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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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O preço da apoteose final de Lula

916 acessos - 0 comentários

Publicado em 09/01/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, 9 DE JANEIRO DE 2011.

O Globo

Policiais comandam grupo de extermínio em todo o país
Ouvidoria de direitos humanos diz que homossexuais são alvo no Nordeste

Uma rotina silenciosa de violência se repete hoje pelo país: grupos de extermínio agem livremente nos estados brasileiros, de acordo com denúncias recebidas nos últimos três anos pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. Policiais ou ex-policiais comandam esses esquadrões da morte, cujas vítimas preferenciais são negros, homossexuais, jovens da periferia e moradores de rua. Segundo o ouvidor Fermino Fecchio, a negligência do Judiciário e o corporativismo policial aumentam a impunidade: "Grupo de extermínio é geral, é no Brasil inteiro. Não tem grupo de extermínio se não tem polícia envolvida". Em Alagoas, mais de 30 moradores de rua foram assassinados em 2010. Na Bahia, a Procuradoria da República investiga a atuação de grupos de extermínio com a participação de policiais. Primeira mulher a comandar a Secretaria Nacional de Segurança Pública, a advogada Regina Miki assume com a missão de reduzir os índices de criminalidade. (Págs. 1, 3 a 4)
Plano do MEC exige 300 mil professores
Para a criação do ensino médio em tempo integral, como foi anunciado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, será necessário contratar mais 300 mil professores, para o ensino profissionalizante. A estimativa é do Conselho Nacionl de Educação. Outro problema é o custo de implantação da medida em toda a rede pública de ensino: R$ 21 bilhões. (págs 1 e 9)
Novas Usinas desmatarão 'um Grande Rio'
Para construir 61 hidrelétricas, a maioria na Amazônia Legal, o governo vai desmatar pelo menos 5.300 km2, o equivalente à área dos 19 municípios do Grande Rio. As usinas têm impacto direto em reservas indígenas e ambientais. (Págs 1, 29)
Caminho livre para a Transcarioca
As demolições que abrem caminho para a Transcarioca, corredor de ônibus Barra-Tom Jobim, que será entregue em 2013. O BNDES começa a financiar a obra. (Págs 1, 22)
A história de Beto e Dodora
Quando subiu na rampa do Palácio do Planalto, Dilma Rousseff levou consigo histórias de companheiros que tombaram pelo caminho - como os mineiros Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, desaparecido político, e Maria Auxiliadora Lara Barcelos, a Dodora, que se suicidou no exílio. Os dois militaram com Dilma na organização VAR-Palmares. (Págs 1, 12)
Ditadura: Dilma quer identificar torturadores
Torturada pela ditadura militar, a presidente Dilma Rousseff quer avançar no reconhecimento a violência oficial durante os anos de chumbo. Por decisão dela, o Executivo vai se empenhar para aprovar o projeto da Comissão da Verdade, permitindo a identificação dos torturadores - mesmo sem puni-los, já que todos foram beneficiados pela Lei de Anistia. (Págs 1,13)

Folha de S. Paulo

Exército gastará R$ 10 bilhões para controlar fronteira
Sistema de monitoramento contra tráfico de armas só deve ficar pronto em 2019.

O Exército negocia um moderno sistema de monitoramento de fronteiras que deve custar R$ 10 bilhões e ficar pronto só em 2019, informa Eliane Cantanhêde. A expectativa do governo é obter recursos para o sistema usando financiamento externo de longo prazo. O projeto inclui radares de imagens e de comunicação, blindados e veículos aéreos não tripulados para abranger a fronteira terrestre, com foco na Amazônia. A base dele serão os Pelotões Especiais de Fronteira, que vão passar gradualmente dos atuais 21 para 49. Para o governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o principal problema de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais. O sistema visa evitar que as armas cheguem a áreas como as favelas do Rio. Embraer e dez empresas estrangeiras receberam informações sobre o projeto, para o qual o governo exige "domínio nacional" da tecnologia. Propostas devem ser apresentadas até 31/1. (Págs 1, A4)
Para Jobim, fala de militares sobre desaparecidos foi um equívoco
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou como um equívoco as declarações do chefe do general José Elito Siqueira, de que desaparecidos políticos são um fato histórico, do qual "não temos que nos envergonhar".

Ele defendeu, porém, que não haja "glorificação nem retaliação" a torturadores. "Você queima uma energia imensa para retaliar o passado. Não adianta." (Págs 1, A8)
Dilma impõe rapidez, troca móveis e tira Bíblia da mesa
Em uma semana de Planalto, Dilma Rousseff já deixou claro que deseja rapidez nas decisões. Na terça, ligou para o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), que almoçava. Ele pediu 15 minutos. Dilma respondeu: "Embrulha e vem comer aqui". No gabinete, trocou móveis e tirou o crucifixo da parede. Não há mais Bíblia na mesa de trabalho. (Págs 1, A9)
Máfia italiana usa porto do Brasil para vender droga
Investigações da Polícia Federal indicam presença de máfias italianas no Brasil. Os criminosos usam a infraestrutura de portos do país para expandir o tráfico internacional.

Foram apreendidas quatro toneladas de drogas com destino à Europa em 2010. A PF identifica crescimento da Sacra Corona Unita, facção conhecida como a quarta máfia italiana. (Págs 1, C8)
Análise
Look de Dilma abala pret-à-porter nacional de prestígio, escreve Alcino Leite Neto.

(Págs 1, A9)

Rubens Ricupero
Preço da apoteose final de Lula ameaça novo governo. (Págs 1, A15)

RUBENS RICUPERO

Morrer na praia

A sorte do governo Dilma será decidida nos primeiros meses porque no Brasil o curto prazo é muito mais problemático do que o longo. As perspectivas das próximas décadas são mais propícias do que jamais foram no passado, tanto no cenário internacional como nas mudanças estruturais internas. O desafio é chegar lá e não se afogar na praia.

Quatro tendências profundas mudaram para melhor o futuro brasileiro: o fim da explosão demográfica, o término do crescimento selvagem das cidades, a passagem de situação de escassez para abundância de energia (pré-sal, bioenergia) e a consolidação como exportador de peso em mais de doze commodities importantes.

A deriva do eixo econômico mundial em direção à China e à Ásia assegura, por sua vez, demanda forte em volume e preço para a energia e as matérias primas que o país tiver para exportar, sem ter de depender da provável saída da crise por parte dos Estados Unidos, da Europa e industrializados.

O que ameaça esse futuro não vem de fora, mas de dentro: o preço pago por Lula pela ilusória apoteose final e a conquista da sua vitória eleitoral.

Esse custo se expressa em quatro números fatídicos: inflação de mais de 6%; dólar a R$ 1,60; deficit em conta corrente de mais de R$ 50 bilhões (2,5% do PIB); superavit primário de menos de 1% do PIB (descartando a contabilidade criativa).

A inflação é inaceitável, afirma a presidente, como se falasse de uma hipótese. De que forma qualificar então o que os índices revelam? Os preços em elevação não só de alimentos, mas de serviços pressionados por mercado de trabalho apertado, a falta de mão de obra, aumentos salariais acima da inflação, consumo e crédito superaquecidos, corrosão do salário real pelo encarecimento da vida configuram o quadro clássico de inflação em alta em qualquer texto de economia.

A fim de completar os sintomas de curto prazo perigoso, os números indicam a deterioração acentuada da taxa cambial, do rombo das contas externas e do deficit do orçamento.

O discurso oficial demonstra consciência da ameaça. Como o governo atual é em boa parte a continuação do anterior, até nas mesmas pessoas, é natural certo constrangimento em admitir excessos passados nos gastos de custeio e erros na calibragem do estímulo ao consumo e ao crédito.

O país não levou a mal esse pecado venial. Tanto assim que as palavras da presidente cumpriram a primeira tarefa de qualquer governo iniciante: dissiparam os medos e geraram um sentimento geral de boa vontade.
A segunda tarefa, construir a confiança, é mais árdua, pois depende de ações acertadas.

Dessas ações que definirão o destino do governo, a principal se refere não só à melhoria na qualidade dos gastos governamentais, mas à sua efetiva redução: corte não na água (despesas postas no orçamento para serem riscadas), mas para valer.

É ela a chave de tudo o mais: do equilíbrio do orçamento, da diminuição da dívida bruta, da redução do juro real e, por consequência, de retorno a câmbio e contas externas saudáveis.

Se passar nesse teste, a presidente Dilma terá tudo para levar o país mais perto de seu futuro, como desejamos a ela e a nós neste início de ano e de governo.

Mônica Bergamo
Mulher de Temer enfrentou rivais fortes em Paulínia, afirmam conterrâneos. (Págs 1, E2)

O Estado de S. Paulo

Guerra por segundo escalão envolve 600 cargos
PT e PMDB estão no centro da disputa pelo controle de 102 estatais dos setores produtivo e financeiro.

A disputa entre os partidos aliados da presidente Dilma Rousseff para manter os postos que já têm no segundo escalão ou conseguir novos cargos visa o controle de 102 empresas estatais, sendo 84 no setor produtivo e 18 no financeiro,. Ao todo, estão em jogo cerca de 600 cargos. É provável que a maioria seja mantida, pela continuidade do governo. Trata-se de um butim bilionário capaz de levar os partidos a uma longa batalha política, apesar dos apelos de paz feitos por Dilma e da suspensão de novas nomeações para o segundo escalão até as eleições para a Mesa Diretora da Câmara e do Senado. A guerra compreende postos estratégicos em ministérios e órgãos como os Correios, que o PMDB perdeu para o PT. Na Saúde, a disputa pela Secretaria de Atenção à Saúde deu origem à guerra do segundo escalão. Embora os R$ 45 bilhões da secretaria não estejam liberados para investimentos, o partido que ocupa o posto tem grande visibilidade no País. (Nacional/Págs 1, A4)
Dilma quer tudo pronto para ontem
Em uma semana de trabalho, a presidente Dilma Rousseff tirou do papel um antigo plano: dividirá o governo em "núcleos de gestão", com metas a cumprir, e revisará receitas e despesas, relata a repórter Vera Rosa. Enquanto Lula ultrapassava prazos para tomar decisões, ela quer tudo pronto para "ontem". (Nacional/Págs 1, A6)
Aliás, persistência do atraso
O filósofo Marcos Nobre, da Unicamp, afirma que o "peemedebismo" é uma cultura política capaz de paralisar governos. (Págs 1, J4)
Dor de Ex
O que resta a um ex-presidente é a memória do povo, mas poucos se tornam memoráveis, escreve José de Souza Martins. (Págs 1, J5)
Dora Kramer: Questão de estilo
Ministros constatam que Dilma tem provocado boa impressão e reconhecem que isso decorre dos excessos verbais do ex-presidente Lula. (Nacional/Págs 1, A5)

Correio Braziliense

Por que o Brasil será a quarta potência do planeta
A pobreza mora ao lado
A miséria vive muito próxima do poder. Luiz Carlos é uma espécie de "zé ninguém", como diz o colega, catador de papel Ernandes - também morador do "quintal" do Jaburu. Ambos são exemplos para Dilma Rousseff, que acaba de lançar programa de combate à pobreza. (Págs 1, 2 e 3)

Estado de Minas

Minas vai à guerra
Forças Armadas terão helicópteros, veículos blindados e fuzis fabricados no estado

Fábricas instaladas em Minas Gerais começam a produzir armamentos para Exército, Marinha e Aeronáutica. Contratos firmados pela Helibras, Imbel e Iveco, por exemplo, preveem investimentos de R$ 10,4 bilhões. A produção estará disponível para situações emergenciais, como o controle da violência nos morros cariocas, e para garantir a segurança em eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. A Federação das Indústrias de Minas criou um comitê setorial exclusivo para defesa e compras governamentais. (págs. 1 e 14)
Os estilos diferentes de Dilma e Lula (págs. 1 e 4)
Ex-presidentes se mantêm no poder
A vida deles é assim: Lula já dá sinais de que quer voltar. Fernando Henrique sempre chama os holofotes para si. Itamar Franco, Fernando Collor e José Sarney não abrem mão de cargos públicos. (págs. 1 e 6)
Fiscais caçam corruptos
Cidadãos comuns, sozinhos ou por meio de entidades, se transformaram em fiscais para flagrar irregularidades em licitações e contratos do poder público. Este bom exemplo já é rotina em cidades mineiras. (págs. 1 e 9)
Metal estratégico
Na mira dos EUA, segundo o site Wikileaks, Araxá pode dobrar produção de nióbio, usado na indústria aeroespacial. (págs. 1 e 15)

Jornal do Commercio (PE)

Letras de esperança
Como no filme Central do Brasil, detentas redigem cartas das colegas analfabetas (foto) em ... Outras usam o cordel para narrar sonhos e angústias. Textos saídos das celas estão recebendo tratamento especial da Justiça. (Pág 1)

Zero Hora (RS)

Estiagem - A vida onde a terra seca
ZH conta por que, há quase um século, Bagé convive com a chaga da falta de água. (Págs. 1 e 32 a 34)
Tráfico e homicídios marcaram a década
Mapeamento de ZH a partir de estatísticas oficiais mostra o crescimento de delitos ligados ao crime organizado. (Págs. 1, 38 e 39)
Sem holofotes - A técnica Dilma se esconde nos gabinetes (Págs. 1, 4 e 5)
Punta atrai negócios de gaúchos
Não só turistas, mas empreendimentos se movem para o balneário uruguaio. (Pág. 1)
Magistério em alta
Jovens reafirmam fé na carreira de professor (Págs. 1, 26 e 27)
Verão também é época para procurar vagas. (Pág. 1)

REVISTAS SEMANAIS – DATAS DE CAPA

Veja, 12/1/2011.

O QI da Beleza
A ciência já sabe como avaliar os fatores biológicos e comportamentais que determinam a aparência e a saúde.
PMDB
Quanto mais cargos, maior a cobiça
Terrorista
Da esquerda à direita, a Itália condena o Brasil por não extraditar Battisti
Rio 2016
Por que a logomarca não é plágio

Época, 10/1/2011.

Não perca seu tempo
Novos estudos afirmam que deixar tarefas para depois faz parte do institnto humano. Reunimos 20 estratégias para você vencer a inércia, realizar mais - e ser mais feliz.
Ficha Suja
Quem é o homem que vai mandar no turismo

ISTOÉ, 12/1/2011.

Personalidades mais influentes no Brasil e no mundo
Exclusivo: Por dentro do gabinete de Dilma na primeria semana de governo

ISTOÉ Dinheiro, 12/1/2011.

Onde investir em 2011
Como manter o equilíbrio financeiro e fazer o seu dinheiro render mais no novo cenário da economia brasileira
Dilma: Estreia com aperto no cinto, freio no dólar e planos de privatização

CartaCapital, 12/1/2011.

As 100 horas de Dilma
Primeiros passos e desafios do novo goevrno
Cesari Battisti e o não de Lula
Mas a história continua...

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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