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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

120 mil agressões contra idosos por ano

2709 acessos - 0 comentários

Publicado em 04/04/2011 pelo(a) Wiki Repórter JBWiki!, Rio de Janeiro - RJ



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, 4 DE ABRIL DE 2011.

Correio Braziliense

Agredidos dentro de casa
Ameaças, intimidações, tapas e empurrões… tudo feito pela própria família. A violência contra idosos chega anualmente a 120 mil agressões segundo o IBGE, a maioria pelos parentes da vítima. Dona Edna teve de recorrer à polícia devido aos constantes ataques de sua nora, que insiste em expulsá-la da residência comprada pela senhora de 75 anos. Mais da metade das agressões sofridas por idosos são cometidas por parentes


Sempre associado à velhice, o medo da morte, para Paulo* e Vanda*, nada tem a ver com o passar do tempo. Aos 66 anos, um a mais que a mulher, o senhor bem vestido, nariz marcado pelos óculos de grau e cabelos cuidadosamente pintados revela, depois de um longo suspiro, que teme ser assassinado pelo próprio filho. Viciado em cocaína, álcool e, por fim, crack, o homem já gritou, empurrou, socou e apontou uma faca para os pais. “Agora ele está dizendo que vai comprar uma arma para estourar meus miolos”, conta Paulo. Sem forças físicas para se defender do filho, de 45 anos, nem suporte psicológico para aguentar as agressões, o pai apelou à Justiça. Conseguiu, dois anos atrás, uma determinação judicial obrigando o governo local a custear a internação compulsória do agressor para desintoxicação. Até agora nada aconteceu, apesar da insistência de Paulo com as autoridades.

“Toda vida ouvi dizer que decisão judicial não se discute, se cumpre. Pelo jeito isso só serve para o cidadão, não para o governo”, lamenta Paulo, visivelmente abalado. O problema enfrentado por ele, segundo a promotora Sandra Julião, é um dos mais frequentes e também mais complicados casos de violência contra o idoso que chegam, todos os dias, ao Ministério Público do Distrito Federal. “Não existe solução, porque o Estado se exime da tarefa de oferecer atendimento de saúde. E as vítimas, por outro lado, não querem ver seus filhos ou netos na rua”, afirma Sandra. “Embora ocorra com pessoas de todas as faixas etárias, a violência praticada por parentes que fazem uso de álcool e drogas se torna mais dramática quando o agredido é um idoso, em função da fragilidade por causa da idade.”

O fenômeno das agressões contra os idosos foi destrinchado pelo doutor em sociologia Vicente Faleiros, que produziu o maior estudo do gênero no país com base em 61.930 denúncias formalmente registradas em todas as capitais do país no período de um ano. Os dados brasileiros se assemelham às estatísticas dos outros países, indicando que cerca de 54% dos agressores são filhos ou filhas. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também investigou, por meio de entrevista, e não por ocorrência documentada, o problema, projetando quase 120 mil agressões sofridas por idosos anualmente — cerca de 10 mil por mês. “Não temos dúvida da existência da violência. Os registros são apenas a ponta do iceberg, porque denunciar é muito difícil. Há uma espécie de conluio do silêncio. A família silencia e o próprio idoso tem vergonha de denunciar, achando que vai perder o tênue afeto que tem com o filho, além do medo de represálias”, explica Faleiros.

Para Edna*, a barreira do silêncio foi rompida na polícia. A senhora de 75 anos não suporta mais as ameaças da nora, atualmente em processo de separação do único filho dela, que se recusa a deixar o local onde moram. “Tenho escritura mostrando que a casa é minha, eu comprei. Mas ela diz que a casa é dela, que se eu não sair por bem vou ter que sair no caixão”, conta, angustiada, a baiana que chegou a Brasília há 33 anos e conseguiu criar o filho trabalhando como lavadeira. Além dos próprios problemas de saúde, Edna cuida da mãe, de 95 anos, que fica agitada ao ver o clima de discórdia dentro de casa. “Tenho que ficar quietinha, não falar nada, com medo de ser agredida. Mas é muito difícil. Tenho medo que ela me mate”, confidencia, num tom mais baixo. Todos os entrevistados tiveram de sair das próprias casas, onde convivem com seus agressores, para encontrar a reportagem. A tensão é companhia constante desses idosos.

Nomes fictícios, em função do risco que os entrevistados correm.


Silêncio e machucados

Recife e Belo Horizonte — Dentro de um quarto, sem comida, sem amparo, sem companhia, Reginaldo (nome fictício), de 67 anos, é o retrato fiel do tipo de violência mais silenciosa que acomete os idosos: a negligência. Pai de seis filhos, todos de 27 a 33 anos e que moram na mesma rua dele, cada qual com suas famílias, o senhor peleja para sobreviver. Ele mal consegue falar por causa de um tumor na garganta. A comunicação é difícil, por gestos, olhares e gemidos. Também depende de uma cadeira de rodas para se locomover. O salário mínimo que recebe mal dá para bancar os remédios e a comida, além de uma dívida que só termina daqui a cinco anos. Sem outra fonte de renda nem ajuda dos filhos, faz racionamento de alimentos para tentar chegar ao fim do mês. “Só como papa (mingau) e tomo água. Fico me sentindo fraco, a cabeça dói muito. Aí tento dormir para ver se passa”, relata Reginaldo.

Segundo o homem, os filhos só aparecem na casa dele para agredi-lo verbalmente. Ele afirma que nunca deixou faltar comida em casa, mas titubeia quando é questionado se deu amor aos filhos. Quando foi a um hospital passando mal e nenhum parente apareceu para socorrê-lo, a situação de Reginaldo acabou identificada e encaminhada à Delegacia do Idoso. “Se houve alguma violência praticada por ele no passado, provocando o rompimento dos laços familiares, isso não justifica que seja abandonado pelos filhos”, afirma o delegado Eronildo de Farias.

Depois de muito adiar, Laura, moradora de Belo Horizonte, procurou a delegacia, encorajada por vizinhos. Chegou ao local com muitos machucados e receio de denunciar os familiares. Mas a rotina de problemas de agressões dentro de casa não deixou outra opção à aposentada de 72 anos. “A gente acaba ficando desesperada e tem que denunciar mesmo”, diz. Frente às autoridades, Laura teve medo do que podia ocorrer com os parentes, principalmente o marido, que usa a aposentadoria dela sem se importar com as necessidades da mulher. “Ele toma o que é meu, não ajuda em nada e também é muito agressivo”, denuncia. (Renata Mariz) (Págs. 1 e 6)


Caixa de Pandora: Bandarra tenta provar inocência
Acusado de vazar informações de operações do Ministério Público para Durval Barbosa e de tentativa de extorsão ao ex-governador Arruda, entre outros crimes, ex-procurador-geral de Justiça do DF sustenta que não existem provas contra ele e se diz vítima de um delator processado pelo próprio MP. (Págs. 1 e 17)
Rebelião no Caje: Nove feridos no confronto
Dez agentes tentaram conter a revolta de 20 garotos que se recusaram a voltar para as celas depois da visita das mães. A manifestação foi contida pouco minutos depois, mas os estragos já tinham sido feitos: seis agentes e três internos machucados. (Págs. 1 e 20)
Trânsito: Piratas agem livres e sem se preocupar com punição
Sem agentes e sem viaturas para fiscalização, DFTrans vê despencar o número de multas e apreensões de veículos que fazem o transporte clandestino de passageiros. Para piorar, liminares favorecem os que são flagrados agindo na irregularidade. Em Valparaíso (GO), a situação é crítica. (Págs. 1 e 19)
Costa do Marfim tomada pelo terror
Soldados da ONU controlam aeroporto de Abidjan, mas o confronto entre partidários do presidente Gbagbo e do líder eleito Ouattara continua intenso. (Págs. 1 e 12)
Air France acha peças do Voo 447
Dois anos depois da queda do avião que ia para Paris, submarinos robôs encontram mais destroços e agora procuram as caixas-pretas da aeronave. (Págs. 1 e 7)

O Globo

Licença para obra de Angra 3 reduz exigências ambientais
Construção de rota de fuga, entre Paraty e Cunha, também não começou

Uma alteração - ainda inexplicável - tirou do texto final da licença para a construção de Angra 3 a obrigação de a Eletronuclear assumir a manutenção do Parque Nacional da Serra da Bocaina e da Estação Ecológica de Tamoios. As duas exigências, que constavam da primeira licença (de 2008), eram uma compensação ambiental pelos riscos que a usina representa para a região. Pelo texto original, a Eletronuclear teria de repassar ao Instituto Chico Mendes, que administra os parques, R$ 13 milhões em cinco anos, mas nada aconteceu e a cláusula foi suprimida. Também não saiu do papel a exigência de que fosse construída uma estrada entre Paraty e Cunha, para servir de rota de fuga em caso de acidente. O ex-ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, que lutou pela inclusão das exigências no documento, ficou surpreso com as mudanças. A Eletronuclear alega que a obrigação continua valendo e será cumprida, mesmo se não consta mais da nova licença. Na Alemanha, ONGs ambientalistas enviaram cartas a autoridades do país pedindo que desistam de financiar a construção de Angra 3. (Págs. 1 e 9)
MST inicia invasões para atingir governo
O MST deu início ao "Abril Vermelho" com invasões em três fazendas da Bahia no fim de semana. O movimento de sem-terra queixa-se da falta de diálogo com o governo Dilma e ameaça aumentar pressão com a invasão de 100 propriedades ainda em abril. O Incra diz que diante do corte no Orçamento este ano, os programas de reforma agrária estão sendo reavaliados. (Págs. 1 e 3)
ONU denuncia massacre na Costa do Marfim
Partidários dos presidentes rivais instalam terror. Número de civis mortos pode chegar a mil

A ONU acusou ontem soldados dos dois presidentes em luta pelo poder na Costa do Marfim pelo massacre de centenas de civis na cidade de Duekoue. A organização católica Cáritas fala em até mil mortes. O presidente eleito Alassane Ouattara nega a acusação. (Págs. 1 e 21)
Filho de Kadafi manobra para liderar transição
Após duas semanas de bombardeio da coalizão internacional, o filho mais ocidentalizado do ditador líbio Muamar Kadafi, Seif, está propondo liderar a transição à democracia, diz o "New York Times". (Págs. 1 e 22)
Apreensão de remédio ilegal cresce 20 vezes
O governo está fechando cerco aos remédios ilegais no país. Em 2010, foram apreendidas 400 toneladas de medicamentos falsificados, contrabandeados e adulterados. Em 2008, foram 20 toneladas. Os anabolizantes estão entre os mais vendidos. (Págs. 1 e 4)
Sem papo para telefone
A popularização dos torpedos por celular e das mensagens instantâneas pela internet levou não só adolescentes, como também muitos adultos, a desenvolverem uma aversão aos telefones. Os gastos dos consumidores com ligações estão caindo. (Págs. 1 e 15)
Foto legenda: Civis levam as mãos ao alto para passar por soldados do presidente Laurent Gbagbo, em Abidjã (Pág. 1)

Folha de S. Paulo

Salários do Rio ultrapassam os de SP
Bolsa Família, salário mínimo e investimento em infraestrutura fazem rendimento subir mais rápido em outras capitais

O rendimento dos trabalhadores na região metropolitana do Rio de Janeiro superou o de São Paulo, informa Mariana Schreiber.

Em fevereiro, o salário médio no Rio foi de R$1.682, contra R$1.637 em SP.

Os rendimentos em São Paulo vem perdendo vantagem também em relação a outras regiões metropolitanas, segundo o IBGE. (Págs. 1 e Poder A4)
Ataque suicida mata ao menos 40 no Paquistão
Explosão em mesquita no Paquistão, reivindicada por talebans, matou ao menos 40 pessoas e feriu 65. O alvo eram devotos do sufismo -forma de misticismo islâmico. No Afeganistão, mais três morreram em protesto por queima do Alcorão nos Estados Unidos. (Págs. 1 e Mundo A10)
Candidato tem assessoria de petistas no Peru
Líder da corrida eleitoral peruana, o nacionalista Ollanta Humala tem como consultores Luís Favre e Valdemir Garreta, que trabalharam no PT. (Págs. 1 e Mundo A14)
Entrevista da 2ª: José Luís Fiori
Guerra na Líbia faz parte do novo imperialismo

Para o professor da UFRJ José Luís Fiori, a guerra na Líbia faz parte de uma nova corrida imperialista na África, que se aprofundará.

Em entrevista a Eleonora de Lucena, ele diz que direitos humanos são sempre usados para legitimar decisões políticas. (Págs. 1 e Mundo A15)
O negócio do visto
No entorno do Consulado dos EUA em SP, despachantes lucram com a desinformação. Ajuda para preencher formulário de visto custa R$ 50. (Págs. 1 e Cotidiano C4)
Editoriais
Leia “Pendências nucleares", sobre o uso de energia atômica no Brasil, e “Classe média em alta", que comenta a relação entre o governo e a classe C. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Estado de S. Paulo

PIB mostra aceleração no primeiro trimestre
Consumo e emprego impulsionam crescimento, apesar das medidas do governo para frear a inflação

Com mercado de trabalho aquecido, forte demanda interna e recuperação da indústria, a economia brasileira mostrou vigor nos três primeiros meses do ano. Apesar dos esforços do governo para conter a inflação. O ritmo dos negócios manteve-se intenso. Economistas ouvidos pelo Estado em sete dos maiores bancos e consultorias do País projetam alta de 0,7% a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2011 em relação ao quarto trimestre de 2010, descontados efeitos sazonais. O que mostra aceleração ou, no mínimo, manutenção do crescimento.

Até 1,2%
Pode ser a taxa, sobre o último trimestre de 2010 (Págs. 1 e Economia B1)
Presidente do Iêmen admite deixar o poder
O presidente iemenita, Ali Abdallah Saleh, declarou que está disposto a negociar uma "transferência política do poder" e pediu à oposição o fim dos protestos. Duas pessoas morreram e 100 ficaram feridas ontem durante confronto entre manifestantes e policiais. (Págs. 1 e Internacional A11)
Após massacre, ONU pressiona Costa do Marfim
A ONU e líderes mundiais pediram explicações ao presidente eleito da Costa do Marfim, Alassane Ouattara, sobre o massacre de 800 pessoas, atribuído a seus partidários. O atual governo recusa-se a deixar o poder. Soldados franceses ocuparam o aeroporto da capital. (Págs. 1 e Internacional A15)
Bancada sindical do Congresso é a maior da história
A bancada trabalhista na atual legislatura é a maior da história: 87 parlamentares ou 15% do Congresso. São 80 deputados e 7 senadores ligados a sindicatos. Com esse quadro, a presidente Dilma Rousseff precisará negociar com o setor mais do que fizeram seus antecessores. (Págs. 1 e Nacional A4)
Cristina exige negociar soberania das Malvinas (Págs. 1 e Internacional A10)

Novos destroços do voo 447 são encontrados (Págs. 1 e Cidades C5)

José R. Mendonça De Barros
Perda de competitividade

A produção de bens no Brasil (agricultura e indústria) rachou em dois pedaços, e ambos procuram o exterior. (Págs. 1 e Economia B4)
Lúcia Guimarães
O eixo do terninho

O que Dilma e Hillary têm em comum é a desmontagem do estereótipo misógino da mulher emocional e pouco analítica. (Págs. 1 e Caderno 2, D12)
Notas & Informações
O atraso das obras para a Copa de 2014

As críticas ao atraso nos preparativos são fundamentadas. (Págs. 1 e A3)

Valor Econômico

Inflação já 'engordou' em R$ 7 bilhões o caixa do governo
O aumento da inflação reforçou o caixa do governo e garantiu arrecadação extra de R$ 7 bilhões no primeiro bimestre. O acréscimo decorreu da difusão do efeito preço no recolhimento de todos os impostos e contribuições, mas com resultados mais evidentes no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), PIS e Cofins.

Com esses recursos adicionais - e, de certa forma, surpreendentes -, o Tesouro realizou 42% do superávit primário do governo central, de R$ 16,84 bilhões, no bimestre. O cálculo, do Ministério da Fazenda, considerou o montante de R$ 149,9 bilhões das receitas administradas pelo Fisco nos dois primeiros meses, valor 21% superior, em termos nominais, ao do mesmo período de 2010. (Págs. 1 e A2)
Exportador terá teto maior no Supersimples
Avançaram as negociações dentro do governo para mudar o Supersimples e permitir a entrada de maior número de micro e pequenas empresas no sistema. Uma das mudanças já negociadas e aprovadas em reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, permitirá que as empresas que faturarem com exportação valores superiores aos limites permitidos pela legislação do Supersimples continuem gozando dos benefícios fiscais desse regime. Isso beneficiará empresas com faturamento anual de até R$ 7,2 milhões. O governo aceita atualizar as faixas de enquadramento, mas o percentual negociado no Congresso, de 50%, depende da Receita, que teme perder recursos. (Págs. 1 e A2)
Tribunais de contas serão fiscalizados
Criados para controlar financeira e contabilmente os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os tribunais de contas passarão a ter um órgão para exercer o próprio controle. Será um conselho independente, o Conselho Nacional dos Tribunais de Contas (CNTC), com a função de julgar irregularidades cometidas por ministros, conselheiros, procuradores e servidores dos tribunais de contas da União (TCU), dos Estados e dos municípios. Atualmente, há 22 conselheiros e ministros de tribunais de contas sob investigação por condutas indevidas.

Para Marcelo Henrique Pereira, presidente da Federação Nacional dos Servidores dos Tribunais de Contas, há muitas denúncias de irregularidades, que vão de má versação de recursos públicos a benefícios indevidos concedidos a ministros, procuradores e servidores de tribunais. (Págs. 1 e A7)
Foto legenda: Laranja mecânica
Os irmãos Paulo Henrique, Gilson Junior e Carlos Alberto na "linha de montagem" da Citrícola Lucato, em Limeira, no interior paulista. Com investimentos em tecnologia e marketing, as laranjas de mesa produzidas pela empresa familiar ganham mercado no grande varejo.(Págs. 1 e B12)
Schincariol estuda venda de controle
A sul-africana SABMiller, a holandesa Heineken e a dinamarquesa Carlsberg, três grandes grupos cervejeiros multinacionais, mantêm conversações para adquirir o controle da Schincariol, segunda maior empresa do setor no Brasil. O banco BTG Pactual prepara uma oferta pública inicial de ações da Schin, mas, paralelamente, a companhia começou a ser abordada por grupos interessados no atrativo mercado brasileiro de bebidas - está em jogo uma fatia de 10%. O processo, entretanto, ainda é preliminar e pode ser concluído tanto com a venda quanto com a abertura de capital.

Adriano Schincariol e seu irmão, Alexandre, são os controladores da empresa, com 51% do capital. Seus primos detêm os demais 49%. Como não há acordo de acionistas, esse ramo da família é minoritário na companhia e teria contratado o banco Morgan Stanley para tratar dos seus interesses separadamente. (Págs. 1 e B1)
O que espera o sucessor de Agnelli na Vale
Apesar dos exuberantes resultados obtidos pela Vale, o sucessor de Roger Agnelli na presidência da empresa terá vários desafios a enfrentar. No Brasil, uma tarefa árdua será conciliar os interesses da companhia e as reivindicações do governo federal, dos Estados e municípios, que cobram mais agregação de valor aos minerais e metais que a Vale extrai. Estados como Pará e Minas, de onde a Vale retira minério de ferro, querem siderúrgicas para atrair outras atividades, como indústria automotiva, de eletrodomésticos e autopeças.

A cobrança de royalties na mineração é outro problema a resolver. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e prefeitos de municípios mineradores cobram uma dívida de R$ 4 bilhões da companhia. (Págs. 1 e B8)
LL.M, a nova onda para advogados
O aumento do volume de fusões e aquisições e a explosão do mercado de capitais estão mudando o perfil dos advogados que atuam em multinacionais e escritórios internacionais. Com isso, está crescendo a procura pelos programas de LL.Ms (Law Master). Trata-se de um mestrado em direito que tem foco em mercado, equivalente ao MBA para a administração. Segundo Thaís Junqueira, diretora da Fundação Estudar, a demanda entre os dois cursos já é quase equivalente. No Brasil, FGV e Insper também registram um interesse maior pelo programa. (Págs. 1 e D12)
Mulheres de 30 e crianças de 10 puxam venda de bicicletas, diz Musa (Págs. 1 e B4)

EUA bloqueiam envio de armas para o Líbano (Págs. 1 e A8)

Crise afeta exploração de urânio
Os reflexos da crise nuclear no Japão chegaram à América do Sul. Mineradoras que buscam urânio em países da região, como Argentina, Paraguai e Colômbia, relatam menor disposição de investidores em financiar projetos de exploração do minério. (Págs. 1 e A9)
Celesc foca geração de energia
A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) estuda a criação de uma nova empresa para aumentar os investimentos na área de geração e aumentar sua capacidade dos atuais 82 MW para 300 MW. (Págs. 1 e B9)
Apoio à agricultura familiar em PE
O Banco Mundial vai financiar US$ 135 milhões em seis anos para o programa Pernambuco Rural Sustentável voltado à agricultura familiar no Estado. A liberação de recursos deve ter início em setembro. (Págs. 1 e B12)
Expectativas preocupantes
As gestoras de recursos foram as instituições que mais acertaram as previsões de inflação no Boletim Focus nos últimos 12 meses. E as que menos acreditam que o BC conseguirá trazer o IPCA para a meta neste e no próximo ano. (Págs. 1 e C1)
Novo Mercado de Renda Fixa
Em parceria com bancos, investidores e empresas, a Anbima lança amanhã o novo Mercado de Renda Fixa, cujo principal objetivo é incentivar o mercado secundário para títulos privados, como debêntures e letras financeiras. (Págs. 1 e C3)
O FMI e o controle de capitais
O FMI divulga nos próximos dias documento sobre controles de capitais que reflete profunda divisão entre países emergentes e avançados. Os países ricos querem que o Fundo faça esse controle. (Págs. 1 e C12)
Atenção aos 'gorilas' do mercado
Estudos mostram que o ser humano processa, no Maximo, 9 bits de informações ao mesmo tempo. Transportado para o mercado financeiro, isso significa que o importante é eleger apenas os principais fatos que podem definir o preço dos ativos. (Págs. 1 e D2)
STF analisará cota para deficientes
O Supremo Tribunal Federal terá de definir os critérios para preenchimento da cota para deficientes nas empresas, que questionam alguns dispositivos que regulamentam essas contratações. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Gustavo Loyola

BC enfrentará desafio nada trivial para compatibilizar os princípios de Basileia 3 com a realidade do país. (Págs. 1 e A11)
Ideias
Dilma Pena

Em vez de receber subsídios, como deveria, o setor de saneamento básico hoje financia o governo federal. (Págs. 1 e A10)

Jornal do Commercio (PE)

Festa tricolor na Ilha (Pág. 1)

Destroços do airbus achados um ano após acidente (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Descoberta reanima a investigação sobre desastre da Air France
Destroços achados no Atlântico aumentam a chance de encontrar caixas-pretas de Airbus do voo Rio-Paris e esclarecer acidente prestes a completar dois anos. (Págs. 1 e 25)
Precariedade no SUS: Morte de bebê de 6,8 kg acende alerta
Falta de ambulância com UTI neonatal expõe estrutura deficiente. (Págs. 1 e 24)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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