalmar Congresso
Ideli promete R$ 250 milhões para emendas e distribuição de cargos

A nova ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que toma posse hoje, disse ontem que uma de suas primeiras providências para melhorar a relação com o Congresso, após a crise que levou à saída de Antonio Palocci do governo, será obter a liberação de R$ 250 milhões para emendas parlamentares. Também acenou com o preenchimento de cargos no Executivo, mas frisou que os aliados precisam ter paciência. Referindo-se especialmente ao PT, disse que será preciso “capacidade política para organizar a fila" porque "não tem espaço para todos". E sinalizou uma aproximação maior com o PMDB, dizendo que um de seus primeiros encontros será com o vice-presidente Michel Temer. Ela ainda se comprometeu a adotar estilo mais ameno do que na época em que era senadora, quando travou vários embates com a oposição: "Em minha nova tarefa, o comportamento é outro." (Págs. 1 e 3)
Ricardo Noblat
Com Ideli e Gleisi nos cargos mais importantes do Palácio do Planalto, além dela própria, a presidente Dilma inaugura a 1ª República do Salto Alto. (Págs. 1 e 2)
Após crise, governo mantém boa avaliação
A recente crise política não afetou a popularidade do governo, considerado ótimo ou bom por 49% dos ouvidos pela última pesquisa Datafolha (eram 47% na sondagem anterior). A imagem da presidente é que ficou arranhada: antes, 79% a consideravam "decidida", agora são 62%. Em carta publicada no site que homenageia os 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique, Dilma o elogiou por consolidar a estabilidade econômica e combater a hiperinflação. (Págs. 1, 3 e 9)
Onda vermelha na Atlântica
Passeata dos bombeiros reúne 27 mil em Copacabana

A campanha salarial dos bombeiros entra hoje numa nova fase. Após a passeata de ontem na Praia de Copacabana, os líderes da categoria vão tentar negociar com o governo em tom de conciliação e sem barulho nas ruas. O governador Sérgio Cabral vai rever o uso do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros: 30% do dinheiro podem virar gratificação para a tropa. (Págs. 1, 10 e 11)

Foto legenda: Manifestação pacífica: passeata teve também policiais, professores e médicos da rede estadual
Ação da Petrobras cai ao nível da crise
Em desvalorização desde o ano passado, as ações da Petrobras estão no patamar de março de 2009, quando o mercado vivia a fase aguda da crise financeira mundial. No mesmo período, o Ibovespa, referência da Bolsa paulista, subiu 72%. Para analistas, no entanto, os papéis só devem voltar a dar retorno aos investidores a longo prazo. (Págs. 1 e 19)
Espiões digitais roubam dados internos do FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) teve o sistema invadido para roubo de informações sigilosas. Segundo uma fonte ligada às investigações, os hackers responsáveis estariam ligados a um govemo estrangeiro. O FBI está envolvido nas investigações. (Págs. 1 e 18)
Premier turco é reeleito sem supermaioria
O premier da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, conquistou ontem seu terceiro mandato, mas não obteve a supermaioria que desejava para reformar a Constituição. Pelo contrário, viu sua bancada encolher. Ele anunciou que buscará o diálogo com a oposição. (Págs. 1 e 21)

Folha de S. Paulo

Fifa impõe parceiros às sedes da Copa-2014
Governos apontam interferência; entidade diz que só fez sugestões

A Fifa e o comitê que representa a entidade no Brasil estão pressionando cidades-sedes da Copa-2014 a contratar empresas patrocinadoras da entidade, informam Filipe Coutinho e Fernanda Odilla.

Em e-mail, o diretor de marketing da Fifa no Brasil, Jay Neuhaus, diz esperar que um fabricante de brindes faça parte de todas as licitações e avisa que, se outra firma for contratada, haverá um custo extra de 17%.

Documentos obtidos pela Folha mostram lobby também em favor de um fornecedor de energia solar e de uma companhia de seguros.

A Fifa confirmou que mandou comunicados às sedes oferecendo os parceiros, mas afirma que seu objetivo não é forçá-las a adotá-los e sim "usar a sinergia e as vantagens deles".

Segundo as 12 cidades-sedes, nenhum dos indicados pela entidade foi contratado até agora. (Págs. 1 e Esporte D2)
Mundial faz investimento em hotel ficar mais atrativo (Págs. 1 e Folhainvet B3)

Foto legenda: Êxodo
Refugiados sírios em campo na Turquia, aonde chegaram ao menos 5.000 pessoas, após o ditador Bashar Assad retomar o controle de cidade rebelde (Págs. 1 e Mundo A12)
Ideli diz que vai 'limpar prateleira' das nomeações
A nova ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou que fará uma "operação limpa prateleira", liberando verbas de emendas parlamentares e cargos represados.

"Tem muita coisa parada no Planalto acumulando poeira e gerando insatisfações nos aliados." (Págs. 1 e Poder A6)
Entrevista da 2ª: Pere Navarro Olivella
Só campanha dura pode diminuir as mortes no trânsito

As cem vítimas diárias de acidentes de trânsito no Brasil são evitáveis, alerta o diretor de trânsito da Espanha, Pere Navarro Olivella.

No seu país, ele reduziu em 57% as mortes nas estradas com campanhas radicais, como mostrar crianças acidentadas na TV. (Págs. 1 e A16)
Servidores do Rio se reúnem a ato de protesto dos bombeiros
Servidores de várias categorias do Rio participaram da passeata em Copacabana pela anistia dos 429 bombeiros e dois policiais militares denunciados por motim, depois da invasão do quartel central da corporação.

À noite, o governo disse que pretende destinar 30% do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros, arrecadado com a taxa de incêndio, para gratificações. (Págs. 1 e Cotidiano C6)
Ações contra enchentes do governo de SP sofrem atraso
As ações contra enchentes anunciadas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) no início do ano estão atrasadas e não serão concluídas até o verão.

A retirada de sedimentos do Tietê e do Pinheiros não vai conseguir atingir as metas prometidas. O governo paulista culpa contestações na Justiça e no TCE (Tribunal de Contas do Estado) pelos atrasos. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Eleito, premiê não conquista apoio para mudar Carta turca (Págs. 1 e mundo A12)

Editoriais
Leia "Satiagraha anulada", sobre a decisão do STJ que invalidou a operação, e "Mais desigualdade", acerca do aumento na distância entre pobres e ricos. (Págs. 1 e Opinião A2)

Correio Braziliense


Concursos em alta, apesar dos cortes
A decisão do governo de reduzir gastos ainda não desacelerou a corrida por cargos no setor público: só nesta semana, quatro certames encerram as inscrições (Págs. 1 e 8)
Foto legenda: Vestibular
No segundo dia de provas da UnB, poucas cadeiras ficaram vazias em salas como a deste colégio na Asa Norte. Índice de abstenção foi de 9%. Agora, o desafio é controlar a ansiedade: o resultado sai em 19 de agosto. (Págs. 1 e 19)
GDF aumenta verba e evita greve de ônibus
Governo acerta com empresários do setor um subsídio mensal de mais R$ 7 milhões. Rodoviários aceitam proposta que aumenta salário em 8% (Págs. 1, 17 e 18)
Foto legenda: Atalhos do poder
No vaivém do Congresso, repórter fotográfica Monique Renne clica os detalhes inusitados de uma casa que vai muito além da política. (Págs. 1 e 6)
Por dia, dois estupros no DF
Polícia registrou 165 casos de abuso contra mulheres entre janeiro e março. Dois acusados de atacar moradora na Asa Norte foram presos ontem. (Págs. 1, 20 e 21)
Projovem: nota zero
Dinheiro não falta ao programa de governo que qualifica jovens para o mercado de trabalho. Mas, com turmas fantasmas e falta de alunos, as atividades estão longe do ideal. (Págs. 1, 2 e 3)
Exposição retrata a crise da violência no Brasil (Págs. 1 e 19)

Valor Econômico

FAO prevê mais uma década de alta para as commodities
Com demanda firme e expansão da oferta afetada por limitações naturais e, em alguns casos, redução do ritmo de aumento da produtividade, as principais commodities agropecuárias negociadas no mercado internacional terão pela frente uma década de preços altos e grande volatilidade. Essa é a principal conclusão de um estudo conjunto realizado pela Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que será apresentado na sexta-feira em Paris, ao qual o Valor teve acesso. O texto também reserva ao Brasil um papel ainda mais relevante como fornecedor mundial de alimentos.

O relatório "Perspectivas Agrícolas 2011-2020" precede a reunião de ministros de Agricultura do G-20, que será realizada nos dias 22 e 23 na capital francesa e trará à mesa de negociações um pacote de medidas para estimular o aumento da produção global e a redução das oscilações de preços, que nos últimos anos pressionaram a inflação e provocaram protestos nas ruas em diversos países.

A expectativa é que os custos dos alimentos até declinem em relação aos níveis do início de 2011, dependendo do produto. Mas, na média e em termos reais, deverão subir até 50% no caso das carnes e 20% no dos cereais nos próximos anos. O Brasil, principal exportador de carnes, com fatia entre 20% e 25% do mercado mundial, e com boas perspectivas para ganhar mercados mesmo em segmentos nos quais têm menos tradição, como o milho, tende a abocanhar boa parte dos ganhos. (Págs. 1 e B14)
Empreiteiras na licitação do trem-bala
A menos de um mês da entrega das propostas, marcada para 11 de julho, os fabricantes de trens de alta velocidade estão procurando as grandes empreiteiras para fechar um acordo que viabilize sua entrada na concorrência do trem-bala. As negociações têm ocorrido diariamente e entre alguns fabricantes é forte a percepção de que as empreiteiras também entrarão na disputa. A Andrade Gutierrez confirma seu interesse e, nos bastidores, sabe-se que negocia com franceses e coreanos, mas está mais próxima dos japoneses.

O Valor apurou que a canadense Bombardier, que trabalhava apenas com a possibilidade de vender seus equipamentos para o consórcio vencedor do leilão, agora está aberta a entrar como investidora. (Págs. 1 e B10)
Lessa alerta para o 'risco Jaburu'
Uma coalizão formada por tantos partidos e ideologias diferentes entre si, um PT fragmentado e um PMDB poderoso, com o vice-presidente Michel Temer fazendo do Palácio do Jaburu um centro alternativo de poder ao Alvorada compõem um cenário que demanda da presidente Dilma Rousseff uma capacidade de articulação política que seu governo não demonstrou até agora, independentemente da saída do Antonio Palocci, da Casa Civil. Para o cientista político, Renato Lessa, professor da Universidade Federal Fluminense, a presidente "tem que chamar para si a coordenação política".

Ao Valor, Lessa disse que o país está "numa situação de muito risco", mas não quebra institucional - "o governo Dilma não está em perigo". Para ele o que está em risco é agenda que a presidente anunciou porque "coalizão não é só apoio parlamentar é co-participação no governo". (Págs. 1 e A10)
Foto legenda: Celulares públicos
O custo dos telefonemas, considerado muito alto, espalhou por muitas cidades da América do Sul, como Bogotá, um serviço inusitado: o uso de celulares 'públicos', que são oferecidos em praças e vias públicas a quem quer poupar os créditos de seus telefones pré-pagos. (Págs. 1 e B2)
Título de capitalização cresce com novos usos e roupagens
O que as promoções do bombom Garoto, da Smirnoff Ice e do papel higiênico Neve têm em comum? Em todas elas, quem concorreu estava atrás dos prêmios sorteados, mas, sem saber, virou portador de um título de capitalização. Vem ganhando popularidade uma versão do produto, regulamentada a partir de 2008, que permite a uma empresa qualquer comprar um lote de títulos de capitalização e ceder o direito ao sorteio para seus clientes. É uma forma de realizar promoções sem passar pela burocracia da Lei do Sorteio, que exige dezenas de documentos e pode tomar 40 dias ou mais até a aprovação. A SulAmérica Capitalização (SulaCap) é o principal participante deste segmento do mercado.

Essa é apenas uma das novas roupagens do título de capitalização, um dos produtos mais rentáveis para a indústria financeira. Há ainda o título "sustentável" e outro que funciona como fiança para o aluguel. Capitalizações embutidas nos pacotes de microsseguros para as classes C e D também puxam as vendas. (Págs. 1, C1 e C10)
Brasil terá a primeira fábrica de lâmpadas LED da América Latina
No próximo ano, a Philips inaugura em sua fábrica de Varginha (MG) a primeira linha de produção de lâmpadas LED da América Latina. Tecnologia mais avançada da indústria da iluminação, essas lâmpadas têm durabili-dade de até 45 mil horas e consomem 80% menos energia que as incandecentes comuns. O investimento está em fase final de aprovação pela matriz da companhia, na Holanda.

Atualmente, todas as lâmpadas LED consumidas no Brasil são importadas. A planta brasileira será a oitava da empresa no mundo - a sétima será inaugurada um pouco antes, nos EUA.

Com crescimento mundial exponencial, as lâmpadas LED têm ganhado terreno rapidamente no Brasil. Segundo José Fernando Mendes, gerente de produtos dessa área na Philips, de janeiro a maio houve um incremento de 300% na venda dessas lâmpadas no país. (págs. 1 e B8)
Real forte e crise nos ricos muda o turismo
Durante sete anos, 3 mil finlandeses passaram férias em Porto de Galinhas, em Pernambuco. Esses visitantes sumiram e o empresário Marcos Tiburtius, do Village Hotel, teve de preencher a lacuna com argentinos. Esse é um dos retratos do que se passa no setor de turismo, cujo cenário mudou completamente por causa da crise nos países ricos e do real forte.

A crise tirou 22% dos europeus e 24% dos americanos do mercado local. Ao mesmo tempo, os brasileiros passaram a viajar mais. Os gastos dos turistas brasileiros no exterior foram os que mais cresceram no mundo em 2010 (51,8%) e somaram US$ 16,4 bilhões. Em cinco anos, o brasileiro multiplicou por três suas despesas no estrangeiro e o déficit da balança do setor superou US$ 10 bilhões.

Nas ruas de Paris e Londres, o número de brasileiros com sacolas de grifes é cada vez maior. Pelos preços cobrados na Europa, os brasileiros devem continuar batendo recorde de gastos. Uma semana nas Ilhas Canárias, com voo a partir de Genebra, custa menos de US$ 700. Em Chipre, Ilhas de Kos (Grécia) e Bodrum (Turquia), as ofertas variam de US$ 450 a US$ 650 por semana. Um voo Paris-Ibiza, na Espanha, em agosto, pela companhia de baixo custo Easyjet pode custar não mais de € 40. Entre Madrid e Roma, a passagem custa € 28 em alguns horários de agosto, só a ida. Com esse dinheiro, não dá para viajar de ônibus de Fortaleza a Teresina. (Págs. 1 e B4)
Sul de Santa Catarina espera há 10 anos pela duplicação da rodovia BR-101 (Págs. 1 e A6)

BNDES defende crédito para criação de empresas globais (Págs. 1 e B11)

Profissão de fé de dom Bergonzini vai além da eleição (Págs. 1 e A16)

A todo vapor
Enquanto a Ferreti italiana amarga os efeitos da crise, no Brasil há fila de espera para comprar seus iates. O licenciado brasileiro, que acaba de inaugurar fábrica em Vargem Grande Paulista, já vendeu todos os 50 barcos que serão produzidos aqui neste ano. (Págs. 1 e B7)
De vento em popa
A Alstom fechou contrato de € 200 milhões com a Brasventos (J. Malucelli Energia, Eletronorte e Furnas) para fornecer aerogeradores a três parques eólicos da companhia. (Págs. 1 e B10)
Exportação de etanol
O Brasil já tem contratada nesta safra a exportação de 300 milhões a 400 milhões de litros de etanol combustível para os Estados Unidos. Os embarques, que começaram em maio, devem seguir até outubro. (Págs. 1 e B13)
Banco de consignado paga mais
Os custos de captação das instituições com foco no crédito consignado são as que mais estão subindo entre os bancos brasileiros, reflexo das medidas do governo para coibir o crescimento do crédito. (Págs. 1 e C2)
Fundos de Brasil resistem
Na contramão da tendência mundial, os fundos de ações dedicados ao Brasil seguiram captando recursos. Na semana encerrada no dia 8, essas carteiras tiveram ingresso de US$ 40,97. No ano, o saldo ainda é negativo. (Págs. 1 e D2)
Mais fôlego na 'concordata'
Judiciário tem decidido favoravelmente às empresas, ampliando o prazo legal de 180 dias após deferimento do pedido de recuperação judicial durante o qual ficam suspensas ações, protestos e execuções contra a companhia devedora. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Sergio Leo

Os EUA querem incluir o Brasil no sistema "Global Entry", que facilita entrada de viajantes no território americano. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Aloisio Araújo

Deixar de punir ou mesmo demorar a punir culpados, tanto quanto punir inocentes, é falta de justiça. (Págs. 1 e A14)

Estado de Minas

4.200 pedras no caminho da Copa em Minas
Retirada de imóveis para obras viárias é desafio para a Prefeitura de BH

A três anos do Mundial, a Prefeitura de BH tem um complicado problema para resolver: desalojar 4,2 mil famílias para intervenções visando à melhoria do transporte. Para a reforma do Anel Rodoviário, é preciso vencer a resistência dos invasores para remover 3 mil casas irregulares. E negociar a desapropriação, que em muitos casos pode ir parar na Justiça, de 1,2 mil imóveis para outras cinco obras: estruturar a rodoviária do São Gabriel, implantar os corredores de transporte rápido por ônibus (BRTs) das avenidas Antônio Carlos-Pedro I e Pedro II-Carlos Luz e construir as vias 710 (um novo anel, ligando as avenidas dos Andradas e Tereza Cristina) e 210 (da Via do Minério à Tereza Cristina). (Págs. 1, 17 e 19)
’Minha casa’ corre risco de novo fracasso
Capital pode ficar outra vez sem imóveis para faixa de zero a três salários mínimos. Segunda versão do programa federal prevê valor máximo de R$ 56 mil para essas construções. Mas as empreiteiras alegam que o valor mínimo viável é de R$ 65 mil. (Págs. 1 e 11)
Notas novas do real já estão sendo falsificadas (págs. 1 e 7)

Projovem
Verba de programa de qualificação escoa sem cumprir seus objetivos

No ano passado, foram repassados R$ 895 milhões a prefeituras e ONGs. Mas há cursos profissionalizantes que não funcionam, turmas fantasmas e atividades sem caráter educacional. (Págs. 1 e 5)
Ciência
Pesquisa atesta eficácia da arnica contra dores (págs. 1 e 16)
Apagão
Consumidores ficam três dias sem luz na grande BH (págs. 1 e 21)

Jornal do Commercio (PE)

Desordem e perigo na areia da praia
Prefeitura promete para hoje o recadastramento dos ambulantes. Enquanto isso, no Pina e Brasília Teimosa, garrafas, frituras e bagunça. (Pág. 1)
Mudanças à vista nas pensões
Governo estuda corrigir “distorções” da Previdência, como as concessões de benefícios para toda a vida. (Pág. 1)
Comprador de notas falsas pelo Orkut é preso (Pág. 1)

Bombeiros do Rio reúnem 27 mil em passeata (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Cinzas voltam a cancelar voos
Resíduos de vulcão levam companhias aéreas a suspender viagens para Buenos Aires e Montevidéu.

Nuvem de fuligem pode chegar ao Estado hoje (Págs. 1, 4 e 5)
Foto legenda: A Europa está mais perto
Com o voo inaugural da TAP, que desembarcou ontem às 17h51min, o Salgado Filho agora tem rota direta com Lisboa. (Págs. 1 e 16)
Fuga expõe prisão de alta segurança
Para sair da Pasc, em Charqueadas, assaltante passou por câmeras inoperantes e cães sedados. (Págs. 1, 36 e 37)
Justiça condena militares por desvio
Um tenente-coronel e dois sargentos que atuavam na Base Aérea teriam fraudado licitações. (Págs. 1 e 28)

Brasil Econômico

Manchete: Tribunais de Contas têm um terço dos conselheiros sob investigação
Se a Lei da Ficha Limpa valesse nesses casos, 78 dos 238 conselheiros de cortes estaduais e municipais estariam fora da função

Sob suspeita de nepotismo, desvio de recursos públicos, tráfico de influências, recebimento de propina e uma lista extensa de crimes que deveriam, em tese, combater, 30% dos conselheiros que atuam nos 34 Tribunais de Contas (TCs) estaduais e municipais do Brasil passam por investigações ou processos administrativos. Hoje, há 238 conselheiros em exercício nesses órgãos de fiscalização, dos quais 78 estão envolvidos em escândalos e denúncias. (Págs. 1 e P10)

Diferentemente do Judiciário, os conselheiros não são servidores de carreira.
Gilmar Mendes, do STF, defende reforma constitucional
Ministro quer deixar mais claros os limites do presidente. Ele foi um dos três votos favoráveis à extradição do ex-ativista Cesare Battisti. (Págs. 1 e P12)
Pequenos do agronegócio enfrentam grandes grupos
Empresas de menor porte nos segmentos de cana-de-açúcar e de carne bovina apresentam rentabilidade acima da média de mercado e conseguem se manter distante das negociações judiciais que permeiam boa parte de suas concorrentes. (Págs. 1 e P4)
Regra da CVM de exclusividade atingirá minoria dos agentes autônomos (Págs. 1 e P30)

Acordo da Volks agiliza negociações
Após 37 dias de paralisação, funcionários da montadora no Paraná garantem R$ 11,5 mil em participação dos lucros. (Págs. 1 e P22)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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