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Deu no papel

Palocci disse a Dilma que só tinha uma “empresinha”

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Publicado em 04/06/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



19 dias depois - Na primeira entrevista desde que a Folha revelou seu enriquecimento, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) disse que não contou à presidente Dilma Rousseff os nomes dos clientes de sua consultoria nem a natureza dos serviços prestados. Palocci desconversa. À presidente ministro disse que tinha só uma ’empresinha’, escreve Mônica Bergamo. Planalto já analisa nomes para lugar de chefe da Casa Civil. OUTROS DESTAQUES - A ’agenda positiva’ de Dilma Rousseff. Em livro de matemática do MEC, 10 menos 7 é igual a 4. Economia do país cresce no 1º trimestre, mas se desacelera. Supremo cancela 5 milhões de multas no Rio.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SÁBADO, 4 DE JUNHO DE 2011.

Folha de S. Paulo


Dilma não sabe quem foram os meus clientes, diz Palocci
Não cometi irregularidades ou desvios, afirma ministro à Folha, na 1ª entrevista após início da crise

Na primeira entrevista desde que a Folha revelou seu enriquecimento, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) disse que não contou à presidente Dilma Rousseff os nomes dos clientes de sua consultoria nem a natureza dos serviços prestados.

Segundo ele, o tema não foi discutido nem antes da posse nem nos últimos dias.

O ministro declarou que não divulgou a lista de seus clientes por respeito à confidencialidade. E disse ainda que “até agora” ninguém mostrou fatos que possam sugerir “desvio de conduta” ou “irregularidades nas atividades da empresa”.

A Projeto consultoria de Palocci, faturou R$ 20 milhões em 2010, período em que ele chefiou a campanha de Dilma à Presidência e exerceu o mandato de deputado federal. (Págs. 1, e Poder A10)

Fotolegenda: O ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, em seu gabinete no Palácio do Planalto.
Planalto já analisa nomes para lugar de chefe da Casa Civil
Apesar de manter seu apoio ao ministro Palocci, a presidente Dilma Rousseff já analisa nomes para substituí-lo e estuda mudanças no perfil do chamado “núcleo duro” do Planalto.

Para o lugar de Palocci iria uma “Dilma da Dilma”, alguém de perfil “técnico”.

Os nomes citados são os da ministra Miriam Belchior (Planejamento) e de Maria das Graças Foster, diretora da Petrobrás. Paulo Bernardo, das Comunicações, também é cotado. (Págs. 1, e Poder A4)

"A grande imprensa é o principal partido de oposição no país, disse o ministro Alexandre Padilha. (Pág. 1 e Poder A6)

Mônica Bergamo: À presidente ministro disse que tinha só uma ’empresinha’.
Palocci ao mar

A presidente Dilma Rousseff falou mal de Antonio Palocci para pelo menos dois interlocutores muito próximos. Segundo disse, o ministro da Casa Civil jamais deu a ela informações completas sobre sua consultoria, que faturou R$ 20 milhões só em 2010. Ele teria dito apenas que tinha uma "empresinha", já desativada.

Que surpresa!

Os comentários de Dilma se afinam com os de líderes do PT, que nos bastidores afirmam que jamais tiveram ideia de que Palocci era um consultor tão bem-sucedido.
(Págs. 1 e Ilustrada, E2)

Renata Lo Prete: Entrevistas foram passo para despedida, entende governo. (Págs. 1 e Poder, A4)

No Ceará, vereadores inovam e registram desvio em cartório. (Págs. 1 e Poder A7)

Economia do país cresce no 1º trimestre, mas se desacelera
O PIB (Produto Interno Bruto, soma de bens e serviços produzidos no país) mostrou a economia crescendo em ritmo forte no primeiro trimestre – 4,2% em relação a um ano antes -, mas também revelou sinais claros de desaceleração.

As medidas de contenção do crédito para combater a inflação fizeram com que o consumo das famílias perdesse fôlego. (Págs. 1 e Poder, A12)
Criação de vagas fica abaixo do esperado nos EUA. (Págs. 1 e Mundo)

10-7=4, ensina livro distribuído pelo governo
Material didático com erros de matemática e de diagramação foi distribuído pelo Ministério da Educação a 37 mil escolas rurais em 2010. Um dos livros ensina, por exemplo, que 10-7=4 e que 16-8=6. O MEC orientou as escolas a suspender o uso do material. (Págs. 1 e Cotidiano, C7)

Editoriais
Leia “Palocci desconversa”, sobre as explicações do ministro em relação a seus negócios, e “Suspense peruano”, acerca da eleição no país vizinho. (Págs. 1 e Opinião, A2)

O Globo

Palocci fala, mas não revela clientes nem melhora crise
Ministro nega tráfico de influência e diz que conta com boa-fé das pessoas

Após 19 dias de silêncio diante das suspeitas sobre a evolução de seu patrimônio, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) falou pela primeira vez sobre seus negócios como consultor, entre 2006 e 2010, como determinara a presidente Dilma. Em entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, Palocci assegurou que não praticou tráfico de influência como ex-ministro da Fazenda e não assessorou empresas que têm negócios com o governo. Mas não revelou a lista de clientes nem o faturamento da consultoria. Disse que conta com a boa-fé das pessoas porque não tem como provar que não fez tráfico de influência. Agradou ao Planalto ao dizer que a responsabilidade no caso é só dele, e não do governo. Para os aliados no Congresso, o ministro se explicou; para a oposição, agravou sua situação. (Págs. 1, 3, 4 e Merval Pereira)

Em livro de matemática do MEC, 10 – 7 = 4
Outra publicação patrocinada pelo Ministério da Educação, desta vez para alunos do ensino fundamental em escolas públicas rurais, traz erros grosseiros. No volume de matemática da Coleção Escola Ativa, a conta 10 menos 7 tem resultado igual a 4. Em outra, 16 menos 8 é igual a 6. Além de resultados errados, há frases que não terminam e problemas de revisão. O material com erros custou R$ 14 milhões aos cofres da União. As falhas foram divulgadas pelo próprio MEC, que acionou a CGU para apontar responsáveis. André Lazaro, então chefe da Secretaria de Educação continuada, pediu demissão. (Págs. 1 e 10)
Supremo cancela 5 milhões de multas
O Supremo Tribunal Federal manteve a decisão do TJ do Rio de anular mais de 5 milhões de multas aplicadas no estado até 2005, por falta de notificação dos condutores. Não cabe mais recurso. Já as provas práticas de direção passarão a ser monitoradas por câmeras instaladas até dentro dos carros. O Detran já descredenciou 65 autoescolas. (págs. 1 e 20)
PIB cresce, mas famílias gastam menos
O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3% no 1º trimestre em relação ao fim de 2010. A expansão forte foi puxada por investimentos, mas as famílias consumiram menos por causa do freio no crédito, da inflação e da renda menor. (Págs. 1, 33 a 35 e Miriam Leitão)

Verbas para as obras na Serra, 5 meses depois
Cinco meses após a tragédia na Região Serrana, a presidente Dilma Rousseff e o governador Sérgio Cabral anunciaram obras no valor de R$ 678 milhões que darão início ao programa de recuperação de encostas e pontes, e construção de moradias. (Págs. 1, 18 e 19)

Bombeiros do Rio agora invadem Quartel Central
Em mais uma tentativa de discutir aumento salarial com o comandante-geral, cerca de mil bombeiros invadiram o Quartel Central, arrombando portões. Levaram crianças e mulheres para evitar confronto com a Tropa de Choque da PM, que cercou o local com a cavalaria e viaturas. (Págs. 1 e 22)

O Estado de S. Paulo

Consultoria ’não atuou junto a órgãos públicos’, diz Palocci
Em entrevista à TV Globo, ministro nega irregularidades, mas diz que dados sobre clientes são sigilosos

O ministro Antonio Palocci (Casa Civil) defendeu-se ontem das suspeitas sobre a grande evolução de seu patrimônio por conta das atividades de sua consultoria. “Tudo está registrado”, disse Palocci em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, negando qualquer irregularidade. O ministro disse preferir manter os dados sobre o faturamento em sigilo porque “os números da empresa não dizem respeito ao interesse público”, mas afirmou que os órgãos de controle público receberam todas as informações solicitadas. Palocci reconheceu que o fato de ter sido ministro ajudou sua consultoria, mas disse que sua empresa “jamais faturou junto a órgãos públicos”. Ele disse que atuou nos setores da indústria, dos bancos e de “serviços em geral”. (Págs. 1, A4 e Nacional)


PMDB reclama de ’monólogo’ do Planalto

Independentemente da tentativa do ministro Antonio Palocci (Casa Civil) de se explicar, a base aliada cobra mudanças no relacionamento político com o governo. Para dirigentes do PMDB, nunca houve diálogo de verdade, só um “monólogo”. Os aliados reclamam que não conseguem nem prevenir o Planalto sobre riscos em votações no Congresso. (Págs. 1, A6 e Nacional)

A ’agenda positiva’ de Dilma
Dilma Rousseff cumprimenta funcionários da Petrobrás durante cerimônia de inauguração da plataforma P-56, construída no Brasil, em evento que serviu à “agenda positiva” da presidente em meio à crise do caso Palocci; Dilma também anunciou a nova etapa do Minha Casa Minha Vida, e enalteceu o Brasil sem Miséria. (Págs. 1 e Nacional A7)

PIB trimestral cresce 1,3% mas consumo desacelera
O PIB cresceu 1,3% no primeiro trimestre em relação ao trimestre anterior, ou 5,3% anualizados. O consumo das famílias, porém, cresceu 0,6% (2,4% anualizados), ante 2,3% no último trimestre de 2010. Foi o pior desempenho desde o quarto trimestre de 2008, em meio à crise global, mas sinaliza redução da pressão inflacionária. Já os investimentos tiveram expansão de 1,2% no primeiro trimestre – três vezes mais do que o resultado no trimestre final de 2010, de 0,4%. (Págs. 1 e Economia B1, B4, B8, B10, B11)

Análise
Armando Castelar Pinheiro

Sem surpresas
Os indicadores para o segundo trimestre sinalizam desaceleração já em abril. É provável que neste trimestre o PIB cresça mais devagar. (Págs. 1 e Economia B4)
Livro pago pelo MEC ensina que 10 – 7 = 4
O Ministério da Educação distribuiu no ano passado 200 mil exemplares de um livro didático com erros tão graves que uma comissão a serviço do MEC concluiu que não basta fazer uma errata, informam Marta Salomon e Denise Madueño. Em matemática, o livro diz que 10 menos 7 é igual a 4 e 16 menos 8 é igual a 6. O MEC pediu uma sindicância para apurar o caso. (Págs. 1 e Vida A26)
’Vilão’ Chávez é invocado na reta final da campanha peruana
A guerra na reta final da equilibrada campanha presidencial peruana incluiu até acusação de ajuda financeira de Hugo Chávez ao candidato Ollanta Humala. (Págs. 1 e Internacional A18)
Notas & Informações
Um plano improvisado

O Brasil Sem Miséria parece uma colagem de iniciativas do governo Lula no campo social. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Aceleração do PIB força o aumento dos juros
Nos primeiros três meses do governo Dilma Rousseff, a economia brasileira cresceu em ritmo acelerado. Impulsionado pelos gastos públicos e pelos investimentos, o Produto Interno Bruto subiu 1,3%, o que significa um incremento anualizado de 5,3%. As medidas tomadas desde o início do ano para segurar a inflação foram suficientes apenas para frear o consumo das famílias. A demanda cresceu em ritmo bem menor do que o PIB, mas ainda assim subiu 0,6%. Com o crescimento da economia acima do esperado, é dado como certo que na próxima semana o Banco Central (BC) elevará mais uma vez a Selic, que deve chegar a 12,25% ao ano. (Págs. 1, 12 a 17)

Palocci fala, mas pressão continua
Ministro da Casa Civil dá entrevista à tevê sobre a atuação de sua empresa e sua evolução patrimonial. Até o PT acredita que a oposição vai cobrar mais explicações. (págs. 1 e 2)


Em outro programa, GDF manterá incentivos
Apesar de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter anulado o Pró-DF, que concedia benefícios tributários a empresas que se instalam no Distrito Federal, o governo local decidiu manter a segunda versão do programa, que prevê o mesmo financiamento de até 70% do ICMS. De acordo com tributaristas, empresas beneficiadas devem ressarcir os valores recebidos nos últimos cinco anos. (Págs. 1, 27 e 28)

Estado de Minas

Crescimento do país bate no teto
O Produto Interno Bruto (PIB) teve expansão de 1,3% no primeiro trimestre em relação ao anterior e de 4,2% sobre os três primeiros meses de 2010, mas já sente os efeitos da alta de juros e da contenção do crédito, medidas tomadas pelo governo para conter a inflação. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que a tendência é de desaceleração. “Caminhamos para um crescimento mais moderado e sustentável no próximo trimestre”, projetou. A carga de impostos aumentou bem mais que a produção, com alta de 6,5% de janeiro a março sobre igual período do ano passado. (Págs. 1, 13 e 14 e Editorial 'PIB mais prudente', na 6)

Enriquecimento: Palocci volta a negar tráfico de influência
Na prometida entrevista para esclarecimentos, ministro não deu novas explicações sobre a evolução de seu patrimônio, nem sobre os clientes para as quais teria prestado consultoria. A expectativa é de que ele continue sob intensa pressão. (Págs. 1, 3 e 4)

Comércio exterior: Nova invasão holandesa a caminho
Holanda investe na ampliação de negócios com o Brasil, que se tornou seu mercado prioritário entre os Brics. De janeiro a maio os Países Baixos lideraram o investimento estrangeiro direto no país. (Págs. 1 e 15)

Superbactéria: Transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa
Doze países já registraram casos de pacientes infectados pelo micro-organismo que causou pelo menos 18 mortes. (Págs. 1 e 16)

Servidores: Hospitais universitários podem demitir 26 mil. (Págs. 1 e 24)

Fotolegenda: Filhos do Velho Chico
Batizar toda a família com o nome do rio foi a forma de gratidão encontrada por lavradores que dependem dele para o sustento. É o caso de seu Argemiro e de seus irmãos José Geraldo, Manoel, José, Josué, Valdomiro e Almir, todos com Francisco compondo o nome. “Temos de respeitar e agradecer ao rio, pois ele garante a sobrevivência de muita gente no Norte”, diz. (Págs. 1 e 20)

Pensar: Os impasses na questão climática e na preservação dos recursos naturais. (Pág. 1)

Jornal do Commercio (PE)

Palocci não responde principais perguntas
Ministro falou pela primeira vez sobre seus negócios de consultor, ontem na TV Globo, negou tráfico de influência, mas deixou questões sem respostas. Entrevista não deve estancar a crise. (Págs. 1, 3 e 6)

Proposta de 5% de aumento é mantida para os servidores. (Págs. 1)

Cursos que perderam vagas têm baixa aprovação na OAB. (Pág. 1)

Estado ainda tem um milhão de miseráveis. (Pág. 1)

Zero Hora

Palocci fala 19 dias depois
Ministro confirma que sua consultoria faturou R$ 20 milhões no ano passado e procura sustentar que os contratos foram lícitos e não envolveram verbas públicas. (Págs. 1, 4 e 5)



Fotolegenda: O ministro em seu gabinete, com foto de Dilma ao fundo, no início da noite de ontem, após conceder a entrevista.


Rosane de Oliveira: Explica, mas não convence. (Págs. 1 e 8)


Editorial: Esclarecimento pela metade. (Págs. 1, e 12)
Feliz: A receita da cidade mais alfabetizada do Brasil
Investimento e valorização dos professores colocam município do Vale do Caí no topo do ranking do IBGE. (Págs. 1 e 28)

Fontes: Radiobras-JBWiki!

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