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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Farra em compra de remédios: superfaturamento de 1.380%

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Publicado em 31/01/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, SEGUNDA-FEIRA, 31 DE JANEIRO DE 2011.

Jornal do Brasil

Pra cá de Bagdá
Gays deixam países árabes e, livres da repressão cultural e religiosa, se esbaldam nas festas de Nova York. (Págs. 1, 3 e 4)
Presidente da OAB vai apurar fraude em exame (Págs. 1, 12 e 13)

Informe JB
Discrição de Dilma é o maior contraste com Lula. (Págs. 1 e 14)
Leonardo Boff
Na economia espiritual, vale mais dar que receber. (Págs. 1 e 9)
Conheça o taxista que quase foi preso por criticar ’O Globo’ (Págs. 1, 7 e 8)

O Globo

Oposição se articula para fim da ditadura no Egito
Prêmio Nobel egípcio pede saída de Mubarak e se aproxima de muçulmanos

Uma semana após o início dos protestos no Egito, a oposição prepara-se para a queda do regime de Hosni Mubaraki e, dividida, briga pela liderança de um governo de transição. O Prêmio Nobel da Paz Mohamed El Baradei, o líder mais conhecido no Ocidente, deixou a prisão domiciliar e pediu a saída imediata do presidente, em discurso na Praça Tahrir, epicentro dos protestos no Cairo. Acompanhado por militantes da Irmandade Muçulmana, lançou-se como líder da transição, mas foi ignorado pela principal coalizão oposicionista, que divulgou manifesto propondo uma Assembléia Constituinte. Já o ditador se reuniu com os militares e ampliou o toque de recolher, mais uma vez ignorado pelos manifestam que voltaram em massa às ruas, informa Fernando Duarte. (Págs. 1 e 22)

Al-Jazeera é proibida, e China censura revolta

A rede de TV Al-Jazeera, que realiza uma ampla cobertura dos protestos, teve seu sinal cortado ontem e recebeu ordens do governo para encerrar suas operações no país. Na China, a palavra "Egito" foi bloqueada na internet. (Págs. 1 e 23)

Brasileiros reclamam de embaixada no Cairo

Enquanto governos de países como Israel, Turquia e Estados Unidos iniciaram um plano para retirar seus cidadãos do Egito, turistas brasileiros encontram dificuldades de acionar plantão consular. (Págs. 1 e 24)

Foto legenda: El Baradei, o principal rosto da oposição, fala à multidão na Praça Tahrir, no Cairo: toque de recolher é ampliado e ignorado. (Pág. 1)
Anac: Galeão é pior aeroporto brasileiro
O aeroporto do Galeão foi considerado pela Anac o menos eficiente, entre os 16 grandes terminais do país. Ele tem o pior desempenho no indicador que relaciona o volume de passageiros e carga ao custo de operação. O aeroporto de Brasília é o melhor. (Págs. 1 e 19)
O primeiro encontro de duas presidentes
As presidentes do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, têm hoje encontro inédito: é a primeira vez que mulheres no comando dos dois países se reúnem. A jornais argentinos, Dilma disse já ter tido uma "pequena divergência com o Itamaraty". (Págs. 1 e 4)
Recorde de cruzeiros e de turistas
O terminal internacional do Porto do Rio bateu ontem recorde histórico de turistas chegando de navio. Sete transatlânticos formaram uma fila de 2,5km ao longo do cais, trazendo 40 mil pessoas, entre passageiros e tripulantes. (Págs. 1 e 11)

Foto legenda: Tumulto no desembarque de passageiros dos navios na Praça Mauá. (Pág. 1)
Obituário
Morre o advogado Raphael de Almeida Magalhães, ministro da Previdência de Sarney e ex-vice-governador do Rio. (Págs. 1 e 9)

Folha de S. Paulo

EUA pedem fim da ditadura no Egito
Hillary Clinton defende 'transição ordenada' para a democracia; no Cairo, líder opositor exige saída de Mubarak

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, defendeu
"uma transição ordenada rumo a uma democracia real" no Egito, informa Álvaro Fagundes, de Nova York.

Mesmo sem falar explicitamente na saída do ditador egípcio, Hosni Mubarak, ela na prática descartou sua permanência. Cobrou que a eleição para escolher o "próximo presidente" seja "livre, justa e confiável".

Um dos principais opositores, o prêmio Nobel Mohamed ElBaradei discursou para uma multidão no Cairo. "É o começo de uma nova era, o que nós começamos não pode ser revertido. Temos uma exigência: que Mubarak deixe o poder."

Foto legenda: Supostos saqueadores são amarrados por militares a um tanque, no Cairo, onde cidadãos patrulharam ruas em milícias (Pág. 1)
'Falhas' de Cuba devem ser criticadas, afirma Dilma
A presidente Dilma Rousseff afirmou a jornais argentinos que é preciso "protestar contra todas as falhas que existam em relação aos direitos humanos em Cuba". Mas elogiou o processo de "transformação" na ilha.

Em sua primeira viagem internacional depois da posse, Dilma chega hoje a Buenos Aires, em meio a uma retomada dos investimentos do Brasil na Argentina. (Págs. 1, Mundo A23 e Mercado B1)
Saques e atos de vandalismo levam pânico ao Cairo
Uma onda de pânico se espalhou pelo Cairo após duas noites de saques e vandalismo atribuídos a capangas leais ao ditador Hosni Mubarak e a criminosos que escaparam da prisão em circunstâncias suspeitas.

O temor levou moradores a formar milícias armadas, que atuam em parceria com o Exército. (Págs. 1 e Mundo A22)
Museu Egípcio, que armazena relíquias do pais, sofre estragos (Págs. 1 e Mundo A21)

Entrevista da 2ª
Não é só islã que mobiliza árabes, afirma estudioso. (Págs. 1 e Mundo A24)
Rubens Ricupero
Manipulação da China ameaça os objetivos do Mercosul. (Págs. 1 e Mercado B4)
Editoriais
Leia "Números melhores", sobre o resultado das contas externas do país em 2010; e “Entre planos e o SUS”, acerca do sistema de saúde brasileiro. (Págs. 1 e Opinião A2)

O Estado de S. Paulo

Itamaraty pede a embaixadas reavaliação da política externa
Consulta a diplomatas inclui temas como direitos humanos e relação com regimes autoritários

Despachos confidenciais revelam que o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, ordenou aos principais departamentos do Itamaraty, as embaixadas e a missão do Brasil na ONU que façam até março uma reavaliação da política externa, informa o repórter Jamil Chade. A ordem teria partido depois de uma longa conversa de Patriota com a presidente Dilma Rousseff. Entre os pontos que devem passar por revisão, estão o discurso sobre direitos humanos, a relação com regimes autoritários e as negociações com os EUA. Embaixadores acreditam que a política externa brasileira voltará a dar mais relevância a princípios e valores defendidos internamente no País - e que teriam sido deixados de lado pelo Itamaraty durante o governo Lula. (Págs. 1 e Nacional A8)

Na Argentina, Dilma adverte outros vizinhos

Na primeira viagem internacional depois da posse, Dilma Rousseff encontra-se hoje com a presidente Cristina Kirchner. Dilma deve reafirmar a parceria estratégica entre os dois países. Em entrevista a jornais argentinos, ela enviou recado para Bolívia, Equador e Paraguai, dizendo que não aceitará quebra de compromissos empresariais e comerciais. (Págs. 1 e Nacional A6)
Repressão militar cresce no Egito
As Forças Armadas do Egito apertaram ontem as medidas para conter os protestos de manifestantes que exigem a renúncia do presidente do Egito, Hosni Mubarak. Na Praça Tahrir, epicentro da crise, caças da Força Aérea fizeram voos rasantes, buscando um efeito psicológico de intimidação contra os ativistas. O presidente não deu qualquer sinal de estar pensando em deixar o poder. Jornais independentes já falam em 150 mortos. (Págs. 1 e Internacional A10 a A13)

Foto legenda: Salve-se quem puder. Estrangeiros tentam embarcar no aeroporto do Cairo: primeiro grupo de brasileiros a deixar o país foi levado para a Espanha (pág. 1)

Abolhassan Bani Sadr

Derrubar ditador não basta. (Págs. 1 e Internacional A23)
Importação de itens de média e alta tecnologia quase triplica
A indústria brasileira vem perdendo espaço para produtos importados nos setores mais dinâmicos da economia. Em seis anos, quase triplicou a importação de itens do grupo de média-alta tecnologia, que inclui de veículos automotores a eletroeletrônicos. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que o consumo desses produtos subiu 76% entre 2004 e 2010, mas a produção local cresceu só 40%; as importações supriram a diferença. (Págs. 1 e Economia B1)
Empresa de biotecnologia encara desafio no Brasil (Págs. 1 e Negócios N4)

Escolas fazem crianças de 4 anos repetir (Págs. 1 e Vida A16)

Renato Janine Ribeiro
O caso Battisti

A questão decisiva é: quem usa armas contra regimes democráticos que cometem injustiças pode ser entendido como criminoso político? (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
José Roberto de Toledo
A classe C vai ao resort

Santo André, no sul da Bahia, está entre os balneários VIPs que hoje investem no ex-pobre - que compra seu lugar ao sol em prestações. (Págs. 1 e Nacional A6)
Notas & Informações
A contestação de Belo Monte

O desconhecido custo da construção dessa usina certamente será pago pela sociedade. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Vale-transporte vira moeda até na Internet
Ao acabar com os velhos passes de papel e automatizar o benefício em forma de cartão, era de se imaginar que as fraudes com vale-transporte pudessem ser eliminadas, ou ao menos reduzidas. Mas a criatividade dos falsários ignorou a tecnologia. E o cartão eletrônico, entregue às empresas pela Fácil — responsável pelo sistema no Distrito Federal —, também tem sido vendido até pela metade do preço aos interceptadores. O esquema chegou às páginas da internet, que oferecem créditos de até R$ 600 em um único vale. O Correio presenciou todo o processo dentro de uma linha de ônibus, quando apenas um cartão chegou a ser utilizado 15 vezes em menos de 10 minutos. A falcatrua é feita na frente de todos, sem qualquer constrangimento — e o pior — sem nenhuma fiscalização por parte das empresas de ônibus. (Págs. 1 e 19)
Pressionado, Mubarak perde apoio até dos EUA
Os manifestantes reunidos na Praça Tahrir, no Cairo, não se intimidaram com os blindados do Exército, levados às ruas para garantir o toque de recolher. Após seis dias, o Egito conta 150 mortos nos protestos contra o presidente Hosni Mubarak. Aliados do ditador deixaram o país, numa demonstração de que a situação do governo é delicada. Em conversa com líderes do Oriente Médio, o presidente dos EUA, Barack Obama, pediu que a transição no aliado Egito seja feita de forma ordenada. (Págs. 1, 14 e 15)
Presos à falta de experiência
Projeto que possibilita a entrada de detentos e egressos no mercado de trabalho tem 2,6 mil vagas disponíveis, mas apenas 423 preenchidas. (Págs. 1 e 7)
Não chores por Dilma, Argentina
Presidente brasileira desembarca hoje no país vizinho, mas já avisou que não poderá agradar os empresários hermanos na questão do dólar. (Págs. 1 e 6)

Farra em compra de remédios
Sete hospitais universitários e sete das Forças Armadas pagaram valores superfaturados em até 1.380% por medicamentos e insumos. (Págs. 1 e 5)

Superfaturamento de 1.380% em medicamentos nos hospitais universitários


Tiago Pariz

Os hospitais universitários, mantidos pelo Ministério da Educação (MEC), compraram, ao longo de 2010, insumos e medicamentos com valores superfaturados em quase 1.400%. A aquisição não levou em conta o banco de dados elaborado pelo próprio governo para padronizar preços mínimos e máximos na área de saúde.

Dados das compras registradas no Portal da Transparência do governo federal comparados ao Banco de Preços em Saúde (BPS), mantido pelo Ministério da Saúde, mostram situações abusivas, como a constatada no hospital da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A instituição pagou R$ 7,70 por comprimido de cloreto de potássio, usado para fazer soro fisiológico, quando o BPS estabelece R$ 0,52 como preço máximo para esse produto. No Distrito Federal, por exemplo, as compras foram registradas a R$ 0,35 por comprimido. Levando-se em conta o valor máximo pago por uma instituição pública, o superfaturamento na UFSC é de 1.380%.

O hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também teve compras com valores bem acima dos preços sugeridos pelo próprio governo. A instituição adquiriu 400 ampolas de fitomenadiona, mais conhecida como vitamina K1, com preço 147% superior ao máximo pago pelo governo. Cada ampola saiu a R$ 2,47, num total de R$ 988. Os preços variam, de acordo com o BPS, de R$ 0,31 a R$ 1, no máximo. Ainda foram compradas, sem licitação, 8 mil cápsulas de hidroxiureia, usadas em pacientes com anemia falciforme, ao valor unitário de R$ 1,44, totalizando R$ 11.520. Isso significa um superfaturamento de 18%, levando-se em conta o valor de R$ 1,22, limite pago pelo governo.

O Correio encontrou casos de valores com sobrepreço em sete instituições mantidas por universidades federais em Juiz de Fora, no Rio de Janeiro, em Niterói (RJ), em Alagoas, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e em Santa Catarina. O hospital universitário Professor Alberto Antunes, em Alagoas, por exemplo, pagou 15% a mais do valor proposto pelo governo em drágeas de exemestano, usadas no tratamento de câncer de mama. A unidade custou R$ 14,99, num total de R$ 4,5 mil. O governo padronizou o preço no BPS entre R$ 12,14 e R$ 13.

A Controladoria-Geral da União utiliza o BPS como referência para analisar as compras governamentais. O banco de dados é um sistema on-line que disponibiliza preços de medicamentos e produtos para a saúde adquiridos por instituições públicas e privadas. A proposta do BPS é divulgar as informações sobre os preços para auxiliar as instituições na gestão de seus recursos financeiros.

“Negociação”
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação informou, por meio de nota, que os hospitais obedecem as próprias relações de mercado. “Hospitais que estão com suas finanças em dia com os fornecedores muitas vezes conseguem melhor margem de negociação. Em outros casos, quando os hospitais não estão em dia com os fornecedores, não conseguem bons preços e margem de negociação”, consta na nota enviada ao Correio.

O superfaturamento vai na contramão do que prega o ministro da Educação, Fernando Haddad. Na primeira reunião ministerial do governo da presidente Dilma Rousseff, ele citou o programa de compras dos hospitais universitários como exemplo de economia para os cofres públicos. O ministério alegou que, desde o ano passado, trabalha na implementação de um sistema centralizado de compras por pregão no âmbito do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a aquisição de medicamentos e insumos. “Até o momento, foram homologadas quatro licitações na modalidade pregão, com o objetivo de registro de preço, somando-se 184 tipos de medicamentos e insumos. A economia conseguida pela ação é estimada em R$ 54,6 milhões”, diz a pasta em nota.


Estatal
No fim do ano passado, o governo criou uma estatal para gerenciar os hospitais universitários do país. Denominada de Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), a empresa, que não tem previsão para começar a operar, tem como responsabilidade prestar serviços de assistência e fornecer funcionários. Segundo o Ministério da Educação, são 46 hospitais, vinculados a 32 universidades federais.


Problemas nas Forças Armadas
Os hospitais administrados pelas Forças Armadas também adquiriram insumos e medicamentos com valores bem superiores ao máximo praticado pela administração pública. Os casos de preços mais discrepantes ocorreram no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, com elevação de até 2700% na comparação com outras aquisições de instituições públicas. Em 27 de julho do ano passado, de acordo com a nota 2010NE001016, do Portal da Transparência, a instituição gastou R$ 44.071,20 para comprar dois medicamentos —sutent e fludara—, ambos utilizados para tratamento quimoterápico de câncer.

O hospital adquiriu duas unidades de sutent 50 mg ao custo de R$ 12.360,60 cada. De acordo com o Banco de Preços em Saúde, o valor máximo é R$ 441,45, uma diferença de 2.700%. A mesma nota de empenho mostra que a instituição comprou nove unidades de fludara 50 mg a R$ 2.150 cada. O maior valor praticado pelo governo até agora foi de R$ 705,39, o que dá um valor divergente em 204%.

O Exército comprou em setembro de 2010 16 frascos ampola de interferona alfa peguilado 2b de 80mcg, usado em pacientes com hepatite C, por R$ 923,13 cada, preço 24% superior ao máximo registrado no BPS. Em agosto, o Exército também comprou 90 cápsulas de tansulosina 0,4mg, usado em casos de cáculos ureterais, por R$ 4,17 a unidade, 36% acima do registrado no banco de preços. O máximo pago por uma instituição pública foi de R$ 3,05. A Força Aérea comprou em outubro abatacepte 250 mg para estágios moderados e avançados de artrite reumatóide a R$ 1.314 cada, valor 23% maior que o máximo registrado no BPS.

O Correio encontrou preços acima do máximo estabelecido pelo banco de dados do Ministério da Saúde em sete instituições, incluindo o Marcílio Dias, são eles: Hospital da Força Aérea do Galeão, Hospital Militar de Área de Brasília, Hospital Central da Aeronáutica, Hospital Central do Exército, Hospital de Guarnição de Florianópolis e o Hospital Militar de Área de São Paulo. Os dados são de 2010.

Pregão
O Exército informou que as compras ocorreram por meio de pregão eletrônico e que no período alguns hospitais aderiram a pregões de outras instituições para dar agilidade na aquisição de medicamentos de alto custo. Informou ainda que os preços praticados estão de acordo com a tabela oficial da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E ressalvou que outros órgãos da administração pública não cadastrados no BPS podem praticar preços diferentes. “Os valores assinalados registrados no Banco de Preços em Saúde (BPS) tratam-se de fato de valor real de aquisição de medicamentos por parte de alguns órgãos públicos cadastrados nesse sistema, o que não impede que outros órgãos, não cadastrados nesse banco, pratiquem preços diferentes, quer a maior ou a menor”, consta de nota do Exército encaminhada ao Correio.

A Força Aérea informou que a licitação realizada no Hospital do Galeão “seguem as mais modernas técnicas e institutos do direito administrativo em vigor no Brasil, acompanhando-se rigorosamente a doutrina dos mais renomados consultores jurídicos”. Segundo a Aeronáutica, o preço empenhado pelo abatacepte teve como base licitação feita em 2009 pela Secretaria de Saúde de São Paulo e cita os valor, registrados pelo Guia Farmacêutico (Brasíndice), de R$ 1.885,26. “Pode-se concluir que a aquisição (…) demonstrou extrema vantagem para a administração pública, visto que adquiriu com preço 30,3% abaixo do máximo de mercado, conforme o consagrado Guia Farmacêutico”, consta da nota da Força Aérea. A Controladoria-Geral da União utiliza os preços registrados no BPS como orientadores das análises. A Marinha não respondeu ao pedido do Correio. (TP)


Valor Econômico

Crédito do FGC facilita venda do PanAmericano ao Pactual
Deve ser anunciada hoje a venda do controle do banco PanAmericano para o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves. A saída do empresário Silvio Santos do controle da instituição foi uma exigência do Banco Central depois da descoberta do segundo rombo, de cerca de R$ l,5 bilhão, nos últimos dias, que se somou à fraude contábil anunciada em novembro e que havia demandado uma capitalização de R$ 2,5 bilhões.

Na noite de ontem, eram grandes as chances de um acordo. Assim como na primeira vez, o buraco será fechado com um empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que pertence aos bancos e existe para garantir os depositantes bancários. O BTG pagará um preço, mas deve ser financiado pelo próprio FGC, assumindo, portanto, parte da dívida criada para resgatar o PanAmericano. O banco controlado por Esteves deve, ainda, apoiar a operação do PanAmericano, comprando recebíveis de crédito. (Págs. 1 e A2)
Custo Brasil leva indústrias ao Paraguai
Além de mercadorias asiáticas trazidas por sacoleiros, passa hoje pela Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, um volume crescente de produtos feitos por empresas brasileiras e legalmente importados. Bermudas, camisetas, cortinas e muitos outros artigos com a etiqueta "hecho en Paraguay" estão sendo produzidos por empresários que encontraram parceiros e vantagens fiscais para se instalar do outro lado da fronteira. A partir de 2012, a Globoaves passará a produzir ração e abater 160 mil aves por dia em Santa Rita, a 70 km da ponte.

A "Ley da Maquila", que dá isenções de impostos, é o principal instrumento que atrai as empresas brasileiras. Há ainda vantagens trabalhistas, como encargos sociais menores. (Págs. 1 e A12)
O avanço dos brasileiros na Argentina
Além de gigantes industriais e de agronegócios, como Petrobras, Camargo Correa, Gerdau e JBS, a chegada de empresas intermediárias fez crescer fortemente a presença brasileira na Argentina. Desde 2002, auge da crise econômica argentina, o número de companhias verde-amarelas no país vizinho subiu de 60 para 250.

O movimento ganhou fôlego a partir da segunda metade de 2009, com empresas como a fabricante de baterias para automóveis Moura, o laboratório Eurofarma e a Positivo Informática. Pela primeira vez, em 2010, o Brasil liderou o ranking de investimentos na Argentina, com USS 5,3 bilhões. Hoje, em sua primeira viagem internacional no cargo, a presidente Dilma Rousseff encontrará sua colega Cristina Kirchner, em Buenos Aires. (Págs. 1 e B7)
Foto legenda: Acenos do Cairo
Manifestante sobe em poste para agitar a bandeira do Egito, na praça Tahrir, no Cairo: protestos, saques e concentrações populares que pedem a renúncia do presidente Hosni Mubarak ameaçam ter repercussões no norte da África e na economia mundial. (Págs. 1 e A9)
CVM vai manter rodízio das auditorias
A Comissão de Valores Mobiliários começa neste ano a inspeção periódica do trabalho das empresas de auditoria, a exemplo do que já ocorre com as companhias abertas, gestores de fundos e corretoras. Para 2012, a presidente da autarquia, Maria Helena Santana, avisa: está mantido o rodízio obrigatório de auditoria a cada cinco anos para as companhias abertas. "Sempre tem a expectativa de que a gente revogue a obrigatoriedade, mas não há essa intenção", diz ela. A substituição obrigatória só não valera para as bancos, uma vez que o Banco Central desistiu dessa prática em 2008.

Para a supervisão, a CVM fez um convênio com o órgão regulador do Reino Unido, para aprender como melhor conduzir essa tarefa. Serão quatro os focos principais nessa área: acompanhar o cumprimento do programa de educação continuada; verificar in loco a qualidade técnica do trabalho de auditoria; checar se os pareceres de auditoria são adequados ao que se identificou no balanço; e supervisionar a condução do processo de revisão pelos pares. (Págs. 1 e D1)
Governo prevê dividendo de estatal menor
O governo espera arrecadar R$17,5 bilhões com dividendos de empresas estatais financeiras e não financeiras neste ano. O montante é bem menor que o do ano passado, quando chegou a RS 22,4 bilhões, mas, ainda assim, é um volume expressivo de recursos. A estimativa de dividendos, confirmada ao Valor pelo secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, pode, no entanto, se mostrar conservadora diante da previsão de lucros elevados das estatais. Nos últimos anos, essas empresas têm lucrado mais e, por essa razão, repassado mais recursos a União a título de dividendos. Em 2010, a equipe econômica estimou 0orecebimento de R$ 17,4 bilhões em dividendos e acabou contabilizando R$ 22,4 bilhões.

Augustin informou que o governo poderá rever o cálculo dos dividendos de 2011 e que uma eventual revisão estará vinculada ao plano de corte de gasto público. A indicação é que o Ministério da Fazenda possa elevar o montante, mas sem estimar uma arrecadação muito mais elevada. O governo quer evitar dar sinal de que haverá fonte expressiva de recursos em meio a necessidade do governo de impor restrição de despesas. (Págs. 1 e A3)
Davos encerra trabalhos com otimismo e olho em 'desafios'
À saída de uma mesa de debates do Fórum Econômico Mundial na Suíça, no sábado, o vice-presidente da Comissão de Planejamento da Índia, Montek Singh Ahlwalia, disse ao Valor que "a situação é melhor do que esperávamos, mas há desafios à frente". E emendou, rindo de si mesmo: "Curioso, essa é exatamente a frase que o general David Petraeus usou para definir a situação no Afeganistão".

A comparação inconsciente com o general que, na semana passada, fez um relatório ufanista sobre a ação militar dos EUA no Afeganistão, deixando de lado a catástrofe em que está mergulhado o país, tem alguma razão de ser. Aliviados com a volta do crescimento econômico mundial, os organizadores de Davos tiveram de montar às pressas, no sábado, o debate do qual saia Ahlwalia. O tema: Tunísia, país de onde se originou uma revolta popular contra governos corruptos na África que, durante a semana, engolfou também o Egito. (Págs. 1 e A8)
Geada e granizo reduzem safra de maçã em 25%
A safra de maçã, que começa a ser colhida nesta semana no Sul do pais, terá uma redução de 25%, provocada pela geada em setembro e pelo granizo entre novembro e dezembro, segundo previsão dos produtores. O Brasil deve colher 1 milhão de toneladas da fruta. Por causa das perdas na produção, espera-se também aumentos dos preços. O presidente da Cooperativa Regional Agropecuária Serrana, de São Joaquim, Giovani Franzoi, calcula que os preços devam subir entre 10% e 15%. Parte das frutas deverá ser destinada às fabricas sem condições de venda no varejo. (Págs. 1 e B12)
Novo mínimo pode ser aprovado por voto de liderança (Págs. 1 e A5)

TAP reabre onda de privatizações no setor aéreo (Págs. 1 e B4)

Vale com maior superávit
A Vale foi a empresa brasileira com o maior superávit no ano passado, de US$ 23,3 bilhões. A Petrobras, que foi a segunda maior exportadora em 2010, teve saldo negativo nas trocas. (Págs. 1 e A4)
No PSB, Ceará x Pernambuco
O mais novo episódio da disputa de poder entre os governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos, ambos do PSB, está na condução da bancada do Nordeste na Câmara. (Págs. 1 e A7)
Providência investe mais
A Companhia Providência, empresa de não tecidos, inaugurou sua primeira fábrica fora do país, nos EUA, já com planos de dobrar de tamanho. (Págs. 1 e B1)
Distribuição de TI
Os distribuidores de produtos de tecnologia da informação (TI) foram beneficiados pela retomada das compras por empresas. Em 2010, o setor registrou crescimento de 17%. (Págs. 1 e B2)
Demanda por aço
Maior distribuidora brasileira de aços especiais para construção mecânica, a Aços E. Sacchelloi elevou a meta de investimento deste ano pela necessidade de atender à demanda muito aquecida. (Págs. 1 e B8)
União de bancos espanhóis
A Caja Madrid e seis bancos de poupança menores da Espanha vão unir todas as suas operações bancárias de varejo em uma nova instituição que será a maior de varejo do país. (Págs. 1 e C2)
Penhor sem inadimplência
As operações de penhor da Caixa Econômica Federal cresceram 11,3% no ano passado, movimentando RS 5,9 bilhões, em 8,5 milhões de contratos. A inadimplência da carteira é das mais baixas. (Págs. 1 e C1)
Ideias
Martin Feldstein

China pode ter déficit em conta corrente antes do fim da década, porque precisa investir no exterior. (Págs. 1 e A11)
Ideias
Luiz Werneck Vianna

Crescentes dificuldades devem pavimentar o rumo das relações entre o novo governo e os sindicatos. (Págs. 1 e A6)

Estado de Minas

Indústria divide lucro e paga R$ 213 milhões a empregados
Empresas dos setores automotivo, siderúrgico e mineração instaladas nos principais pólos de produção de Minas começam a pagar nesta semana as gratificações negociadas com trabalhadores. O prêmio será quitado até maio e vai beneficiar 88,1 mil funcionários. O aumento do consumo no ano passado, depois que a indústria sofreu os efeitos da crise financeira mundial do fim de 2008, foi decisivo para que os trabalhadores cumprissem as metas. Os benefícios refletem os melhores acordos da década para boa parte dos sindicatos, com reajuste acima da inflação. (Págs. 1 e 10)
Redes sociais são nova arma do consumidor
A multiplicação de reclamações no Facebook, Twitter, You Tube e outras ferramentas está mudando as relações de consumo. Grandes companhias e bancos, por exemplo, já monitoram menções às sua marcas na internet e fazem contato direto com consumidores para solucionar problemas diversos e evitar danos à imagem. (Págs. 1 e 12)
Dinheiro público: ONG milionária é alvo de investigação
Ministério Público e Polícia Federal investigam o Instituto Mineiro de Desenvolvimento. Entidade recebeu R$ 100 milhões de verbas públicas. Há suspeita de caixa 2 para financiar campanhas eleitorais. (Págs. 1 e 5)
Foto legenda: ElBaradei negocia com ditador egípcio
Nobel da Paz se junta à oposição para conversar com o presidente Hosni Mubarak. Em meio ao caos que tomou conta do país, ele promete mudanças em breve aos manifestantes. Depois de mais um dia de protestos, o governo ampliou o toque de recolher. (Págs. 1 e 15)
Direitos humanos
Dilma chega à Argentina com objetivo de estreitar parcerias. (Págs. 1, 4 e Editorial, 8)

Jornal do Commercio (PE)

Manchete: Festa do Timbu
No clássico das Emoções, Náutico bate o Santa por 3X1 e tricolores perdem a liderança. (Pág. 1)

Liderança da Patativa
No agreste, Central vence o Porto por 3X2 e é o novo líder do Pernambuco. (Pág. 1)

Sob forte pressão, Sport enfrenta o vitória na Ilha. (Pág. 1)
Setor naval cresce e amplia vagas para marinheiros no país (Pág. 1)

Sem apoio, Mubarak tenta manter controle sob caos do Egito (Pág. 1)

Jarbas diz que Dilma quer deixar reforma política "de lado" (Pág. 1)

O lixo do Haiti (Pág. 1)


Zero Hora

Manchete: Saques e embates põem Egito à beira do colapso
Em tentativa de sufocar o levante popular, o presidente Hosni Mubarak amplia o toque de recolher e busca apoio nos quartéis, mas a desordem cresce. (Págs. 1 e 4 a 6)
Agenda externa: Por que a Argentina é a primeira rota de Dilma
Visita a Cristina Kirchner, hoje, tem a missão de aproximar mais os dois países. (Págs. 1 e 10)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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