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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

José Sarney inocenta Fernando Collor. "Caem a foto e a máscara"

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Publicado em 31/05/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Senado apaga de exposição o impeachment de Collor. Episódio indica que os novos Collor podem ficar tranqüilos (Eliane Cantanhêde). OUTROS DESTAQUES - Pioneira, Alemanha fechará todas as usinas nucleares. Acidente em Fukushima e eleições locais motivam fechamento de 17 usinas até 2022. Com Palocci fraco, PMDB quer nova articulação política. A imagem de cordialidade entre Dilma Rousseff e Michel Temer esconde a tensão pela crise entre PT e PMDB. Crédito no Brasil cresce menos, mas ritmo ainda preocupa. Tráfico desafia a polícia e monta barraca do crack em Brasília. Dirigente da Fifa diz que Qatar comprou Copa. Ataque virtual pode ter resposta militar dos Estados Unidos.

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, TERÇA-FEIRA, 31 DE MAIO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Alemanha recua e abre mão de energia nuclear
Acidente em Fukushima e eleições locais motivam fechamento de 17 usinas até 2022

O governo da Alemanha anunciou plano para desativar todas as 17 usinas nucleares do país até 2022. No que está sendo chamado de “virada energética”, é o primeiro país industrial a tomar essa decisão, afirmou a chanceler Ângela Merkel.

A medida deve ser formalizada na próxima semana. Em torno de 22% da energia produzida no país atualmente e de origem atômica. Fontes renováveis devem passar a 35%, o dobro de hoje. O restante virá sobretudo do carvão e do gás natural.

Em 2010, o governo Merkel decidira prolongar a atividade das usinas mais antigas. O acidente de Fukushima (Japão) e o receio de derrota nas eleições regionais deste ano levaram à mudança – 80% dos alemães são contra a energia atômica.

Analistas apontam ser preciso um outro plano, para mais impulso à energia obtida de fontes renováveis. Há o temor de danos ambientais pelo maior uso de carvão. O governo não decidiu o que fazer com os reatores desativados. (Págs. 1 e A12)
PMDB cobra mais poder de decisão no governo Dilma
O PMDB quer a retomada das nomeações para o segundo escalão e a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, no centro das decisões do governo.

A presidente Dilma foi aconselhada por aliados a fazer concessões para tentar contornar a crise provocada pelo enfraquecimento de Antonio Palocci. (Págs. 1 e A6)

Fotolegenda: Cadê o sorriso? Dilma se despede de Michel Temer, antes de viajar para o Uruguai, em imagem oficial divulgada para mostrar entendimento entre PT e PMDB; o vice prometera tirar uma “foto sorridente” com a presidente. (Págs. 1 e A4)

Impeachment foi só ’um acidente’, afirma Sarney
O Senado excluiu referências ao impeachment de Fernando Collor da sua galeria. O presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), afirmou que o episódio foi “apenas um acidente”.

A declaração foi criticada. “Gostemos ou não, é um fato histórico”, disse Álvaro Dias (PSDB-PR). (Págs. 1 e A8)

Dirigente da Fifa diz que Qatar comprou Copa
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, admitiu ter escrito e-mail com a afirmação de que o Qatar “comprou” a realização do Mundial de 2022. Valcke disse que não acusou o país de irregularidade: apenas usou uma linguagem mais leve, em tom informal. (Págs. 1, esporte e D2)

Eliane Cantanhêde
Episódio indica que os novos Collor podem ficar tranqüilos.
Caem a foto e a máscara

Sarney mandou tirar as fotos do impeachment de Collor do "túnel do tempo", corredor do Senado que resume a história brasileira em textos e imagens. Já não era sem tempo. Collor, que já foi o inimigo número um, agora é só mais um na paisagem.

Como disse Lula, com uma risada marota, o vale-tudo contra Collor é coisa do passado e foi jogo político. A garotada que foi às ruas? Cresceu, endureceu e há os que defendem piamente que não tem nada demais petista palaciano multiplicar patrimônio por 20 em quatro anos e comprar apartamento de R$ 6,6 milhões. Sem dizer como...

O Brasil reescreve a história, apaga vestígios de moralismo, recria pessoas e maquia ou apaga fotos ao velho jeitão stalinista. Os que acham tudo isso bacana dirão que o país está "amadurecendo". Outros, que se trata de um deslavado cinismo. Impera o que mais se temia desde a redemocratização: a sensação de que são todos iguais.

Além dos políticos, até seus governos parecem iguais. Vejamos agora. Com Dilma, como foi com Collor, a(o) presidente não tem traquejo político e parece engolida(o) pelos aliados, antes que pelos adversários. Com Dilma, como foi com Sarney, tudo corre solto e a(o) presidente parece à sombra de quem de fato manda. Com todo o respeito ao dr. Ulysses, Palocci é o Ulysses de Dilma. Enquanto isso, ministros e líderes fazem o que bem entendem -e batem cabeça.

Ao excluir Collor do "túnel do tempo", Sarney vai receber uma crítica daqui, outra dali, mas finalmente fez justiça. O impeachment não foi por um país melhor e mais ético, mas por pura falha técnica: a falta de sustentação política.
Collor era um autoritário autossuficiente; PC Farias não passava de um jeca deslumbrado; o Fiat Elba foi pretexto; nós, os jornalistas, caímos no conto da ética; os caras-pintadas eram só massa de manobra. Nada disso se repetirá. Os novos Collor podem ficar sossegados. ([email protected]
(Págs. 1 e A2)

Foto legenda
Antes tarde... Máquinas iniciam terraplenagem no terreno do futuro estádio do Corinthians (SP); contrato entre clube e construtora ainda não foi assinado. (Págs. 1 e D4)
Instituto do Câncer é eleito melhor hospital público de SP
Pesquisa da Secretaria da Saúde sobre a satisfação do usuário apontou o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octávio Frias de Oliveira como o melhor hospital público do Estado.

Cerca de 204 mil pacientes do SUS responderam, entre outras questões, sobre tempo para internação, qualidade das instalações e acolhimento a pacientes e parentes (Págs. 1 e C10)
Alta do algodão encarece nova coleção de roupas
Pressionadas pelo custo do algodão, que subiu 248% de 30 de setembro de 2009 a 15 de março deste ano, as confecções estão reajustando pela segunda vez os preços das roupas de verão de 2012. A coleção chegará às lojas em agosto com preços entre 10% e 20% maiores que em 2010. (Págs. 1, Mercado e B1)
Editoriais
Leia “Pirueta nuclear”, sobre a decisão da Alemanha de desativar suas usinas até 2022, e “O arraial tucano”, que comenta a convenção do PSDB. (Págs. 1 e A2)

O Globo

Pioneira, Alemanha fechará todas as usinas nucleares
País da primeira fissão atômica promete investir em energias renováveis

Fornecedora da tecnologia que serviu de base para os programas de Angra II e III, a Alemanha anunciou ontem que, até 2022, não terá mais usinas nucleares em funcionamento em seu território. Novas fontes de energia, incluindo renováveis, serão adotadas. A decisão foi tomada três meses deis do terremoto seguido de tsunami que abalou as usinas nucleares no Japão e 64 dias após derrota importante do governo de Angela Merkel para os verdes. O país, onde aconteceu a primeira fissão atômica da História, em 1939, torna-se assim a primeira potência industrial a prometer abrir mão da energia nuclear. O anúncio foi visto também como manobra eleitoral, e o governo da França – país que mais depende das usinas nucleares – advertiu que será impossível para a União Europeia atingir metas de redução de gases de efeito estufa sem este tipo de energia. O funcionamento dos reatores de Angra não deve ser afetado porque a empresa alemã vendeu sua participação no negócio a franceses. (Págs. 1 e 28)
Aumento recorde de emissão de gás-estufa
As emissões dos gases-estufa atingiram recorde no ano passado – 5% a mais que em 2008. Segundo especialistas, será impossível limitar aumento global da temperatura a 2 graus Celsius.(Págs. 1 e 30)

Sem proteção, 14 ameaçados morrem por ano no Pará
Parentes de casal de ambientalistas assassinado semana passada dizem que as denúncias foram ignoradas

Desde que foi palco do maior massacre de sem-terra no país – o de Eldorado do Carajás, com 19 mortos, em 1996 -, o Pará teve 212 pessoas assassinadas em conflitos agrários. A média é de 14 execuções por ano no estado. Os dados são da Comissão Pastoral da Terra, que contabiliza também mais 809 pessoas ameaçadas e reclama da falta de proteção. Parentes dos ambientalistas assassinados semana passada disseram que as ameaças recebidas por eles foram informadas à Polícia Civil e à PF, mas deixadas de lado. Em entrevista, Maria do Espírito Santo avisava: “A gente está correndo risco mesmo, em constante ameaça.” Depois de quatro mortes só na semana passada, o governo fez ontem uma reunião de emergência, comandada pelo presidente interino, Michel Temer, para conter a violência na Amazônia. (Págs. 1, 3 a 5 e Luiz Garcia)
Reconciliação chapa-branca
Após as ameaças do ministro Palocci ao vice-presidente Temer, que estremeceram as relações entre a presidente Dilma e o vice, os dois se reencontraram, na Base Aérea de Brasília. Mas a fotografia oficial, feita pelo Palácio à medida para a ocasião, não disfarçou o mal-estar, que continua. (Págs. 1, 10 e editorial “Governabilidade”)

Senado apaga impeachment de Collor
Exposição sobre os principais fatos da História do Senado suprimiu o impeachment de Collor. O presidente da Casa, José Sarney, classificou o impeachment de “um acidente”. (Págs. 1 e 11)


No Brasil, Lagarde pede apoio para comandar FMI. (Págs. 1 e 21)
’Ex-favelas’ com velhos problemas
Comunidades beneficiadas com programas sem continuidade têm lixo e moradias insalubres

Comunidades agora consideradas bairros pela prefeitura como Pavão-Pavãozinho, Borel e Vidigal – beneficiadas nos últimos anos seja com obras de infraestrutura como Favela-Bairro e PAC, seja com investimentos em segurança como UPPs – ainda apresentam problemas comuns aos de qualquer favela, como lixo, esgoto a céu aberto, moradias insalubres e “gatos”, devido à falta de continuidade dos programas. Diante da crítica do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, à falta de investimentos sociais nas favelas com UPP, o Estado decidi antecipar em um mês a instalação do Comitê Executivo de Políticas Sociais nos Territórios Pacificados. (Págs. 1, 12 e Dos Leitores)
Editorial
Encruzilhada à qual se refere Beltrame é virtual. Cumpre evitar que vire um real beco sem saída. (Págs. 1 e 6)

O Estado de S. Paulo

Com Palocci fraco, PMDB quer nova articulação política
Após cobranças do governo, partido avalia que houve quebra de confiança com o PT e com Dilma

O PMDB quer mudanças na articulação política do Planalto e duvida da sobrevivência de Antonio Palocci na Casa civil. O diagnóstico começou a ser disseminado ontem por líderes do partido como efeito colateral do desgaste provocado pelas cobranças do governo depois da derrota na votação do Código Florestal. A cúpula peemedebista avalia que houve uma quebra de confiança na relação com o PT e a presidente Dilma Rousseff. Apesar dos esforços de reconciliação desencadeados, os peemedebistas já começam a discutir como será o reforço na interlocução política do governo. O partido entende que o rearranjo interno já está em curso e que, por isso mesmo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ampliou seu raio de ação e ganhou mais peso na intermediação do Planalto. Dirigentes do partido avaliam que o ministro José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) também vai atuar, por causa de seu trânsito com o vice-presidente Michel Temer e com a base aliada do governo. (Págs. 1, e Nacional A4)

Sarney diz que impeachment de Collor foi ’acidente’

O Senado tirou o impeachment de Fernando Collor de seu “túnel do tempo”, o corredor decorado com menções a fatos históricos da Casa. Para José Sarney, o impeachment “não devia ter acontecido”. (Págs. 1 e Nacional A7)


Foto legenda: Imagem protocolar

Dilma conversa com seu vice, Temer, antes de embarcar para o Uruguai; para assessores, a foto mostraria pacificação na base aliada, mas foi uma despedida protocolar. (Págs. 1 e Nacional A4)
Crédito cresce menos, mas ritmo ainda preocupa
O crédito ficou mais caro, com maior volume de calotes, e cresceu em ritmo considerado adequado pelo Banco Central de janeiro a abril. Mas a alta nos últimos 12 meses encerrados em abril no estoque de financiamento reforçou as dúvidas sobre se o governo conseguirá de fato desacelerar o crédito para uma faixa entre 10% e 15% de expansão em 2011, considerada ideal para colocar a inflação de volta na meta. Segundo o BC, o estoque de crédito cresceu 4,1% no ano, mas em 12 meses ainda tem forte expansão: 21%. (Págs. 1, Economia e B1)


FMI em campanha no Brasil
Candidata a diretor-gerente do FMI, a ministra das Finanças da França, Christine Lagarde, prometeu, em Brasília, ampliar a representação dos emergentes no Fundo. (Págs. 1 e Economia B7)
Foto legenda: Estádio começa a sair do papel
Às 8h14 de ontem começou, em Itaquera, o serviço de terraplenagem da Arena do Corinthians, aposta da cidade de São Paulo para a abertura da Copa do Mundo de 2014. A empreiteira responsável pela obra informa que entre 1,5 mil e 2 mil operários serão mobilizados. A previsão é que o estádio fique pronto em dezembro de 2013. (Págs. 1 e Esportes E3)


Fifa atolada em escândalos
Catar teria pago US$ 20 milhões por votos para a Copa de 2022. (Págs. 1 e E1)
SP vai duplicar Tamoios com parceria privada
O novo cronograma para a duplicação da Rodovia dos Tamoios, principal ligação entre o Vale do Paraíba e o litoral norte, será divulgado na sexta-feira, em São José dos Campos. A obra deve custar R$ 4,5 bilhões e será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). O governador Geraldo Alckmin (PSDB) fará o anúncio no programa de governo itinerante. (Págs. 1 e Cidades C1)
Alemães vão abandonar energia nuclear até 2022 (Págs. 1 e Vida A18)

Gilberto Kassab
Um planeta melhor para todos

Sem abrir mão da vocação para o desenvolvimento, adotamos em São Paulo medidas para reduzir os efeitos nocivos ao meio ambiente. (Págs. 1, Espaço Aberto A2)


José Paulo Kupfer
O longo prazo já era

É praticamente impossível saber quando uma empresa desvia Investimento Estrangeiro direto para aplicações financeiras de curto prazo. (Págs. 1, Economia B6)

Arnaldo Jabor
O ’vírus da irrelevância’

O futuro era visto como um lugar que nos redimiria da falta de ’sentido’. Agora, no lugar do futuro, temos um presente incessante. (Págs. 1 e Caderno 2,D14)

Notas & Informações
A Grécia assusta de novo

O risco de uma moratória grega jamais pareceu tão próximo desde o começo do ano passado. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Tráfico desafia a polícia e monta barraca do crack
Disfarçados de moradores de rua, traficantes usam pequenas tendas para vender drogas, principalmente durante a noite, em quadras da Asa Norte. PM reconhece a nova estratégica e alega que o combate é difícil de ser feito. Apreensões do entorpecente triplicaram este ano. (Págs. 1 e 25)
Nada a declarar/Governo evita comentar a cruzada de FHC pela descriminalização (Págs. 1 e 7)

Exploração: Trabalho escravo leva dois à prisão no DF
Seis trabalhadores baianos que vendiam panelas para uma empresa viviam em condições precárias e passavam fome numa casa do Setor O de Ceilândia. O dono e o gerente do comércio foram presos em flagrante. (Págs. 1 e 24)

As aparências enganam
A cordialidade entre Dilma e Temer esconde a tensão pela crise entre PT e PMDB e as mudanças na articulação política. Já Guido Mantega sorriu para Christine Lagarde, mas não garantiu o apoio do Brasil à candidatura dela ao FMI. (Págs. 1, 2 e 9)

BC quer liberar uso de dólar no Brasil. (Págs. 1 e 12)

Fim das usinas
Alemanha anuncia fechamento de 17 centrais nucleares até 2022. (Págs. 1 e 16)

Exposição: História do Senado omite a queda de Collor
O impeachment foi excluído da mostra com os fatos mais importantes da Casa. Para José Sarney, a saída do ex-presidente foi um “acidente” e não é tão importante quanto os demais acontecimentos. (Págs. 1 e 4)

Valor Econômico

Custos em alta já influem no resultado das empresas
A alta dos custos já começou a cobrar seu preço das companhias de capital aberto do país, um sinal de que o crescimento acelerado dos últimos meses talvez tenha chegado ao fim. As vendas das cem maiores empresas não financeiras com ações em bolsa continuaram crescendo no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, mas o comportamento dos custos que incidem sobre essas vendas indica que não tem sido fácil a briga das empresas contra os aumentos das matérias-primas e mão de obra.

Os balanços compilados pelo Valor Data mostram uma receita líquida de R$ 259,7 bilhões, 18% acima do primeiro trimestre de 2010. No entanto, o efeito dos preços em alta fez com que a margem bruta - o quanto resta da receita após deduzidos os custos de produção - ficasse estagnada. (Págs. 1, D1 e D2)
Brasil vê ameaça no aumento do tráfico no Peru
O narcotráfico está em forte crescimento no Peru, mas o tema não está sendo debatido na campanha eleitoral. Em junho, a ONU deve apontar o país como o maior produtor mundial de cocaína, superando a Colômbia. Segundo fotos de satélite, a produção da folha de coca, antes concentrada nos vales andinos, já chegou à Amazônia peruana, bem perto da fronteira com o Brasil.

Nenhum dos dois candidatos à Presidência tem propostas claras de como enfrentar o narcotráfico. Esse é o assunto que mais preocupa o Brasil na relação com o Peru. As autoridades brasileiras já perceberam a escalada do problema na extensa fronteira de quase 3.000 km entre os dois países. Em janeiro, a Polícia Federal capturou o chefe do tráfico do lado peruano, em operação na qual houve confronto armado. (Págs. 1 e A11)

Dilma revê coordenação política
A presidente Dilma Rousseff só substituirá o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, se houver prova concreta de que ele usou práticas ilícitas para multiplicar seu patrimônio. O Palácio do Planalto vai aguardar a avaliação do procurador-geral da República sobre os argumentos do ministro.

A atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para conter a deterioração do quadro político, na semana passada, foi ruim para Dilma, na avaliação de assessores próximos. Segundo informações de um ministro, ela não pediu a intervenção do ex-presidente para contornar a crise. Avalia-se, no Palácio do Planalto, que o próprio Lula não teve a dimensão do significado do encontro na casa de José Sarney. "Foi um exagero", comentou graduada fonte oficial. (Págs. 1 e A9)
Foto legenda: Acordos no Uruguai
A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Uruguai, José Mujica, recebem honras militares em Montevidéu, à saída do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai: encontro de duas horas e acordos para construção de linha de interconexão elétrica e ferrovia. (Págs. 1 e A2)
Ataque virtual pode ter resposta militar
O Pentágono concluiu que a sabotagem de computadores com origem em outro país pode ser considerada um ato de guerra, uma avaliação que pela primeira vez permite aos EUA responderem usando a força militar convencional.

A primeira estratégia cibernética formal do Departamento de Defesa americano é uma tentativa inicial de lidar com um mundo em mutação, no qual um hacker pode representar uma ameaça tão significativa aos reatores nucleares, linhas de metrô ou oleodutos quanto o exército de um país hostil. Os planejadores militares acreditam que a melhor maneira de impedir grandes ataques é responsabilizar os países que fazem armas cibernéticas pelo seu uso. A estratégia vai destacar a importância de sincronizar a doutrina de guerra cibernética dos EUA com a de seus aliados. (Págs. 1 e A11)
Laboratórios atendem até de madrugada
O aumento da demanda provocado pelo maior número de pessoas com planos de saúde e a necessidade de maximizar o uso de equipamentos estão levando os laboratórios de medicina diagnóstica a ampliar seus horários de atendimento. Já é possível fazer exames nos fins de semana, à noite e até de madrugada. Os laboratórios Fleury, Cura, Lavoisier, Lab Pasteur, Sergio Franco e Exame têm unidades que funcionam 24 horas. O Salomão & Zoppi e o Centro Diagnóstico Brasil mantêm as portas abertas durante boa parte da noite. Na unidade de Higienópolis do Fleury, a taxa de ocupação para os exames de ressonância é de 80%. Mesmo com uma equipe extra de atendimento, a rentabilidade é compensadora, diz Omar Hauache, presidente do laboratório. (Págs. 1 e B1)

Conselho do Carrefour se reúne em meio a especulações sobre operações no Brasil (Págs. 1 e B11)

Alemanha pretende abandonar a energia nuclear até 2022 (Págs. 1 e A10)

Demanda do setor de energia leva Vulcan a planejar 3ª fábrica no país, diz Buzo. (Págs. 1 e B9

Batalha dos analgésicos
Laboratórios se movimentam para tentar aumentar sua participação no segmento de analgésicos no país, que movimenta quase US$ 1 bilhão. O Brasil é o sexto maior mercado e o primeiro entre os emergentes. (Págs. 1 e B9)

Balanços-IFRS
A adoção das novas normas internacionais de contabilidade rompe com a tradição contábil brasileira, vinculada às preocupações com a tributação, e foca o mercado e os investidores. (Págs. 1 e Caderno especial)
Hospitais
Operadoras de planos de saúde investem na ampliação da capacidade física de hospitais e laboratórios e na modernização dos equipamentos. “Com o crescimento econômico, o sonho do plano de saúde se tornou realidade para milhares de brasileiros”, diz José Cechin, da Fenasaúde. (Págs. 1 e Caderno especial)

Rodovias
Segundo a CNT, entre 2005 e 2010 o percentual de estradas ruins ou péssimas no país caiu de 40,2% para 25,4%, mas ainda há muito a fazer para que as condições da malha sejam compatíveis à sua importância na matriz de transportes. (Págs. 1 e Caderno especial)

Seca ameaça milho safrinha
A falta de chuvas em regiões produtoras de milho safrinha deve afetar a colheita neste ciclo 2010/11. Produtores do Mato Grosso estimam as perdas em até 50%. Analistas também já revêem suas estimativas. (Págs. 1 e B13)
Concentração e profissionalização
Grandes empresas agrícolas, que compram terras para lucrar com a valorização imobiliária e também agregam valor com a produção de alimentos, já ocupam mais de 1,2 milhão de hectares no país. A área deve dobrar até o fim da década. (Págs. 1 e B14)
Pequenas e Médias Empresas
Crescimento da economia, maior acesso a crédito e adesão a empreendimentos que exigem baixo investimento inicial levaram o setor de franquias a um crescimento de 20,4% no ano passado. (Págs. 1 e Caderno especial)
Compras coletivas na berlinda
Atuando no país há pouco mais de um ano, os sites de compras coletivas já enfrentam dezenas de processos na Justiça movidos por consumidores insatisfeitos. E a Câmara dos Deputados discute projeto de lei para regulamentar a atividade. (Págs. 1 e E1)
Idéias
Delfim Netto

Para salvar a democracia e o mercado precisamos, primeiro, salvar o Estado da irresponsabilidade de seus governos. (Págs. 1 e A2)
Idéias
Carlos Lessa

Moldura neoliberal dá ganhos substanciais às concessionárias de serviços públicos sem obrigá-las a investir em infraestrutura. (Págs. 1 e A11)

Estado de Minas

Os perigos do prato nosso de cada dia
Cuidado com o que você come fora de casa em BH. A convite do Estado de Minas, o Centro de Pesquisa e Controle de Qualidade coletou 12 tipos de pratos em restaurantes a quilo na Pampulha. Savassi, Centro e Região Hospitalar e constatou preocupante contaminação dos alimentos. Mais da metade das amostras tinha coliformes fecais em nível muito acima do tolerado pela Vigilância Sanitária. Em alguns casos, os índices se assemelharam aos encontrados em vasos sanitários. (Págs. 1, 21 e 22)
PT e PMDB selam a paz após crise
Dilma passa o cargo a Temer antes de embarcar para o Uruguai. Depois do desgaste na votação do Código Florestal, objetivo é demonstrar publicamente que divergências estão superadas. (Págs. 1 e 5)
IGP-M: Inflação de aluguéis desacelera
Índice fica em 0,43% em maio, acumulando alta em 12 meses abaixo de dois dígitos (9,77%) pela primeira vez desde outubro. Correção será aplicada nos contratos com vencimento em junho. (Págs. 1 e 13)
Samarco vai treinar 2,26 mil trabalhadores. (Págs. 1 e 17)

Eleições 2012: petistas e tucanos aceitam reeditar aliança pela PBH (Págs. 1 )

Alemanha: Usinas nucleares vão ser banidas do país até 2022 (Págs. 1 e 18)

Jornal do Commercio (PE)

Tortura na Funase (Pág. 1)

Custo de refinaria ficará menor sem a PDVSA (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Capital pressiona Planalto pelas obras do aeroporto
Ao considerar inconsistentes as informações repassadas pela Infraero, o prefeito Fortunati vai a Brasília pedir plano mais claro sobre a ampliação, atrasada. (Págs. 1 e 32)
Carro zero: Consórcio volta a se popularizar
Restrições a financiamentos e avanço da classe C produzem crescimento recorde. (Págs. 1 e 20)
Foto legenda: Afinidade em Montevidéu
Ex-presos políticos, Dilma e Mujica prometem nova ponte sobre o Rio Jaguarão e selam acordos de transporte ferroviário e TV digital. (Págs. 1 e 8)
Crise política: OAB defende a saída de Palocci (Págs. 1 e 12)

Brasil Econômico

Correios decidem entrar no mercado de telefonia celular
Avanços tecnológicos provocaram diminuição nos serviços de entregas de correspondências e empresa vira o jogo como operadora móvel virtual

A partir do ano que vem, os Correios vão oferecer serviços de telefonia celular utilizando a rede de operadoras de telecomunicações, numa tentativa que busca tanto o acompanhamento tecnológico quanto o aumento de receitas, informa o presidente da estatal, Wagner Pinheiro de Oliveira. O modelo de negócios é o de operadora móvel virtual, no qual a empresa compra minutos no atacado e vende no varejo, atuando em nichos de mercado nos quais as operadoras não trabalham. Atuar em telefonia celular é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio. (Págs. 1 e 30)

Os Correios também pretendem diversificar os negócios com logística. (Pág. 1)
No Uruguai, Dilma reforça Mercosul
Em viagem ao país vizinho, presidente enfatizou sua intenção de dar prioridade ao bloco e às relações com países latino-americanos. (Págs. 1 e 4)
Rede nacional promete sanar déficit do Brasil no esporte
Projeto do governo prevê que, em um primeiro momento, as cidades identificarão os jovens promissores. Depois, por meio da rede nacional, eles serão treinados e aperfeiçoados. (Págs. 1 e 10)
BC aumentará o número de correspondente cambial no país
Objetivo é atender ao aumento da demanda que ocorrerá nos próximos anos com os grandes eventos, como a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016. (Págs. 1 e 32)
Direitos aos minoritários
Decisão do Superior Tribunal de Justiça abre espaço para sócio minoritário de holding ver dados de subsídiárias. (Págs. 1 e 36)
GE do Brasil, presidida por João Geraldo Ferreira, está demorando mais do que esperava para se recuperar da crise mundial. (Págs. 1 e 20)
Cidade de Natal inicia em julho obras de infraestrutura para atender necessidades do Mundial de Futebol de 2014. (Págs. 1 e 12)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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