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O desleixo assassino no Brasil emergente que submergiu

1307 acessos - 4 comentários

Publicado em 16/01/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, DIA 16 DE JANEIRO DE 2011.

O Estado de S. Paulo

Brasil admitiu à ONU despreparo para tragédias
Relatório enviado em novembro previa o aumento de ocorrências de desastres

O governo brasileiro admitiu à Organização das Nações Unidas que grande parte do sistema de defesa civil do País está "despreparado" para enfrentar calamidades, como a que atingiu a região serrana do Rio na semana passada. Um tratado firmado por 168 países em 2005 prevê a divulgação de um raio X do plano de redução do impacto de desastres naturais. O Estado teve acesso ao documento enviado à ONU em novembro de 2010 por Ivone Maria Valente, da Secretaria Nacional da Defesa Civil. "A falta de planejamento da ocupação e/ou da utilização do espaço geográfico, desconsiderando as áreas de risco, somada à deficiência da fiscalização local, tem contribuído para aumentar a vulnerabilidade das comunidades urbanas e rurais, com um número crescente de perdas de vidas humanas", diz o texto. A não implementação do plano, segundo o relatório, "contribuirá para o aumento da ocorrência dos desastres naturais". (pág. 1 e Metrópole, pág. C3)

É difícil sair do Bolsa Família, confirma estudo
Os beneficiários do Bolsa Família passam menos tempo empregados e demoram mais para achar nova vaga com carteira assinada ao perderem o emprego. É o que mostra pesquisa encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social. O resultado revela as dificuldades para que os beneficiários do programa abram mão dos pagamentos mensais e encontrem a chamada "porta de saída". (pág. 1 e Nacional, pág. A4)

Mac Margolis: O século da defesa civil
Seja bem-vindo ao século da defesa civil, em que o novo divisor das águas da civilização bem que poderia ser como os países lidam com as desgraças naturais. O flagelado ambiental é a parcela que mais cresce entre os miseráveis do planeta. A Cruz Vermelha calcula que já existam mais pessoas desterradas por tragédias climáticas do que os 19 milhões de refugiados de guerra, e podem chegar a 200 milhões até 2050. (pág. 1 e Internacional, pág. A11)

Segundo turno pode levar Haiti a mais violência
Diplomatas e analistas concordam que um governo haitiano com legitimidade é o único caminho para uma reconstrução sustentável do país. No entanto, não há dúvidas de que houve fraude na votação de novembro, relata Roberto Simon, enviado especial a Porto Príncipe. Cerca de três quartos dos haitianos não foram às urnas no primeiro turno. (pág. 1 e Internacional, pág. A10)

Ministra muda política de direitos humanos (pág. 1 e Nacional, pág. A6)

Notas e informações: Primeiro choque com os EUA
A primeira escaramuça entre o governo de Dilma e o de Obama ocorreu na arena comercial. (págs. 1 e A3)

O Globo

Prioridade da Defesa Civil é socorrer áreas isoladas
Quatro dias após tragédia, equipes de resgate chegam a regiões ilhadas

O comandante da Defesa Civil estadual, coronel Flávio Castro, disse ontem que a prioridade é resgatar vítimas das enchentes na Região Serrana que estão em áreas isoladas desde as chuvas de quarta-feira passada. O prefeito de Teresópolis, Mário Jorge, informou que, enfim, equipes de resgate começaram a chegar a três locais onde havia moradores ilhados, quantro dias depois da tragédia. "Os helicópteros do Corpo de Bombeiros estão trabalhando diariamente, levando comida e água para as áreas isoladas e resgatando quem ficou lá", disse ele, acrescentando que o trabalho será feito até que as máquinas consigam desobstruir os acessos àquelas regiões. O número de mortos na Região Serrana já chega a 555 na tragédia que é considerada uma das maiores do planeta. A cidade com mais vítimas é Nova Friburgo, com 248. Em seguida, vem Teresópolis, com 238, Petrópolis registra 43 mortes e São José do Vale do Rio Preto tem quatro. Ontem, o governador Sérgio Cabral decretou luto oficial no estado por sete dias. (Páginas 14 a 21)

No governo Lula, mais 82 mil servidores
O governo Lula contratou 82.479 servidores civis, fazendo com que, em 2010, o número de funcionários na ativa chegasse a 568 mil. Para servir a essa máquina, os gastos com terceirizados estouraram. As despesas com copa e cozinha cresceram 245%. (Página 3)

Serviços são novos vilões da inflação
Com a alta da renda do brasileiro, preços de itens como cafezinho, mensalidade escolar e salário de doméstica subiram bem acima da inflação. Desde 2006, ingressos para jogos subiram quatra vezes mais que a inflação: 103%. (Página 29)

Irmão "Iow profile"
Discreto, o advogado Igor Rousseff, irmão da presidente, passou despercebido na posse. Ele diz que a irmã era muito levada, e que só perdeu asas quando cresceu. (Página 9)


Folha de S. Paulo

Novo Código Florestal amplia risco de desastre
Proposta permite construção em encostas; relator nega que projeto trate das áreas urbanas

O projeto do novo Código Florestal amplia a chance de ocupação de áreas de risco, uma das razões das mortes causadas pela chuva no Sudeste, relatam Vanessa Correa e Evandro Spinelli.
O texto em tramitação no Congresso não considera topos de morro como áreas de preservação permanente libera a construção de casas em encostas. Em locais assim, houve deslizamentos que mataram centenas de pessoas no Estado do Rio.
O projeto reduz ainda a faixa de preservação nas margens de rios, criando brecha para o uso de áreas como o alagado Jardim Pantanal, zona leste paulistana.

O relator da revisão do Código Florestal, Aldo Rebelo (PC do B-SP), nega que o projeto trate de regras nas cidades. O texto, porém, cita a regularização fundiária de áreas urbanas. (Cotidiano)

Voluntários deixam dor em 2º plano para poder ajudar
Em Nova Friburgo, uma massa desorganizada, porém voluntariosa, procura oferecer auxílio às vítimas, informam Alencar Izidoro e Marlene Bergamo.
Quem perdeu parentes precisa deixar a dor em segundo plano para ajudar. O trabalho árduo inclui buscar, limpar, armazenar e enterrar os corpos. (Pág.B1)


ELIANE CANTANHÊDE

Desleixo assassino

BRASÍLIA - Como mostrou ontem o repórter Evandro Spinelli na Folha, o risco de um desastre de grandes proporções na belíssima região de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo foi detectado há dois anos por um estudo técnico encomendado pelo próprio governo do Rio.
E o que o governo fez com o resultado? Largou às traças, deixou pegando poeira na burocracia, empurrou para a gaveta ou simplesmente jogou no lixo -junto com o dinheiro público que o pagou.
Horas antes, as autoridades tiveram nova chance de não dar asas ao azar: o novo radar da Prefeitura do Rio e o Instituto Nacional de Meteorologia identificaram previamente a formação da tempestade.
E o que foi feito? Nada. Os órgãos atuaram isoladamente, não como um sistema integrado, em que o alerta se reproduz entre as várias instâncias, tem consequências e salva vidas. Mas não. É como se o radar fosse de enfeite, e o Inmet, só para inglês ver.
Num ótimo artigo, o colega Marcos Sá Correa defendeu que o remédio é responsabilizar homens públicos -e não abstratamente o Estado- pelos crimes que cometem contra a vida. É crime dar levianamente alvará de construção e "habite-se" para imóveis em encostas, fechar os olhos para casas em áreas de risco, desprezar alertas de tempestades e de outras intempéries.
Para complementar a sugestão do Marcos, a Polícia Federal deveria investigar também esse tipo de crime que pode resultar em 500, 600 mortes, famílias inteiras destruídas, casas despedaçadas, bilhões de prejuízos aos bolsos particulares e aos cofres públicos.
Se não vai por bem, vai por mal -na base da ameaça. Mais ou menos como no caso do cinto de segurança: todo mundo só passou a usar depois de criada a multa.
No rastro da Satiagraha, da Sanguessuga, da Castelo de Areia, fica aí a sugestão para o novo diretor-geral da PF, Leandro Coimbra: a operação "Desleixo Assassino".

CLOVIS ROSSI

O emergente submergiu


SÃO PAULO - No caso da tragédia do Rio, é só somar 1+1+1 e o resultado inexorável será a incompetência do poder público e o retrato de um país que tem mais de submergido que de emergente.
Primeiro 1 - O "Jornal Nacional" de quinta-feira mostrou que choveu mais em Portugal e na Austrália do que no Rio de Janeiro. Mas o número de mortos no Rio foi esmagadoramente superior.
Segundo 1 - O serviço de meteorologia emitiu aviso especial sobre a iminência de fortes chuvas precisamente nas áreas que acabaram sendo devastadas. Uma das prefeituras reconheceu ter recebido o aviso cinco horas antes da explosão. Nada foi feito.
Terceiro 1 - A manchete desta Folha, ontem, mostra que desde 2008 o Rio de Janeiro sabia perfeitamente que havia riscos tremendos nas cidades que foram as principais vítimas.
O que foi feito? Nada.
Tudo somado, o que se tem é o óbvio fato de que chuvas torrenciais podem acontecer, deslizamentos formidáveis também -e, até aí, a culpa é só da natureza-, mas falta, no Brasil, acontecer a prevenção.
Já nem digo a prevenção original, a de proibir construções em áreas de risco. A incompetência do poder público impediu que essa providência fosse tomada e, se fosse, seria inócua. Falta fiscalização.
Refiro-me à prevenção de, diante da iminência da catástrofe, minimizar os danos ou, ao menos, as mortes, os danos mais terríveis, mesmo nesta era de predominância da finança sobre a vida.
Posto de outra forma, o poder público não está presente nem antes, nem durante e nem depois da tragédia. Chama a atenção, pelo menos de longe, o fato de repórteres chegarem a locais aos quais, segundo informam, nenhum socorro conseguira chegar.
Em vez de emergente, o Brasil parece mais país em construção. Precária, muito precária.


Todas as mulheres da presidente
A chegada de Dilma Rousseff ao Planalto trouxe para o entorno do poder um grupo de mulheres de confiança que gravitam em torno da presidente. Além da mãe e da filha de Dilma, o time inclui assessoras e uma equipe especial de comsissárias de bordo. (Pág. A10)

Folha é o jornal mais lido pelo novo Congresso
Pesquisa do Instituto FSB revela que a Folha é a fonte preferida de informação dos congressistas que tomarão posse em fevereiro. O jornal é citado por 72% dos parlamentares; em segundo vem "O Globo", com 36%. O UOL, do Grupo Folha, é o site mais acessado. (Pág. A 13)

Pastas do PT têm 60% dos cargos de confiança federais
Levantamento da Folha mostra que, no governo Dilma, os ministérios do PT, que movimentam cerca de 30% do Orçamento, têm 60% dos cargos de confiança. São 13,4 mil postos a serem oferecidos a especialistas do setor privado ou apadrinhados políticos, (Pág.A4)

Após tragédias, cidades retiram casas de locais sem segurança (Pág. C5)

Elio Gaspari
Para Cabral e Dilma, centro de Friburgo é área de risco. (Pág. A16)

Editoriais
Leia "Previsão do tempo", sobre tragédias e mudanças climáticas; e "Trilhos paulistas", acerca dos planos para o transporte público paulista. (Pág. A2)


Correio Braziliense


Novas chuvas dificultam resgate de vítimas no Rio
Equipes suspendem operações de salvamento devido ao mau tempo. Estrada para Nova Friburgo é parcialmente interditada. Tragédia na região serrana fluminense já chega a 605 mortos.

A catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro é uma ameaça constante. No início da tarde de ontem, uma forte chuva suspendeu as operações de resgate de vítimas que ainda estão ilhadas nas regiões atingidas. O governador do Rio, Sérgio Cabral, não conseguiu ir de helicóptero até Nova Friburgo e teve de pousar a 40km da cidade. Autoridades recomendam aos moradores que saiam das encostas, evitem circular nas ruas e procurem abrigos.

Uma família desesperada

Repórteres do Correio contam o drama de Antonio e Ester, casal que enterrou o filho.

A angústia do isolamento

Apenas em Nova Friburgo, pelo menos dez áreas estão inacessíveis às equipes de busca.

Imprudente e demorado

Por que o poder público brasileiro falha antes e depois da ocorrência de catástrofes. (pág. 1)



Estado de Minas

O ritmo frenético de Dilma governar
Há apenas 15 dias no cargo, a presidente Dilma Rousseff (PT) mostra, com várias mudanças, que não pretende ficar restrita a um governo de continuidade. Arregaçou as mangas e, entre muitas medidas, exigiu dos ministros ajustes em estruturas emperradas há anos, pediu aceleração nas verbas destinadas à versão rural do programa Minha casa, Minha Vida e acionou a Advocacia-Geral da União para tentar acordos com grandes devedores da Previdência. Ela está decidida até a proteger a indústria nacional dos produtos importados da China. (págs. 1, 3 e 4)

Angústia sem trégua
A chuva voltou a amedrontar a região serrana do Rio de Janeiro cinco dias depois da ocorrência dos alagamentos e deslizamentos que deixaram, até a noite de ontem, pelo menos 600 mortos. A Defesa Civil redobrou o alerta porque houve mais desmoronamentos e inundações, principalmente em Nova Friburgo (foto). (págs. 1 e 11 a 14)

Temporal assusta

Uma forte chuva na tarde de ontem em BH alagou avenidas e o aeroporto da Pampulha. Os bombeiros receberam 15 chamadas de queda de árvores, mas sem vítimas. (págs. 1 e 28)

Barroco: Inventário do professor de Aleijadinho
Trabalho de estudante de mestrado da UFMG leva a trajetória e a obra do português José Coelho Noronha ao seu devido lugar na história. Mestre da arquitetura e das talhas em madeira, ele teve como aluno Francisco Antonio Lisboa. (págs. 1 e 25)

Cerveja: Brasil é o 3º fabricante no mundo
Aumento do consumo, resultado da elevação da renda, é um dos fatores que impulsionaram a produção da bebida no país. O ritmo acelerado das fábricas deixou Rússia e Alemanha para trás e a indústria nacional só perde para China e Estados Unidos. (págs. 1 e 15)


Jornal do Commercio (PE)

Estrangeiros atrás das grades
A espanhola Ester não veio ao Recife a turismo. Ele é uma das 129 pessoas detidas na última década na rota internacional do tráfico de cocaína.

Chuva volta a assustar moradores da Serra Fluminense

Zero Hora (RS)

Rio 2011 uma catástrofe brasileira
A reconstituição do maior dos pesadelos

Um relato pungente do Enviado Especial de ZH

Os pontos de risco nas encostas do Estado


REVISTAS SEMANAIS - DATAS DE CAPA

Veja, 19/1/2011.

Os mortos de janeiro
Até quando vamos aceitar passivamente que, todos os anos, a temporada de chuvas mate centenas de brasileiros?


O Brasil e a bomba
Em mais um capítulo dessa enigmática e antiga história, um físico brasileiro decifra os segredos de uma ogiva nuclear americana.


Época, 19/1/2011.

Depois da tragédia
Os dramas, as lições e a retomada da vida após o pior desastre natural da história do Brasil.


ISTOÉ, 19/1/2011.

Muito discurso, pouca ação e mais tragédias
2011 – O mesmo drama na região serrana do Rio. Desta vez, a maior catástrofe da história no País. (pág. 1)


ISTOÉ Dinheiro, 19/1/2011.

Todo o poder de Mantega
O ministro da Fazenda nunca esteve tão forte. Com mais atribuições no comando da economia e voz ativa no debate internacional, ele se tornou peça-chave da gestão Dilma. Saiba por que Guido Mantega ganhou esse status e como pretende usá-lo para manter o País na rota do crescimento. "O Brasil saiu da retaguarda para a vanguarda do debate econômico mundial"-Guido Mantega.(págs. 1 e 28)


CartaCapital, 19/1/2011.


O legado de Lula
Wanderley Guilherme dos Santos: 80 anos depois, o ex-operário muda o conceito da República.

Tragédia carioca

Culpem o homem em vez da natureza

A presidenta- Firme na criação da Comissão da Verdade

Fontes: Radiobras-JBWiki!

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Comentários
01
Reporte abuso
carlo meloni
Sao Paulo 17/01/2011

Quando o solo e’ raso, isto e’, quando logo em baixo ha pedras, a floresta nao e’ indicada. O pasto de grama bem fechada e’ melhor, porque a agua escorrega e encharca menos a terra. O antigo Codigo Florestal e’ errado porque pretende resolver um monte de situaçoes diferentes com uma regra so’.


 
02
Reporte abuso
Eli Cabral
Três de Maio - RS 16/01/2011

Quase todas as catástrofes são prvista e esta que acabou com a Região Serrana do Rio não foi diferente.Se o governo brasileiro desse atenção aos estudos sobre climas e catástrofes já feito,teria evitado tudo isso.Temos um documento assinado em 2005, sobre compromissos que o governo brasileiro fez com a ONU e que até hoje não cumpriu.Que governos são estes que não dão importancia aos cidadões que pagam seus impostos?Que governos são estes que colocamos cada quatro ano pra que cuidem do povo????


 
03
Reporte abuso
Claudinei Bender
Sorriso-MT 16/01/2011

Pra mim o que aconteceu no Rio não foi só despreparo da defesa civil mas sim uma falta de vergonha na cara dos governantes, já que uma boa parte das arecadatas são destinadas na prevenção de desastres, o povo não sabe mas tem direito de exigir do governo soluções de imediato, pois não colocamos eles lá para trabalharem e não para ficarem sentados nas poltronas engordando emquanto o povo perece, o problema do pa??ue tem muito cacique e pouco indio nete imen?pa?......


 
04
Reporte abuso
NOIS É NOIS
NOIS 16/01/2011

Onde se encontra o "famoso e mundialmente conhecido-EX PRESIDENTE DESTE PA?--FAMOSO TAGARELA--EST`VIVENDO A TÏ SONHADA VIDA NABABESCA--PRONUNCIAMENTO S?IO NEM PENSAR---CAD?TODA AQUELA EMPAVIA PECULIAR---VENHA `PUBLICO D?SATISFA?O DOS 8 ANOS DE FAMA E GL?IA D?SEU "GOVERNO"-AH,Tm-J`SEI NÏ VIU NADA-NÏ SABIA DE NADA---O CULPADO FOI O BODE-EXPIATORIO DO DELUBIO--T`BOM "EXCEL?CIA--VOC?FINGE QUE NÏ VIU-NÏ SABIA E"NOIS" FINGE QUE ACREDITA--JOGO-FEITO--CONTINUE NA VIDINHA QUE PEDIU


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