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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

"Discurso de churrascaria"

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Publicado em 21/03/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, 21 DE MARÇO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Dano a civis irrita aliados e afeta força anti-Gaddafi
EUA negam ataques à população e dizem controlar espaço aéreo líbio

No segundo dia de ataques às forças do ditador Muamar Gaddafi, a aliança liderada por EUA, França e Reino Unido sofreu um revés diplomático; a Liga Árabe, que integra a coalizão, criticou “a mortes e ferimentos de civis” na Líbia.

O secretário-geral Amr Moussa manteve apoio à intervenção, mas cobrou explicações: “Queremos proteção de civis, e não bombardeio contra mais civis”.

Os EUA negaram ataques a civis e disseram ter reduzido “significativamente” defesas de Gaddafi e assumido o controle do espaço aéreo. Na TV estatal, o ditador prometeu “guerra longa”. Mais tarde, um míssil destruiu prédio administrativo no complexo residencial dele.

Em Benghazi, capital rebelde, moradores festejaram recuo de tropas de Gaddafi, relata o enviado especial Samy Adghirni. (Págs. 1 e Mundo)
Obama afirma que Brasil é exemplo para o mundo árabe
Em discurso no Rio, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que o Brasil é um exemplo para o mundo árabe ao mostrar que é possível conciliar progresso econômico e liberdade.

Falando ao “vibrante povo brasileiro” do palco do Teatro Municipal, ele comparou o movimento pelos direitos civis nos EUA, nos anos 60, à luta contra a ditadura no Brasil. (Págs. 1 e A4)

Janio de Freitas: Discurso “de churrascaria” foi decepcionante (Págs. 1 e A7)

(...) Se a plateia correspondeu ao privilégio do convite, com os aplausos apropriados, o papel de Obama não exige muito rigor para ser descrito assim: um discurso de churrascaria. Salvou-se uma frase, talvez, pela retórica: "Quando se acende uma luz de liberdade, o planeta fica mais iluminado". Ao que, dada a seleção dos convidados, não houve um maldoso que indagasse: "Por isso, tome de luzes com bombas e foguetes?" No mais, Barack Obama parece ter utilizado o ato no Municipal para oferecer uma síntese da motivação perceptível de sua visita: "Vejam como eu sou simpático".
Para uma visita que devesse dar novo sentido às relações de Brasil e Estados Unidos, não por causa de duas ou três contrariedades causadas à Casa Branca por Lula, mas por sempre, a missão de Obama fez muito pouco. Se fez algo, não foi divulgado até agora das suas conversas com Dilma Rousseff.
Do que se sabe, o melhor ficou com a presidente. Pela objetividade com que destacou, já que o palavrório visitante tanto se referia a relações de colaboração, o tratamento prejudicial dado pelo governo dos Estados Unidos a um punhado de produtos da exportação brasileira (tratamento discriminatório mesmo em desobediência a julgamento da Organização Mundial de Comércio).
A frase mais repetida a respeito de Barack Obama, nos meios de comunicação brasileiros, é a que o define como "o homem mais poderoso do mundo". É possível. Mas a suave Patrícia Amorim - uma lição feminina de como dirigir com honestidade e competência um grande clube de futebol - não poderia sequer presentear Obama, cujo helicóptero usou o campo do Flamengo, com uma camisa do time. (...) É o homem mais poderoso ou o mais frágil? (Em tempo: Patrícia Amorim não respondeu, como poderia, que, se a camisa e mesmo ela são tão perigosos, Obama que baixasse em outro lugar, não mais no Flamengo).
O pior da "segurança" em proporções estúpidas é que os locais a tomam como eficiência em nível máximo e exemplar. (...)

Monica Bergamo - (...) Fim do mundo - Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) , ficou chocado ao ver, em Brasília, ministros do governo Dilma Rousseff sendo revistados pela segurança do presidente dos EUA, Barack Obama, no sábado. "O governo brasileiro não poderia jamais ter aceito isso, ministros brasileiros, em território brasileiro, sendo revistados." Ele não reclama dos americanos. "O problema não é deles; é nosso de permitir um absurdo destes." Aqui, não -  Skaf acha inclusive que o caso é mais grave do que quando o chanceler Celso Lafer, do governo FHC, tirou os sapatos num aeroporto dos EUA para ser revistado. "No território deles, os americanos podem fazer algumas exigências. Mas aqui, não."



Para analista, visita reabre o canal de diálogo

A visita de Obama serviu para “desobstruir um canal de comunicação em alto nível” entre Brasil e EUA avalia Matias Spektor, da FGV-Rio, estudioso das relações entre os dois países. Para ele, Dilma foi coerente e firme na defesa do interesse nacional. (Págs. 1, entrevista da 2ª e A24)

Fotolegenda:Barack e Michelle Obama assistem a apresentação de capoeira na Cidade de Deus, no Rio

Polícia barra manifestantes na Cinelândia

Cerca de 600 manifestantes, segundo a Polícia Militar, foram barrados pelo Batalhão de Choque da PM ao tentar entrar na Cinelândia, centro do Rio, onde fica o Theatro Municipal, palco do discurso de Obama ontem. Gritando "fora Obama", um grupo saiu do Largo do Machado, zona sul, e se encontrou com outros manifestantes em frente à estação do metrô na Glória. Por volta das 12h30, começaram uma caminhada de cerca de 2,5 km até a rua do Passeio, nos arredores da Cinelândia. Ligados aos partidos PSOL e PSTU, eles protestavam contra a ação militar na Líbia e o suposto interesse econômico de Obama pela reserva de petróleo brasileiro.
Na rua do Passeio, encontraram um bloqueio policial, mas não houve confronto. De manhã, parentes das vítimas do acidente com o avião da Gol que se chocou com um jato Legacy em 2006 protestaram em frente ao hotel onde estava a comitiva americana.


Kassab tem sua pior avaliação diz Datafolha
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassad, que lançou ontem seu novo partido, o PSD, atingiu a pior avaliação desde que assumiu o cargo. Os que reprovam sua administração são 43%, diz o Datafolha. (Págs. 1 e A15)

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem 48% de aprovação. (Págs. 1 e A15)
Fotolegenda: Enfim salva
Nove dias após terremoto e tsunami, Sumi Abe, 80, que sobreviveu à base de iogurte e restos de comida, é resgatada em Ishinomaki; Japão detecta radiação em mais 2 vegetais, por causa de acidente em usina nuclear. (Págs. 1 e A22)
Nova Secretaria de Aviação Civil pode terceirizar os aeroportos
A presidente Dilma Rousseff criou a Secretaria de Aviação Civil, com poder para terceirizar a exploração dos aeroportos do país – a medida havia sido antecipada pela Folha.

O novo órgão absorverá toda a estrutura da aviação civil, como a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Infraero (estatal que administra os principais aeroportos brasileiros). (Págs. 1 e A10)
Editoriais
Leia “Ecos do Japão”, sobre os impactos na tragédia asiática na economia global, e “Recuo no ensino paulista”, acerca dos resultados do Saresp. (Págs. 1 e A2)

Correio Braziliense

Festa no Brasil
Obama elogia os avanços do país e encanta cariocas


O presidente norte-americano, Barack Obama, usou todas as habilidades para conquistar a simpatia dos brasileiros na visita ao Rio de Janeiro. No Theatro Municipal, diante de uma platéia de 2 mil convidados, ensaiou palavras em português e não poupou elogios ao país. Foi aplaudido de pé. Pela manhã, arriscou embaixadinhas na Cidade de Deus. À noite, conheceu o Corcovado. (Págs. 1, 2 a 7)
Kadafi anuncia cessar-fogo após ação de aliados
No segundo dia de ação militar na Líbia, Muamar Kadafi prometeu interromper a ofensiva contra os rebeldes, mas forças da coalizão não reconheceram a trégua. Bombardeios chegam a Trípoli, capital do país. Segundo o Pentágono, defesa aérea do ditador foi “fortemente atingida”. Sob ordens de Kadafi, um milhão de civis líbios teriam começado a receber armas. (Págs. 1, 14 e 15)
Seu bolso: Os riscos da compra em parcelas
A estabilidade estimula o brasileiro a fazer financiamentos para adquirir carros e imóveis. Aprenda a não cair nas armadilhas da dívida “saudável”. (Págs. 1 e 10)
Vaga Ilegal
Estudo vai mapear estacionamentos irregulares do DF. (Págs. 1 e 22)

O Globo

Obama: Brasil dá exemplo de democracia a mundo árabe
Em meio à guerra na Líbia, presidente dos EUA fala em relação mais igualitária entre os países

Um dia depois de ordenar do Brasil a ofensiva contra a Líbia de Kadafi, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, citou a democracia brasileira como exemplo para ditaduras do mundo árabe. Ao discursar no Theatro Municipal, Obama disse que o Brasil mostrou que é possível superar regimes autoritários e conciliar democracia e crescimento econômico. O presidente americano manteve o tom de parceria adotado anteontem, no encontro com a presidente Dilma Rousseff, e disse que as relações Brasil-EUA são entre nações iguais, e não mais como “parceiros sênior e júnior”. Para especialistas, a visita trouxe ganhos políticos para o Brasil, especialmente com a sinalização positiva dos EUA à pretensão brasileira de obter vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. O discurso de Dilma, cobrando o fim das barreiras comerciais, também, é uma marca positiva do encontro. Avanços concretos na agenda econômica e comercial foram limitados, porém, pela relação conflituosa de Obama com o Congresso americano. (Págs. 1, 3 a 19 e Ancelmo Góis, Págs. 22 e 23)

Fotolegenda: Obama, Michelle e filhas no Cristo: visita foi transferida da manhã para a noite por causa da guerra na Líbia
Na ’Cidade Maravilhosa’, até turismo
Desde sábado à noite no Rio, Obama e família aproveitaram o domingo também para fazer turismo na “Cidade Maravilhosa”, chamada assim pelo presidente americano no discurso do Municipal. Eles foram à cidade de Deus, onde Obama quebrou o protocolo e andou nas ruas, e, à noite, ao Cristo. (Págs. 1 e 17)
No Rio, gabinete de crise para 1ª guerra de Obama
O presidente dos EUA, Barack Obama, adiou da manhã para a noite sua visita ao Corcovado para discutir a guerra na Líbia com secretários e conselheiros em Washington. Numa entrevista no Rio, a Casa Branca afirmou que o objetivo principal da ação militar, a primeira autorizada por Obama em seu governo, é proteger civis. (Págs. 1 e 33)
Míssil atinge palácio de Kadafi em Trípoli
Coalizão de países afirma que prédio tinha arsenal, mas nega que ditador seja alvo

Um dos prédios do complexo residencial de Muamar kadafi, a 50 metros da tenda onde costuma receber seus convidados, foi derrubado por um míssil ontem. A coalizão de países que tenta conter Kadafi concentrou sua ofensiva em Trípoli, mas negou que ele esteja entre os alvos da operação, alegando que o local tinha arsenal militar. O ditador líbio manteve o tom desafiador, atacou pesadamente a cidade de Misurata e chamou os países da coalizão de nazistas e terroristas. O Pentágono avaliou que a primeira fase da ofensiva foi bem-sucedida, pois freou o avanço do governo líbio em Benghazi. A Liga Árabe condenou os bombardeios e quer reconsiderar o apoio à zona de exclusão aérea. (Págs. 1, 32 a 35)

O Estado de S. Paulo

Ataques à Líbia se intensificam e Kadafi promete ’longa guerra’
No segundo dia da operação, Pentágono vê sucesso; QG do ditador é atingido e seu paradeiro é ignorado

Forças americana e européias intensificaram sua ofensiva ontem contra as tropas leais ao ditador líbio, Muamar Kadafi, no segundo dia da operação. Novos tiros de artilharia antiaérea e explosões foram ouvidos em Trípoli, depois que Kadafi prometeu enfrentar o Ocidente em uma “longa guerra” e disse que havia começado a distribuir armas a mais de 1 milhão de pessoas, “homens e mulheres e crianças”, para defender o país. O quartel-general de Kadafi foi parcialmente destruído num bombardeio e não se sabia o paradeiro do ditador. O Pentágono considerou que os ataques dos últimos dois dias foram bastantes efetivos, mas negou que a residência de Kadafi tenha sido alvo. A Liga Árabe e a Rússia pediram a suspensão das operações militares, porque elas estariam atingindo civis. (Págs. 1, A19 a A21)

EUA vão entregar ’em breve’ liderança da ação

O secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, afirmou ontem que o Pentágono espera entregar o controle da missão na Líbia para uma coalizão – liderada pela França e pela Grã-Bretanha ou pela Otan -,
“em questão de dias”. Segundo ele, o papel dos EUA não será
“proeminente”. (Págs. 1, A20 e Internacional)

Obama: Brasil é exemplo democrático
Em discurso no Rio, presidente americano destaca valores em comum e diz que País será tratado como “parceiro igual”

O presidente dos EUA, Barack Obama, usou ontem o exemplo da consolidação democrática no Brasil para, de forma indireta, estimular a abertura do Ocidente Médio e do Norte da África – em especial a Líbia e o Egito – e a orientação desses países para a economia de mercado. Foi o ponto alto do discurso no Theatro Municipal do Rio, para cerca de 2000 convidados. Ele lembrou do passado da presidente Dilma Rousseff na resistência à ditadura e disse que aqueles que acreditam que a democracia é um obstáculo ao progresso “terão de se ver com o exemplo do Brasil” – foi bastante aplaudido. Vestindo terno, sem gravata, iniciou o seu discurso em português para mostrar simpatia: “Alô, Rio de Janeiro. Alô, cidade maravilhosa. Boa tarde, todo o povo brasileiro”. Obama fez vários elogios ao Brasil, em meio a ofertas de negócios que incluíram a infraestrutura para a Olimpíada. Disse estar disposto a tratar o Brasil como “parceiro igual”, mas evitou chamar o País de
“estratégico”. (Págs. 1, A4 a A12 e Nacional)

Análise: Carlos Melo - Um craque da sedução política

Quem esperava um pronunciamento político sentiu-se frustrado. Mas nem havia motivos para isso. (Págs. 1, A4 e Nacional)

Secretário do Comércio dos EUA rebate críticas

Gary Locke disse a Raquel Landim que "o Brasil tem de focar no comércio com o mundo, e não país a país”. Foi uma resposta às críticas sobre o déficit comercial com os EUA. (Págs, 1 e B1)

Fotolegenda: Obama e a mulher, Michelle, assistem à apresentação de capoeira na Cidade de Deus (Págs. 1 e A10)
Avó e neto são salvos 9 dias após tremor
Nove dias depois do tsunami que atingiu o Japão, uma mulher de 80 anos e seu neto de 16 foram resgatados em Ishinomaki. Os dois sobreviveram com alimentos que estavam na geladeira. Ao menos 21 mil pessoas estão mortas ou desaparecidas. (Págs. 1, A22 e Internacional)
Link: Brasil discute combate à pirataria com americanos (Pág. 1)

Fabio Giambiagi: Mínimo não é o mínimo
A atual política de valorização do salário mínimo não faz praticamente nada para melhorar a vida de quem ganha abaixo desse valor. (Págs. 1, B2 e Economia)
Notas & Informações
Novo diálogo Brasil-EUA
A visita de Barack Obama pode abrir uma outra etapa de parceria política e econômica. (Págs. 1 e A3)

Valor Econômico

Energia ganha parceria com EUA
Em visita pautada por interesses econômicos e comerciais e por elogios ao Brasil como “ator global”, o presidente dos EUA Barack Obama, firmou no sábado com a presidente Dilma Rousseff, um “diálogo estratégico em energia”, que abre caminho para cooperação na exploração de energia alternativa e do petróleo obtido em grandes profundidades. Segundo a Casa Branca, Dilma recebeu com satisfação o anúncio de Obama de que enviará em maio uma missão comercial para negócios com gás e petróleo.

“Queremos trabalhar junto com vocês, ajudar com tecnologias e apoio para desenvolver essas reservas de petróleo de forma segura”, explicou o presidente Obama, ao comentar a iniciativa com empresários em Brasília. (Págs. 1, A3 e A4)

Mercado de bioquerosene é de US$ 300 bilhões

A Embraer e a Azul preparam o primeiro voo experimental de um avião de passageiros movido com combustível de cana-de-açúcar, num projeto que ganhou novo impulso com a assinatura, durante a visita do presidente Barack Obama ao Brasil, de uma parceria entre os dois países para o desenvolvimento de bioquerosene de aviação.

Em jogo, está a disputa por um mercado estimado em cerca de US$ 300 bilhões no mundo e o interesse estratégico do Pentágono, o maior consumidor de querosene de aviação do mundo, em diversificar as suas fontes de combustível e de se torna menos dependente de petróleo.

Para as companhias aéreas, o novo combustível pode representar uma segurança maior diante da variação do preço do petróleo, já que o querosene responde por até 40% dos custos. (Pags. 1, e A4)

Fotolegenda: Obama assistiu ontem uma apresentação de capoeira e samba durante visita à Cidade de Deus
Dúvidas sobre os ataques na Líbia
Agora que os oficiais americanos dizem que as forças aliadas estabeleceram efetivamente uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, para restringir os ataques do regime de Muamar Gadafi contra os rebeldes, os líderes ocidentais têm outra questão: o que fazer depois.

Assim que os mísseis e bombardeiros atacaram na costa líbia para minar o poder aéreo e as defesas de Gadafi, divisões sobre os termos de engajamento emergiram na coalizão que aprovou o plano na quinta-feira à noite sob a égide da ONU. Os riscos da abordagem minimalista do presidente dos EUA, Barack Obama, em relação à guerra na Líbia estavam aparecendo, com o apoio até agora limitado do mundo árabe e os termos do engajamento ainda incertos. (Págs. 1 e A12)
Pressão por mudanças em Jirau
As cenas de destruição e vandalismo dos últimos dias na usina de Jirau, em Rondônia, reacenderam o debate sobre a urgência de um
"reposicionamento" nas relações da construtora Camargo Corrêa com trabalhadores, sindicatos, empresas prestadoras de serviços, Justiça e governo. E as pressões por mudanças devem afetar o cronograma de obras da usina. Em Porto Velho, avalia-se que a Camargo trabalha "no limite" para concluir a obra e cumprir os prazos apertados acertados com o governo. A Camargo informa ter iniciado ontem o
"replanejamento" da obra, mas rejeita as observações. "Toda crítica tem que ser avaliada. E, se for correta, temos que corrigir os processos", disse ao Valor o presidente da Camargo Corrêa Construtora, Antonio Miguel. A empresa não sabe quando voltará a operar as máquinas nas obras. (Págs. 1 e B11)
Clubes de investimentos em ações perdem cotistas
O total de investidores em clubes de ações na Bovespa vêm caindo, apesar do aumento no número de carteiras. Uma das explicações para essa mudança é a pressão da CVM para que os clubes deixem de ser usados como fundos pelas corretoras. Até o fim do mês, a autarquia deve divulgar uma nova regulamentação criando restrições para clubes de grande porte, afirma Otávio Yazbek, diretor.

Algumas corretoras criaram verdadeiras linhas de montagem de clubes, com a gestão sob seu poder. Desde 2008, com a pressão da CVM, fundos mais numerosos, de 100, 150 cotistas, vêm sendo fechados, e os novos surgem com menos participantes. Outro fator que está reduzindo o número de cotistas é a prioridade dada por corretoras ao investimento individual via home broker. (Págs. 1, D1 e D2)
Gerdau estuda captar R$ 2 bi via emissão de ações
O grupo Gerdau está preparando uma captação por meio de emissão de ações de R$ 2 bilhões que deve ir ao mercado em breve. A transação, segundo apurou o Valor, seria para capitalizar a empresa. A Gerdau, por meio de sua assessoria de imprensa, negou que esteja fazendo a emissão de ações.

Na sexta-feira, circularam versões no mercado financeiro de que a companhia estaria levantando recursos para comprar as participações da Camargo Corrêa e da Votorantim na Usiminas - o que foi desmentido por fontes que acompanham a operação, que teria o objetivo de somente capitalizar a Gerdau. (Págs. 1 e B10)
Aplicativo abre caminhos no mundo da web
Os aplicativos, pequenos programas com fins específicos que dão "alma" aos smartphones e tablets, agitam o setor de tecnologia e já há especulações de que irão acabar com a forma tradicional de acesso à internet. Só em 2011, as vendas desses programas podem movimentar US$ 15 bilhões - três vezes mais que em 2010 -, segundo estimativa da empresa de pesquisas Gartner. Até o fim de 2014, a projeção é que 185 bilhões de aplicativos tenham sido baixados em lojas on-line de todo o mundo.

Eles caíram nas graças do consumidor por uma combinação de fatores: diversidade - há desde programas relativamente complexos que ajudam a administrar empresas, até um software que simula um copo de cerveja virtual, que não serve para nada -, baixo custo e sistemas de pagamentos fáceis de usar. (Págs. 1 e B2)
Emenda leva à crise com o Congresso
O cancelamento de restos a pagar no montante de R$ 18 bilhões inscritos nos quatro últimos anos ameaça se transformar na primeira crise do governo Dilma Rousseff com o Congresso. O cancelamento atingirá principalmente emendas parlamentares ao Orçamento, que foram empenhadas nesses anos, mas não pagas até hoje.

A base do cancelamento é um decreto assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que prorrogou até 30 de abril o prazo de validade dos restos a pagar do Orçamento desses anos, à exceção das despesas do Ministério da Saúde e do PAC. "Se o decreto se realizar como está, nós teremos uma crise muito grande com o Congresso porque não teremos um único parlamentar a defender este decreto", disse o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. (Págs. 1 e A6)
A Odebrecht dobrou em seis meses o valor de obras na Argentina (Págs. 1 e B1)

Argentina mais protecionista
O governo da Argentina voltou a ampliar suas barreiras à entrada de produtos brasileiros. A escalada protecionista veio em dose tripla. Há violação do prazo de 60 dias, previstos pela OMC, para a liberação das licenças não automáticas de importação. (Págs. 1 e A5)
Especial/Imposto de Renda
Os sucessivos recordes de arrecadação do Imposto de Renda (IR) no Brasil abrem espaço para a discussão de mudanças na atribuição de instrumentos financeiros como fundos de investimentos e títulos privados de mais longo prazo, diz Sergio Cutolo dos Santos. (Págs. 1)
Grande demais para quebrar
Levantamento mostra que os maiores bancos dos Estados Unidos ficaram ainda maiores desde a crise financeira. O número de instituições “grandes demais para quebrar” deve crescer 40% nos próximos 15 anos. (Págs. 1 e C2)
Futuro ameaçado
O aumento da inflação, que ameaça o crescimento econômico, e a fuga dos investidores estrangeiros transformam a opção do Citigroup pelos mercados emergentes em uma aposta de risco. (Págs. 1 e C12)
Ideias
Sérgio Leo

Viagem do presidente Obama evidencia que Brasil e EUA mudaram - e explicita as razões das mudanças. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Luiz Carlos Mendonça de Barros

Presidente Dilma traz finalmente ao governo alguns dos conceitos e prioridades do pensamento econômico do PT. (Págs. 1 e A15)

Estado de Minas

Obama propõe parceria de igual para igual com o Brasil
Em discurso descontraído e cheio de elogios, ele prega a união dos dois países na busca por conquistas

O presidente norte-americano abusou da simpatia nos 22 minutos de pronunciamento ontem no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, para arrancar aplausos da platéia, depois da visita à Cidade de Deus. Enalteceu a democracia brasileira, os avanços na diminuição da desigualdade social, as belezas naturais do país e até arriscou palavras em português antes de convidar o Brasil para trabalhar com os EUA não como “parceiro júnior”, mas como iguais. “Vamos nos unir com um espírito de interesse e respeito mútuos, comprometidos com o progresso que podemos fazer juntos”, afirmou ele, que, à noite, foi ao Cristo Redentor, no Corcovado, e agora se concentra na sua visita ao Chile. (Págs. 1, 3 a 7)

Foto legenda: A técnica não convence o garoto no bate-bola na Cidade de Deus
Bombardeio deixa ditador líbio acuado
A defesa antiaérea da Líbia foi fortemente atingida pelos mísseis e bombas lançados dos aviões e navios da coalizão, que tem os EUA à frente. As forças aliadas se concentram agora em cortar o apoio logístico às tropas de Muamar Kadafi. No primeiro dia dos ataques, sábado, morreram pelo menos 48 civis. (Págs. 1, 16 e 17)
Milagre nos escombros do Japão
Uma mulher de 80 anos e o neto, de 16, foram resgatados ontem dos escombros de uma casa, na cidade de Ishinomaki, nove dias depois do terremoto e do tsunami eu arrasaram o Nordeste do Japão. O país já conta 8,4 mil mortos e 12,9 mil desaparecidos e sofre com água e alimentos contaminados pela radioatividade. (Págs. 1 e 18)
Consumo: O perigo do crédito fácil
A estabilidade econômica leva o brasileiro a gastar mais, principalmente com bens não duráveis, e especialistas alertam para os riscos do financiamento. (Págs. 1 e 12)
Indefeso: Aumenta violência contra idosos em BH (Págs 1, 21 e 22)

Jornal do Commercio (PE)

Cerco contra Kadafi
Tropas da coalizão formada por Estados Unidos, França, Reino Unido, Canadá e Itália intensificaram ontem, os ataques a "alvos militares" líbios, principalmente na capital Trípoli. Reação veio com uso de pesada artilharia antiaérea. (Pág. 1)

Fotolegenda: Alvo em Trípoli

No Rio, Obama elogia democracia no Brasil e compara com os EUA (Pág. 1)

Japão registra novos casos de alimentos com radiação nuclear (Pág. 1)

Viagem oficial (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Aliança intensifica ataques na Líbia
Coalizão liderada pelos EUA reúne países no esforço de tirar Kadafi do poder, mas colhe críticas da Liga Árabe e da Rússia, que apontam excessos na operação. (Pág. 1)

Fotolegenda: Ataque aéreo da coalizão atinge veículos das forças de Kadafi em rodovia da região de Benghazi

Obama no Brasil: O que fica da visita
Casa Branca e Planalto selaram a reaproximação diplomática. (Págs. 1, 4 a 7)

Do Planalto, Obama colocou os EUA na guerra

No Rio, presidente cita democracia do Brasil como exemplo ao mundo árabe. (Págs. 1, 8 a 14)
Blitz limitada
Rigor contra álcool esbarra na falta de equipamento. (Págs. 1 e 35)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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