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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
O Artista (Trailer Legendado)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

"O monstro mora ao lado"

1236 acessos - 0 comentários

Publicado em 10/04/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, 10 DE ABRIL DE 2011.

REVISTAS SEMANAIS – DATAS DE CAPA.

Veja, 13/4/2011
O monstro mora ao lado
Como saber quando a loucura assassina emergirá das camadas profundas de anos de humilhação, solidão e frustração?

O efeito imitação

Treino e uniforme de combate, vício em internet e carta-testamento: a perturbadora semelhança entre os autores de crimes bárbaros em escolas.

Vidas interrompidas

Elas queriam ser da Marinhya, atletas, modelos... (Pág. 1)

Época, 11/4/2011

"Vou matar vocês. Não adianta fugir"
Wellington Menezes de Oliveira, ao disparar contra dezenas de crianças, espalhando a morte e o pânico pela escola Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro

ISTOÉ, 13/4/2011

O terror chega à escola
O massacre que resultou na morte de 12 alunos e feriu outros 12 em um colégio do Rio afeta toda a sociedade e pode deixar a marca do medo em uma geração

Reconstrução dos momentos dramáticos da tragédia

A história e a mente do assassino do Realengo

O impacto psicológico nas crianças

Como pais e escolas devem tratar o tema com os jovens
Especial
As cidades que mais crescem e geram oportunidades no Brasil

ISTOÉ Dinheiro, 13/4/2011

Para onde vai a Vale
Os desafios e os planos de Murilo Ferreira, o executivo escolhido para comandar a maior mineradora de ferro do mundo. Ele fala à DINHEIRO como a Vale irá rever o relacionamento com controladores e funcionários.

Murilo Ferreira: “Vamos discutir e executar os planos dos acionistas da melhor maneira possível, bem ao estilo mineiro”. (Pág. 1)
Dilma
100 dias depois, economia a 100 km por hora. Precisa frear? (Pág. 1)

Ivo Lodo
Como ele fez do BVA o banco que mais cresce no Brasil. (Pág. 1)

CartaCapital, 13/4/2011


A sucessão na Vale
Por que a substituição de Roger Agnelli transformou-se na mais recente guerra política no Brasil.
A verdade sobre o relatório da PF
O esquema começa com Dantas, mas não acaba em mensalão.


O Globo

Campanha contra armas recomeça após massacre
Além de pagar por revólver devolvido, governo recolheria também munição

Após o massacre de 12 crianças na escola de Realengo, o governo e o Viva Rio decidiram recomeçar imediatamente a campanha do desarmamento, voltando a pagar por unidade devolvida com o objetivo de tirar rapidamente de circulação uma grande parte das 14 milhões de armas em mãos de civis – das quais cerca de 7,6 milhões são ilegais. Segundo o pesquisador Daniel Cerqueira, do Ipea, para cada 18 armas apreendidas, uma vida é salva. Em reunião amanhã com o alto escalão do Ministério da Justiça, o Viva Rio proporá que também seja remunerada com alguns centavos a entrega de munição e apoiará a ideia do governo de tornar obrigatório o uso de chips em revólveres para facilitar a localização de armamento extraviado. (Págs. 1, 15 a 20)

A vida que segue
“Não aguento mais ir à janela e olhar para lá, dizia a moradora de um casebre de onde se via a cena do crime. Nas padarias, quitandas e bancas de jornais (em muitas, às 6h do dia seguinte já não se encontravam exemplares), as conversas giravam em torno de conhecidos que eram parentes ou amigos de vítimas. “É preciso cortar a cabeça do mal”, esbravejava um militar reformado, citando Robespierre e Napoleão. Sozinhos ou acompanhados dos pais, estudantes enfrentaram o medo e foram às demais escolas, enchendo as ruas de esperança, conta Arnaldo Bloch. (Págs. 1 e 16)

Arminio: Brasil repete erros do milagre econômico
O Brasil hoje está em uma encruzilhada, repetindo erros do passado, do fim do milagre econômico, nos anos 70/80, diz o ex-presidente do BC Armínio Fraga, em artigo escrito em parceria com Pedro Cavalcanti Ferreira (FGV). Para eles, o governo tem que fazer reformas, investir mais e gastar menos. É essencial o país “educar mais e melhor”. (Págs. 1 e 33)
Gabrielli: Petrobrás não pode ser apontada como a vilã da inflação (Págs. 1 e 28)

“Todo dia tem tortura”, diz assessor do governo
Para o coordenador de Combate à Tortura da Secretaria de Direitos Humanos, Aldo Zaidan, o crime ocorre todo dia. A CNBB recebeu este ano 25 denúncias de tortura contra presos. Em 2010, houve 70 (Págs. 1, 3 e 4)
O analista da Tijuca que negociou com o Irã
O engenheiro Nelson Galgoul, de 62 anos, foi condenado e preso pela Justiça dos EUA por vender tecnologia para o Irã. Em liberdade condicional, dá cursos bíblicos no Rio. (Págs. 1 e 12)

Folha de S. Paulo

Planalto altera a regra de plano de banda larga
Operadoras terão de oferecer conexões mais velozes pelos mesmos R$ 35

A presidente Dilma Rousseff determinou mudança no Plano Nacional de Banda Larga, informam Valdo Cruz e Julio Wiziacik. Pelos mesmos R$ 35, as teles terão agora de oferecer conexões de 1 Mbps (megabit/segundo) em vez dos atuais 600 kbps (kilobits/segundo). Dilma exigiu que o Ministério das Comunicações faça a alteração, dizendo que o plano original do país está defasado. Na Coréia do Sul, as velocidades vão de 1 a 2 Gbps (gigabits/segundo) – 20 vezes mais que nos Estados Unidos e até 2.000 vezes mais do que no Brasil.
As teles começarão a negociar com o governo nesta semana. A alteração deve atrasar em, ao menos, três meses o início do programa, marcado para o fim de abril.
A presidente afirmou que as operadoras terão de investir, em vez de ficar pedindo dinheiro ao governo.
Em contrapartida à nova regra, o governo trabalhará pela aprovação do projeto que prevê abertura do mercado de TV a cabo para teles. Com isso, elas poderão adquirir o controle de empresas de TV e vender “combos” (TV paga, telefone e banda larga). (Págs. 1, B1 e Mercado)

Cem dias com ela: Dilma começa com calmaria política e tensão na economia
Os primeiros cem dias do governo de Dilma Rousseff foram marcados pela redução dos conflitos políticos e pela elevação das tensões na seara econômica. Diferentemente de Lula, a presidente adotou o silêncio, abandonou ataques à oposição e resistiu ao loteamento partidário de cargos. Na economia, a expectativa de aumento de preços segue em alta, enquanto projeções de crescimento estão em queda. (Págs. 1, A10 e A11)

Favorito hoje no Peru recusa Brasil como ’patrão’
O candidato de esquerda Ollanta Humala é o favorito nas eleições presidenciais de hoje no Peru, relata a enviada especial a Lima, Patrícia Campos Mello. Nacionalista, defende integração com o Brasil, mas sem que o país seja “patrão” dos peruanos. (Págs. Mundo, 1 e A16)
Dupla que vendeu revólver para o atirador é presa
Foram presos no Rio o chaveiro Charleston Souza de Lucena, 38, e o vigia desempregado Izaías de Souza, 48, que admitiram ter intermediado a venda de um dos revólveres usados por Wellington Menezes de Oliveira no massacre de 12 crianças. (Págs. Cotidiano, 1 e C1)



Fernando de Barros e Silva
O assunto é sério, mas novela sobre ditadura é piada. (Págs. 1 e E3)

Elio Gaspari
Peões prevalecem nas obras do PAC e na orquestra. (Págs. Poder, 1 e A14)

Editoriais
Leia “Cem dias”, que traça um balanço dos pontos positivos e negativos dos primeiros dias da administração da presidente Dilma Rousseff. (Págs. Opinião, 1 e A2)


O Estado de S. Paulo

Dilma vai à China buscar investimento em tecnologia
’Diplomacia de resultados’ pretende fazer chineses deixarem de ser só compradores de terra e minério

O Brasil quer que a China seja mais do que compradora de terras, soja e minérios do País. Quer fábricas e investimentos chineses. Essa é a ambição da “diplomacia de resultados” que vai acompanhar a visita da presidente Dilma Rousseff à China a partir de amanhã. Além do anúncio da encomenda de aviões à Embraer. Dilma está certa de que voltará da viagem com um contrato de US$ 200 milhões para que a indústria eletroeletrônica ZTE comece a se instalar em Hortolândia (SP). Ela indicará em Pequim, que está interessada em uma relação de longo prazo com Pequim. Mas vai reclamar das barreiras à expansão dos negócios brasileiros na China. (Págs. Economia, 1 e B1)
Fotolegenda: 100 dias de governo
Discreta, Dilma Rousseff completa 100 dias na Presidência sem dar margem a dúvidas sobre a capacidade de controlar o próprio governo. (Págs. 1 e Especial)

Escola terá de se ’reinventar’ após massacre diz professor
Após o massacre de quinta-feira, quando Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 rianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio, a missão dos professores é convencer os alunos de que o lugar é seguro. “Vamos ter de reinventar a escola”, diz Luciano Lourenço de 35 anos, professor de Geografia que estava na sala ao lado de onde começou o massacre. “Mas nós somos muito unidos, adoramos a escola. Vamos conseguir”. (Págs. Metrópole, 1 e C3)


''Atirador de escola se vê como fracassado'', afirma Katherine Newman, antropóloga e especialista em tiroteios em colégios.

Quando em 1999 dois alunos invadiram a escola americana Columbine, em Littleton, no Estado do Colorado, mataram 13 pessoas e se suicidaram, coube à antropóloga Katherine Newman tentar explicar o que aconteceu ao Congresso dos Estados Unidos. Hoje reitora da Faculdade de Artes e Ciências da Universidade John Hopkins, ela foi incumbida pelos deputados de estudar o massacre. Sua pesquisa rendeu o livro Rampage: The Social Roots Of School Shootings (Violência: as raízes sociais de tiroteios em escolas), adotado pelo governo americano. A seguir, ela diz que há paralelos entre aquele caso com o do Rio.
O que a tragédia de Realengo tem de similar com os tiroteios em escolas americanas?
Esse terrível incidente do Rio tem muitos pontos de semelhança com casos que tivemos nos Estados Unidos. Primeiramente, a versão mais clássica dos tiroteios em escolas envolve pessoas que faziam parte da instituição. É um ataque que vem de dentro, por isso é tão perigoso. Não é um invasor; é uma pessoa conhecida e, assim, é muito difícil se proteger. Também não é incomum que os atiradores criem uma situação em que eles serão alvejados e mortos ou que se matem.
Por que eles fazem isso?
Porque normalmente eles já eram potenciais suicidas há algum tempo. Mas, em vez de somente se matar e ficar com o estigma de fracos, eles têm essa necessidade de chamar mais atenção e usam a violência para isso. É uma saída deliberadamente "espetacular".
No caso de Wellington, algum tempo atrás ele mudou seu comportamento e sua forma de se vestir, por exemplo.
Conforme mais coisas sobre o rapaz forem descobertas, provavelmente se constatará que ele fez várias tentativas de mudar a forma como as pessoas o enxergavam. A maioria dos atiradores de escolas se vê como fracassados socialmente. E normalmente são. Então, eles passam a falar para os colegas que consideram fazer algo dramático e violento. Infelizmente, é assim que eles começam a chamar atenção, mas eles já estão tão comprometidos com o que haviam se proposto a fazer que não conseguem sair dessa ideia.
E os colegas não fazem nada para evitar o ato violento?
Pelo contrário. Entre os adolescentes mais jovens, especialmente, os colegas ainda encorajam o ato, sem saber que o garoto pode estar falando sério. Eles sentem certo prazer ao atormentar essa pessoa e a pressionarem. Então, se o atirador desistisse, ele acumularia mais um enorme fracasso social.
Wellington era um ex-aluno. Como diferenciar o que era um problema individual dele e o que é uma questão social da escola?
É sempre uma combinação das duas coisas. Pessoas normais não atiram em crianças. Então estamos falando de alguém com uma séria perturbação mental. Por outro lado, há quase sempre um fator social nesses casos: a rejeição, a inabilidade de ser aceito por um grupo. Há ainda um elemento que chamamos de solidariedade negativa, quando um grupo social se une, especialmente os adolescentes, e intensifica a ligação entre eles por meio da rejeição e da ridicularização do outro.
Mas daí a matar pessoas...
O atirador não está querendo matar pessoas. Ele quer chamar atenção e ser respeitado. O atirador prefere ser visto como assustador, dramático, a ser visto como fraco, perdedor, que é como ele foi visto a vida toda.
O que os Estados Unidos aprenderam dos casos de tiroteios em escolas?
Nós aprendemos a ser mais observadores das pessoas ao nosso redor. Os jovens aprendem, por um curto período, que seu comportamento de rejeição com relação aos colegas pode ter consequências sérias. Isso muda o comportamento deles por um curto período, porque as próximas gerações nas escolas atingidas não têm a memória emocional do acontecido. Então, as mudanças são temporárias. As autoridades escolares aprendem a ser mais vigilantes, a prestar atenção aos sinais, a ouvir os alunos um pouco mais. O que podemos esperar é que haja uma detecção precoce dos alunos mais problemáticos.
E as medidas de segurança?
Detectores de metal ajudaram a encontrar armas, certamente. Mas o principal objetivo é manter estranhos fora da escola. E, nesses casos, os atiradores não são estranhos. Não é por aí.
Nada poderia ter sido feito?
É impossível garantir que algo assim não acontecerá nunca mais. Temos só de tentar melhorar a experiência escolar dos adolescentes, diminuindo o bullying, a rejeição. Os atiradores experimentaram uma forma extrema de isolamento, mas isso não quer dizer que milhões de crianças não passem por isso de forma mais amena. Não à toa, nós não gostaríamos de voltar à nossa adolescência.
O atirador do Rio tinha 23 anos, não era mais um adolescente.
Talvez ele fosse um rapaz imaturo, infantilizado. Quando analisamos os atiradores adolescentes, é mais fácil detectar se eles têm um problema mental ou social grave, porque eles estão envolvidos com grupos, com instituições. Conforme ficam mais velhos, o isolamento é inevitável e o diagnóstico fica mais difícil. Foi o que aconteceu com o Cho Seung-hui, na Universidade Virginia Tech, em 2007. No caso do Wellington, o isolamento deve ter tido um papel grande em sua vida. Sozinho, ele deve ter remoído muito a dolorosa experiência escolar, sem ninguém para distraí-lo.
Há influência dos episódios americanos neste caso?
Culpar a cultura americana é uma saída simples demais. Casos aconteceram nos EUA, mas o pior tiroteio em escolas de ensino médio foi na Alemanha, na cidade de Efurt, em 2002, onde 16 pessoas morreram. Qualquer lugar está sujeito a isso. E não há como saber por que só agora aconteceu no Brasil.
Também se costuma culpar filmes e games violentos.
Não é que isso seja desimportante na cabeça desses jovens, mas não é tão importante quanto as pessoas pensam. A maioria das pessoas pensa que esses vídeos estimulam os jovens a ser violentos. Mas a real influência desses vídeos na cabeça dos jovens é a forma como ali a violência representa a masculinidade, a glória do anti-herói. E, para sermos totalmente honestos, toda nossa cultura, em qualquer país ocidental, glorifica e respeita o homem violento. (Flávia Tavares - O Estado de S.Paulo.)


No Peru, 4 têm chances de ir ao segundo turno
Mais de 19 milhões de peruanos vão às urnas hoje para decidir uma das eleições presidenciais mais concorridas da história do país, informa a enviada especial Renata Miranda. Quatro candidatos têm chances de passar para o segundo turno. (Págs. Internacional, 1, e A14)

Memória: Morre Reali Júnior
Morreu ontem em São Paulo, vítima de infarte aos 71 anos, o jornalista Reali Júnior. Nascido em Bauru, Reali foi correspondente do ’Estado’ e da rádio Jovem Pan em Paris durante 38 anos. (Págs. Nacional, 1 e A10)

Contador diz como o Panamericano ruiu
Depoimento à Polícia Federal, Marco Antonio Pereira da Silva, ex-contador do Panamericano, mostra passo a passo como o banco de Silvio Santos quebrou. (Págs. Economia, 1 e B14)

Inflação assombra e câmbio desafia. (Págs. 1 e H7)

Contra a miséria, foco no emprego. (Págs. 1 e H5)

Notas & Informações: Mantega no país da fantasia
É assustadora a tranqüilidade exibida pelo ministro diante do evidente surto inflacionário. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Abraço e protesto contra a covardia
No dia em que o Rio de Janeiro se despediu da 12ª vítima do massacre de Realengo, estudantes, professores e pais de alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira abraçaram simbolicamente o colégio, transformado num imenso memorial, com velas, flores e mensagens por todos os lados. Além das homenagens, um protesto: a casa onde morava a família do assassino, Wellington Menezes de Oliveira, amanheceu pichada. A polícia descobriu que o autor da chacina pagou R$ 260 por uma das armas e ainda procura a pessoa que vendeu o revólver. Dois homens que intermediaram a transação foram indiciados. Enquanto as investigações prosseguem, a população permanece perplexa e algumas discussões voltam à tona. Entre elas, os distúrbios psiquiátricos que podem levar a tragédias chocantes e o desarmamento da sociedade civil. (Págs. 1 e 10 a 14)
O pragmatismo de Dilma
Depois de se reunir com premiê grego em Atenas, a presidente levará discurso pragmático à China, que, como o Brasil, integra os Brics — bloco que se destaca mundialmente com taxas de crescimento superiores às de países ricos.
(Págs. 1 e 15 A 17)
O desgaste de Obama
O presidente norte-americano fecha com congressistas um acordo que determina o corte histórico de US$ 38 bilhões nos gastos públicos. Demora na aprovação do Orçamento mostra o quanto o governo democrata está enfraquecido. (Págs. 1 e 23)
Os 100 dias de governo
Dilma Rousseff

A presidente começa mandato com popularidade em alta, mas turbulências econômicas podem alterar o clima. (Págs. 1, 2 e 3)

Agnelo Queiroz

Depois de arrumar a casa, o governador planeja mudanças profundas em áreas críticas, como saúde e segurança. (Págs. 1, 27 e 29 a 31


Zero Hora


Como os gaúchos avaliam os 100 dias de governo Tarso
Em pesquisa exclusiva Ibope para os veículos da RBS, 80% dos consultados disseram aprovar a gestão do governador, que recebeu nota 6,9. (Págs. 1, 4 e 5 e Rosane de Oliveira, 10)
O que mudou em outros países após massacres
Estados Unidos e Grã-Bretanha reforçaram segurança em escolas

Revólver roubado custou R$ 250

Atirador mata seis na Holanda (Págs. 1 e 24 a 26)

A cultura da lentidão
Estado tem 1,6 mil imóveis ociosos (1, 6 e 8)


Fontes: Radiobras-JBWiki!

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