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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

R$ 141 milhões pagos para empresas da “lista suja”

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Publicado em 09/05/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



Empresas que cometeram irregularidades em licitações e estão proibidas de ter contratos com o poder público receberam R$ 141 milhões do governo desde janeiro de 2010. Pelo menos cinco empresas são definidas como "inidôneas". OUTROS DESTAQUES - Estádios para a Copa já estão 15% mais caros. Rombo de partidos será coberto com verba pública. Mais uma denúncia contra José Dirceu. Apenas 8% dos homicídios são solucionados no Brasil. Jovem adia procura por trabalho e estuda mais. Professores do Rio não dominam computador. Veículo brasileiro é dos mais caros do mundo. Obama diz que Bin Laden teve ajuda no Paquistão. “Festejos da morte de Bin Laden me envergonham de ser americano” (Michael Kepp).

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, 9 DE MAIO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Jovem adia procura por trabalho e estuda mais
Cai taxa de adolescentes no mercado; para analistas, educação é valorizada

Jovens de 15 a 17 anos estão estudando mais e trabalhando menos. A proporção de adolescentes ocupados ou que buscam emprego caiu 27% em oito anos nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE.
Em 2010, o percentual de jovens na população economicamente ativa foi de 18,9%, a menor taxa já apurada. Em 2003, era de 26%. (Págs. 1 e Poder A10)

Governo paga R$ 141 milhões a empresas que foram vetadas
Empresas que cometeram irregularidades em licitações e estão proibidas de ter contratos com o poder público receberam R$ 141 milhões do governo desde janeiro de 2010. As 46 firmas estão na "lista suja" da Controladoria-Geral da União, informam Silvio Navarro e Flávio Ferreira.

Órgãos públicos dizem que parte dos desembolsos teve amparo em pareceres da própria CGU. (...) A Folha identificou cinco casos de empresas consideradas inidôneas, punição mais grave prevista pela legislação, que continuaram recebendo pagamentos normalmente após entrar no cadastro da controladoria.
De acordo com a CGU, os órgãos públicos só podem manter contratos com empresas inidôneas nos casos em que a interrupção dos serviços é mais prejudicial à administração pública do que sua continuidade.
Alguns órgãos questionados pela Folha usaram esta brecha legal para justificar a manutenção dos contratos.
Duas empresas declaradas inidôneas, a Fortesul Serviços e a BSI (Brasília Soluções Inteligentes) foram alvo de uma operação da Polícia Federal que desmontou um esquema de fraude em licitações em 2006.
Com base nas investigações da PF, a CGU incluiu as empresas na lista de inidôneas em janeiro de 2009, por prazo indeterminado.
O esquema apontado pela polícia incluía servidores que combinavam o resultado de concorrências. O dono da BSI chegou a ser preso na época.
Mesmo assim, o Ministério da Justiça, ao qual a PF é subordinada, manteve seus contratos com a Fortesul. Órgãos vinculados ao ministério pagaram R$ 33 milhões à empresa desde 2010.
Na última terça-feira, após a reportagem questionar a CGU e os ministérios sobre os contratos, o nome da Fortesul foi retirado da "lista suja". A controladoria argumentou que não havia mais motivos para punir a empresa após dois anos.
A BSI recebeu R$ 2,9 milhões do governo em 2010. Do total, R$1,2 milhão foi pago pelo Ibama, ligado ao Ministério do Meio Ambiente.
As outras três "inidôneas" são a gráfica mineira Sigma, a empresa de vigilância Aliança, com sede no Rio, e a loja de autopeças baiana Acesso. Os demais 41 casos encontrados pela Folha são de empresas "suspensas", sanção que pode ser mantida por dois a cinco anos.
Segundo a CGU, quando uma empresa é declarada impedida de contratar com a União, todos os contratos devem ser interrompidos e pagamentos só podem ser feitos por serviços já executados. (...) (Págs. 1 e Poder A4)

Foto legenda: Fogo, câmera, ação
Com celulares, público registra incêndio em Igreja, resultado de confrontos entre muçulmanos e cristãos que deixaram 12 mortos no Cairo (Egito). (Págs. 1 e Mundo A14)
Obama diz que Bin Laden tinha "rede de apoio" no Paquistão
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que Osama bin Laden tinha uma "rede de apoio" no Paquistão que o ajudou a manter-se em segurança por anos. "Mas não sabemos qual era essa rede", afirmou.
Foi a crítica mais dura dos americanos aos aliados paquistaneses desde a morte do terrorista. (Págs. 1 e Mundo A12)

Michael Kepp

Festejos da morte me envergonham de ser americano. (Págs. 1 e Mundo A13)
Assistir às imagens de multidões festejando a morte de Osama bin Laden diante da Casa Branca me fez sentir vergonha de ser americano. A morte de qualquer pessoa deveria ser algo sério, que nos leva a fazer uma pausa para refletir. No entanto, o assassinato de Bin Laden trouxe uma sensação de ponto final para as famílias das mais de 3.000 pessoas cujas mortes ele ordenou. E as famílias têm o direito de sentir alívio e catarse. É o que frequentemente sente quem assiste à execução de um prisioneiro condenado por matar membros de sua família. Mas ele não deveria gritar palavras sanguinárias quando o corpo do executado para de se mexer. Talvez o que torne a morte uma ocasião tão solene é que mesmo os mais malignos entre nós deixamos para trás alguém que chora nossa morte. Logo, foi apropriado Obama falar em tom solene ao anunciar a morte de Bin Laden. Mas será que foi honesto dizer que "justiça foi feita"? Nos EUA, a justiça é feita quando uma pessoa é levada a julgamento, não quando uma pessoa desarmada que não estava resistindo à prisão é executada sumariamente, que, aparentemente, é como Bin Laden morreu. (...)
(Michael Kepp, jornalista norte-americano radicado há 28 anos no Brasil, é autor do livro de crônicas "Sonhando com Sotaque" (ed. Record). Tradução de Clara Allain.)

Equador vota por leis mais duras e controle da imprensa (Págs. 1 e Mundo A15)
Boa notícia
Câmbio barateia importados e ajuda a segurar a inflação. (Págs. 1 e Poder A9)
Editorial
Leia "Fiasco em construção", que alerta sobre riscos nas obras para a Copa de 2014, e "Reforma limitada", sobre desafios na mudança do ICMS. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Globo

Apenas 8% dos homicídios são solucionados no Brasil
Dos 50 mil assassinatos ocorridos por ano, só 4 mil têm autores identificados

Estudo feito em cima de dados da pesquisa Mapas da Violência 2011 mostra que a grande maioria dos crimes de homicídio no Brasil fica sem punição. Dos 50 mil assassinatos ocorridos por ano, apenas 4 mil, ou 8% do total, têm autores identificados e presos. Em Alagoas, por exemplo, apenas 2% dos casos são elucidados. Métodos defasados de investigação e falta de investimentos na polícia técnica são algumas das razões apontadas para o não esclarecimento, segundo especialistas em estudos de criminalidade. O Conselho Nacional do Ministério Público quer agilizar as investigações e chama a atenção para um número também alarmante: o país pode ter hoje mais de 100 mil assassinatos sem solução em inquéritos abertos até o ano de 2007. No Rio, de 15 mil assassinatos cometidos nesse período, 60% estão prontos para ser arquivados. Outros 39% dependem de investigação e apenas 1% tem autoria identificada. (Págs. 1 e 3)
Foto legenda: Confronto religioso
Bombeiros tentam apagar as chamas numa igreja do Cairo, após um confronto entre islâmicos e cristãos que deixou 12 mortos na capital egípcia. (Págs. 1 e 19)
Professores do Rio não dominam computador
Apesar dos investimentos, a prefeitura do Rio está esbarrando na falta de preparo dos professores para o uso de computadores em sala de aula. Pesquisa da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Ibope e o Instituto Oi Futuro, mostra que 53% dos 5.505 docentes entrevistados tem dificuldades para explorar a tecnologia. Há também a subutilização de equipamentos. (Págs. 1 e 4)
Mais uma denúncia contra Dirceu
Os ex-donos da empreiteira Sigma, José Augusto Freire e Romênio Machado, acusaram o deputado cassado José Dirceu (PT) de tráfico de influência em favor da Delta, construtora que mais recebeu recursos federais em 2010. A oposição quer ouvir os empresários. (Págs. 1 e 5)
EUA: Bin Laden teve apoio no Paquistão
O presidente americano, Barack Obama, aumentou a pressão sobre o Paquistão ao afirmar que Osama bin Laden contou com uma rede de apoio no país, que poderia ser de pessoas de dentro do governo. Os EUA querem interrogar as três viúvas do terrorista. (Págs. 1 e 20)
Síria amplia repressão a manifestantes
O regime sírio intensificou o envio de tropas a cidades rebeldes, ampliando a repressão a manifestantes da costa do Mediterrâneo ao sul do país. Ontem, em ataques a Homs, a terceira maior cidade síria, 14 pessoas morreram. (Págs. 1 e 19)

Thomas L. Friedman

Levantes árabes estão mudando a forma de negociar a paz no Oriente Médio: do "atacado" para o "varejo". (Págs. 1 e 19)

O Estado de S. Paulo

Rombo de partidos será coberto com verba pública
Manobra legislativa que elevou repasses ao Fundo Partidário vai zerar déficit de PT e PSDB após eleição

O rombo que o ano eleitoral de 2010 deixou nas contas de PT e PSDB será coberto por recursos públicos em 2011, graças à manobra do Congresso que, em janeiro, elevou em R$ 100 milhões os repasses da União para o Fundo Partidário, relata Daniel Bramatti. Depois de bancar parte da campanha de Dilma Rousseff, além de candidatos a governos estaduais e ao Congresso, o PT chegou ao fim de 2010 com déficit de quase R$ 16 milhões. Mas receberá R$ 16,8 milhões extras neste ano graças ao incremento do Fundo Partidário, aprovado sem ser debatido em plenário. No caso dos tucanos, a receita extra será exatamente igual ao déficit nas contas de 2010: R$ 11,4 milhões.

Como o PSDB tem uma dívida pequena de eleições anteriores, de cerca de R$ 500 mil, poderá até encerrar o ano com superávit, com a ajuda dos cofres públicos. (Págs. 1 e Nacional A4)

'Legislar em causa própria'

Para especialistas, a ampliação do Fundo Partidário é forma disfarçada de financiamento público de campanhas. “É legislar em causa própria", diz Aldo Fornazieri. (Págs. 1 e Nacional A4)
Emergentes devem reduzir inflação, cobram países ricos
Em reunião de bancos centrais na Suíça, os países ricos cobraram das economias em desenvolvimento, entre elas o Brasil, que abandonem as políticas de estímulo ao crescimento, elevem juros e cortem gastos.

O objetivo é evitar que a inflação dos emergentes "contamine" os desenvolvidos - isso já estaria ocorrendo por causa da demanda por commodities. (Págs. 1 e Economia B1)
Governo arrecada R$ 16 bi com taxas na conta de luz
O pacote de dez encargos embutidos na conta de luz rendeu R$ 16,3 bilhões ao governo no ano passado. É dinheiro para fiscalização e geração de energia em pontos isolados. A carga de impostos representa 45,6% da despesa com luz. (Págs. 1 e Economia B5)
Educação: Na finalíssima de prova em mandarim
O carioca Tomaz Mefano, de 21 anos, venceu a preliminar da 10ª edição Chinese Bridge, concurso de proficiência em mandarim, que oferece bolsas de estudo. Em julho, ele disputa a prova com jovens de 140 países. (Págs. 1 e Vida A16)
Fábrica chinesa de PCs quer avançar no Brasil (Págs. 1 e Negócios)
Finanças Pessoais
Saldo residual ainda assusta mutuários. (Págs. 1 e Economia B10)
Obama suspeita de elo do Paquistão com Bin Laden (Págs. 1 e Internacional A8)
TV dos EUA mostra imagens do menino Sean (Págs. 1 e Cidades C4)
Socorro da ANS a plano de saúde tem baixo retorno (Págs. 1 e Vida A14)
Carlos A. Sardenberg
Alta de preços e crescimento

O governo topava um pouco mais de inflação para garantir um pouco mais de crescimento. Está colhendo mais inflação e menos crescimento. (Págs. 1 e Economia B2)
Notas & Informações
A Argentina se aproveita

O governo argentino continua a impor restrições crescentes à entrada produtos do Brasil. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Obama diz que Bin Laden teve ajuda no Paquistão
Presidente dos EUA vai à tevê e acusa: líder da rede terrorista Al-Qaeda recebeu algum tipo de cobertura no país onde estava escondido e foi morto por tropas especiais norte-americanas. Embaixador paquistanês admite que “cabeças vão rolar”. (Págs. 1 e 12)
Foto legenda: Amor e tráfico
Cresce o número de mulheres que abastecem o mercado de drogas nas cadeias brasileiras. Os entorpecentes entram nas penitenciárias graças a um golpe cada vez mais frequente: as esposas ou namoradas de presos se aproveitam das visitas para transportar as substâncias ilegais. Jani Fernandes passou cinco anos levando maconha para o marido na Papuda. Na Colmeia, no DF, há 136 casos. “Elas se deixam levar por um amor doentio”, explica a diretora da penitenciária, Deuselita Martins. (Págs. 1 e 6)
Investimentos: Inflação corrói rentabilidade
O “surto inflacionário” está engolindo os rendimentos dos fundos de renda fixa, mesmo aqueles atrelados à taxa oficial de juros (Selic). A caderneta de poupança (2,3% nos quatro primeiros meses de 2011) ainda é uma das melhores opções, mas continua abaixo do IPCA (3,23% no ano). (Págs. 1 e 8)
Chuvas: Calamidade em Pernambuco
Tempestades que atingem o estado já superam a média histórica de 1975, quando foi registrado o maior volume de água num mês de maio. Enchentes e deslizamentos de terra desalojaram 10 mil pessoas em 55 cidades, de acordo com o governo estadual. Duas morreram, vítimas de queda de barreiras na região metropolitana. (Págs. 1 e 7)
Conferência da ONU no Rio será vitrine de Dilma (Págs. 1 e 2)

Sem dinheiro, Polícia Federal desacelera (Págs. 1 e 5)

Carnaval da gastança
Bandas contratadas para animar a folia de Santa Maria receberam uma fortuna: R$ 150 mil, no total. (Págs. 1 e 17)

Valor Econômico

Veículo brasileiro é dos mais caros do mundo
Um carro na França custa menos do que no Brasil e mandar um ônibus produzido na Suécia para mercados vizinhos, como o Chile, é mais barato do que exportar a partir do Brasil. Incompreensível à primeira vista, a situação começa a se tornar cada vez mais habitual na indústria automobilística.

O preço do modelo Logan no Brasil é o mais alto do mundo. Custa mais do que os produzidos na Argentina, Colômbia, Chile, França e Rússia. Em relação à Romênia, onde o carro da Renault foi concebido, a diferença passa de 80%. Os brasileiros pagam R$ 37,2 mil quando adicionados os equipamentos da versão europeia. O preço na Romênia, o mais baixo do mundo, equivale a R$ 20,5 mil. (Págs. 1 e B11)
BIS vê risco em fundo de investimento
O Banco Internacional de Compensações (BIS), espécie de banco central dos bancos centrais, deu um sinal de alerta sobre os fundos de investimentos conhecidos como ETFs (Exchange Traded Funds) pelo novo potencial de risco que alguns deles trazem para a estabilidade dos mercados financeiros.

Os ETFs - que são fundos de ações referenciados em índices, como o Ibovespa, ou algum índice setorial, como o imobiliário - representam uma pequena parcela do mercado de fundos, mas têm crescido de forma acelerada e alcançaram US$ 1,4 trilhão em ativos sob gestão este ano.
As autoridades fiscalizadoras identificaram riscos potenciais por causa de uma pequena mudança: com os juros em seus mais baixos níveis, os bancos se tornaram mais criativos sobre a estrutura dos ETFs na busca por rendimentos maiores. (Págs. 1 e C3)
Empresas aéreas abrem nova guerra tarifária
Passagens aéreas em dez parcelas de R$ 3,90, ou somente o trecho de ida por R$ 9,90. Nem em sites de grandes redes de varejo é possível encontrar prestações com valores tão baixos quanto as ofertas feitas por companhias como Gol, Webjet e até a TAM, que não costuma entrar nessas competições. A estratégia agressiva das empresas contrasta com a previsão do setor de que não haveria guerra tarifária neste ano, que seria de recomposição de margens, após as disputas travadas com passagens baratas em 2009 e 2010.

Segundo o diretor-comercial da Azul, Paulo Nascimento, as empresas compensam essas campanhas agressivas de preços elevando as tarifas no segmento corporativo, normalmente mais caras. Com isso, conseguem obter boas taxas de ocupação dos aviões. Na Azul, entre 10% e 15% dos assentos são destinados às promoções. Esse balanceamento entre tarifas mais e menos elevadas explica por que o preço das passagens acumula alta de 10% de janeiro a abril, segundo levantamento do Valor Data. No período, a inflação medida pelo IPCA foi de 3,2%. (Págs. 1 e B8)
Em defesa do BC
Gestor de US$ 10,7 bilhões, Will Landers, da BlackRock, defende a estratégia do BC no combate à inflação e diz que empresas brasileiras ainda estão baratas. (Págs. 1 e 28)
Sem dívidas, Projeto Jari quer expansão
Onze anos depois de assumir o polêmico Projeto Jari, na floresta amazônica, o empresário Sérgio Amoroso, do grupo Orsa, comemora a liquidação da dívida do empreendimento, que originalmente chegava a US$ 415 milhões. Hoje, o Jari, tocado pelo americano Daniel Ludwig na década de 60, produz 350 mil toneladas por ano de celulose branqueada de eucalipto e ocupa área de 1,365 milhão de hectares.

Os planos, agora, são de expansão do projeto, com a instalação de uma linha com capacidade para produção de 1,5 milhão de toneladas anuais de fibra. Conforme Amoroso, o Jari está arrumando a casa para receber um sócio estratégico ou captar recursos no mercado com uma oferta pública de ações. (Págs. 1 e B9)
Massa falida do Banco Santos vai receber só 8,4% dos créditos
Na melhor das hipóteses, a massa falida do Banco Santos receberá apenas 8,42% do total devido por ex-clientes que deixaram de quitar seus débitos após a intervenção no banco, em 2004. Esta é a avaliação da carteira de créditos da instituição, cobrados na Justiça por meio de centenas de ações judiciais. Segundo o relatório da Directa Avaliações, que fez o estudo, a carteira de contencioso do banco, em valores de novembro do ano passado, soma R$ 3,29 bilhões em cobranças judiciais. O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, no entanto, contesta a avaliação. "Querem transformar R$ 3,5 bilhões em R$ 200 mil, isso é brincadeira", disse ao Valor, em entrevista concedida na casa de um amigo, onde mora desde que foi despejado de sua mansão. (Págs. 1 e C8)
A gaivota que ajuda a criar automação
A companhia alemã Festo acaba de lançar o primeiro pássaro biônico. Similar a uma gaivota, o SmartBird é capaz de alçar voo do solo sem nenhum auxílio. A mesma tecnologia empregada no "pássaro" será usada no desenvolvimento de componentes industriais mais leves e econômicos, diz Henriette Wielandt, da Festo. Este não foi o primeiro animal biônico criado por eles. A companhia de automação industrial inspira-se em animais para desenvolver produtos. Desde 2007, lançou pinguins, medusas, raias e uma tromba de elefante. E a partir desses animais biônicos, foram desenvolvidos componentes e sistemas de automação, como eixos elétricos, sensores e sistemas de tratamento de ar comprimido. (Págs. 1 e B3)
Novo procurador vai tocar 'mensalão'
Ao escolher o próximo procurador-geral da República, a presidente Dilma Rousseff estará indicando, também, o responsável pela condução final do processo do mensalão. Os candidatos da lista tríplice adotaram postura cautelosa quanto ao maior escândalo do governo Luiz Inácio Lula da Silva. "Não conheço o processo", afirmou Rodrigo Janot. "Ainda não há o que endossar", disse Ela Wiecko. "O mensalão é um processo que tramita com a máxima celeridade", limitou-se a comentar Roberto Gurgel. (Págs. 1 e A12)
BIS cobra dos emergentes juros mais altos contra inflação nos ricos (Págs. 1 e A)

Trabalho e renda aumentam
A carga média do trabalhador brasileiro no primeiro trimestre aumentou para 40,3 horas semanais, a mais alta para o período nos últimos cinco anos, apoiada principalmente no maior número de horas extras. (Págs. 1 e A3)
Cabo de guerra no varejo
Concentração carda vez maior no varejo de móveis e produtos eletroeletrônicos, resultado de fusões recentes entre grandes cedes, aumenta a pressão e reduz margens de fornecedores. (Págs. 1 e B1)
Celulares desafiam cartões
Estudo do Credit Suisse aponta que o desenvolvimento de novas tecnologias para adoção dos smartphones como forma de pagamento deve elevar essas transações de US$ 78 bilhões no ano passado para US$ 618 bilhões até 2016. (Págs. 1 e B2)
Vipal e Tubozan desafiam líderes
Após oito meses de negociações, a Vipal, do Rio Grande do Sul, e a Tubozan, de Santa Catarina, uniram-se para criar a BRPlásticos. A nova empresa nasce como a terceira maior indústria do país no segmento de tubos e conexões para a construção. (Págs. 1 e B10)
ETH encerra ciclo inicial
Por muito tempo vista como “empresa-projeto", a ETH Bioenergia emerge nesta safra entre as três maiores produtoras de etanol do país, com produção prevista de 1,6 bilhão de litros. O faturamento deve mais que dobrar, para cerca de R$ 2,2 bilhões. (Págs. 1 e B14)
Retração da renda fixa
A alta dos juros e da inflação trouxe incertezas que desestimularam as empresas a lançar debêntures e notas promissórias. Neste ano, até abril, as emissões recuaram 22,3% sobre igual período de 2010. (Págs. 1 e C2)
Hora da virada
Em queda de 7,05% no ano e patinando há meses ao redor dos 65 mil pontos, mesmo os analistas mais pessimistas acreditam que a bolsa está barata e que o momento é de compra. (Págs. 1 e D2)
Aquecimento nas teles
A demanda por executivos na área de telecomunicações neste ano deve aumentar cerca de 30% em comparação com o ano passado, segundo estimativas da Hays, consultoria global que atua no recrutamento de profissionais de alta e média gerencia. (Págs. 1 e D10)
Ideias
Renato Janine Ribeiro

O DEM pode até não acabar, mas está em crise porque não foi um partido liberal que apostasse nos empreendedores. (Págs. 1 e A6)
Ideias
Fábio Giambiagi

O maior desafio do Rio talvez seja o de evitar a maldição da abundância associada ao petróleo. (Págs. 1 e A11)

Estado de Minas

A perigosa viagem dos jovens de classe média
A prisão recente de 13 pessoas levou a Polícia Federal a traçar perfil dos traficantes internacionais que transformaram a atividade de “mula” numa espécie de profissão. Facilidade com idiomas, bom nível cultural, conhecimento sobre aeroportos, redes sociais e promessa de pagamento de até R$ 20 mil por viagem abriram caminho para universitários de classe média de BH, entre 20 e 30 anos, viajarem à Europa em busca de LSD e ecstasy para consumo próprio e distribuição. Pela internet, eles fazem contatos e passam a distribuir entre amigos e colegas da faculdade. (Págs. 1 e 17)
Etanol acelera produção de cana
Preço elevado do combustível deve gerar recorde na colheita com 58 milhões de toneladas da planta em 2012. (Págs. 1 e Agropecuário)
Vereador de BH: Festa com cara de campanha
Geraldo Félix (PMDB) faz confraternização com sorteio de presentes caros para as mães. Caso semelhante já levou à cassação de um parlamentar pela Justiça Eleitoral. (Págs. 1 e 3)
O apetite do dragão: Aplicações perdem para a inflação
Alta de preços está engolindo a rentabilidade de quase todos os investimentos de renda fixa. Só fundos com depósito acima de R$ 20 mil superam o IPCA. (Págs. 1 e 11)
Siderurgia
Aposta na mineração. (Págs. 1 e 10)
Consumidor
Ligações indesejáveis viram caso de polícia. (Págs. 1 e 12)
Orçamento
Corte de recursos afeta operações da Polícia Federal. (Págs. 1 e 6)

Jornal do Commercio (PE)

Santa felicidade! (Págs. 1 e Esportes, 1 a 8)

Obama pede que o Paquistão apure apoio local a Bin Laden (Págs. 1 e 6)

Operação-padrão
Policiais militares de Pernambuco começam hoje “greve branca”. (Págs. 1 e 12)

Zero Hora (RS)

Estádios para a Copa já estão 15% mais caros
Custo para remodelar cinco arenas e construir outras sete já está em R$ 6,37 bi. (Págs. 1, 4 e 5)
Presídios: Juiz vetará tornozeleira para regime semiaberto
Vara de Execuções Criminais vai negar prisão domiciliar para apenados do semiaberto. (Págs. 1 e 34)
Caça-níqueis, Caça-vidas: Até torpedos para cercar os viciados
No segundo dia da série sobre o jogo, veja o assédio dos bingos aos dependentes. (Págs. 1, 24 e 25)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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