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Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
O Artista (Trailer Legendado)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

"Tempo para fumar já dói no bolso"

556 acessos - 0 comentários

Publicado em 24/11/2010 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, QUARTA-FEIRA, 24 DE NOVEMBRO DE 2010.

O Globo

A guerra do Rio - Beltrame: facções se uniram e reação da PM será em dobro
Polícia faz blitzes e operações em 22 favelas em busca dos autores dos ataques

Após 16 anos de uma guerra que matou dezenas de inocentes, as duas maiores facções criminosas do Rio se uniram pela primeira vez para tentar desestabilizar o principal projeto de segurança pública do estado: o da implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A informação desta união foi dada ontem pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, que, num discurso inflamado, anunciou que vai enfrentar os criminosos com efetivo dobrado das polícias Civil e Militar. A aliança dos bandidos já teria se concretizado também na Zona Sul, com a ida de traficantes do Complexo do Alemão para a Rocinha Em resposta aos ataques, que continuaram ontem, houve blitzes nas ruas e operações policiais em 22 favelas. A Polícia Rodoviária Federal triplicou seu contingente no estado. Oito presos serão transferidos para presídios federais. (Págs. 1, 17 a 21, Merval Pereira e Dos Leitores)

Ruas mais vazias, o sinal do medo

A rotina carioca foi afetada após os novos ataques. Ontem, no horário do rush, o trânsito fluía bem na Zona Sul, em pontos onde normalmente há engarrafamentos. E as ruas estavam mais vazias. Moradores têm evitado sair à noite. (Págs. 1 e 19)
Equipe econômica com a cara de Lula
A presidente eleita, Dilma Rousseff, anuncia hoje a equipe econômica. Mais próxima do presidente Lula do que de Dilma, terá Guido Mantega (Fazenda), A1exandre Tombini (Banco Central) e Miriam Belchior (Planejamento). (Págs. 1, 3 e 4, Miriam Leitão e editorial "0 importante é preservar o modelo do BC?)
Nova pílula evita a Aids
Pela primeira vez, uma pílula ajudou a prevenir a Aids. Testada em seis países, inclusive no Brasil, ela ofereceu proteção de 43,8%. Segundo a ONU, a epidemia reduziu o ritmo de expansão no mundo. (Págs. 1 e 38)
Foto legenda: A guerra das Coreias
Turistas observam nuvens de fumaça que sobem após o ataque da Coreia do Norte à ilha de Yeonpyeong, no Mar Amarelo, na fronteira com a Coreia do Sul: houve troca de tiros de artilharia, num dos piores confrontos desde o fim da guerra na península, com dois mortos e 18 feridos. (Págs. 1, 35 e editorial "China precisa deter a Coreia do Norte")
Irã: vírus é suspeito de interromper programa nuclear (Págs. 1 e 37)
Ancelmo Gois
Condenado a 13 anos em 2005, Cacciola vai para semiaberto e está quase livre. (Págs. 1, 22 e 23)

Folha de S. Paulo

Dilma escolhe técnico de carreira para presidir o BC
Alexandre Tombini, diretor do banco, substituirá Meirelles; Miriam Belchior vai para o Planejamento

A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), divulgará hoje mais dois nomes de sua futura equipe econômica, ambos escolhidos entre os quadros do atual governo.

Além de Guido Mantega, que continuará chefiando a pasta da Fazenda, serão anunciadas as escolhas de Alexandre Tombini, diretor de Normas do Banco Central, para presidir o BC e de Miriam Belchior para o Ministério do Planejamento.

Funcionário de carreira do BC, Tombini e descrito por amigos como moderado - nem desenvolvimentista como Mantega nem monetarista como Henrique Meirelles, a quem sucedera.

Miriam Belchior, que atualmente gerencia o PAC, é ligada ao ex-ministro e deputado cassado José Dirceu.

Segundo um auxiliar de Dilma, a presidente eleita optou por uma equipe sobre a qual terá controle. (Págs. 1 e A4)

Novo presidente é descrito como um profissional firme, mas flexível (Págs. 1 e A8)

Vinicius Torres Freire

Nomeação indica continuidade do 2º mandato de Lula (Págs. 1 e B4)
Coreias se acusam por pior ataque a civis em 23 anos
Artilharia da Coreia do Norte contra ilha na fronteira matou dois soldados sul-coreanos; 16 pessoas, incluindo 3 civis, se feriram. Até o término desta edição, não havia dados sobre baixas norte-coreanas. Os dois países se acusaram de ter atacado primeiro. (Págs. 1 e A16)

Foto legenda: Fotografia tirada por um turista sul-coreano mostra grandes colunas de fumaça na Ilha Yeonpyeong depois do ataque da artilharia da Coreia do Norte. (Pág. 1)
Rio apura ameaça de ação das facções unidas
A polícia do Rio obteve a informação de que, pela primeira vez, as facções CV e ADA se uniram para articular mega-ação no sábado. A tensão levou o governo a fazer operação em 18 favelas. Suspeitos foram identificados com bombas caseiras em Copacabana. Na zona norte, carros foram incendiados. Houve tiroteios. Duas pessoas morreram e oito foram presas. (Págs. 1 e C1)

Foto legenda: Posto policial com cabine à prova de bala depois de ataque. (Pág. 1)
Abdelmassih é condenado a 278 anos em 1ª instância
A Justiça condenou em primeira instância o médico Roger Abdelmassih, especialista em reprodução assistida, a 278 anos de prisão. Ele recorrerá em liberdade.

Abdelmassih é acusado de ter estuprado ou violentado 37 mulheres em sua clinica, de 95 a 2008. Sua defesa nega os crimes. (Págs. 1 e C7)
Justiça manda internar menores agressores em SP
A Justiça determinou que os quatro menores filmados ao agredir pedestres na avenida Paulista no domingo sejam internados na Fundação Casa. A defesa dos menores deve recorrer. (Págs. 1 e C4)
Mônica Bergamo
106 brasileiros têm contas secretas em banco israelense

Sigilo rompido após acordo com as EUA revela 114 nomes, mas 8 declararam recursos no exterior. Há contas identificadas como "Ervilha" "Gastrite". (Págs. 1 e E2)
Boa notícia: Droga é eficaz na prevenção do HIV, aponta estudo (Págs. 1 e Saúde, C11)
Editoriais
Leia "Ataques no Rio", acerca das reações a política de segurança; e
"Mistérios papais", que comenta declarações de Bento 16 sobre preservativos. (Págs. 1 e A2)

O Estado de S. Paulo

Dilma decide com Mantega que Tombini chefiará BC
Diretor do banco, escolhido ajudou a criar metas de inflação; Miriam Belchior vai para o Planejamento

A presidente eleita Dilma Rousseff escolheu para o comando do Banco Central, no lugar de Henrique Meirelles, o economista Alexandre Tombini, atual diretor de Normas da instituição. Também foi definido que Miriam Belchior, assessora especial do presidente Lula e coordenadora do PAC, assumirá o Ministério do Planejamento, no lugar de Paulo Bernardo. A decisão sobre Tombini foi tomada após reunião de Dilma com Guido Mantega, que será mantido na Fazenda, e antes de prometido encontro com Meirelles. O gesto confirma que Mantega chefiará a equipe econômica. Antes de se tornar funcionário de carreira do BC, Tombini foi coordenador de análise internacional da Fazenda e assessor da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso. Um dos formuladores da política de metas de inflação, ainda na gestão FHC, ele segue linha semelhante à de Meirelles. (Págs. 1 e Nacional A4)

Foto legenda: Tá vendo como é bom ser presidente?
Lula é cercado por socialites em evento na Hípica Paulista, segunda-feira à noite. "Tá vendo como é bom ser presidente?", disse ele, que ontem esteve em Ribeirão Preto para dar o "primeiro pingo de solda" em tubulação de escoamento de álcool. (Págs. 1 e Nacional A7)
Norte-coreanos atacam, e Seul ameaça retaliar
Um bombardeio norte-coreano contra ilha da Coreia do Sul matou dois soldados sul-coreanos, no pior enfrentamento entre os dois países em décadas. Seul ameaçou retaliar, e houve escaramuças na fronteira. O governo da Coreia do Norte, por sua vez, disse que foi o vizinho quem começou a provocação e que atacaria "sem piedade" caso houvesse avanço de tropas. Vários países, inclusive a China, aliada dos norte-coreanos, condenaram o bombardeio. O presidente dos EUA, Barack Obama, se disse "ultrajado". Apesar das críticas, porém, o Conselho de Segurança da ONU informou que não se reuniria para discutir o caso. As Coreias estão tecnicamente em guerra desde o conflito de 1950-53. Para analistas, o bombardeio foi uma forma de Pyongyang demonstrar que não pretende ceder diante do crescente isolamento do país, que desenvolve arsenal nuclear à revelia da comunidade internacional. (Págs. 1 e Internacional Al2 e A13)

Recado

Yan moonjin
Estudioso de Coreia do Norte

"Pyongyang está enviando, para americanos e sul-coreanos, a mensagem de que nunca se renderá". (Pág. 1)
Pílula reduz infecção por aids em 72%
Trabalho com voluntários em seis países mostra a eficácia de medicamento de uso diário

Pesquisa com 2.499 voluntários em seis países (350 no Brasil) mostrou que um comprimido diário, que combina dois medicamentos antirretrovirais, reduziu em 43,8% as infecções por HIV em homens que fazem sexo com homens. O índice de proteção chegou a 72,8% entre aqueles que tomaram o remédio em 90% dos dias. Este é o primeiro trabalho que demonstra a eficácia de um medicamento oral de uso diário para evitar a infecção pelo vírus da aids. "É um divisor de águas no combate à epidemia de HIV", afirmou o infectologista Mauro Schechter, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos coautores do artigo publicado pelo New England Journal. Os voluntários receberam o que se considera o "melhor pacote de prevenção" - aconselhamento, preservativos, acompanhamento psicológico, e tratamento para doenças sexualmente transmissíveis, além do medicamento.

Número de mortes no mundo começa a cair

Dados apresentados ontem pela ONU mostram que o número de novas contaminações e mortes pelo vírus HIV começa a cair pela primeira vez em quase 30 anos. (Págs. 1 e Vida A17)
Enem para prejudicados será em 15 de dezembro (Págs. 1 e Vida A19)
Investidores usam TCU para adiar trem-bala (Págs. 1 e Economia B11)
Polícia age em 18 favelas após nova onda de ataques no Rio
A Polícia do Rio realizou operações em 18 favelas dominadas pelo Comando Vermelho, prendeu 11 suspeitos e matou um suposto traficante. A ação se deu após mais uma madrugada com carros incendiados e uma cabine da PM metralhada, além de um atentado frustrado em Copacabana. (Págs. 1 e Cidades C1)
Roberto Damatta
Recebido por cachorros

No aeroporto, sou farejado por cachorros. Depois, me defronto com o raio X. Cheguei aos EUA e me pergunto se ainda vale a pena viajar. (Págs. 1 e Caderno 2, D14)
Rolf Kuntz
Os maus sinais da inflação

Financiar trem-bala não é função do BC. Combater a inflação, sim. O lembrete é oportuno, agora, porque a inflação do feijão já era. (Págs. 1 e Economia B7)
Notas & Informações
Cúmplices da barbárie

É moralmente esquálida a tentativa de Amorim de justificar a abstenção do Brasil no caso Irã. (Págs. 1 e A3)
Agrícola: De olho no café
Nova norma controla fraudes e qualidade da bebida. (Pág. 1)

Jornal do Brasil

PRF apreendeu um fuzil em dois anos no Rio
Após atentados, Cabral pede reforço no efetivo, e superintendente reconhece ineficácia

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, atendeu ao pedido feito ontem pelo governador do Rio, Sérgio Cabral, de reforçar o efetivo da Polícia Rodoviária Federal no estado. Entretanto, estatísticas mostram que, de janeiro de 2009 até anteontem, a PRF apreendeu apenas um fuzil nas estradas federais fluminenses. Só no complexo do Alemão a polícia estima que haja cerca de mil fuzis. A PRF admitiu a ineficácia de suas operações. (Págs. 1 e Rio, 9 a 12)

Foto legenda: Afronta. Cabine da PM metralhada em Benfica em mais um dia de atentados no Rio. (Pág. 1)

No Cantagalo, terroristas são presos

Polícia prendeu ontem quatro jovens do Morro do Cantagalo, em Ipanema, acusados de colocar explosivos embaixo de um carro em Copacabana. Na comunidade, onde foi instalada uma UPP, moradores reclamaram de suposta violência de policiais e do toque de recolher. Oficiais da PM, entretanto, negaram as agressões. (Págs. 1 e Rio, 14)
Coreia do Norte ataca a do Sul para dizer aos EUA que quer mais atenção (Págs. 1 e Internacional, 26 e 27 e Editorial, 19)
Vida, Saúde & Ciência
Falta de recursos faz agentes penitenciários aprenderem a arte do improviso com detentos. (Págs. 29 e 30)

Correio Braziliense

Mais um preso no caso Villela
O crime que chocou Brasília ganhou novos personagens. Francisco Naérlio, 22 anos, está preso desde ontem, sob custódia da Coordenação de Investigações de Crimes contra a Vida (Corvida). Ele é suspeito de participar do assassinato do casal Villela e da empregada em agosto de 2009. Os agentes chegaram até ele após ouvir outro depoimento de Leonardo Alves, ex-porteiro do Bloco C da 113 Sul. Leonardo também admitiu, pela primeira vez, que o triplo homicídio teve um mandante. Em Montalvânia (MG), policiais da Corvida fizeram buscas no local onde Paulo Cardoso, o segundo cúmplice de Leonardo, teria jogado uma faca utilizada no assassinato. O caso Villela suscita mais uma polêmica no tratamento a testemunhas. Michelle Alves, filha do ex-porteiro preso, foi chamada para depor no último domingo. Desde então, não apareceu em casa ou no trabalho, tampouco telefonou para parentes ou amigos. (Págs. 1 e 25 a 27)
Dilma define equipe econômica e tenta conter o apetite do PMDB
Alexandre Tombini, no Banco Central, e Miriam Belchior, no Planejamento, reforçam influência de Mantega no futuro governo. Aliados cobram os Ministérios da Saúde e das Comunicações. (Págs. 1, 2 e 3)
Arrastões
Rio pede reforço federal. (Págs. 1 e 10)

Homofobia
Polêmica em vídeo do MEC. (Págs. 1 e 12)
Transporte: Agnelo quer anel rodoviário e trem
Com um orçamento limitado para 2011, o governador eleito Agnelo Queiroz buscou ajuda do Ministério dos Transportes e do Dnit para duas grandes obras. Uma delas é a instalação de um ramal ferroviário entre Brasília e Goiânia. A outra é a implantação de 100 quilômetros de pistas para reduzir o tráfego de veículos pesados no DF. (Págs. 1 e 37)
Foto legenda: O fantasma da guerra coreana
Assustados, sul-coreanos observam a fumaça e os incêndios na ilha de Yeonpyeong, atingida pela artilharia das Forças Armadas da Coreia do Norte. Dois militares morreram e pelo menos 18 pessoas ficaram feridas no ataque, ocorrido na fronteira entre os países. A Coreia do Sul entrou em alerta contra uma possível invasão. (Págs. 1 e 20)
Ex-reitor é inocentado
Timothy Mulholland foi absolvido pela Justiça de ter usado recursos de uma fundação ligada à UnB para mobiliar seu apartamento funcional. Por causa das denúncias, Timothy teve que deixar o cargo. (Págs. 1 e 31)
Mais cinema, menos política
Contrastando com 2009, quando o filme Lula, o filho do Brasil provocou filas na Sala Villa Lobos, a abertura do Festival de Brasília deste ano foi mais tranquila. A homenagem a Carlos Reichenbach marcou o primeiro dia. (Págs. 1, 32 e Diversão & Arte, capa)

Valor Econômico

Inflação em alta é desafio a novo BC
A alta de 0,86% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) em novembro intensificou as apostas de que o Banco Central voltará a elevar os juros no início de 2011, impondo um desafio delicado ao novo governo - principalmente ao novo presidente da instituição, já em sua primeira reunião à frente do Comitê de Política Monetária (Copom). O resultado veio após uma série de indicadores de inflação desfavoráveis nas últimas semanas. Alimentos e bebidas responderam por 56% da alta do IPCA-15 no mês, mas a alta não foi isolada. Combustíveis avançaram com força e serviços mostraram aceleração.

O IPCA de novembro levou os analistas a elevar para 5,8% as projeções para o IPCA em 2010, bastante acima do centro da meta, de 4,5%. Impedir a continuidade da piora das expectativas de inflações é um dos argumentos usados pelos que defendem a elevação dos juros. No regime de metas, elas têm grande peso, diz o economista Fábio Ramos, da Quest Investimentos, que vê um IPCA de 5,8% neste ano e de 5,2% em 2011. Se o BC perde o controle sobre as expectativas, cumprir as metas fica mais difícil, argumenta o economista. (Págs. 1 e A4)
Tombini deve ser confirmado hoje
Alexandre Tombini, que deve ser confirmado hoje para o cargo de presidente do Banco Central no governo Dilma, terá como mais árdua tarefa enfrentar o recrudescimento da inflação. Conhecimento e preparo para isso ele tem, garantem ex-dirigentes da instituição.
Bacharel em economia pela Universidade de Brasília (UnB), com doutorado na Universidade de Illinois (EUA), Tombini tem grande familiaridade tanto como regime de metas de inflação, que ajudou a construir em 1999, quanto com a área fiscalização e supervisão bancária. Até ontem à noite, Henrique Meirelles, presidente do BC, por oito anos, não havia conversado com a presidente eleita. Tombini já foi sondado para substituir Meirelles, mas também não esteve pessoalmente com Dilma. (Págs. 1 e A6)
Eldorado faz megacompra de máquinas
A Eldorado Brasil, produtora de celulose que tem como acionistas a holding J&F;, controladora da JBS, e a MCL Empreendimentos, do empresário Mário Celso Lopes, acaba de fechar uma das maiores compras de equipamentos já feitas pela indústria brasileira. São quase R$ 2,5 bilhões - mais de 50% do orçamento para implantação da nova fábrica - contratados com Andritz Brasil e Metso Paper, grandes fornecedoras mundiais do setor. Com a compra dos equipamentos, a Eldorado confirmou a previsão de início das operações em Três Lagoas (MS) para o segundo semestre de 2012. A unidade terá capacidade para produção de 1,5 milhão de toneladas anuais de celulose branqueada de eucalipto e será a maior linha única de produção da fibra no mundo. (Págs. 1 e B9)
Minoritário propõe saída para gestão da Eletrobras
A Eletrobras enfrenta uma disputa de poder e o desafio de se tornar uma empresa rentável. Os acionistas minoritários, que detêm cerca de 20% do capital votante, esperam que o futuro governo possa resolver assuntos intocados. Seu representante no Conselho de Administração, Arlindo Magno, um militante do PT, propõe uma "privatização branca" das distribuidoras da empresa, com a criação de uma holding e a abertura de seu capital no Novo Mercado. A perda do controle poderia ser compensada pela "captura dos ganhos de gestão". "A Eletrobras já colocou mais de R$ 20 bilhões nessas empresas e precisa recuperar".
Ele defende também a venda de todos as ativos que não fazem parte do negócio. "A Eletrobrás tem participações minoritárias em mais de 30 empresas, que somam R$ 6,8 bilhões, e não há gestão sistemática dessas participações", afirma. Propõe, ainda, a demissão de diretores de controladas que desobedeçam a estratégia da companhia. (Págs. 1, D1 e D4)

Tempo para fumar já dói no bolso
Preocupadas com o impacto que as pausas realizadas durante o expediente podem causar, as companhias restringem cada vez mais o tempo e o espaço reservados para os fumantes. Embora não limitem formalmente o período que o funcionário gasta com o cigarro, as empresas ampliaram a oferta de tratamentos para que os profissionais deixem o vício e não comprometam sua produtividade.

Na Petrobras, além de uma parceria com o Ministério da Saúde, a solução encontrada para evitar abusos no tempo dedicado ao fumo foi criar uma tolerância de 32 horas que o funcionário pode usar dentro de um mês, sendo fumante ou não. Se ele quiser, pode dedicar essas horas para fumar, sem interferência no salário. Ou usar esse "banco de horas" para negociar folgas, por exemplo. De 2004 a 2009, a percentual de fumantes na estatal caiu de 16% para 7,8%. (Págs. 1 e D10)

Seca ameaça mais uma vez a safra gaúcha
O clima seco provocado pelo fenômeno La Niña colocou os produtores do Rio Grande do Sul em alerta. Ainda não há estimativas consolidadas de quebra, mas algumas cooperativas já admitem riscos de perdas importantes nas plantações de milho e arroz.
Em uma das áreas mais castigadas até agora, em São Luiz Gonzaga, no noroeste do Estado, não chove desde do início do mês e a Coopatrigo teme a perda total dos 5 mil hectares de milho plantados nos dez municípios em que atua. Também informa que poderá ser preciso replantar 20 mil hectares de soja semeados nesta semana, que não encontraram umidade suficiente no solo para germinar. Em Alegrete, na fronteira oeste, de 32 mil hectares de arroz na área de abrangência da Caal, metade germinou, mas a outra metade enfrenta falta de umidade. (Págs. 1 e B14)
Microsseguro encara o desafio da favela
Dezesseis seguradoras se uniram este ano em um projeto para levar microsseguros ao Morro Dona Marta, na zona sul do Rio de Janeiro, mas a iniciativa, com recursos da Fundação Bill & Melinda Gates - do dono da Microsoft - está longe do sucesso. "Vendemos menos de 20 seguros", diz Pedro Bulcão, diretor-executivo da Sinaf Seguros.
Fazer com que os moradores entendam o seguro tem sido o maior desafio. "As pessoas aqui acham que tudo isso é enrolação, que a seguradora não paga", afirma Joaquim Melo, coordenador-geral do Instituto Palmas. (Págs. 1 e C8)

Bancarização por celular
A América Móvil, de Carlos Slim, maior operadora de telefonia celular da América Latina, prepara-se para oferecer serviços financeiros a cerca de 50 milhões de clientes mexicanos que não têm conta bancária. (Págs. 1 e B3)
Previdência Privada
Gestoras independentes como Fram, Gávea e BRZ voltam-se para o setor de previdência privada e atraem investidores com uma administração mais agressiva e sofisticada. "A ideia é oferecer um leque de produtos para o cliente de maior poder aquisitivo", diz Renato Russo, vice-presidente da Fenaprevi. (Págs. 1 e Especial)
Eventos impulsionam hotelaria
A rede de supermercados Carone, da DW Empreendimentos, comprou da Galwan Construtora. Os recursos serão utilizados na construção de hotéis no Rio, para a Copa e a Olimpíada. (Págs. 1 e B10)
Com Petrobras, Guarani muda perfil
Após a entrada da Petrobras em seu capital, em abril, a Açúcar Guarani reforça os investimentos na produção de etanol, na cogeração de energia e vai mudar de nome para Guarani S.A. (Págs. 1 e B12)
Fundo de cotas em ?private equity?
O crescimento do setor de "private equity" no Brasil leva gestoras nacionais e estrangeiras a lançar no país fundos formados por cotas de outros fundos de participações em empresas. (Págs. 1 e C1)
Enxurrada de dólares
A entrada de recursos estrangeiros no país já superou as expectativas do BC para o ano. Até o dia 23, o investimento direto somou US$ 31,6 bilhões e a aplicação em portfólio, R$ 48,4 bilhões até outubro. (Págs. 1 e C5)
Bolsa tem giro financeiro recorde
O volume financeiro movimentado no mercado à vista da Bovespa alcançou o recorde de US$ 706,5 bilhões até segunda-feira. Em 2008 foram US$ 691,6 bilhões. (Págs. 1 e D2)
Prêmio Febrabran de Economia
Desenvolvimento do mercado de crédito, aumento da eficiência da automação bancária e mudanças no sistema financeiro causadas pela crise foram os temas, dos trabalhos vencedores da 2ª edição do Prêmio Febraban de Economia Bancária. "Cabe a Febraban incentivar a debate no país", diz Rubens Sardenberg. (Pág. 1)
IR sobre juros moratórios
Superior Tribunal de Justiça pode decidir hoje sobre a incidência de Imposto de Renda em juros de mora. O caso envolve pagamento de verba trabalhista acrescida de juros. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristiano Romero

Discurso fiscal forte da presidente eleita não combina com primeiros movimentos feitos na montagem da equipe. (Págs. 1 e A2)
Ideias
José Luís Fiori

Decisão dos EUA de desvalorizar dólar e transferir os custos ao resto do mundo não é nova nem surpreendente. (Págs. 1 e A15)

Estado de Minas

E a chuva está só começando...
Desde a segunda-feira, a prefeitura e bombeiros sabiam do risco de inundações, mas não alertaram a população. Resultado: a tempestade, a primeira da atual temporada de chuvas, veio maior do que o esperado e mostrou o despreparo de BH para enfrentar a força das águas. A previsão era de 80 milímetros, um terço do estimado para todo o mês. Mas choveu em 10 horas 147 milímetros na Região da Pampulha, a mais atingida. Córregos transbordaram e avenidas viraram rios, sobretudo a Cristiano Machado, levando caos ao trânsito. Uma pessoa morreu e 500 ficaram desalojadas. O prefeito Marcio Lacerda admitiu: não há plano de emergência e as obras necessárias vão demorar.

Voluntário ajuda a salvar 21 famílias, mas morre afogado. (Págs. 1, 23 a 27 e 30)
Transição: Dilma define sua equipe econômica
Depois de manter Guido Mantega na Fazenda, presidente eleita chama para o Ministério do Planejamento Miriam Belchior, coordenadora do PAC, que será incorporado à pasta. O diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, substituirá Henrique Meirelles na presidência do banco. (Págs. 1 e 3)
Enem: MEC marca prova para 15 de dezembro
Nova data cai numa quarta-feira, para evitar conflitos com os vestibulares nos próximos fins de semana. O exame será reaplicado apenas para os estudantes prejudicados por erros de impressão no caderno amarelo. Até ontem, haviam sido identificados 2.817 candidatos nessa situação. (Págs. 1 e 28)
Médico e monstro: Abdelmassih pega 278 anos por estuprar pacientes (Págs. 1 e 13)
O Rio em guerra: Polícia invade 18 favelas, mas não evita arrastões (Págs. 1 e 12)
Aids desacelera: Número de novos casos cai e remédio reduz contágio (Págs. 1 e 22)
Ameaça atômica: Coreias se bombardeiam e deixam o mundo em alerta (Págs. 1 e 20)
Jornal do Commercio (PE)
Sai a data do novo Enem - 15 de dezembro
Inep diminui a expectativa dos feras prejudicados por erros de impressão nas provas de ciências humanas e da natureza, ao definir dia para reaplicação do exame. (Pág. 1)
Conta d?água ficará 5% mais cara (Pág. 1)
Aeroviários ameaçam fazer greve por aumento de 15% (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Investigada conexão gaúcha em plano de atacar polícia no Rio
Ao enfrentar série de atentados do Comando Vermelho, policiais foram avisados de que grupo seria o destino dos explosivos roubados em Gravataí no dia 9. (Págs. 1, 4 e 5)
Foto legenda: Estopim de guerra entre Coreias
Sul-coreanos observam ilha de Yeonpyeong, atingida pela artilharia do Norte, em ataque que aumenta temor mundial. (Págs. 1 e 34)
Governo Dilma: O gaúcho que vai comandar o BC
Atual diretor de Normas, Tombini tem perfil técnico. (Págs. 1, 24 e Editorial, 22)
Epidemia em queda: ONU aponta recuo inédito da aids. (Págs. 1 e 36)

Fontes: Radiobras ? BrasilWiki!

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