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A morte tem nome de mulher

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Publicado em 17/04/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, DOMINGO, 17 DE ABRIL DE 2011.

Correio Braziliense

A morte tem nome de mulher
Gilmara, Fernanda, Socorro, Geysa... O Brasil faz de conta que não está vendo um fenômeno que se alastra no país: o assassinato de mulheres. A média oficial de crimes de gênero cresceu 30% na última década, percentual que esconde tragédia muito maior. No Pará, houve um aumento de 256% no mesmo período. Em Alagoas, 104%. Em Almirante Tamandaré (PR), existe uma organização criminosa especializada em matar mulheres. A repórter Alana Rizzo revela, a partir desta edição, que os homens estão achando muito fácil acabar com uma vida do sexo feminino. (Págs. 1 e 10 a 12)

A ditadura temia a UnB
O regime militar estava decidido a combater a Universidade de Brasília "com todas as armas e em qualquer terreno", revelam documentos do Ministério da Aeronáutica. (Págs. 1 e 7)

Talento importado
Autorizações para que estrangeiros como Dina Albreem trabalhem no Brasil dobraram em quatro anos. Contratação estimula competição nas empresas. (Pág. 1 e Trabalho & Formação Profissional, Capa e Pág. 2)

Federais farão escolta de Durval (Págs. 1 e 32)


O Globo

Escolas ignoram a lei que obriga a denunciar bullying
Fila para tratar doença mental, como a do autor do massacre, dura até quatro meses

Apesar de uma lei estadual – sancionada em setembro do ano passado – determinar que as escolas públicas e particulares do Rio comuniquem os casos de bullying à polícia ou aos conselhos tutelares, um levantamento feito pelo GLOBO revela que a regra não é respeitada. Não há registro de que qualquer caso tenha sido informado às autoridades pelos colégios, segundo confirma a Delegacia da Criança e do Adolescente. Apesar de a lei prever multas, nenhuma escola sofreu a sanção. O problema, porém, afeta até mesmo professores. O bullying foi usado como justificativa pelo autor do massacre de
Realengo, que tinha problemas mentais. A busca por um tratamento público para a doença, no entanto, é difícil: profissionais e pacientes denunciam que a fila de espera para atendimento ambulatorial com psiquiatras ou psicólogos nas unidades municipais leva até quatro meses. (Págs. 1 e 16 a 21)
Passagens aéreas sobem 49% no país
Os preços das passagens aéreas no país aumentaram 49% nos últimos 12 meses. Mesmo com a alta dos preços, o brasileiro está viajando mais de avião, atraído pelo parcelamento na compra dos bilhetes. (Págs. 1 e 35)
Theodomiro Romeiro
Primeiro condenado à morte pela ditadura, ex-militante do PCBR, hoje juiz, requer anistia política. (Págs. 1 e 14)
Mais letal que crack, oxi se espalha no país
Nova droga, subproduto da cocaína, entrou no Brasil pelo Acre e chegou a SP

Uma nova droga entrou no Brasil pelo Acre e se espalha por vários estados: o oxi, um subproduto da cocaína mais barato e devastador que o crack. Em Rio Branco, capital do Acre, viciados perambulam pelas ruas. No Norte-Nordeste, há vários registros da droga, que já chegou a São Paulo. No Rio, não há apreensões. Para a Polícia Federal, o maior perigo é que o oxi, resultante da mistura da pasta de cocaína com solventes, pode ser produzido facilmente, sem necessidade de laboratório. (Págs. 1 e 3 a 11)
Lula vetou alta de juros no fim do governo
No seu último mês de governo, o então presidente Lula vetou o aumento de juros proposto pelo presidente do BC, Henrique Meirelles. Análises técnicas revelavam a necessidade de começar ali o aperto monetário, mas Lula preferiu deixar a tarefa para Dilma. (Págs. 1 e 36)
Miriam Leitão
Grupos JBS e Bertin são exemplos do erro da política do BNDES de escolher campeões. (Págs. 1 e 36)

Folha de S. Paulo

Mortes se repetem nas estradas em pontos previsíveis
Metade dos acidentes com óbito em vias federais de 2 Estados ocorreu em lugares já listados como perigosos pelo governo

A Folha mapeou os pontos de rodovias federais em Minas Gerais e no Espírito Santo onde 213 pessoas morreram no Carnaval e verificou que, de 144 ocorrências fatais, 70 aconteceram em lugares já apontados pelo governo como perigosos.
Em cinco anos e meio, eles registraram ao menos 3.917 acidentes, com 1.441 feridos e 127 mortos.
Mesmo levando em conta a responsabilidade dos motoristas, a existência de locais que concentram acidentes, mortos e feridos pode ser indício de deficiência em sinalização, pavimento ou geometria das pistas.
O governo afirma que já houve melhora nas rodovias e promete investimentos inéditos em pontos críticos e sinalização. (Págs. 1 e Cotidiano)
Anatel fiscalizará teles fixas contra abuso em cobrança
A Anatel prepara operação nacional de fiscalização das teles fixas para detectar possíveis abusos na cobrança das chamadas. Investigação na área da Brasil Telecom apontou R$ 21 milhões a mais nas cobranças só nas chamadas locais. Em defesa à Anatel, a Oi, dona da BrT, nega infrações. (Págs. 1 e Mercado B1)
Petista defende uso da maconha e ataca Big Mac
O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP) defendeu em debate a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas de usuários. Segundo ele, não há por que vetar a droga se o sanduíche do McDonald´s, "talvez o maior crime", não é proibido. Procurado, não deu resposta. (Págs. 1, Poder A4 e A9)
Governo afrouxa regra para verba de obras da Copa
Para evitar atraso nas obras da Copa de 2014, a Caixa Econômica Federal e o BNDES têm feito vista grossa para procedimentos usualmente adotados ao assinar contratos de empréstimos.
Segundo as instituições, os recursos são liberados apenas com as exigências atendidas. (Págs. 1 e Esporte D8)
Renata Lo Prete: FHC responde a Lula e diz que não despreza "povão"
Em resposta a crítica de Lula a seu artigo, Fernando Henrique diz que, "se Lula fosse adversário leal, reconheceria que não desprezo o 'povão'. Para ele, o PSDB deve se aproximar dos que "não caíram no neoclientelismo petista". (Págs. 1 e Poder A4)
Editoriais
Leia "Paradoxo inquietante", que aponta risco de instabilidade global, e "Um enigma chinês", sobre dúvidas acerca de investimentos no Brasil. (Págs. 1 e Opinião A2)
Mercado
Empresa de Maurício de Sousa investe R$ 15 milhões para exportar animação (Págs. 1 e B4)
Ilustríssima
Ricardo Piglia trata de política e fronteiras da criação ficcional (Págs. 1, 4 e 5)

O Estado de S. Paulo

Empresas já reduzem exigências para contratar
Pesquisa inédita com companhias que somam 22% do PIB indica que 92% têm problema para preencher vaga

Pesquisa da Fundação Dom Cabral com 130 empresas, responsáveis por 22% do PIB, mostra que 92% delas estão com dificuldade para contratar profissionais. Os dados apontam que 54% das companhias reduziram os requisitos na contratação de pessoal para as áreas técnica e operacional, justamente as que apresentam mais problemas. Nos cargos estratégicos, 28% das empresas também diminuíram as exigências, como pós-graduação, fluência em idiomas e experiência. A solução tem sido contratar o profissional sem experiência e treiná-lo com cursos moldados à necessidade da companhia. Mesmo reduzindo os requisitos, algumas companhias demoram até seis meses para conseguir encontrar um profissional, porque a concorrência é grande. (Economia/Págs. 1 e B1, B3 e B4)

Vale até ir à missa

A dificuldade para contratar profissionais levou as empresas a inovar para atrair candidatos. Uma delas faz convite em missas. Outra estuda importar mão de obra da Bolívia. (Economia/Pág 1 e B3)
Dilma tenta fazer a Copa decolar
A presidente Dilma Rousseff vai se reunir com governadores e prefeitos de cidades-sede da Copa. Deve ouvir palavras tranquilizadoras sobre obras de infraestrutura e estádios, mas terá em mãos relatório com dados preocupantes. Na prática, pouco foi feito. (Esportes/Págs. 1 e E4 e E5)
Aliás, chegaram os emergentes
Quem é a "nova classe média" que FHC diz ser o objetivo da oposição? Para o sociólogo Jessé de Souza, trata-se da novidade do país. O cientista político Bolívar Lamounier diz não ser surpresa se parte for chamada de "proletariado".

Analistas avaliam o impacto nas eleições. (Nacional/Págs. 1 e A8)
Legislação impõe novas despesas aos municípios (Nacional/Págs. 1 e A4)

Acordo sobre Código Florestal recebe críticas (Vida/Págs. 1 e A23)

Haitianos vêm ao Brasil pela trilha amazônica
Cerca de 250 haitianos conseguiram entrar, clandestinamente, nesta pequena cidade do Acre. Com a proeza, incluíram o País no mapa da diáspora haitiana, com EUA, Canadá, República Dominicana e França. (Internacional/Págs. 1 e A19)
José R. Mendonça de Barros: Grandes Oportunidades
As mudanças da economia e transformações no País abrem espaço para a atividade empresarial, a despeito da incerteza macroeconômica. (Economia/Págs. 1 e B10)
Verissimo: Os hereges
Na relação dos intelectuais com o poder, uma questão atravessa a História: onde termina a fascinação e começa a cumplicidade? (Caderno 2/Págs. 1 e D14)
Notas e Informações: Não há zona segura na economia global
Era pós-crise ainda não começou e novos desafios se impõem. (Págs. 1 e A3)

Estado de Minas

Poucos policiais para muitas estradas
As três mortes de ontem na BR-040, perto de Congonhas, no acidente em que um caminhão desgovernado bateu em um ônibus, poderiam ter sido evitadas se o efetivo policial fosse suficiente para vigiar a malha rodoviária federal de Minas, a maior do país. O estado perde para Rio e São Paulo em índice de agente por quilômetro fiscalizado, o que deixa as pistas vulneráveis aos abusos.
Dados do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais (Sinprf-MG) mostram que para os 5.973 quilômetros de rodovias sob responsabilidade da PRF em Minas há apenas 825 patrulheiros. A média é de 0,14 agente por 1 mil metros fiscalizados, contra 0,49 e 0,54 nas vias fluminenses e paulistas, respectivamente, que, de acordo com especialista, estão dentro do parâmetro ideal. (Págs. 1 e 25 a 27)
Prefeituras: Cerco ao mau uso do poder
O Legislativo de mais de 40 municípios mineiros resolveu agir e encurrala os prefeitos com investigações de suspeitas de fraudes e desvio de verbas. Em oito cidades as apurações já foram encerradas e em apenas uma delas não houve com provação das denúncias. (Págs. 1, 6 e 7)

Mulheres agredidas: Vítimas da covardia
Elas perdem a vida baleadas, esfaqueadas ou espancadas por maridos, namorados, irmãos e até pais. O EM inicia hoje série de reportagens que mostra o aumento de 30% no número de casos de violência contra a mulher e a dor de quem escapou ou vive com medo da morte. (Págs. 1 e 14 a 16)

Zero Hora (RS)

A vida com pleno emprego
Economia multiplica oportunidades, transforma famílias e redesenha as relações de trabalho, como conta série de reportagens de hoje a sexta-feira. (Págs. 1 e 17 a 19)
Pesquisa Ibope: Gaúchos apontam educação como via para o RS crescer
Entre os freios para o desenvolvimento, população destacou a falta de investimento em ensino. (Págs. 1, 4, 5 e Rosane de Oliveira, Pág. 10)

REVISTAS SEMANAIS – DATAS DE CAPA

Veja, 20/4/2011.

Abaixo a tirania dos valentões
Por que as escolas não podem mais fingir que o bullying é problema só dos alunos e de seus pais. (Pág. 1)
Exclusivo
O terrorista que recruta jovens brasileiros e os doutrina no Irã. (Pág. 1)
Época, 18/4/2011.


O príncipe e a plebeia
21 páginas sobre o casamento do século XXI (Pág. 1)

Tragédia em Realengo
O que as novas provas da polícia revelam sobre a mente do atirador.

Nosso repórter mostra como é fácil comprar uma arma no mercado ilegal. (Pág. 1)

ISTOÉ, 20/4/2011.


Exclusivo: "O roubo na Previdência não acabou"
A maior fraudadora da história do Brasil, Jorgina de Freitas, quebra o silêncio e dá à Isto É sua primeira entrevista após 12 anos de prisão. Condenada pelos desvio de R$ 1,2 bilhão do INSS, ela fala dos seus dias na cadeia, do temor de um sequestro e denuncia que a Previdência está sendo novamente lesada. (Pág. 1)

ISTOÉ Dinheiro, 20/4/2011.


Terry Gou
Este homem vai fazer o iPad no Brasil

O País finalmente entre na rota da Apple para a fabricação e equipamentos com um investimento gigante de R$ 20 bilhões. Conheça os planos ousados de Terry Gou, o poderoso CEO da Foxconn, maior fabricante de eletrônicos do mundo. (Pág. 1)
Investimentos
Vire um tubarão da Bolsa. (Pág. 1)
Beleza
Um mercado de R$ 50 bilhões. (Pág. 1)
João Claudino
O magnata do Piauí. (Pág. 1)

CartaCapital, 20/4/2011.


Parceiro ideal?
O Brasil ganha com a China hoje. Mas e amanhã?

Belluzzo: pagamos agora os erros cometidos pelo BC na crise de 2009.

O controle de capitais na pauta dos emergentes. (Pág. 1)

EXAME, 20/4/2011 (Quinzenal)


Sucessão na Vale
4 milhões de acionistas de olho nele.

Quem é e o que pensa Murilo Ferreira, o novo presidente da Vale. E por que ele se tornou uma figura crucial do capitalismo brasileiro. (Pág. 1)
Milionários da Bolsa
Eles lucraram alto com o pior da crise de 2008. (Pág. 1)
Energia
Nada será tão vital para o crescimento mundial neste século. (Pág. 1)

Fontes: Radiobras-JBWiki!

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