Atualizado 00h56 Terça, 20 de agosto de 2013   |   Política de privacidade   |   Anuncie   |   Quem somos   |  
Logo JBWiki Logo JB Publicar Conteudo


O JBWiki! é um jornal online participativo, quem escreve é você!

Como funciona
1 Se você já tem cadastro, sua matéria é publicada na hora em pendentes
Cadastre-se
2 Se você não tem cadastro e quer enviar uma matéria, ela só é publicada depois de aprovação
Enviar matéria sem cadastro

Posts com vídeos

Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
O Artista (Trailer Legendado)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Biografia de Sarney "maquia" escândalos

562 acessos - 1 comentários

Publicado em 23/03/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, QUARTA-FEIRA, 23 DE MARÇO DE 2011.

O Estado de S. Paulo

Acordo entrega comando da operação na Líbia à Otan
Solução visa a superar crise na coalizão; para Hillary, Kadafi estaria buscando exílio, mas ele promete resistir

Num esforço para tentar superar a crise entre as países da coalizão que intervem na Líbia, a França anunciou a criação de um “comitê político internacional" para dirigir a operação. Com isso, Paris mascara o papel da Otan no comando efetivo da ofensiva, como pediam americanos e os britânicos. Antes, Londres abriu novo foco de divergência ao levantar a possibilidade de enviar força terrestre à Líbia para "proteger civis" – cenário que tem sido rejeitado por Washington e Paris. A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, sugeriu que enviados do ditador líbio, Muamar Kadafi, podem estar buscando um eventual exílio do ditador. Mas ele apareceu em Trípoli e disse que resistirá. A situação era bem mais tranquila ontem em Benghazi, relata o enviado especial Lourival Sant'Anna. Aparentemente os rebeldes estão conseguindo neutralizar as milícias pró-Kadafi na área. (Págs. 1 e Internacional A10 e A12)
Controle da inflação pede paciência, diz Tombini
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, pediu no Senado paciência para que a inflação seja conduzida para a trajetória de metas. A partir de abril, previu, a inflação começa a "girar" perto do centro da meta, de 4,5%. Ele quer também um teto para a expansão do crédito. Tombini disse que precisará de “sangue-frio". (Págs. 1 e Economia B1 e B3)


Análise: Celso Ming
Mesmo com omissões, Tombini foi bem. (Págs. 1 e B2)
Marina quer ’democratizar' PV, mas pode criar partido
Parlamentares e líderes do PV, entre eles a ex-senadora Marina Silva, iniciaram um movimento para mobilizar as bases verdes e cobrar a democratização do partido. Eles querem a realização de uma convenção nacional e a convocação de eleições diretas para escolher novos diretores. Não está descartada a criação de um novo partido. (Págs. 1 e Nacional A4)


Biografia de Sarney 'maquia' escândalos (Págs. 1 e Nacional A8)

Biografia lançada ontem cita medidas do senador após crise dos atos secretos, mas omite denúncias como desvio de recursos em fundação

Leandro Colon / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
A biografia autorizada do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), lançada ontem em Brasília, contém erros de informação e omite dados sobre a crise que atingiu a Casa e o próprio senador em 2009. Escrito pela jornalista Regina Echeverria, Sarney, a Biografia aborda o escândalo sob a ótica do parlamentar, que na obra se diz vítima de perseguição política.

O livro exalta a contratação da Fundação Getúlio Vargas, a pedido de Sarney, para fazer uma reforma administrativa no Senado. Mas deixa de informar o valor pago - R$ 500 mil em dois anos - e o fato de que a reforma não saiu do papel. Em outro trecho, a autora escreve que Sarney "determinou" a demissão de todos os 136 diretores da Casa, sem citar que elas não se efetivaram.
A biografia também menciona uma decisão do senador de anular todos os atos secretos, revelados pelo Estado em 10 de junho de 2009, sem citar que, logo depois, a diretoria-geral revalidou esses boletins, inclusive os que tratavam de apadrinhados de Sarney. Ainda sobre esse episódio, ao elencar os pedidos de processo contra o senador, a obra afirma que "o Conselho de Ética estava politizado e não era isento". Quando comenta a censura imposta pela Justiça ao Estado, há 600 dias proibido de noticiar investigação da Polícia Federal sobre o empresário Fernando Sarney, a biografia diz que o senador nunca defendeu esse tipo de iniciativa. "José Sarney, que é contra a censura e nunca a exerceu em sua vida pública, credita a ação contra o jornal aos advogados do filho Fernando."
No livro, Sarney acusa o ex-senador e hoje governador Tião Viana (PT-AC) de entregar ao Estado um dossiê com informações contra ele. Esse dossiê nunca foi entregue ao jornal. Nas reportagens sobre o período, o Estado também revelou, como desdobramento das investigações, que Viana usou dinheiro público para quitar uma conta de R$ 14 mil de telefone celular da Casa em poder de sua filha. As reportagens sobre Sarney e outros senadores foram feitas com base em documentos sigilosos e públicos obtidos por meio de investigações próprias dos repórteres.
O livro atribui à FGV a descoberta dos atos secretos e diz que a entidade fez um "levantamento preliminar" desses boletins. A fundação nunca teve acesso a esses documentos: a FGV soube que algumas medidas não eram divulgadas pela Casa, mas não a quantidade de atos nem do que eles tratavam. Na época, o Estado descobriu que os atos começaram a ser inseridos no sistema de publicação interna para que fossem legalizados secretamente. A reportagem soube da manobra, identificou mais de 300 atos no sistema e revelou, com exclusividade, o conteúdo deles.
Em 2010, a Justiça transformou servidores em réus num processo sobre os atos secretos - incluindo o ex-diretor Agaciel Maia, que foi ao lançamento da biografia. O livro não menciona esse fato e diz que o senador prometeu "punição severa" aos funcionários. Sarney aplicou uma suspensão a Agaciel, contrariando parecer da sindicância que recomendava demissão.
Fundação. Ao falar sobre a Fundação José Sarney, a obra não menciona auditoria da Controladoria-Geral da União que confirmou fraudes no patrocínio de R$ 1,3 milhão da Petrobrás. A auditoria foi feita após o Estado revelar desvio de R$ 500 mil. A reportagem não é citada no livro, nem o fato de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter aberto processo para investigar a fundação. Na biografia, a autora escreve que "Sarney enumerou e justificou cada uma das acusações de nepotismo". O senador, no entanto, nunca explicou a exoneração de um neto via ato secreto para que não fosse descoberto seu emprego no gabinete do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA).

A VERSÃO DO LIVRO E OS FATOS

"Em 18 de março, Sarney determinou que todos os 136 diretores do Senado se demitissem. No dia seguinte, anunciou a reforma que havia prometido"

A demissão dos 136 diretores jamais ocorreu e a reforma administrativa, elaborada pela FGV  por R$ 500 mil, até hoje não saiu do papel.

"Dois dias depois de ele anular todos os atos secretos do Senado - medida que a oposição
tachou de tardia e provavelmente Inócua"
O livro omite que, logo depois da anulação dos atos, a diretoria-geral revalidou os mesmos boletins sigilosos, mantendo os empregos de quem se beneficiou da prática ilegal.

"A Fundação Getúlio Vargas constatou que alguns atos não figuravam na intranet. E fez um levantamento preliminar deles"

A FGV nunca teve acesso aos atos secretos. Apenas mencionou que soubera da existência de alguns boletins sigilosos, mas que não os conseguiu. O Estado descobriu que esses atos estavam sendo inseridos secretamente no sistema de publicação.

"No Senado, Sarney mandava abrir processos contra 7 servidores, entre os quais Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi. (...) prometeu lutar pela punição severa dos envolvidos em irregularidades"

A sindicância recomendou a demissão de Agaciel Maia do serviço público. Sarney contrariou o parecer e optou apenas por uma suspensão temporária do ex-diretor. 

Dengue tipo 4, a mais perigosa, chega ao Nordeste
O País registrou mais três casos de dengue tipo 4 (dois na Bahia e um no Piauí), a forma mais perigosa da doença, já que a maioria nunca entrou em contato com ela. Só havia casos na Região Norte. (Págs. 1 e Vida Al8)
Fracassa retomada de trabalho em usina de Rondônia
Obras na Usina de Santo Antônio foram paralisadas para evitar quebra-quebra. Ontem, trabalhadores apresentaram lista de reivindicações, informa o enviado Leonencio Nossa. Em Jirau, o trabalho será retomado. (Págs. 1 e Economia B6)

Rolf Kuntz
A lição comercial do Vietnã

O grande problema do Brasil com os EUA não é o déficit, mas a incapacidade de extrair benefícios da parceria com a maior potência global. (Págs. 1 e Economia B6)
Dora Kramer
Rápido e rasteiro

Comissão especial do Senado aprovou em tempo recorde cinco pontos da reforma política. Eficiência? Não do ponto de vista da sociedade. (Págs. 1 e Nacional A6)
Notas & Informações
Quem é quem

A recusa de Lula ao convite para almoço com Obama serviu para mostrar quem é quem. (Págs. 1 e A3)

O Globo

BC indica mais restrição ao crédito para conter inflação
Após Dilma dizer que não há pressão de demanda, Tombini vê ’descompasso'

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, indicou que o ritmo atual de expansão do crédito no Brasil, de 20,3%, é um combustível à inflação e, por isso, deverá ser alvo de medidas do BC. Em audiência no Senado, ele fez um balanço dos riscos à alta dos preços e disse que há um "descompasso" entre a demanda e a oferta de bens e serviços da economia. O diagnóstico veio uma semana após a presidente Dilma ter descartado, categoricamente, que exista uma inflação pressionada pela demanda maior no país. Segundo ela, preços de alimentos subiram, mas já recuaram. Tombini destacou o salto de 70% nos preços das commodities nos últimos nove meses. Para analistas, a avaliação do BC reforça que novas medidas, como as de restrição ao financiamento de longo prazo adotadas em dezembro, serão usadas, junto com a elevação dos juros básicos do país, com o objetivo de conter a inflação. (Págs. 1 e 23)
Coalizão não freia ataques de Kadafi a civis
Forças aliadas lideradas por EUA, Reino Unido e França não têm conseguido frear o ataque das tropas do ditador Muamar Kadafi contra as cidades sob controle rebelde, como Misurata e Zintan, onde 50 pessoas morreram. Um caça americano F-15 caiu perto de Benghazi, mas os dois pilotos foram resgatados. O presidente Obama venceu as resistências de França e Reino Unido, conseguindo apoio para que a Otan tenha um papel estratégico na operação. Kadafi reapareceu em público e disse que sairá vitorioso. (Págs. 1 e 30 a 32)
Dilma critica política de saúde da mulher
Em evento com famosas, presidente diz que mamógrafos estão quebrados, mal distribuídos ou subutilizados

Ao lançar em Manaus o programa de prevenção contra câncer de mama e de útero, a presidente Dilma Rousseff criticou a distribuição e a produtividade dos mamógrafos no país - sem citar diretamente seu antecessor, o ex-presidente Lula. "Temos que entender por que esses mamógrafos não estão dando conta do serviço", afirmou a presidente, acrescentando que os aparelhos estão mal distribuídos, quebrados ou subutilizados. Dilma lembrou que teve câncer e anunciou investimentos de R$ 4,5 bi no setor. De Hebe Camargo a Daniela Mercury, um grupo de mulheres famosas participou do lançamento. (Págs. 1 e 3)
Faz diferença. Ou não
Na oratória, na diplomacia, no estilo: Dilma Rousseff começa a mostrar sua cara ao "cara" que a criou. (Págs. 1 e 10)
Ação de Mantega na Vale desagrada à presidente
Dilma confiou ao ministro da Fazenda articular a saída de Agnelli do comando da Vale, mas ficou insatisfeita após vazarem notícias de reunião com o Bradesco. (Págs. 1 e 25)

Míriam Leitão
A conversa entre Mantega e Bradesco é um sinal indecoroso de retrocesso da economia brasileira. (Págs. 1 e 24)
Japão detecta no mar mais radioatividade
O Japão anunciou ter encontrado níveis mais elevados de radioatividade na água do mar, perto da usina nuclear de Fukushima. A ONU, porém, minimizou os riscos. (Págs. 1, 33 e Roberto DaMatta)

Deputado do DEM chama ministro do STF de 'moreno escuro' (Págs. 1 e 13)
O ex-governador de Mato Grosso e deputado federal Júlio Campos (DEM-MT), em reunião da bancada do partido na Câmara, referiu-se ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como "moreno escuro". Ao criticar a eficácia do foro privilegiado destinado às autoridades no país e defender a manutenção de prisão especial para autoridades, o deputado fez menção ao ministro. “Todo mundo sabe que essa história de foro privilegiado não dá em nada. O nosso amigo Ronaldo Cunha Lima precisou ter a coragem de renunciar ao cargo para não sair daqui algemado. E depois, meus amigos, você cai [sic] nas mãos daquele moreno escuro lá no Supremo, ai já viu - disse o deputado em reunião da bancada. Questionado sobre o assunto, o deputado disse ter esquecido o nome do ministro e citou-o como moreno escuro, porém sem nenhuma maldade.“Ao fazer um pequeno debate me esqueci o nome do ministro e falei "aquele moreno escuro", mas não foi com nenhuma maldade. A gente não é obrigado a lembrar o nome de todo mundo, toda hora”, declarou Júlio Campos. Deputado telefonou para pedir desculpas ao ministro. (...)

Na Zona Sul, dengue deixa de ser surto
Um dia após ser anunciado, o surto de dengue na Zona Sul não existe mais: a prefeitura terá novos critérios de risco. Mais uma criança morreu com a doença, na Zona Oeste. (Págs. 1 e 21)

Folha de S. Paulo

Pela 1ª vez, Brasil apoia a saída de ditador líbio
Ministro defende 'transição benigna' no país, a exemplo do que ocorre no Egito

O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) afirmou que a governo brasileiro espera uma "transição benigna na Líbia", como a observada no Egito.

É a primeira vez que o Itamaraty se manifesta pela saída de Muammar Gaddafi. EUA, França e Reina Unido, líderes da coalizão que intervem na Líbia, chegaram a um acordo sobre a participação da Otan. (Págs. 1 e Mundo)

Foto legenda: Líbios inspecionam destroços do caça americano que caiu perto de Benghari, cidade que concentra forças rebeldes.

Análise/D. Kirkpatrick

Para as líbios, luta democrática se confunde com uma guerra tribal (Págs. 1 e Mundo A11)
Japoneses detectam radioatividade no mar
O Japão detectou substâncias radioativas em água marinha a 16 km de distancia da usina de Fukushima, localizada no litoral e danificada pelo terremoto.

A notícia pode repercutir na produção pesqueira, exportada para vários países. (Págs. 1 e Mundo A15)
Opinião de George Monbiot, do “Guardian”: Acidente em Fukushima me fez defender o uso da energia nuclear
Os fatos no Japão me fizeram mudar de opinião sobre a energia nuclear. Abandonei a neutralidade e agora apoio essa tecnologia.
Um tsunami atingiu uma velha usina. O sistema de refrigeração falhou; reatores explodiram e derreteram.
Mas, até onde sabemos, ninguém recebeu uma dose letal de radiação. (...)Não estou propondo que sejamos complacentes. Mas é preciso perspectiva.Como a maioria dos ecologistas, defendo uma grande expansão no uso de fontes de energia renováveis. Também simpatizo com as queixas dos oponentes disso. Não são apenas as instalações de energia eólica próximas à costa que incomodam, mas as novas conexões de rede elétrica (fios, postes). Os impactos e custos das fontes renováveis crescem em proporção ao volume de energia que elas fornecem. (...) (Págs. 1 e Mundo A15)
Estudo em MT acha agrotóxico em leite humano
Uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) mostrou que o leite de mulheres em Lucas do Rio Verde está contaminado por agrotóxicos.

Em todas as 62 mulheres do estudo foram achados os produtos tóxicos, sendo que alguns estão proibidos há duas décadas. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Deputado tucano nega ter desviado dinheiro em SP
Acusado de participar de suposto desvio em Itapira, o presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB), diz ter obtido cerca de R$ 600 mil em empréstimos em dinheiro vivo e sem garantias.

Ele reconhece que a movimentação "choca", mas nega corrupção. (Págs. 1 e Poder A8)
Planalto quer limitar atuação das agências reguladoras
O Planalto pretende limitar a atuação das agências reguladoras por julgar que, ao formular políticas públicas, elas estão extrapolando a seu poder de fiscalização.

A intenção é controlar as diretorias, colocando nomes afinados com essa forma de atuação em vez de aceitar indicações políticas. (Págs. 1 e Poder A4)
Eletrobras vê descontrole em investimentos (Págs. 1 e Mercado B1)
Editoriais
Leia "Emprego em alta” sobre números do mercado de trabalho, e
"Bahrein, Iêmen, Líbia", que analisa a relação do mundo árabe com o Ocidente. (Págs. 1 e Opinião A2)

Correio Braziliense

Juiz bloqueia bens de Roriz, Arruda, Durval e Jaqueline
O bloqueio, no valor de até R$ 300 mil, foi determinado pelo juiz Álvaro Carlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública, e tem como base denúncias de corrupção. A decisão inclui também Manoel Neto, marido da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF). Hoje, o Conselho de Ética da Câmara abre processo que pode resultar na cassação da filha do ex-governador. (Págs. 1, 37 e 38)
STF decide hoje se esta turma voltará a assombrar o país
Banidos das eleições pela Ficha Limpa, uma lei de iniciativa popular, fantasmas políticos como Roriz, Jader Barbalho e Cássio Cunha Lima ameaçam ressuscitar. E isso pode ocorrer hoje se o Supremo Tribunal Federal decidir que a legislação que os varreu de cena não poderia valer na disputa eleitoral do ano passado. (Pág. 1)
Nem bombas param os massacres de Kadafi
Mesmo sob ataque, tropas do ditador matam 40 civis. Caça dos EUA cai, mas pilotos sobrevivem. (Págs. 1 e 32)
Usina de Angra 2 funciona no “jeitinho”
Há 10 anos em operação, a central nuclear ainda não tem licença definitiva. Questões ambientais barram o documento. (Págs. 1 e 8)
Dilma pede união para prevenir o câncer
Presidente quer o apoio de governadores e prefeitos na ampliação da rede de combate à doença no colo de útero e na mama. (Págs. 1 e 9)
A polêmica do “moreno escuro”
Declaração do deputado Júlio Campos (DEM-MT) provoca indignação na Câmara: “Você cai nas mãos daquele moreno escuro lá no Supremo, aí, já viu!”, disse, referindo-se ao ministro Joaquim Barbosa, do STF. (Págs. 1 e 6)
Inflação difícil de derrubar
Para driblar a alta de preços, a bióloga Lisian Fernandes Lima trocou até de supermercado. O brasileiro tem sentido no bolso o avanço da inflação. Mas o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, aposta: os índices vão cair a partir de abril. Analistas, no entanto, estão pessimistas. (Págs. 1, 10 e 11)
UnB perde verbas de pesquisas (Págs. 1 e 12)

Valor Econômico

Oferta de ações de controle acirra disputa na Usiminas
A Caixa dos Empregados da Usiminas contratou o Credit Suisse para vender sua participação na empresa. A fatia é especialmente valiosa, porque inclui a participação no bloco de controle até 2016 e dá direito de veto nas decisões da siderúrgica mineira. O Valor apurou que as ações foram oferecidas à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), à Ternium, braço siderúrgico do grupo Techint, e à Gerdau. As três empresas mostraram interesse no negócio.
Os empregados detêm participação de 5% no capital total e de 10,1% no capital votante da Usiminas. Pelo valor de mercado da empresa ontem, de R$ 25,8 bilhões, a participação seria de R$ 1,29 bilhão. Mas, tratando-se de ações pertencentes ao bloco de controle da empresa, o valor pode passar de R$ 1,5 bilhão.(Págs. 1 e D1)
Obras urbanas para a Copa-14 estão atrasadas
Das 37 principais obras de transporte urbano para a Copa de 2014, apenas cinco estão em construção. Os investimentos ainda indefinidos ou em fase de formulação do projeto somam 59% do total, segundo levantamento do Valor junto às autoridades locais. Dois empreendimentos enfrentam contestações na Justiça: o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Brasília e o monotrilho de Manaus.
Segundo a Caixa Econômica Federal, uma das principais financiadoras das obras, foram assinados até agora 37 contratos de crédito com governos estaduais e prefeituras das cidades-sedes - R$ 4,12 bilhões em empréstimos. Outras 17 operações em processo de contratação somam R$ 2,4 bilhões. (Págs. 1 e A3)
Grupo francês já detém 29% da Parmalat
Oito anos após sua quebra espetacular por causa de uma dívida de US$ 19,9 bilhões, a revitalizada Parmalat se tornou o grande troféu de uma disputa entre franceses e italianos que forçou Roma a correr para proteger de mãos estrangeiras empresas nacionais estratégicas. O laticínio francês Groupe Lactalis aumentou a tensão de uma batalha que já dura meses pelo controle da Parmalat, anunciando ontem que já amealhou 29% da empresa. A Lactalis, que comprou 11,42% da Parmalat na semana passada, mais que dobrou sua fatia adquirindo as participações de três fundos estrangeiros. A empresa francesa, conhecida pela propensão a fazer aquisições, reiterou que não pretende aumentar ainda mais sua posição. A legislação italiana prevê que o acionista é obrigado a fazer uma oferta pela empresa inteira caso sua participação ultrapasse 30%. (Págs. 1 e B17)
O rico oeste baiano prospera com infraestrutura precária
A rentável colheita de grãos e algodão esperada neste ano no oeste da Bahia consolida a riqueza dos agricultores da região, mas não afasta o risco de que, com uma infraestrutura material e social precária, o crescimento desordenado trave o desenvolvimento futuro de municípios importantes como Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. "LEM", como Luís Eduardo Magalhães é conhecida, pulou de 18 mil habitantes, quando nasceu em 2000, para 60 mil agora. O preço pago foi o avanço das favelas e a carência de serviços essenciais como habitação, saúde e educação. O prefeito Humberto Santa Cruz (PP), produtor de soja e algodão, além de café, laranja e mamão irrigados, diz que o orçamento de R$ 121 milhões para 2011 será em boa parte destinado a obras sociais. Não há hospital na cidade. À única maternidade, ele espera agregar novos postos de saúde. (Págs. 1 e B20)
Indústria de games agora tem tudo para deslanchar
Depois de 15 anos de desorganização, o mercado brasileiro de videogames parece reunir agora as condições necessárias para crescer, tornar-se uma indústria bilionária e deixar para trás o período de frustração de executivos e consumidores.
Pela primeira vez, os quatro pilares que sustentam o negócio existem no país. Os fabricantes de consoles Sony, Microsoft e Nintendo vendem todos os seus equipamentos e jogos oficialmente no Brasil. Os principais estúdios de criação de jogos têm operações diretas ou representações comerciais. A distribuição de softwares e equipamentos ganha força e os varejistas aumentam o espaço dedicado aos videogames nas lojas. (Págs. 1 e B3)
Como Jirau, Santo Antônio é paralisada
Sob forte clima de tensão, os 16 mil operários da usina de Santo Antônio, em Rondônia, voltaram ontem ao canteiro de obras comandado pela Odebrecht, mas decidiram cruzar os braços até o fim da negociação de uma extensa pauta de reivindicações. Não há prazo para a retomada do trabalho, paralisado desde sexta-feira, quando episódios de violência forçaram a saída de quase todos os 22 mil operários da vizinha usina de Jirau, no rio Madeira.
A apresentação das reivindicações quase se confunde com o dissídio da categoria, em maio. Os operários de Santo Antônio pedem reajuste de até 35%, maior participação nos lucros, alterações nos planos de saúde, revisão de descontos indevidos, redução das horas extras e dos preços nas lanchonetes privadas do canteiro. Porto Velho vive o drama da inflação de demanda, puxada pelos 40 mil operários e suas famílias. Os aluguéis são muito caros - o de uma casa de dois quartos é de R$ 2,5 mil - e há um déficit habitacional estimado em 15 mil unidades. (Págs. 1 e B15)
Crise de governo pode forçar Portugal a pedir ajuda internacional (Págs. 1 e A11)

Capital de bancos pode ir além de Basileia 3 (Págs. 1 e C3)

Varejista britânica Debenhams busca parceiro no Brasil, diz Scott (Págs. 1 e B1)

Rio venderá áreas de quartéis
O governo fluminense vai vender parte dos terrenos ocupados por batalhões da Polícia Militar em áreas valorizadas do Rio, como Centro, zona sul e Tijuca. O dinheiro obtido será empregado na reforma e aparelhamento dessas unidades. (Págs. 1 e A5)
Coca detalha planos para lojas
As primeiras lojas da Coca-Cola Clothing no Brasil deverão ser abertas no fim do terceiro trimestre deste ano. O plano inicial é inaugurar três lojas em São Paulo e duas no Rio de Janeiro, além de unidades no Nordeste e Sul do país. (Págs. 1 e B4)
Reforma do Beira-Rio
A Andrade Gutierrez apresentou proposta ao Internacional para reforma do Beira-Rio para a Copa de 2014. A obra custaria R$ 264 milhões à construtora, que seria remunerada pela venda de camarotes e cadeiras especiais, exploração do estacionamento e do shopping anexo por 20 anos. (Págs. 1 e B6)
O futuro da Itambé
O presidente da Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais, dona da marca Itambé, Jacques Gontijo, foi reeleito ontem para mais três anos à frente da central. Entre suas metas estão a fusão com a Confepar, do Paraná, a criação de uma S.A e a busca de um sócio estratégico. (Págs. 1 e B19)
Seguros da Petrobras
Consórcio formado pela Allianz, Mapfre e Bradesco venceu a licitação de parte dos seguros da Petrobras neste ano, para as obras da Comperj e da Refinaria do Nordeste. O prêmio é de US$ 46 milhões. (Págs. 1 e Cl2)
WebJet adia IPO
Turbulências nos mercados e a alta do petróleo levaram a Webjet a adiar sua oferta inicial de ações, prevista inicialmente para este semestre. Em nota, a empresa informa que aguardará um momento mais propício. (Págs. 1 e D13)
Ideias
Cristiano Romero

Concessão de Guarulhos, Viracopos, Galeão e Juscelino Kubitscheck resolveria, em caráter emergencial, gargalo dos aeroportos. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Martin Wolf

A China ainda precisa desenvolver sua própria visão de como usar a sua enorme influência global. (Págs. 1 e A13)

Estado de Minas

Governo emite alerta para risco de lareiras
A morte de um casal de universitários numa pousada de luxo na Serra da Moeda, provavelmente por inalação excessiva de monóxido de carbono proveniente da queima da lenha, fez soar o alarme no governo do estado. As secretarias de Turismo e de Defesa Social vão enviar a todas as hospedarias de Minas uma cartilha com as orientações dos bombeiros sobre o uso seguro de lareiras e o perigo que elas podem representar. A Divisão de Crimes contra a Vida da Polícia Civil assumiu o caso ontem e fez vistoria no chalé onde os jovens morreram.

Afinal, quando há perigo para as pessoas? (Págs. 1 e 21)
Ficha limpa: MP entra em campo para defender a lei
Procurador-geral da República fará sustentação oral hoje no Supremo Tribunal Federal em favor da Lei Ficha Limpa, durante julgamento de recurso que contesta a validade da norma nas eleições do ano passado. (Págs. 1, 3 e 4)
Confins: Nova barreira à ampliação
Ministério Público Federal ajuíza ação para suspender licitação das obras por falta de estudo de impactos ambientais. (Págs. 1 e 12)
Líbia: Kadafi sofre primeira baixa
Comandante do ditador morre em bombardeio das forças de coalizão, mas massacre de civis continua no país. (Págs. 1 e 17)

Jornal do Commercio (PE)

Operação-padrão no IML está encerrada
Médicos-legistas decidiram aceitar a proposta do governo e suspender de imediato a mobilização. Exames traumatológicos já voltara ao normal, mas necropsias dependem de reforço na infraestrutura do SVO para serem aceleradas. (Pág. 1)



EUA anunciam restrições a produtos importados do Japão (Pág. 1)

Otan segue sem papel definido por aliados nos ataques à Líbia (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Kadafi reaparece e desafia coalizão
“As massas são as defesas antiaéreas mais fortes”, disse o ditador na TV, às forças internacionais, após a morte de um de seus chefes militares. (Págs. 1, 4 e 5)
Pacote do RS: Aumentos e cargos vão custar por ano R$ 48 milhões
Assembleia aprova projetos do governo, que entre outras medidas mexe na folha do Estado. (Págs. 1, 6 e Rosane de Olveira, 10)
Caso Battisti
“STF mantém um preso político”, diz Tarso. (Págs. 1 e 8)
Sob pressão: Daer promete agir para coibir fraude
Ledermann antecipa a ZH o que mudará nas licitações. (Págs. 1 e 29)
Classe C: A pirâmide virou um losango
Ao reunir mais de 100 milhões de brasileiros, a faixa C se torna a maior do país e muda o formato da estrutura social.

Os objetos do desejo da classe emergente. (Págs. 1 e 14)


Fontes: Radiobras – JBWiki!

Reporte abuso COMPARTILHE No Twitter No Facebook

Todos deste(a) repórter

Publicado pelo(a) Wiki Repórter
BrasilWiki!
São Paulo - SP



Comentários
01
Reporte abuso
nois é
nois-sp 23/03/2011

O Brasil com certos "politicos" virou fossa septica--esse elemento no qual faz-se capa da matéria é "nosso lixo não reciclável"" quando morrer podem leva-lo para um aterro sanitario---e recomendar--(CUIDADO AQUI JAZZ O REI DOS ABUTRES)"" cadê meu compulsório?? Marimbondo!!


Faça seu comentário - nome e cidade são obrigatórios
 caracteres restantes
Digite o código para validar o formulario

Trocar imagem
Quero ser inserido sempre que este autor inserir um novo post
Quero ser inserido sempre que um comentários for inserido neste post

Se você é um wiki repórter, faça o login e seu comentário será postado imediatamente.
Caso não seja, seu post entrará na lista de moderação de BrasilWiki!
Use a área de comentários de forma responsável.
BrasilWiki! faz o registro do IP (número gerado pelo computador de acesso à internet) de usuários para se proteger de eventuais abusos.
Ao selecionar acompanhar comentários do post ou post do autor, é obrigatório o preenchimento do campo email e não é necessário fazer o comentário.


©1995 - 2013. Brasil Mídia Digital

jb.com.br