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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Brasil - A hora e a vez de Dilma Rousseff

655 acessos - 0 comentários

Publicado em 02/01/2011 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, DIA 2 DE JANEIRO DE 2011.

Jornal do Brasil

O dia seguinte em Copacabana
Depois do show, praia amanhece sem o glamour da festa que não quer acabar
Ontem, a Princesinha do Mar amanheceu tomada por turistas, além de 1.300 garis incumbidos de livrar o cartão postal das quase 300 toneladas de lixo deixadas na noite anterior. O saldo incluiu mais de mil carros multados e de mil pessoas atendidas nos postos de saúde do bairro. (Págs. 1, 12 a 15)

“Sou a presidente de todos os brasileiros”

Emocionada e aplaudida pelo povo, Dilma Rousseff recebe a faixa do ex-presidente Lula e diz que sua maior luta será contra a pobreza extrema, que, em suas palavras, “envergonha o país”. (Págs. 1, 2 a 6)
Rio pode ter Força Nacional (Informa JB Págs. 1, 8 e 9)

O Globo

Ao assumir, Dilma promete enfrentar desafios pós-Lula
A economista Dilma Vana Rousseff, de 63 anos, assumiu a Presidência da República prometendo consolidar o legado do presidente Lula e fazendo uma carta de intenções de seu governo: erradicar a miséria, melhorar a saúde, a segurança e a educação. Também prometeu reformas política e tributária, que o governo Lula não fez. Dilma reafirmou compromissos com a estabilidade econômica, a democracia e a liberdade de expressão. Ex-guerrilheira, eleita numa disputa acirrada, ela também fez um discurso de conciliação. Disse que estende a mão à oposição e que quer ser a presidente de todos os brasileiros. Presa, torturada pela Ditadura militar, chorou ao lembrar os companheiros que morreram e disse que não guarda arrependimento, mas tampouco ressentimento ou rancor. Dilma destacou que é a primeira mulher a chegar ao Planalto e prometeu "honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos". Mineira, citou Guimarães Rosa para dizer que precisará de coragem para a tarefa de governar. (Págs. 1 e 3 a 19)

"Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático; suportei as adversidades mais extremas, infligidas aos que ousamos enfrentar o arbítrio. Não tenho qualquer arrependimento, tampouco tenho ressentimento ou rancor"

Dilma Rousseff, presidente da República
Uma despedida com muito choro
Foi uma despedida muito difícil para o ex-presidente Lula. Ele chorou em vários momentos do dia. Mesmo antes de passar a faixa a Dilma, estava tão emocionado que assessores precisaram dar uma dose de uísque para se acalmar. Ao descer a rampa, Lula quebrou o protocolo e foi chorar nos braços do povo. Na Base Aérea, chorou mais uma vez antes de embarcar no Aerolula. Da janelinha do avião deu adeus. (Págs. 1 e 9)
Política externa
Dilma esbanja simpatia com Hillary Clinton, depois de Hugo Chávez. (Págs. 1 e 14)
Cabral: agora é a vez da educação
Depois de reafirmar o compromisso de retomar as áreas dominadas pelo crime, o governador Sérgio Cabral disse ontem, na posse, que o desafio agora é levar o estado entre os cinco melhores no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ranking em que o Rio é o penúltimo. (Págs. 1, 26 e 27)

Em Tocantins, governador passa a faixa a cinegrafista
Página 22
Aécio promete oposição atenta à nova presidente
Página 19
Cid Gomes vai coordenar o plano para o Nordeste
Página 25

Folha de S. Paulo

Dilma promete um país sem fome e de classe média sólida
- Presidente enfatiza compromisso de erradicar miséria até 2014.
- No discurso de posse, se emociona ao citar vítimas da ditadura
- Indicadores econômicos desafiam novo governo

A petista Dilma Vana Rousseff, 63, assumiu como o 40º presidente do Brasil e primeira mulher a ocupar o cargo. Reconheceu que a pobreza extrema “envergonha o país” e repetiu promessa de 2003 de Luiz Inácio Lula da Silva, seu antecessor, de eliminar a fome. Defendeu um país de “classe média sólida e empreendedora”.

A ex-militante de esquerda e ex-presa política foi declarada empossada ás 14h52 de ontem por um antigo integrante do campo político da ditadura que combateu, o senador José Sarney (PMDB-AP). Ela inicia seu governo com mais apoio no Congresso que Lula e Fernando Henrique Cardoso.

Em um longo discurso de 40 minutos, Dilma chorou ao homenagear os que “tombaram pelo caminho”, numa referência ás vitimas da ditadura. Afirmou que será “a presidenta de todos os brasileiros” – a Folha adotará “presidente” para se referir a ela.

Chuva forte marcou o início da festa de posse, impedindo que Dilma chegasse em carro aberto e causando correria na lama entre as cerca de 30 mil pessoas presentes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Dilma assume num momento de otimismo pela alta do PIB em 2010, mas com a pior de alguns indicadores econômicos. O que mais preocupa é a inflação. (Págs 1 e Especial Presidente Dilma)

Análise
Discurso não ofereceu luzes sobre como será a gestão Dilma, mas abriu portas para um ambiente político mais distendido, escreve Clóvis Rossi. (Págs. 1 e Esp. 3)

Foto Legenda: Depois de receber a faixa presidencial de Lula, Dilma Rousseff e o antecessor saúdam o público em cerimônia no Palácio do Planalto.

Foto Legenda: Afastada após suspeita de tráfico de influência na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra cumprimenta Dilma; presidente disse durante discurso que em seu governo “não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito”. (Págs. 1 e Esp. 3)
Novo governo começa com corte no Orçamento
Dilma Rousseff vai se reunir amanhã com assessores para definir qual será o bloqueio de gastos do Orçamento, informa Valdo Cruz. (Págs. E 1 Esp. 8)

Eliana Cantanhêde
Difícil será preencher vazio de líder carismático. (Págs. 1 e A2)

Laura Capriglione
Militantes trocam o ônibus pelo avião para ir à posse. (Págs. 1 e Esp. 6)

Mônica Bergamo
Ex-presidente encara goteira depois de deixar palácio. (Págs. 1 e Esp. 12)

Keila Jimenez
Canja de jornalismo ao vivo cura ressaca de Ano Novo. (Págs. 1 e Esp. 7)

Vivian Whiteman
Pérola com balacobaco é a nova tendência do poder. (Págs. 1 e Esp. 8)
Governador do DF assume cargo e demite 15 mil
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), 58, assumiu prometendo restabelecer a ordem na capital “em cem dias”.
Entre seus primeiros atos estão a demissão de 15 mil ocupantes de cargos de confiança, a decretação de estado de emergência na saúde e mutirão para fazer a limpeza da cidade. (Págs. 1 e Esp. 11)
Alckmin elogia FHC e Serra e cita Legião Urbana
Pela terceira vez, Geraldo Alckmin, 58, assumiu o governo paulista. Em discurso, citou José de Anchieta e Renato Russo, do Legião Urbana. Enalteceu FHC e José Serra e prometeu ênfase no social. Alckmin e os demais governadores do PSDB e do DEM comandam dez Estados, com 52,5% dos eleitores do país. (Págs. 1 e Esp. 10)
Editoriais
Leia “Sem elefantes brancos”, sobre as obras para a Copa de 2014 e para a Olimpíada de 2016; e “Banda larga para todos”, sobre mudanças no PNBL. (Págs. 1 e C2)

O Estado de S. Paulo

Dilma exalta Lula e se diz presidente 'de todos'
Primeira mulher a assumir a Presidência do Brasil, petista prometeu governar 'sem rancor'. Ao receber a faixa, qualificou o ex-presidente de 'o maior líder popular' que este País já teve. Em discurso no Congresso, garantiu manter o combate à 'praga' da inflação e defendeu o Estado forte. Dilma lembrou seu passado como militante contra a ditadura e homenageou 'os que tombaram' na luta armada.

Dilma Vana Rousseff, de 63 anos, tomou posse ontem como a primeira presidente do Brasil e disse que será a 'presidente de todos os brasileiros', governando "sem rancor". Em discurso no Parlatório, ela agradeceu a "ousadia" dos eleitores e prestou tributo ao ex-presidente Lula, "o maior líder popular que este País já teve". No Congresso, Dilma reforçou o compromisso de combater a "praga" da inflação - quando ministra era criticada da alta dos juros para conter os preços. A presidente defendeu ainda o modelo de Estado forte, prestador de serviços e indutor de investimentos. Disse que a prioridade será erradicar a miséria, mas também prometeu empenho nas reformas política e tributária. Deu garantias de manutenção da liberdade de imprensa e lembrou seu passado como militante contra a ditadura, homenageando os que "tombaram pelo caminho e não podem compartilhar a alegria deste momento". (Caderno Especial)

Trechos do discurso

"Venho consolidar a obra transformadora do presidente Lula"

"Podemos ser, de fato, uma das nações menos desiguais do mundo - um país de classe média sólida e empreendedora"

"Não tenho qualquer arrependimento (sobre a luta armada), tampouco rancor" (Pág. 1)
Dora Kramer
Presidente faz discurso amplo, geral e restrito

Dilma discursou na condição de presidente do mesmo modo como se conduziu na eleição: sem resplandecência, como quem cumpre um dever. (pag H6)
Governadores
Alkimin faz elogio a Serra e FHC

Para apaziguar os ânimos tucanos, governador de São Paulo tomou posse em tom conciliador, com elogios ao antecessor e ao ex-presidente. (Págs. 1 e H13)
Roberto Romano
Intelectuais e poder

No Brasil de agora, emudecem os intelectuais que parolavam sobre ética e serviço ao povo. Eles precisam sobreviver, entende? (Págs. 1 e Espaço aberto A2)
Notas e Informações
As promessas de Dilma

Dilma será bem mais do que continuação de Lula se cumprir as promessas de seu discurso. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense

Podemos fazer mais e melhor
Dilma promete ampliar conquistas e propõe um governo de união nacional

Sob forte chuva e emoção contida, Dilma Rousseff assumiu a Presidência da República com o compromisso de aprofundar as conquistas do antecessor Lula, e de governar para todos os brasileiros. No discurso de 40 minutos no Congresso Nacional, Dilma antecipou algumas metas à frente do Palácio do Planalto, como a modernização do sistema tributário e o combate à inflação. Mais tarde, no parlatório em frente ao Palácio do Planalto, a presidente reiterou que comandará o país com "um espírito de união" em favor dos mais necessitados. Luiz Inácio Lula da Silva encerrou o segundo mandato nos braços do povo. Após entregar a faixa presidencial, ele mais uma vez quebrou o protocolo e se misturou às centenas de admiradores que se aglomeravam na Praça dos Três Poderes. A posse de Dilma Rousseff atraiu 30 mil pessoas à Esplanada e reuniu representantes de mais de 130 países, entre eles a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton. (pags. 2 a 16 e Visão do Correio, pag. 22 Veja galeria de fotos e vídeos no site do Correio)
Agnelo decreta emergência na Saúde e exonera 18,5 mil
O primeiro dia de Agnelo Queiroz como governador do DF teve momentos distintos e intensos. Do discurso emocionado de posse, em que relembrou sua trajetória de vida e prometeu recuperar a cidade, o petista passou à ação. Anunciou providências contra o caos nos hospitais. Também dispensou comissionados e suspendeu licitações. Ainda enfrentou uma crise política com os distritais para a composição da Mesa Diretora da Câmara, eleita ontem à noite. (pags 15 e 29 a 40).

Estado de Minas

Dilma se emociona ao pregar a união do País
Presidente convoca oposição a deixar rivalidades de lado para fazer um governo para todos.

A mineira Dilma Rousseff tomou posse como a primeira mulher presidente do Brasil. Em discursos emocionados no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto, prometeu dar continuidade às conquistas do governo Lula. E convocou adversários e todos os setores do país para ajudá-la na erradicação da miséria e no combate à inflação para garantir maior distribuição de renda. “Não vou descansar enquanto houver brasileiro sem alimento na mesa, famílias no desalento das ruas e pessoas abandonadas à sorte.”

"Meu compromisso é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos".

Homenagens a Lula e Alencar

Antes de receber a faixa presidencial de Lula, Dilma, com a voz embargada, prestou homenagens a ele. Disse que o antecessor ensinou o brasileiro a confiar no país. Ausente na cerimônia, o ex-vice-presidente José Alencar também foi lembrado: “Um exemplo de coragem e de amor à vida nos dá este grande homem”. (Págs. 1,3 e 14)
Anastasia exige intolerância à corrupção
O governador Antonio Anastasia começou o novo mandato com o compromisso de promover a “gestão da cidadania”. No discurso de posse, defendeu combate rigoroso à corrupção, austeridade e ampliação do pacto federativo como forma de reduzir a desigualdade social e gerar empregos. Ele avisou aos secretários empossados que cobrará “qualidade, eficiência e cuidado extremo com os gastos públicos”, além de prometer transparência de todos os atos administrativos de seu governo.

"Não teremos, como jamais tivemos, nenhuma complacência com desvios e compadrio" (Págs. 1 e 3 a 14)
Tudo à prestação
Classes C, D e E fazem a festa

Consumidores brasileiros com renda mais baixa gastaram R$ 1,2 trilhão no ano passado, um terço do PIB estimado para 2010. (Págs. 1 e 18)

Jornal do Commercio (PE)

O futuro já chegou
Em seu discurso ao assumir o segundo mandato como governador de Pernambuco, Eduardo Campos, enaltece o avô Miguel Arraes, agredece a Lula, se diz confiante em Dilma e lista como desafios melhorar a educação, saúde e gastos públicos. (Pag 5)
Manchete: Vou governar para todos
Dilma recebe de Lula a faixa de presidente, faz discurso chamando brasileiros de "queridos" e diz que vai lutar para erradicar a pobreza.

Zero Hora (RS)

“Não haverá compromisso com o desvio e o malfeito”
A presidente assume com promessa de “ser rígida na defesa do interesse público” (Págs. 1, 4 a 16, Rosane de Oliveira, págs 12 e 13, e Editorial, pág 18)
Tarso promete transparência
“Vamos fazer do Rio Grande do Sul um exemplo de ética pública”, discursou o novo governador na sacada do Piratini. (Págs. 1 e 4 a 16, Rosane de Oliveira Especial, págs. 12 e 13, e Editorial, pág. 18)
Vestibular 2011
UFSM deixa de utilizar o Enem (Págs. 1 e 25)

REVISTAS SEMANAIS – DATA DE CAPA

ISTOÉ, 5/1/2011.

O Brasil depois do mito
Com Lula, o País ganhou condições de, enfim, se tornar uma potência mundial. Saiba quais são os desafios que vêm por aí e como o novo governo poderá superá-los sem colocar em risco o que já foi conquistado
Reportagem especial
A vida na terra onde Lula é rei

ISTOÉ Dinheiro, 5/1/2011.

8 anos que mudaram a economia do Brasil
E o que vem pela frente

A era Lula chega ao fim após oito anos de estabilidade e coloca o Brasil na rota ascendente do crescimento sustentado a partir de 2011, sob o comando da presidente Dilma Rousseff
Consumo
A revolução da nova classe média
Bolsa
O país descobre o mercado de ações
Riqueza
Os brasileiros que fizeram bilhões

Fontes: Radiobras-JBWiki!

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