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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Igreja Católica vive tensão crescente no Brasil

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Publicado em 30/01/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, 30 DE JANEIRO DE 2011.

Folha de S. Paulo

Ação de ditador falha, e protesto cresce no Egito
Polícia começa a usar munição letal; ao menos 38 já morreram em 5 dias

Apesar da renúncia do gabinete do ditador egípcio, Hosni Mubarak, os protestos continuaram pelo quinto dia, informa Rebeca Rocha, do Cairo. Segundo a conta oficial, ao menos 38 pessoas já morreram desde que começaram manifestações pela queda do regime. O ditador, no poder desde 1981, anunciou a renúncia de seus ministros anteontem, em tentativa de conter os protestos. As forças de segurança chegaram a usar munição letal, e o toque de recolher, descumprido na noite anterior, foi antecipado de 18h para 16h.
O Exército, colocado nas ruas pela primeira vez desde os anos 80, não conteve os protestos. Em várias cidades, militares se confraternizavam com os manifestantes, que chegaram a escrever palavras de ordem até nos tanques, relata André Lobato, de Suez. O tumulto no mundo árabe, iniciado com a queda do ditador da Tunísia há duas semanas, não dá sinais de arrefecimento. Ontem houve manifestações na divisa com a Faixa de Gaza, território palestino controlado pelo Hamas e que faz fronteira com o Egito e Israel. (pág. 1 e Mundo)
Caetano exposto
Músico fala de Dilma, psicanálise e dos dois filhos evangélicos da Igreja Universal. (págs. 1 e 38)
SP tem queda de 5,35% no número de homicídios
O número de homicídios no Estado de São Paulo caiu 5,35% em relação ao ano anterior e ficou no menor patamar da série histórica, iniciada em 1999. No ano passado, foram 4.320 homicídios, ante 4.564 em 2009. A taxa atual está em 10,47 por 100 mil habitantes. (págs. 1 e A21)
Conheça figuras e bancadas do Congresso que estreia na terça. (págs. 1 e A18)

Cortes ameaçam promessas de Dilma feitas no período eleitoral (pág. 1 e Poder, pág. A4)

Editoriais
Leia “Sobre o Tietê”, acerca do problema das enchentes; e “Ainda poucas”, sobre a participação das mulheres nas cúpulas de empresas brasileiras. (págs. 1 e A2)

O Globo

Redução de favelas no Rio é do tamanho de 47 Maracanãs
Em dois anos, foram feitos mais de seis mil reassentamentos na cidade

Um levantamento feito pelo Instituto Pereira Passos, da prefeitura do Rio, constatou, por meio de fotografias aéreas, que o número de favelas do Rio diminuiu em dois anos cerca de 392 mil metros quadrados, o equivalente a 47 campos de futebol, distribuídos por todas as áreas da cidade. Segundo o prefeito Eduardo Paes, o fato é inédito e seria uma consequência direta da política de reassentamento de famílias que moram em áreas de risco. Paes afirmou que, desde 2009, 6.800 famílias de 80 comunidades foram retiradas de áreas ameaçadas. Desse total, 3.100 teriam sido reassentadas com a ajuda de programas como o Minha Casa Minha Vida, do governo federal. O restante já teria sido indenizado ou estaria recebendo aluguel social. O prefeito prometeu que, até 2012, essa política de reassentamento vai permitir a recuperação de 3,5% da área ocupada pelas favelas no Rio. (págs. 1 e 16)
Foto-legenda: Enquanto isso, na Região Serrana
Dezoito dias após a tragédia, a destruição vista do alto na região de Nova Friburgo, com incontáveis clareiras nas montanhas e rios ainda turvos de lama. Os municípios atingidos pela enxurrada têm órgãos de Defesa Civil mal estruturados e sucateados. (págs. 1 e 17 a 29)

Morar bem
Chuvas na serra puxam os preços do aluguel por temporada no litoral. (pág. 1)
Boa chance
Economia estabilizada e aquecida leva profissionais a reviravoltas na carreira. (pág. 1)


Click!
Secretária de Economia Criativa: país faz pouco no setor. (pág. 1)
Despesa pública tem prioridades duvidosas
Enquanto faltam R$ 115 milhões para investir em radares meteorológicos, R$ 1,2 bilhão será destinado à construção e ao aluguel de prédios para órgãos públicos. Nos duvidosos critérios usados na gestão do dinheiro público, o TSE empenhou R$ 458 milhões em sua nova sede, verba suficiente para instalar e fazer funcionar 412 varas da Justiça Federal por um ano. (págs. 1 e 3)
País briga por US$ 9 bi em metais raros
O governo criou um grupo de trabalho para viabilizar a exploração das “terras raras”, elementos químicos encontrados em jazidas minerais, essenciais para aparelhos de alta tecnologia e até mísseis. Estima-se que o setor movimente este ano US$ 9 bilhões. (págs. 1 e 35)
Insatisfação sem religião e classe social
A população voltou às ruas egípcias ontem, em protestos contra o ditador Hosni Mubarak, que se nega a renunciar. No Cairo, pessoas de diferentes crenças e faixas socioeconômicas dizem a Fernando Duarte por que querem reformas. (págs. 1, 40 e 41)
Na inacabada Cidade da Música
Relatório do Tribunal de Contas do Município aponta excessos no projeto da obra iniciada por Cesar Maia e critica paralisações nas obras, que tampouco caminharam na gestão do prefeito Eduardo Paes. (pág. 1 e Segundo Caderno)

O Estado de S. Paulo

Protestos aumentam e Egito conta 100 mortos em um dia
Anúncio de reforma ministerial não acalma população, que desafia tanques nas ruas e exige saída de ditador

A reforma ministerial anunciada pelo ditador Hosni Mubarak não acalmou a população e os protestos contra o governo se intensificaram em todo o Egito. Mais de cem mortos foram identificados apenas ontem, resultado dos confrontos entre os manifestantes que pedem mais democracia e as forças de repressão. A população nas ruas desafiava os tanques e exigia a saída de Mubarak, que governa o país há 30 anos e é aliado dos EUA. O governo fechou os bancos e, com medo de saques, comerciantes transferiram mercadorias para mesquitas. (Págs. 1 e Internacional/Págs. A22 e A25)
Ações contra a União somam R$ 390 bilhões
As principais ações enfrentadas pela União na Justiça têm o potencial de produzir despesas extras estimadas em R$ 390 bilhões, informa o repórter Renato Andrade. Os cálculos são da Advocacia Geral da União(AGU), que defende o governo nos tribunais. Os casos com maior "risco fiscal" são de empresas que pedem indenizações alegando terem sido vítimas de cobrança indevida de impostos. (Págs.1 e Nacional A4)
Reclamações sobre serviços crescem 425%
As queixas no Procon-SP relacionadas a serviços como energia elétrica, internet, TV a cabo, telefonia e transportes cresceram 425% entre 2005 e 2009 - de 4.502 para 23.674. O segmento representou 38% de todas as reclamações do período. Para o Procon, os números mostram que os clientes estão menos tolerantes com a má qualidade dos produtos que lhes são entregues, especialmente quando se leva em conta as tarifas pagas por eles - em alguns casos, as maiores do mundo. (Págs. 1 e Economia B1)
Reguladoras baixam a guarda
Enfraquecidas e loteadas nos últimos anos por partidos políticos, agências deixaram de cumprir sua função: a de fiscalizar. (Págs. 1 e Economia B3)
Davos: o crescimento pegou
Ministros reunidos no Fórum Econômico Mundial avaliam que a recuperação global, iniciada em 2010, vai se consolidar em 2011, embora o desemprego continue elevado e haja arrumação por fazer nos países mais avançados. Na avaliação da ministra de Economia da França Chirstine Lagarde, o crescimento pegou. (Págs.1 e Economia B6)

Igreja vive tensão crescente no Brasil
Pesquisa que indica alta credibilidade da Igreja Católica entre os brasileiros anima o episcopado, mas não anula a tensão interna, relata o repórter José Maria Mayrink.
A Igreja Católica vive uma crescente tensão interna por causa da evasão de fiéis e da distância entre sua pregação e a prática religiosa. A revelação, em novembro, de que a instituição ocupa o segundo lugar em credibilidade, abaixo apenas das Forças Armadas, conforme pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), entusiasma o episcopado, embora alguns teólogos e assessores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) atribuam essa boa imagem não a seu desempenho, mas ao descrédito de concorrentes, especialmente da classe política.

A pesquisa da FGV prova, na avaliação do professor Felipe de Aquino, membro do movimento carismático Associação Canção Nova, que a Igreja mantém seu prestígio na sociedade. "A grande maioria do povo se professa católica, respeita e acata posicionamentos morais", argumenta. A Renovação Carismática Católica e outros grupos, como o Opus Dei e as novas comunidades , seguem o Vaticano. "Em questões políticas pode haver divergências, mas mesmo assim a Igreja tem voz ativa, como ocorreu no caso da aprovação da Lei da Ficha Limpa", observa Aquino.
Outro exemplo recente foi a tomada de posição de parte do episcopado durante a campanha presidencial. Alguns bispos, como d. Luiz Gonzaga Bergonzini, de Guarulhos, combateram Dilma Rousseff com o argumento de que ela e seu partido eram favoráveis à descriminalização do aborto. A crítica repercutiu na imprensa, sobretudo depois que o papa Bento XVI aconselhou os bispos a saírem às ruas em defesa da defesa da vida, num discurso interpretado por d. Bergonzini como apoio à sua atitude.
Houve reação a esse posicionamento dentro da própria Igreja, o que demonstra como ela está dividida. "Foi um espanto os três bispos da presidência do Regional Sul 1 (São Paulo) recomendarem um texto de condenação da candidatura de Dilma Rousseff nas eleições, apoiando d. Bergonzini, porque se jogou fora a colegialidade, fugindo à orientação da CNBB, quando d. Geraldo Lyrio Rocha (presidente da entidade) teve de dizer que cada bispo faz o que quer", reagiu o padre José Oscar Beozzo, teólogo e respeitado historiador da Igreja. "É um sintoma de que não há consenso, os bispos quebraram uma tradição de mais de 45 anos", acrescentou.
Essa intromissão na campanha eleitoral incomodou, mas não deverá impedir um bom relacionamento com o novo governo, na avaliação de d. Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte e reitor da Pontifícia Universidade Católica de Minas. "Não diria que a Igreja tenha perdido a capacidade de diálogo, apesar de alguns arranhões, porque isso poderá ser recuperado, sem sequelas", disse o bispo. Em sua opinião, mais do que prestígio, é a sua estatura moral que a Igreja deve preservar, nas relações com a sociedade e com o governo.
"A Igreja sempre falou de política, sempre defendeu valores éticos", afirmou d. Mol, lembrando a força de vozes da hierarquia que se destacaram contra a ditadura militar e aquelas que atualmente se levantam em defesa dos pobres. "Havia gente de outra linha, até bispos muito afinados com o regime militar." O que chamou a atenção nas eleições de 2010 foi o fato de ter prevalecido uma voz de membros da Igreja contra um dos candidatos, de maneira contundente e direta. "Quando há dois candidatos e se diz para não votar em um, é como se dissesse para votar no outro, sem alternativa", criticou o bispo.
Para o padre Manoel Godoy, diretor do Instituto de Teologia Santo Tomás de Aquino, em Belo Horizonte, o fato de Bento XVI ter aconselhado os bispos brasileiros, na véspera do segundo turno das eleições, a saírem às ruas em defesa da vida, contra o aborto, "foi um paradoxo, um episódio contra o toque de recolher ao qual a CNBB vem sendo submetida nos últimos anos".
Disputa interna. O dominicano Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, atribui a uma disputa interna no episcopado a polêmica criada em cima da discussão sobre o aborto. "Acredito que todo esse conflito à sombra do processo eleitoral tinha como alvo não evitar a eleição da Dilma, mas assegurar aos conservadores a vitória da eleição na CNBB", afirmou o teólogo e ex-assessor do presidente Lula no programa Fome Zero.

As denúncias de pedofilia no clero repercutiram relativamente pouco no Brasil, porque os casos ocorridos aqui foram poucos, em comparação com outros países. "Se a Igreja já vinha sofrendo uma crise de credibilidade, a pedofilia aprofundou essa crise e não adianta dizer que a pedofilia está presente na família e no mundo civil, porque o padre foi trabalhado, desde o século 16, como um alter Christus ("outro Cristo"), uma figura tão exaltada que é impossível deixar de haver consequências", disse o padre Godoy. Com a ressalva de que não tem "a mentalidade conspiracionista" de achar que a imprensa é contra a Igreja, ele admite que a repercussão da pedofilia é inevitável, por causa da imagem de pessoa venerada, culta e sábia que se criou do padre.

Fiéis ignoram norma moral e sexual - A Igreja prega uma coisa e os católicos fazem outra, sobretudo na área moral, quando entra em jogo a sexualidade. Não é só o aborto, mas também questões como controle de natalidade, sexo antes do casamento, segunda união de descasados e inseminação artificial. A doutrina continua inalterada nas normas de documentos oficiais, mas no foro íntimo a situação muda. Sacerdotes que atendem os fiéis nos confessionários estão mais preocupados com a formação da consciência de cada um do que com definição de pec
ado. (...) (Págs.1 e Vida A3)

'Estado' consolida liderança em São Paulo
O Instituto Verificador de Circulação mostra que, dos principais jornais, o Estado foi o que mais cresceu em 2010, liderando na Grande SP e também no Estado. (Págs. 1 e Economia B13)
Norman Gall
Risco em águas profundas

Buscar petróleo abaixo da camada de sal é entrar num reino desconhecido, escreve o jornalista no primeiro de uma série de cinco artigos. (Págs. 1 e Economia B10)
Mac Margolis
Esperança na visita de Obama

A América Latina definhou na agenda de Washington. Será que a iminente chegada de Obama à região pode restaurar o interesse? (Págs.1 e Internacional A26)
Notas & Informações : A renda ameaçada
Boa parte do governo não entendeu que o movimento da inflação se tornou mais amplo. (Págs.1 e A3)

Correio Braziliense

Chuvas deixam quase 100 mil desabrigados
O pior janeiro vivido pelo país só encerra amanhã, mas já registra índices trágicos depois da temporada de chuvas. Foram 879 pessoas mortas - uma a cada 20 minutos - e 676 desaparecidas. Em todas as cidades atingidas, só de desabrigados, o número bate na casa dos cem mil. É como se todos os habitantes de uma cidade do tamanho de Formosa (GO), não tivessem mais onde morar.. Especialistas explicam os motivos da tragédia na região serrana do Rio e destacam: a chuva ao longo do mês foi forte , mas não esteve fora dos padrões para esse período do ano. O Correio também retornou ao município paulista de Franco da Rocha, para mostrar o que restou da cidade que foi completamente inundada no último dia 11. Pág. A 13
Caixa de Pandora: Crise segue e MPDF terá interventor
A saída dos promotores Leonardo Bandarra e Débora Guerner parece não ter encerrado a crise no MP local. O Conselho Nacional do Ministério Público decretou intervenção em seis promotorias no que se refere aos contratos de coleta de lixo. (Págs 1 e 28)
Após um mês discreto, Dilma alça voo
Os 30 dias iniciais do governo da primeira presidente mulher da história brasileira foram marcados pela cobrança rígida de resultados e pelo estilo discreto. Amanhã, ela inicia sua jornada internacional em viagem à Argentina. (Págs. 1, 2 e 3)
Paraguai abre guerra de energia. Págs. 1, 14 e 15

Estado de Minas

Dinheiro público para jovem enriquece empresário mineiro
O Instituto Mineiro de Desenvolvimento (IMDC), desconhecida organização não governamental com sede em BH, recebeu cerca de R$ 100 milhões de verbas públicas nos últimos quatro anos. Presidida por Deivson Oliveira Vidal, de 29 anos, a entidade não deveria ter fins lucrativos, mas mantém sedes luxuosas para fazer serviços, nem sempre executados, por meio de convênios sem licitação, desde construção de cisternas até eventos de axé music e moda em dezenas de cidades mineiras e de outros estados.O dinheiro público vem também do programa federal Projovem, graças à ajuda de políticos e sócios influentes. Vidal se mudou do Bairro Santa Efigênia, na Região Leste, para o requintado condomínio Alphaville (foto), na Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima. (págs. 1, 3 e 4)
Desemprego: Grande BH tem 233 mil excluídos
Falta de qualificação profissional e de ensino superior e preconceito de cor e idade impedem a inclusão de trabalhadores no mercado. (págs. 1, 16 e 17)
Bom negócio
Comprar em Miami custa menos do que no Brasil. (págs. 1 e 19)
Educação
Ministro quer duas edições do Enem por ano. (págs. 1 e 11)
Chuva: Tragédias de muitas causas
Ocupação urbana desordenada, falta de sistema de alerta e chuvas concentradas foram responsáveis por quase mil mortes neste mês, o mais trágico da história. (pags. 1, 14 e 15)

Jornal do Commercio (PE)

Investimentos para qualquer bolso
Não precisa ser rico para entrar no mercado de ações. Com poucos recursos, estudando bem as opções e com paciência, seu dinheiro pode render. (pág. 1)
Assembleia começa nova legislatura com indefinições. (pág. 1)

Sobre o chão do Haiti (pág. 1)

No Egito, um sábado de caos, protestos e mudanças políticas (pág. 1)

Zero Hora (RS)

Manchete: Crise corrói ditadura de 30 anos no Egito
Os protestos que incendiaram o mais populoso país árabe e desencadearam repressão violenta mostram a fadiga de um regime.

Manifestantes se organizaram via redes sociais. (págs. 1, 29 e 24 a 27)


Os desejos da nova classe média
Com aumento do poder aquisitivo, a lista de compras da classe C está mais refinada. (pág. 1)
Plenário renovado: Que perfil terá a Assembleia a partir de segunda
Maior presença feminina é uma das mudanças entre os 55 deputados. (págs. 1, 4, 5 e 19)

REVISTAS SEMANAIS – DATAS DE CAPA

Veja, 2/2/2011.

A reinvenção do bom-mocismo
Angélica e Huck formam o casal celebridade perfeito para um mundo politicamente correto. (págs. 1 e 74)
Dossiê de Furnas
Como o manual da corrupção deveria ser usado para impedi-la. (págs. 1 e 52)
Oriente Médio
Nada pode deter a marcha dos radicais islâmicos rumo ao poder. (págs. 1 e 62)

Época, 31/1/2011.

O guia essencial dos imóveis
Até onde vai a alta? É hora de comprar ou de vender?
11 dicas para fazer um bom negócio agora.
Por que não há uma bolha imobiliária no Brasil-ainda.
Mundo Árabe
O real alcance da revolta pró-democracia que abala Tunísia, Egito e toda a região. (Págs. 1 e 30)

ISTOÉ, 2/2/2011.

O novo astro da fé
Como o ex-lavrador Valdemiro Santiago construiu um império religioso com mais de três mil templos espalhados pelo mundo e, com fala de milagreiro, lidera a igreja evangélica que mais cresce no Brasil. (pág. 1)
Política
O governo de detetives de Alckmin em SP. (págs. 1 e 38)
Vazamento nuclear
A volta do medo em Chernobyl. (págs. 1 e 80)


ISTOÉ Dinheiro, 2/2/2011.


Parei
Cada vez mais, executivos no Brasil interrompem a carreira para viajar pelo mundo, conhecer novas culturas, fazer cursos, ampliar a rede de relacionamentos e se reinventar. Conheça os exemplos de quem ousou fazer um período sabático e cresceu na profissão ao voltar ao País. (págs. 1 e 56)
Argentina
O país que Dilma vai encontrar. (págs. 1 e 30)
Aeroporto
Um inferno chamado Cumbica. (pág. 1)
Bolsa
Investidoras arriscam mais em busca de lucros. (págs. 1 e 70)

CartaCapital, 2/2/2011.

A convulsão árabe
No Egito, país-chave no Oriente Médio, talvez se inicie uma virada histórica.

Exclusivo: CartaCapital está no Líbano. (págs. 1 e 38)
Davos
Os emergentes dão o bom exemplo. (pág. 1)
São Paulo
A compra suspeita de uniformes escolares. (págs. 1 e 24)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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