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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
O Artista (Trailer Legendado)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Esquizofrenia, choro, luto e um medo que vai durar para sempre

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Publicado em 09/04/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SÁBADO, 9 DE ABRIL DE 2011.

O Estado de S. Paulo

Dilma se opõe a aumento da gasolina
Após Petrobras aventar reajuste, Lobão diz, em nome da presidente, que preço não terá alta, a não ser que petróleo suba 'muito'

O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) afirmou que a presidente Dilma Rousseff é quem mais freia a eventual reajuste dos preços da gasolina: "Ela não quer o aumento". A possibilidade fora aventada pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Segundo Lobão, a empresa tem pleiteado o reajuste sob a justificativa de que os preços não sobem há nove anos e a última alteração ocorreu há dois anos, mas para baixo. O ministro admitiu, no entanto, que, se a cotação do barril de petróleo ultrapassar "muito" os níveis atuais, o reajuste será inevitável. Entretanto, Lobão não quis dar um valor exato. "A Petrobras imaginava que, se o petróleo chegasse a US$ 105, teria de haver reajuste. Mas estamos a US$ 120 e não houve”. Para analistas, porém, a declaração de Lobão e apenas uma demonstração política da disposição de Dilma em comer a inflação, às vésperas de um anúncio de reajuste da Petrobras. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Combustível barato

A gasolina está 25% mais barata no Brasil que nos EUA, indica pesquisa. Sem repassar a alta do petróleo, a Petrobras perdeu RS 1 bilhão no primeiro trimestre. (Págs. 1 e Economia B3)
Foto legenda: Capital do rock
A presidente Dilma Rousseff posa com Integrantes do U2 no Palácio da Alvorada: banda liderada por Bono Vox inicia hoje série de três shows em São Paulo. (Págs. 1 e Cidades C5 e C2+ Música, D4)

Atirador recarregou revólver pelo menos 9 vezes.

Wellington Menezes de Oliveira recarregou o revólver calibre 38 pelo menos nove vezes durante o ataque de anteontem aos estudantes em Realengo, no Rio. O atirador disparou ao menos 66 vezes, matando 12 jovens e ferindo 12. Wellington tinha outros 23 projéteis prontos para disparo. Mais de 4 mil pessoas compareceram ontem aos enterros de 11 das 12 vítimas. Três das crianças internadas permanecem em estado grave. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3 a C8)

Desajeitado e arredio, o atirador Wellington Menezes de Oliveira era alvo de chacotas de colegas da Escola Municipal Tasso da Silveira, palco do massacre. Na adolescência, foi rejeitado pelas meninas. "Desde pequeno ele tinha distúrbio mental e sofria isso que chamam de bullying", diz A., seu irmão adotivo de 44 anos.
Sob compromisso de não ser identificado - a Secretaria de Segurança do Rio lhe alertou que pode sofrer retaliação -, A. contou ao Estado que, ainda criança, Wellington recebeu diagnóstico de esquizofrenia. Ele foi adotado pela tia, Dicéia de Oliveira, mãe de A. "Lembro do dia em que ela chegou com aquela criança assustada no colo. Ele tinha de 6 a 7 anos quando começou a tomar remédios controlados."
Por volta dos 13 ou 14 - idade das vítimas -, Wellington abandonou os remédios. "Desde então sua esquisitice só piorou. Ele tinha obsessão pelo Velho Testamento da Bíblia", relatou A., negando que o irmão tivesse ligação com o Islamismo, como se especulou após a chacina.
A preocupação da família cresceu quando Dicéia percebeu que Wellington, já então viciado em internet, passou a ler manuais de fabricação de explosivos e manuseio de armas, além de pesquisar atentados terroristas, com predileção por homens-bomba do Oriente Médio. Segundo A., Wellington tinha preferência mórbida por cenas violentas e foi censurado pela família por comentar com empolgação o atentado contra Nova York, em 2001.
Os problemas se agravaram com a morte do pai adotivo, há cinco anos. E Wellington se isolou de vez após a morte de Dicéia, há dois, quando foi morar em Sepetiba, na casa deixada pelo pai. Especula-se que a partir daí passou a planejar o massacre. "Fiquei perplexo, como todo mundo, quando vi na TV a habilidade com que ele usava armas", diz A. Para ele, Wellington aprendeu tudo na internet.
Nicéia teve cinco filhos biológicos - três vivem no Distrito Federal. Taxista por mais de 20 anos, quase todo o tempo morando em Realengo, A. divorciou-se há três e mudou para o Entorno do Distrito Federal, onde vive há mais de 15 anos seu irmão mais velho, P., de 59. Uma irmã é dona de casa e vive com o marido, professor, há dez anos em Brasília. Outros dois irmãos ainda moram no Rio, um no Realengo.
Os Oliveira Alves, irmãos adotivos de Wellington, conheciam a maioria das famílias de adolescentes atacados. "Sou pai e avô e posso sentir o tamanho da dor dessas famílias. A única coisa que podemos fazer é lamentar do fundo do coração."
Retaliação. A vida da família está destruída. Ontem A. foi avisado pela empresa que está compulsoriamente de férias e deve aguardar em casa. Hipertenso e doente renal, P. teve ontem de ser internado. Pai de santo, ele comanda a Casa Afro-Cultural e Assistencial São Jorge, entidade filantrópica com registro ativo no governo federal, que recebe dinheiro público para atividades assistenciais. Por determinação policial, que considera elevado o risco de atentados, ele fechou o local por tempo indeterminado. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3 a C8) (Vannildo Mendes / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo)




Mercado dribla restrição ao crédito com cheque pré-datado
Desde dezembro, o mercado tem driblado as restrições ao crédito impostas pelo governo com uma invenção brasileira: o cheque pré-datado. Do último trimestre de 2010 para o primeiro deste ano, a fatia desse tipo de cheque no total emitido subiu de 76,37% para 78,04%. (Págs. 1 e Economia B6)
EUA criticam violações no Brasil
Relatório do governo dos EUA aponta diversos casos de desrespeito aos direitos humanos no Brasil, entre os quais a censura ao Estado. O Itamaraty criticou o documento. (Págs. 1 e Nacional A10)
Celso Ming
Enquadrar os usineiros

O sumiço do etanol conspira contra o plano de tornar o produto commodity internacional. Se não tem para entregar, como ser exportador? (Págs. 1 e Economia B2)
Marcelo Rubens Paiva
Racismo e saúde pública

No parto, as negras foram mais penalizadas por não serem aceitas já na primeira maternidade e, incrivelmente, receberam menos anestesia. (Págs. 1 e Caderno 2, D14)
Notas & Informações
A real ameaça chinesa

A presidente Dilma terá oportunidade de negociar uma relação comercial mais equilibrada. (Págs. 1 e A3)

O Globo

Massacre em Realengo
Adeus, crianças

Vítimas do ataque em escola pública são enterradas sob comoção; assassino pode ter aprendido sobre armas na internet

O massacre em Realengo abriu uma ferida no Rio e enlutou todo o país. A estupidez do crime produziu tanta dor que as vítimas foram sepultadas sob uma comoção coletiva poucas vezes vista, mesmo numa cidade marcada por constantes chacinas e tragédias. Os versos da música "Quando a chuva passar", interpretada por Ivete Sangalo, na voz das amigas de Luiza Paula da Silveira, de 14 anos, emocionaram todos no enterro de quatro dos 12 jovens, vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira. As cerimônias, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, foram acompanhadas por cerca de duas mil pessoas. A todo momento, adolescentes se abraçavam e choravam. Muitos passaram mal e foram atendidos num posto médico. A emoção tomou conta até dos policiais. O maior herói da tragédia, o sargento Alves, se encontrou com Allan Mendes da Silva, de 13 anos, um dos primeiros a fugir da escola, ferido, em busca de socorro. O local do massacre virou um santuário, com flores e velas. "Não consigo esquecer o barulho dos tiros. Como pode uma pessoa fazer isso? Por causa dele, vários sonhos se acabaram", lamentou a estudante Isabela da Silva, de 12 anos, colega da maioria das meninas mortas no ataque. Milena dos Santos Nascimento, 14 anos, sonhava em servir na Aeronáutica ou ser modelo, assim como Larissa Atanasio. Laryssa Martins queria ser marinheira. Mariana Rocha de Souza, 12 anos, planejava dar uma casa para a mãe. Igor Moraes da Silva, 13 anos, não só queria ser jogador profissional, mas com a camisa do Flamengo.
Como o garoto, Karine Lorraine Chagas de Oliveira queria brilhar no Maracanã, semana que vem, numa prova de atletismo no Célio de Barros. Filho de moradora de rua com problemas mentais, Wellington de Oliveira - o assassino - poderá ser enterrado como indigente se seu corpo não for reclamado em 15 dias. No computador dele foram deixados vestígios de que participava de jogos violentos e proibidos. Na internet, pode ter adquirido o conhecimento sobre armas que empregou no crime. No dia seguinte à chacina, dois assaltantes em fuga fizeram ontem uma criança refém numa escola municipal em Bangu, bairro vizinho a Realengo. Esta história teve final feliz. (Págs. 1, Caderno Especial, Caca Diegues, 6, Zuenir Ventura, 7 e editorial "Levar o desarmamento a sério")
Brasil reage a crítica dos EUA sobre violência
O Itamaraty rechaçou documento do Departamento de Estado dos EUA que denuncia violência policial, tortura e impunidade no país. Em nota, queixou-se de "relatórios elaborados unilateralmente". O governo brasileiro reagiu duramente, ontem, ao relatório anual sobre direitos humanos do Departamento de Estado americano, que apontou abuso, tortura, impunidade e violência policial no Brasil. Usando tom acima do usual para desqualificar o documento, o Itamaraty divulgou uma nota em que ataca os métodos usados na pesquisa e menciona, indiretamente, o campo de detenção da Baía de Guantánamo, ao Sul de Cuba, ao afirmar que os Estados Unidos não olham para si mesmos ao criticarem outros países.
"O governo brasileiro não se pronuncia sobre o conteúdo de relatórios elaborados unilateralmente por países, com base em legislações e critérios domésticos, pelos quais tais países se atribuem posição de avaliadores da situação dos direitos humanos no mundo. Tais avaliações não incluem a situação em seus próprios territórios e outras áreas sujeitas de facto à sua jurisdição", diz um dos trechos do comunicado do Itamaraty . (...) (Págs. 1 e 3)
Sem acordo, governo dos EUA para hoje
Apesar do esforço pessoal do presidente Barack Obama, democratas e republicanos não chegaram a um acordo sobre o Orçamento até as últimas horas de ontem, ameaçando paralisar hoje o governo dos EUA. (Págs. 1 e 32)

Folha de S. Paulo

Atirador fez mais de 60 disparos contra alunos
Segundo polícia do Rio, assassino recarregou arma 9 vezes e atirou a esmo

O atirador que matou 12 alunos numa escola do Rio fez mais de 60 disparos com revólver usado no ataque e o recarregou nove vezes. Wellington Menezes de Oliveira portava outra arma, com a qual efetuou poucos disparos, segundo a polícia. O delegado Felipe Ettore, da Divisão de Homicídios, disse que Oliveira atirou a esmo nas salas. A polícia informou que tenta recuperar os arquivos do computador, achado queimado na casa dele, e que foi pedida a quebra de seu sigilo telefônico. (Págs. 1 e Cotidiano 1)
Assassino era 'zoado' na escola, diz ex-colega
Cinco amigos com 20 e poucos anos se reuniram perto da escola Tasso da Silveira para discutir o massacre. Recordaram como Wellington, o autor dos disparos, era "zoado" no colégio, em especial pelas meninas, relata Laura Capriglione.
"A gente chorou muito pensando que Wellington matou aquelas 12 crianças em represália pelo que aconteceu com ele quando estudávamos juntos", disse o assessor cultural Thiago da Cruz, que conheceu o assassino. (Págs. 1 e Cotidiano 1, C4)
Presidente do BNDES exorta industriais a criticar câmbio
Em reunião em SP, Luciano Coutinho, do BNDES, exortou empresários a protestar contra a política cambial do Ministério da Fazenda e do BC, relatam Valdo Cruz e Sheila d'Amorim.
Para Coutinho, Fazenda e BC abandonaram compromisso de manter o câmbio em R$ 1,65 por causa da inflação. O dólar fechou ontem a R$ l,57. (Págs. 1 e Poder A4)
Síria mata 29 em repressão a novos atos contra ditador
Forças de segurança da Síria mataram ao menos 29 pessoas ao reprimir protestos contra o ditador Bashar Assad, segundo testemunhas e ativistas de direitos humanos. A maior parte das mortes ocorreu em Daraa.
Em três semanas, o número de vítimas já chega a ao menos 90. Governo relata que rebeldes mataram 19 de seus agentes. (Págs. 1 e Mundo A20)
Promotor de MS usa vídeo para apresentar ação
Em uma investigação sobre supostos desvios de verba em um projeto rural de MS, um procurador protocolou como ação civil pública um vídeo de 23 minutos. A intenção de Ramiro Rockenbach foi mostrar ao juiz "a dura realidade vivida pelos trabalhadores" de Rochedo. (Págs. 1 e Poder A10)
Editoriais
Leia "Desafio real e presente", sobre a questão do câmbio valorizado, e "O enigma peruano", acerca das eleições de amanhã no país andino. (Págs. 1 e Opinião A2)

Correio Braziliense

Choro, luto e um medo que vai durar para sempre
Mais de quatro mil pessoas acompanharam o enterro de 11 dos 12 adolescentes mortos em escola no Rio. Dez alunos feridos permanecem internados, três em estado grave. Assassino disparou pelo menos 60 vezes e tinha 66 cápsulas intactas. Irmão que vive no entorno do Distrito Federal traça perfil do autor do massacre de Realengo e conta que ele já tomou remédio controlado. Como ocorre nos Estados Unidos, temor de novos ataques deve marcar de agora em diante o cotidiano de estudantes brasileiros. (Págs. 1 e 8 a 17)


U2 para poucos
Correio acompanha o passeio de Bono Vox e dos músicos da banda por Brasília. Os irlandeses ficaram admirados com a Catedral. (Págs. 1 e 46)

Estado de Minas

Acidente mata 12 a caminho de festa em MG
Um micro-ônibus caiu numa ribanceira no começo da noite de ontem, na MG-342, no Vale do Mucuri, matando pelo menos 12 pessoas. Os ocupantes do veículo, a maioria com idade entre 18 e 20 anos, iam de Frei Gaspar para Itambacuri, participar de um carnaval temporão, alguns para trabalhar e outros apenas para se divertir. Segundo a PM, 15 feridos foram levados para hospitais de Teófilo Otoni. (Págs. 1 e 21)
Charge ofensiva a Lula foi alterada
Desenho usado em prova estadual já suspensa, denunciado pelo Estado de Minas, é diferente do original publicado pelo cartunista. (Págs. 1 e 9)
Governo cria cartão de verba emergencial (Págs. 1 e 3)

Brasil busca igualdade
País deixa de ser coadjuvante e impõe suas posições nas relações internacionais. (Págs. 1 e Pensar Brasil)

Jornal do Commercio (PE)

O renascimento das vítimas da tragédia
Córneas, ossos e tendões doados por famílias dos alunos covardemente chacinados por atirador em escola do Rio vão beneficiar 41 pessoas. Ninguém apareceu para liberar corpo do agressor. (Págs. 1 e 9 a 15)
Dengue do tipo hemorrágica volta a matar
Segundo óbito do ano no Estado foi o de moradora de São Bento do Una. Governo busca solução para evitar fechamento de leitos no Oswaldo Cruz. (Págs. 1 e Cidades 1)
Análise: Fernando Castilho
Consumo sem freio

IOF mais alto pode melhorar a arrecadação, mas não deve conter o consumo. Bancos sempre dão um jeito. (Págs. 1 e Economia, 2)

Zero Hora (RS)

Republicanos ameaçam parar governo dos EUA
Em duro teste para Obama, divergência sobre o orçamento pode afetar serviços como funcionamento de parques, emissão de passaportes e Justiça Federal. (Págs. 1 e 30)

Fontes: Radiobras-JBWiki!

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