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Deu no papel

De Brasília, Obama detona guerra a Kadafi

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Publicado em 20/03/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, 20 DE MARÇO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Países aliados iniciam ação militar na Líbia
Jatos da coalizão internacional entram no espaço aéreo do país do ditador Gaddafi

A coalizão de potências ocidentais e países árabes iniciou intervenção militar na Líbia ante a resistência do ditador Muammar Gaddafi em cumprir o cessar-fogo contra os rebeldes.

Jatos aliados entraram no espaço aéreo líbio para parar ataques que, segundo rebeldes, forças de Gaddafi iniciaram na manhã de ontem em Benghazi, principal bastião dos opositores.

"Nossos aviões já estão impedindo ataques aéreos na cidade", afirmou o presidente da França, Nicolas Sarkozy, em reunião emergencial de líderes da coalizão realizada em Paris.

Em Brasília, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que "o povo líbio deve ser protegido". É a primeira ação militar internacional em país árabe desde a Guerra do Iraque (2002) (Págs. 1 e Mundo)

EUA não podem dar chiclete em troca de banana ( Págs. 1 e Mercado B7)

Obama diz ter apreço por aspiração do país a assento fixo na ONU
Ao chegar ao Brasil para uma visita ofuscada pela intervenção militar na Líbia, o presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu atuar para que o Conselho de Segurança da ONU seja mais "representativo" e manifestou "apreço à aspiração" brasileira de obter um assento permanente no órgão.

A declaração foi celebrada pelo Itamaraty, mas o Planalto esperava um apoio mais explícito, como o que Obama deu à Índia em 2010.
Na visita, a presidente Dilma reconheceu esforços dos EUA para sair da crise financeira, mas atacou efeitos das medidas de retomada em outros países. (Págs. 1 e Poder)
Dilma tem aval igual ao melhor início de Lula
Pesquisa Datafolha mostra que 47% dos brasileiros aprovam o início do governo de Dilma Rousseff, taxa igual ao recorde de Lula no começo do segundo mandato. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

No início da era Lula, brasileiros apontavam desemprego (31%), fome e miséria (22%) como maiores problemas. Hoje são saúde (31%) e violência (16%). O Datafolha fez 3.767 entrevistas em 179 cidades. (Págs. 1 e Poder A14)
Renata Lo Prete
Petista conquista confiança até de eleitores de Serra (Págs. 1 Poder A4)
Análise/Mauro Paulino
Pesquisa aponta desafios para a nova presidente (Págs. 1 e Poder A14)
Editoriais
Leia "Dólares e riscos", sobre a enxurrada de capital estrangeiro no país, e "Não precisa", com reparos ao modo como é aplicada a Lei Rouanet. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Globo

Obama promete ajuda para Copa e Olimpíadas
Governo Dilma assina dez acordos com os Estados Unidos

Na primeira viagem ao Brasil, o presidente dos EUA, Barack Obama, assumiu o compromisso de ajudar na organização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Rio. Obama subiu a rampa do Palácio do Planalto às 10h30m, passou em revista às tropas dos Dragões da Independência e foi recebido pela presidente Dilma
Rousseff. Antes do encontro dos chefes de Estado, dez acordos de cooperação foram assinados pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Patriota, e o representante do Comércio norte-americano, Ron Kirk. O acordo sobre eventos esportivos prevê visitas a cidades que já sediaram competições e capacitação de mão de obra. Outro acordo cria comissão para negociar questões comerciais e tentar reduzir barreiras não tarifárias e subsídios. Na comitiva chegaram a primeira-dama, Michelle, as filhas, Malia e Sasha, a sogra de Obama e uma amiga dela. (Págs. 1, 3 a 16)

Kadafi desafia Nações Unidas
Contrariando o cessar-fogo determinado pela ONU, o ditador líbio, Muamar Kadafi, invadiu ontem, com tanques e aviões de guerra, a cidade de Benghazi, bastião da oposição. Os rebeldes derrubaram um jato do governo e disseram que vão resistir a qualquer preço. Segundo as autoridades francesas, a intervenção militar ocidental no país estaria pronta para ser colocada em prática. Faltaria apenas uma “decisão política”. (Págs. 1 e 46)

Projetos maltratam paisagem do Rio
A paisagem do Rio tem sofrido com obras arquitetônicas que, apesar do mau gosto, são aprovadas pela prefeitura. Os péssimos exemplos, justamente quando a cidade se prepara para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são de bens públicos e particulares. (Págs. 1, 18 e 19)
Merval Pereira
O Brasil devia ter entrado no Conselho de Segurança em 45, quando era visto como “parceiro leal”, (Págs. 1 e 4)

Veríssimo
Obama hoje é atacado pela esquerda, como enganador, e pela direita, como demônio socialista. (Págs. 1 e 7)

Elio Gaspari
De Eisenhower para Obama: “Presidente, o mais difícil é descobrir quando nós não podemos.” (Págs. 1 e 13)

O Estado de S. Paulo

Dilma cobra de Obama suspensão de barreiras
No primeiro dia de visita, presidente americano ouve pedidos de ’relação comercial mais justa’ com Brasil

Em nome da “franqueza” e para construir “relação de maior profundidade”, a presidente Dilma Rousseff disse ao presidente dos EUA, Barack Obama, que uma relação comercial mais justa exige “que sejam rompidas as barreiras que se erguem contra nossos produtos”. Ao lado do americano em seu primeiro dia de visita ao Brasil, Dilma citou “etanol, carne bovina, algodão, suco de laranja e aço”. Dilma lembrou que estavam juntos a primeira mulher presidente do Brasil e o primeiro “afrodescendente” presidente dos EUA. Ela reivindicou a inclusão do País como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, com o argumento de que “um mundo mais multilateral produzirá benefícios para a paz entre os povos”. Já Obama disse que os EUA pretendem ser “grandes clientes” do petróleo brasileiro. (Págs. 1, A4 e A6 a A13)
Japão avança para conter crise nuclear
O reator número 3 da usina japonesa de Fukushima, que tem grande potencial tóxico, está parcialmente estabilizado. Esperava-se que a energia fosse restaurada ainda ontem, passo importante para conseguir resfriar as centrais. (Págs. 1 e A22)

Governo estuda dobrar área de floresta plantada (Págs. 1 e E1)

José Dirceu: A favor do voto em lista
A principal vantagem desse modelo é, sem dúvida, pôr em debate na sociedade os projetos que os partidos representam. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Jim O’Neill: G-7 e o iene
Ao anunciar que vai intervir para sustentar a valorização do iene, na sexta-feira, o G-7 demonstrou uma nova razão para sua existência. (Págs. 1 e Economia B12)

Bom senso e coerência
Dilma já demonstrou que o que lhe faltava em carisma eleitoral ela tem de sobra em sensatez. (Págs. 1 e A3)

Coalizão inicia operação militar na Líbia
Caças franceses patrulhavam o espaço aéreo líbio e um deles fez disparos; aliados ameaçam bombardear caso Kadafi não recue, mas ditador ataca Benghazi

Os países da coalizão ocidental e árabe contra Muamar Kadafi, liderados por EUA, França e Grã-Bretanha, anunciaram ontem o início das operações militares para conter o ditador da Líbia. “Decidimos assegurar a aplicação da resolução do Conselho de Segurança da ONU”, afirmou o presidente da França, Nicolas Sarkozy. Caças franceses já patrulhavam o espaço aéreo líbio, e um deles atirou num veículo militar. A coalizão vai avançar caso a ofensiva de Kadafi não cesse – as forças do ditador atacaram ontem Benghazi, centro da resistência, apesar de Trípoli ter anunciado cessar-fogo. Em Brasília, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que a ação para “proteger o povo líbio” era “urgente”. Kadafi assumiu tom desafiador em cartas aos presidentes dos EUA e da França, ao premiê britânico e ao secretário-geral da ONU. “Se vocês interferirem em nosso país, vão se arrepender”, ameaçou. (Págs. 1, A18 e A19)

Correio Braziliense

De Brasília, Obama detona guerra a Kadafi
Presidente dos Estados Unidos ordena ataque à Líbia durante visita ao Brasil.
Em tom franco, Dilma pede relação bilateral mais equilibrada

De dentro de uma sala do Palácio do Planalto, Barack Obama autorizou a ação militar contra o ditador líbio, Muamar Kadafi. O presidente dos EUA conversava com Dilma Rousseff quando recebeu um aviso de Washington sobre o agravamento da crise na Líbia. A França disparou os primeiros mísseis, às 13h45 (hora de Brasília). Pouco depois, os norte-americanos entraram no conflito, que permeou a agenda de Obama nas quase 12 horas de visita à capital federal. Os encontros oficiais foram cordiais, mas também marcados pela posição contundente do governo brasileiro. Dilma Rousseff ressaltou a necessidade de reforma no Conselho de Segurança da ONU e de uma relação comercial igualitária entre os dois países. Acompanhado da mulher, Michelle Obama, e das duas filhas, Malia e Sasha, o homem mais poderoso do mundo esteve continuamente cercado por um forte esquema de segurança, que parou o centro da cidade. No início da noite, embarcou para o Rio de Janeiro.

Enquanto isso...

Elegante e simpática, Michelle Obama, acompanhada pelas filhas, viu apresentações culturais e falou a estudantes na Oca da Tribo. A emoção ficou por conta de Maria Helena Silva, 10 anos, aluna de uma escola pública do Guará, que chorou ao cumprimentar Obama no Planalto. Parentes de vítimas do voo 1907 organizaram um dos protestos

PRÉ-SAL

Presidente dos EUA quer comprar o petróleo e participar das obras de infraestrutura

ONU

Brasil cobra apoio por uma vaga no Conselho, mas norte-americano não se compromete
Celina Leão sob suspeita
Distrital do PMN é acusada de atuar em esquema de fraude com Jaqueline Roriz. MP investiga. (Págs. 1, 31 e 33)

Estado de Minas

Obama admite que Brasil é o futuro
O presidente norte-americano reconheceu, em discurso a empresários na Confederação Nacional da Indústria, em Brasília, o crescimento, a força e a relevância internacional da economia brasileira e reiterou o apoio de seu país a esse "progresso absolutamente surpreendente". A declaração pode significar sinal verde para pelo menos um dos pedidos que a presidente Dilma Rousseff (PT) fez durante almoço no Itamaraty: portas abertas para os EUA avaliarem as pretensões comerciais do Brasil.

Cultura

Capoeira diverte Michelle e filhas

A primeira-dama norte-americana, acompanhada de Malia e Sasha, assistiu a uma apresentação dos grupos Raízes do Brasil(capoeira) e Batalá (percussão), enquanto o marido dava início à sua agenda diplomática no país.


Passeio

Dia de conhecer a Cidade Maravilhosa

Pouco depois das 20h, a família Obama desembarcou no Rio de Janeiro e hoje o presidente faz um pronunciamento no Theatro Municipal. Estão previstas visitas ao Cristo Redentor, no Corcovado, e à Cidade de Deus. (Páginas 3 a 13)
Ordem de ataque a Kadafi sai de Brasília
A autorização do presidente Barack Obama partiu da capital brasileira e, imediatamente, a força norte-americana se juntou a aviões franceses, britânicos, canadenses e italianos e às embarcações posicionadas no Mediterrâneo no bombardeio às tropas fiéis a Muamar Kadafi, para proteger a população civil da Líbia. Os ataques da coalizão tiveram como primeiros alvos a capital Trípoli e a cidade de Misrata. (Páginas 24 e 25)

Alerta geral no Japão: Excesso de radiação em água e alimentos (Págs. 1, 26 e 27)

Aposentados
Crescimento da renda leva idosos às compras (Págs. 1 e 19)

Jornal do Commercio (PE)

Líbia sob ataque
Franceses a americanos fizeram ontem as primeiras incursões com mísseis. Com apoio da ONU, coalizão reúne ainda Canadá, Reino Unido e Itália. Líder Muamar Kadafi prometeu transformar Mediterrâneo em campo de batalha. (Pág.1)
Obama sinaliza "apreço" ao Brasil na ONU (Pág.1)

Zero Hora (RS)

França lança ação militar contra Kadafi
Violação do cessar-fogo, confirmada pelo abate de um avião no front líbano, deflagra operação de forças internacionais no país.

Especial:
Os bastidores da Guerra (Págs.1, 20 a 25)
Obama chega em busca de aliança (páginas 4 a 7)

REVISTAS SEMANAIS – DATAS DE CAPA.

Veja, 23/3/2011.

Exclusivo: Barack Obama fala a Veja
"Os Estados Unidos e o Brasil podem e devem ter uma relação econômica em que os dois países saiam ganhando". (Págs. 1 e 62)
De Hiroshima a Fukushima
É o fim da era nuclear? (Pág. 1 e 82)

Época, 21/3/2011.


De Hiroshima a Fukushima
O pior desastre radioativo desde Chernobyl reaviva o horror da bomba atômica no Japão - e expõe os perigos da energia nuclear (Págs. 1 e 78)
Obama Pop Star
O que esperar da visita do presidente americano (Págs. 1 e 44)
Longevidade
Por que as crianças estressadas têm mais chances de chegar aos 90 (Págs. 1 e 98)
Bruna surfistinha
"Errei muito", diz Raquel Pacheco aos leitores de Época (Págs. 1 e 106)

ISTOÉ, 23/3/2011.


Manchete: Ameaça nuclear assusta o mundo
Os perigos e as consequências (até mesmo no Brasil) do acidente na usina atômica de Fukushima, que espalhou radiação e pânico pelo Japão e pode mudar os rumos da energia no planeta (Págs. 1 e 60)
Ídolos: a intimidade milionária dos novos astros sertanejos (Págs 1. e 99)

ISTOÉ Dinheiro, 23/3/2011.


O segredo das 10 mais
Saiba por que empresas como Alpargatas, Hering, Marisa, Le Lis Blanc, lochpe-Maxion, Vivo, Marcopolo, Odontoprev, Tupi e OHL foram as que mais se valorizaram na bolsa de valores e suas estratégias para continuar no topo. (Pág. 1)
Tim
Um Ceo entre o Céu e o inferno (Pág. 1)
Vale
O que está por trás da fritura de Roger Agnelli (Pág. 1)
Tragédia no Japão
Os impactos do tsunami e da ameaça nuclear na economia japonesa, brasileira e mundial. (Pág. 1)

CartaCapital, 23/3/2011.


Pesadelo nuclear
A tragédia no Japão reacende as dúvidas sobre a energia atômica. (Pág. 1 e 58)
The Economist
Como alimentar 9 bilhões de seres humanos? (Pág. 1 e 39)
Líbia
O Conselho de Segurança da ONU decide intervir na guerra civil. Kaddafi reage: "Vou enlouquecer com o mundo" (Pág. 1 e 64)

EXAME, 23/3/2011 (Quinzenal)


Onde investir em 2011
10 ações promissoras para o ano
As carteiras de investimento mais indicadas para cada perfil
As perspectivas do mercado de imóveis
Um guia para aplicar em renda fixa. Dólar. Ouro e fundos (Págs. 1 e Caderno Especial)
Exclusivo
Para Larry Fink, o maior investidor do mundo, as aç~´oes de empresas brasileiras estão ficando caras. (Pág. 1 e 50)
Japão
Como o maior desastre da história do país pode afetar a economia. (Pág. 1 e 176)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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