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Deu no papel

Lance de estelionato de petistas e tucanos

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Publicado em 07/11/2010 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, 7 DE NOVEMBRO DE 2010.


O Globo


Lula deixa conta de R$ 50 bilhões para Dilma pagar em 2011

Dívida supera investimentos do PAC previstos para todo o ano que vem

Quando passar a faixa para a correligionária Dilma Rousseff, o presidente Lula também entrega a ela uma conta a ser quitada no primeiro ano do governo: pelo menos R$ 50,7 bilhões em restos a pagar, referentes a obras e serviços já encomendados. É um valor maior que a soma dos investimentos em obras do PAC para 2011, informa José Casado. Nos últimos sete anos, os restos a pagar cresceram 750%. Outros ponto sensível é a Previdência, que fechará 2010 com R$ 45,7 bilhões no negativo. Só com pagamentos indevidos, feitos em duplicidade ou a beneficiários já mortos, o prejuízo é de R$ 1 bilhão por ano. Na educação, o Brasil corre risco de começar 2010 sem um Plano Nacional definido. Os principais problemas estão na educação infantil e no ensino médio. (Págs. 3 a 10)

Na economia, desafios para antes da posse

Queda do dólar, nó dos aeroportos, concessões a vencer no setor elétrico, regras do pré-sal e ajuste fiscal são problemas que a presidente eleita, Dilma Rousseff, precisará encaminhar este ano e resolver até 2011. (Pág. 47)

"Dilma Rousseff sou eu"

Ao telefone, Dilma Jane, 86 anos, esclarece: "A verdadeira Dilma Rousseff sou eu, a Dilminha é Dilma Vana." No núcleo familiar de Dilminha, a presidente eleita Dilma Rousseffr, a mãe, a tia Arilda e a filha Paula são fundamentais. As duas primeiras vão com Dilma para o Palácio da Alvorada. No governo, outras mulheres ajudarão a dar uma marca feminina à gestão da primeira presidente do país. Entre elas, a engenheira Graça Foster, diretora da Petrobras. (Págs. 16 e 17)

Impostos e margens de lucro fazem importado custar até 6 vezes mais. (Pág. 45)



Milícia domina mais favelas que a maior facção do tráfico. (Pág. 32)



Folha de S. Paulo



Empreiteiras dão mais que o triplo a congressistas

Setor declarou doações de R$ 99 milhões para 54% dos parlamentares eleitos; em 2006, foram R$ 32,6 milhões.

Um dos setores de intenso lobby por recursos de obras públicas, as empreiteiras brasileiras mais que triplicaram o volume de doações nas eleições deste ano para o Congresso. Elas abasteceram com R$ 99 milhões as campanhas de 54% dos eleitos, informam Silvio Navarro e Breno Costa.

O PT, partido de Dilma Rousseff, foi o que mais arrecadou: R$ 25 milhões. Em 2006, empresas do setor declararam ter doado R$ 32,6 milhões a candidatos congressistas. Além das 513 cadeiras para deputado federal, foram disputadas neste ano 27 vagas a mais no Senado do que em 2006.

As empreiteiras foram o ramo que mais desembolsou dinheiro para financiar campanhas, superando outros doadores tradicionais, como bancos. Há a expectativa de que obras do PAC 2 ganhem força a partir de 2011, na esteira da preparação para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. (Pág. A4)

Marqueteiro do PT diz que Erenice levou ao 2º turno

Responsável pelas campanhas da reeleição de Lula em 2006 e da vitória de Dilma Rousseff, o marqueteiro João Santana firma que o escândalo do esquema de tráfico de influência na Casa Civil, envolvendo Erenice Guerra, provocou o segundo turno da eleição de 2010. 

Em entrevista a Fernando Rodrigues, Santana, 57, diz que a oposição "construiu, sistematicamente, lendas equivocadas" sobre Dilma, como a de que ela teria um péssimo desempenho na TV. (Pág. A10)

Vinícius Torres Freire

Trem-bala, só se houver subsídio. (Pág. B4)

Gilberto Dimenstein

"Vale-cultura" serve de circo no país. (Pág. C10)

Elio Gaspari

Recriar a CPMF é um estelionato. (Pág. A16)

ELIO GASPARI 

Dilma ampara um lance de estelionato


DUROU EXATAMENTE três dias a lorota da redução da carga tributária propagada pelo governo e pela oposição durante a campanha eleitoral. Dilma Rousseff foi eleita no domingo e, na quarta-feira, docemente constrangida, disse que "tenho visto uma mobilização dos governadores" para recriar o imposto do cheque, a falecida CPMF, derrubada pelo Congresso em 2007.
Se ela acreditava no que dizia quando pedia votos, anunciaria sua disposição de barrar a criação de um novo imposto. No entanto disse assim: "Não pretendo enviar ao Congresso a recomposição da CPMF, mas não posso afirmar... Este país vai ser objeto de um processo de negociação com os governadores".



Quando um repórter insistiu, ela se aborreceu: "Considero que essa pergunta já está respondida".



Quem entendeu a resposta ganha uma viagem a Cuba. A "mobilização" vem de pelo menos 13 dos 27 governadores, inclusive o tucano Antonio Anastasia.
Nenhum deles, nem ela, teve a honestidade de defender a posição durante a campanha. Tentar empurrar a recriação da CPMF como coisa dos governadores é uma ofensa à inteligência do eleitorado que deu 55 milhões à doutora Rousseff.



Se ela começa o governo com tamanha passividade, vem coisa pior por aí. É preferível supor que a doutora soubesse da iniciativa, concordando com ela, desde que as cartas rolassem por baixo da mesa.



Dilma aceitou a enganação e perfilhará a ressurreição de um imposto derrubado pelo Congresso. Pior: um imposto em cascata, pois uma transação que envolve cinco cheques será taxada cinco vezes com a alíquota de 0,1%.
O apoio de Anastasia e a bancada do silêncio confirmam que o PSDB é capaz de tudo, menos de fazer oposição. Afinal, a CPMF foi criada e desvirtuada pela ekipekonômica tucana.



Em 2007, três governadores do PSDB trabalharam contra sua derrubada. O comissário José Eduardo Dutra assegura: "Todos, eu disse todos, os governadores são a favor da CPMF". Todos, inclusive Dutra, preferiram o lance de estelionato eleitoral.

 

Litoral terá menos veraneio e mais negócio no pré-sal

A exploração do pré-sal deve injetar R$ 209 bilhões na costa paulista até 2025, diz estudo do governo do Estado. Com a expansão econômica, a região vai perder o perfil de balneário e aumentar as residências fixas e o turismo de negócios. 

O bom deve pressionar a demanda por saúde, educação e moradia. (Pág. C1)

Estudante produz biodiesel a partir de microalga de esgoto. (Pág. A27)


Editoriais

Leia "O dever da ingratidão", acerca do papel de Lula na vida pública como início do novo governo; e "No meio do caminho", sobre o IDH do Brasil.

O Estado de S. Paulo

Dilma quer baixar juros e deve tirar Meirelles do BC

Embora reconheça o sucesso do combate à inflação, presidente eleita quer se cercar de desenvolvimentistas. 

Embora avalie que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi importante na política de combate à inflação do governo Lula e certeiro nas medidas de contenção dos efeitos da crise mundial de 2008 e 2009 no Brasil, a presidente eleita Dilma Rousseff tende a não aproveitá-lo no posto, informa o repórter João Domingos. Para forçar a redução das taxas de juros, Dilma quer centralizar em torno de si todas as ações do início do governo e pretende colocar na área econômica vários desenvolvimentistas, como ela. 


O plano estratégico da eleita prevê alcançar a meta de taxa real de 2% (descontada a inflação) em 2014 - hoje, a taxa básica está em 10,75%. Com isso, Meirelles, que sempre defendeu a alta dos juros contra a inflação, ficará em uma situação desconfortável. Uma solução para Meirelles - e ele já se mostrou simpático à ideia - seria nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington. (Nacional, Pág. A4)

Governadores de oposição vão cobrar perdas com Lei Kandir

Estados governados pelo PSDB já elegeram o principal tema no embate com a gestão Dilma Rousseff (PT): além da discussão sobre a CPMF, a compensação das perdas com a Lei Kandir, que desonera as exportações de produtos primários, tornou-se tema prioritário - com respaldo de governadores aliados do Planalto. Eles alegam que as perdas causadas pela regra chegam a R$ 19,5 bilhões desde 2005. (Nacional/Pág. A10)

Commodities geram extra de R$ 40,3 bilhões

Exportadores brasileiros já garantiram este ano renda extra de R$ 40,3 bilhões com a disparada de preços de matérias-primas agrícolas e metálicas vendidas ao exterior. No país há grande otimismo nas áreas de produção de algodão, café, laranja e cana, cuja melhora de preços impulsiona a venda de máquinas agrícolas e imóveis. Na semana passada, a saca de café chegou a ser vendida por US$ 276 na Bolsa de Nova York, o melhor preço em 13 anos. (Economia/Pág. B1)

Fernando Henrique - Lunetas novas?

Que papel o Brasil desempenhará no mundo? Quem viver verá. No entretempo, é melhor manter um otimismo cauteloso. (Espaço aberto /Pág. A2)

O escasso capital humano

O Brasil continua a exibir péssimos indicadores de educação e saneamento. (Pág. A3)

Jornal do Brasil

Sobram ’padrinhos’ para o Bolsa Família

Parlamentares propõe alterações no projeto de olho em bônus políticos

O Bolsa Família, menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliado da presidente eleita Dilma Rousseff nas urnas, completou sete anos. O crescimento do número de famílias atendidas é proporcional ao das propostas de alteração do programa que chegam ao Congresso. Cientistas políticos afirmam: o fato mostra que todos querem estar associados ao projeto. (Págs. 1, País,2)

Na África, mulher no poder não é mais novidade

(Pág. 1, Internacional 26 e 27

Correio Braziliense

Servidores - Farra com diárias no exterior é de R$ 86 milhões

Esse rombo nas contas públicas é de 5,5 vezes maior do que o de 2000 e não inclui passagens aéreas. Maioria das viagens tem como objetivo a participação do funcionário em seminários e feiras. E, coincidentemente, maior parte das despesas é feita em meses que antecedem as férias, como junho, julho e dezembro. (Págs. 14 e 15)

Lixo movimenta disputa milionária

Três empresas acusadas de irregularidade nos serviços prestados em outros estados brigam na Justiça pelo controle da coleta de resíduos no Distrito Federal. (Pág. 32)

O desafio da ciência contra as bactérias super-resistentes. (Pág. 25)


Sobram vagas no mercado da alimentação. (Capa, Pág. 2)


O desafio de Dilma

A vendedora de panos de prato Iasmin Tenório ganha R$ 40 para sustentar o filho e o marido doente. Ela faz parte dos 5% da população que se encontram em extrema indigência. Para tirá-los da miséria, a presidente eleita terá que investir R$ 3,8 bilhões por ano, segundo cálculo do Ipea. Mas os brasileiros abaixo da linha da pobreza não querem apenas comida. Eles sonham com melhores condições de saúde, emprego e saneamento. (Págs. 2 e 8)

E o que se espera de Agnelo

Moradores do Cruzeiro, zona eleitoral onde o governador eleito teve a maior parte dos votos, querem que a nova gestão olhe mais para a segurança. Na região, parquinhos abandonados servem de ponto de encontro de drogados e deixam crianças, como o filho de Sandra Nunes, sem local para brincar. Melhorias na saúde pública, desenvolvimento de políticas para os jovens e para a habitação são outras questões que a população sonha em ver resolvidas. (Pág. 27)

Estado de Minas

Cara miséria

Na ponta do lápis: R$ 15,4 bilhões para acabar com essa praga

A promessa da presidente eleita Dilma Rousseff de eliminar a extrema pobreza animou os 9,5 milhões de brasileiros (5% da população) que lutam pela sobrevivência com renda familiar mensal de apenas R$ 50. Segundo cálculos de especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), pode custar menos do que se pensa o cumprimento dessa meta até o fim de 2014: R$ 3,8 bilhões por ano. Os candidatos a sair da miséria viem na periferia das grandes cidades e no interior do país. O Estado de Minas ouviu de vários deles as principais expectativas: saúde, saneamento e, principalmente, emprego e renda. (Págs. 1, 3 e 4)

Enem - Trapalhadas afetam de novo o teste

Primeiro dia de exames teve os tropeços que marcam a trajetória do Enem. Erro na impressão do gabarito provocou confusão entre as provas de ciências humanas e ciências da natureza. Falta de energia atrasou o início do teste em uma escola de BH. Exame termina hoje com matemática, redação e linguagens e códigos. (Págs. 1, 25 e 26)

Jornal do Commercio (PE)

Enem começa com erros e atropelos (Capa)

Zero Hora (RS)

Um Beatle em Porto Alegre

Paul McCartney está na Capital desde as 11h15min de sábado.(Pág. 36)

UFRGS 1977 - Yeda foi paraninfa de Dilma

ZH localiza a turma da presidente eleita, que não aparece na foto por ter se formado em gabinete. (Págs. 4 e 5)

Investimento escasso agrava riscos de seca

Estado mais uma vez assiste à chegada do La Nina sem ter se preparado o suficiente. (Págs. 43 a 45)

Apreensão Global

Como a guerra cambial afeta a economia (Caderno Dinheiro)


REVISTAS SEMANAIS - DATAS DE CAPA.


Veja, 10/11/2010.


Manchete: O primeiro super héroi brasileiro

Ele é incorruptível, implacável com bandidos e espanca políticos degenerados
Wagner Moura, como o tenente-coronel Nascimento, no filme Tropa de Elite 2
Que recado estão mandando os milhões de brasileiros que viram e aplaudiram o filme? (Capa, pág. 120)

Um golpe no mito

O partido de Obama é surrado nas urnas, mas, se a economia se recuperar, ele se salvará também. (Pág. 108)

Época, 8/11/2010.

O vento vai soprar a favor de Dilma?

Para Lula, a economia mundial foi uma poderosa aliada. A nova presidente pode não ter a mesma sorte.

13 problemas que Dilma terá de resolver - e como enfrentá-los. (Pág. 48)

Racismo na rede

A odiosa campanha contra nordestinos no Twitter. (Pág. 96)

ISTOÉ, 10/11/2010.

O homem forte da transição

Como Antônio Palocci prepara os primeiros passos da gestão de Dilma Rousseff. Ele dialoga com todos os setores da sociedade, é respeitado por empresários, admirado até pela oposição e dá credibilidade à travessia dos dois governos.(Capa)

O futuro do PSDB

A briga na oposição (Pág. 50)

ISTOÉ Dinheiro, 10/11/2010.

Dilma Rousseff - A primeira mulher presidente do Brasil

- Como fica a economia
- O que pensam os empresários
- Os principais desafios
- As peças-chave do próximo governo

"Tenho compromisso forte com os pilares da estabilidade" (Pág. 40)

CartaCapital, 10/11/2010.

O bode expiatório

Estimulada por uma campanha raivosa, parte do eleitorado da oposição declara ódio aos nordestinos. A quem interessa dividir o Brasil? (Capa)

EUA

As lições da contundente derrota eleitoral de Obama. (Pág. 58)

DESTAQUES DE SÁBADO, DIA 6 DE NOVEMBRO DE 2010.

O Globo

Ministro: ordem é conter gastos para ajudar Dilma

Paulo Bernardo reage à pressão de centrais por aumento real para o mínimo

Ministro do Planejamento do governo Lula e cotado para assumir a Casa Civil com a posse de Dilma Rousseff, Paulo Bernardo disse ontem que todo o Orçamento precisa de ajustes e que a ordem do presidente é conter gastos para não deixar a nova gestão numa situação ruim. Líderes no Congresso serão procurados pelo governo para tentar impedir que sejam incluídos no Orçamento de 2011 recursos extras para projetos em tramitaçã9 no Congresso que elevariam ainda mais os gastos, e cujo impacto é estimado em R$ 100 bilhões. "A ordem é preservar os investimentos", disse ele, especialmente do PAC. Sobre o reajuste do salário mínimo, disse que "não dá para ter um critério que é bom, mas que muda quando o ano é ruim", reagindo assim ã pressão de centrais sindicais e aliados por um aumento real. Ao falar de aposentadorias, defendeu um critério para preservar o valor real, mas sem aumento acima da inflação. (págs. 1, 3 e 4)

Sob o sol, na Bahia; e na ’Economist’, à sombra de Lula

A presidente eleita, Dilma Rousseff, foi à praia em Itacaré (BA), onde um morador disse que ela está na casa do empresário paulista João Paiva Neto. A revista "The Economist" afirmou que Dilma precisa provar que não é "Lula de batom" e mostrar ideias próprias, para sair da sombra do presidente. (págs. 1, 4 e 12)

Empresários pressionam por mudanças cambiais

Empresários brasileiros estão pressionando o governo a adotar medidas para conter a valorização do real. Na reunião do G-20, de que Lula e Dilma participarão, o Brasil pedirá aos EUA e à União Europeia que façam esforços para reativar suas economias. (págs. 1, 29 e 30)

Diretor do Dnit é preso com propina

O diretor do Dnit Gledson Maia foi preso com R$ 50 mil de propina em uma operação da PF em Natal. Ele foi indicado pelo deputado federal João Maia e é sobrinho do ex-diretor do Senado Agaciel Maia. (págs. 1 e 14)

Enem: sem relógio, lápis e borracha

A Justiça manteve proibidos lápis, borracha e relógio para quem fizer o Enem, a partir de hoje. Respostas a lápis não são lidas pelo sistema de correção. (págs. 1, 13 e editorial "Educação impõe revisão de prioridades")

História

A pioneira do poder feminino

Historiadores comparam as semelhanças e as diferenças entre a Princesa Isabel, a primeira mulher a governar o Brasil, e Dilma Rousseff, a primeira eleita presidente. (págs. 1 e 38)

Guarda-roupa novo no poder

Especialistas em moda comentam o estilo de Dilma e dão sugestões para aprimorar o visual da futura presidente. 

A FORÇA DO NEUTRO: Tons de areia, cáqui e bege são a aposta para um verão mais elegante. (pág. 1)

Folha de S. Paulo

Receita cresceu 2 CPMFs, mas gasto da saúde foi igual

Lula e Dilma querem nova fonte de receitas para o setor; gestão do presidente usou ganho em Bolsa Família e aposentadorias

A receita do governo federal cresceu, na gestão Lula, o equivalente a duas vezes a arrecadação da CPMF - o imposto do cheque, derrubado em 2007 pelo Congresso. Praticamente nada desse ganho, porém, significou aumento do gasto em saúde, informa Gustavo Patu.

O crescimento da receita foi usado para ampliar programas como o Bolsa Família e pagar aposentadorias.

O presidente Lula, a eleita Dilma Rousseff e parte dos novos governadores querem que o Congresso defina no ano que vem nova fonte de receitas para a saúde.

A opção pode ser a recriação do tributo, para a qual o governo não vê clima em 2010. Entidades empresariais como Fiesp e CNI já condenam a ideia. (pág. 1 e Poder)

Análise: Caminho de imposto será mais fácil com Congresso mais amigável ao governo que assume em 2011, escreve Valdo Cruz. (págs. 1 e A4)


Presidente eleita relaxa no litoral sul da Bahia

O "desaparecimento" de Dilma Rousseff durou menos de 48 horas. A Folha flagrou a presidente eleita, com assessores e seguranças, na praia de Patizeiro, em Itacaré (BA). Dilma deve retomar hoje para Brasília.

Em Biarritz (França), o tucano José Serra acusou Lula de "populismo" de direita na economia e criticou a diplomacia do governo. Foi interrompido por manifestante que gritou "por qué no te callas?" (págs. 1, Al1 e A14)

Petista recorre ao nome de Dilma ao pedir mais doações

A campanha do PT enviou cartas a empresas solicitando doações. Texto do tesoureiro José de Filippi Jr. diz falar pela presidente eleita, Dilma Rousseff.

As contas apresentam déficit entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões. Filippi negou que o objetivo seja intimidar empresários que decidir em não doar. (págs. 1 e A7)

Dependentes vão manter plano após morte de titular

Nova norma do governo ordena que planos de saúde não excluam viúvos e outros dependentes após morte do titular. Os dependentes vão poder assumir o pagamento das mensalidades e manter o plano. (págs. 1 e C4)

Editoriais

Leia "De volta ao passado", acerca da tentativa de reinstituir a CPMF; e "As palavras de Ingrid", sobre as perspectivas do combate às Farc na Colômbia. (págs. 1 e A2)

O Estado de S. Paulo

China fala em ’muralha de fogo’ para barrar dólar

Injeção de US$ 600 bilhões no mercado pelos EUA é criticada por vários países e será discutida no G-20

O governo da China prometeu erguer uma "muralha de fogo" para evitar a entrada de capital especulativo no país, em resposta à decisão dos EUA de injetar US$ 600 bilhões na economia, afirmou Xia Bin, do Comitê de Política Monetária do Banco Central chinês. Além da China, outros países criticaram o plano americana e planejam levar o tema para a reunião do G-20, em Seul. "O que foi feito nos EUA mina o espírito de cooperação multilateral que os líderes do G-20 lutaram tão duramente para manter durante a crise atual", afirmou o ministro das Finanças da África do Sul, Pravin Gordhan. Para o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, a decisão do FED vai criar "problemas adicionais" para o mundo. (pág. 1 e Economia, págs. B1 e B4)

Governo pode impor IR e elevar IOF sobre investimentos

O governo vai aguardar os resultados do encontro do G-20 para definir medidas contra a valorização do real. Possíveis ações vão do incremento na compra de dólares à retomada da cobrança de IR sobre ganho de investidores estrangeiros que aplicam em títulos públicos a taxação maior do IOF nos investimentos externos em ações. (pág. 1 e Economia, pág. B8)

Aécio articula com aliados de Lula para presidir o Senado

Com o apoio informal de aliados da base de Lula, o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) deflagrou articulação para presidir o Senado. PSDB e DEM contam com apoio de senadores do PSB e do PP, podendo ter adesão de PDT e PCdoB. Em troca, Aécio daria sustentação a projetos dos parceiros de controlar a Câmara. A movimentação preocupa Planalto e PMDB. (pág. 1 e Nacional, pág. A4)

Alunos do País fazem Enem hoje e amanhã

Cerca de 4,6 milhões de estudantes vão se submeter às 180 questões do Exame Nacional do Ensino Médio. As provas serão hoje, das 13h às 17h30, e amanhã, das 13h às 18h30. O gabarito sai na terça. (pág. 1 e Vida, pág. A34)

Estado quer CPMF, mas não gasta em saúde (pág. 1 e Nacional, pág. A10)


Sergio Augusto: Livros com bula

Monteiro Lobato, patrulhado pelo seu "racismo", não está em má companhia. Shakespeare e Mark Twain, entre outros, também foram. (pág. 1 e Sabático, pág. S2)

Notas e informações: O que faltou na fala de Lula

Ele deveria ter reconhecido que ninguém superou o PT em matéria do que agora diz condenar. (págs. 1 e A3)

Jornal do Brasil

13º salário joga R$ 102 bilhões na economia

Especialistas recomendam cuidado com os gastos

Com o salário extra que cerca de 74 milhões de trabalhadores vão receber até o dia 20 de dezembro, a economia brasileira levará uma injeção monetária de R$ 102 bilhões. Embora boa parte dos contemplados com o benefício vá usá-lo para aproveitar as férias de fim de ano e comprar presentes de Natal, especialistas aconselham a guardar parte do dinheiro para pagamento das dívidas contraídas em 2010. (pág. 1 e Economia, págs. 21 e 22)

Polêmicas esperam o 11º ministro do STF (pág. 1 e País, págs. 2 e 3)


Informe JB

A CSS (Contribuição Social para a Saúde) deve passar na Câmara em fevereito e chegar ao Senado. (pág. 1 e País, pág. 4)

Anna Ramalho

Três escolas de samba do Rio, entre elas a Beija-Flor, planejam enredos sobre o presidente Lula para 2012. (págs. 1 e 16)

Correio Braziliense

CPMF nem começou e juros aumentam

Enquanto os políticos debatem em Brasília o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o mercado se antecipou à cobrança do tributo. As taxas de juros dispararam na Bolsa de Mercadorias e de Futuros (BMF&Bovespa), prevendo a adoção do novo imposto.Nos contratos com vencimento em janeiro de 2012, a projeção dos juros subiu de 11,40% a 11,47% ao ano. Para 2013, a alta foi de 11,73% até 11,88%. Alheios à especulação financeira, petistas e tucanos dispensam a coerência no discurso. Quem antes condenava o imposto, como Jaques Wagner, governador eleito na Bahia, e José Eduardo Dutra, presidente do PT, agora é defensor da "ressurreição". Entre os tucanos, boa parte do grupo que ajudou a aprovar a CPMF em 1996 se opõe à volta da contribuição. Ontem, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), disse que o Congresso pode legislar sobre a CPMF por conta própria. (págs. 1, 6 e 20) 

Álcool terá mais um reajuste

O preço do combustível deve subir R$ 0,04 nos próximos dias, o terceiro aumento em apenas dois meses, e chegar a R$ 2,09 no DF. Na maioria das bombas, o etanol custa atualmente R$ 2,05. Donos de postos e de distribuidoras fazem "jogo do empurra" para assumir a culpa pela alta. O valor assusta e afasta os consumidores brasilienses. Em Goiás, por exemplo, o mesmo produto é vendido a R$ 1,64. (págs. 1 e 45)

200 mil vão ao Enem em Brasília (págs. 1 e 13)


Os crimes ao redor de Bandarra

O ex-chefe do Ministério Público do DF vai responder na Justiça pelos crimes de formação de quadrilha, violação do sigilo profissional e concussão - obtenção de vantagem por meio de influência do cargo. Após a apresentação da denúncia, o Conselho Nacional do Ministério Público estuda com mais rigor determinar a aposentadoria compulsória a Leonardo Bandarra. (págs. 1 e 35)

Estado de Minas

Mensalidade em escolas de BH sobe acima da inflação

O valor a ser pago em 2011 para manter os filhos nos ensinos fundamental e médio ficará de 7% a 8,15% mais alto, conforme os primeiros índices de reajuste divulgados por escolas da capital. Mas poderá haver correções maiores, já que cada colégio estabelece sua mensalidade. Os aumentos serão bem superiores ao da variação geral de preços do período, calculada pelo Banco Central em 4,87%. No acumulado desde 2005, a inflação medida pelo INPC é de 26,29%, segundo o IBGE, contra elevação média das mensalidades escolares de 40,11%. (págs. 1 e 11)

Os primeiros desafios do governo Dilma

Montagem de governo e consolidação da base aliada no Congresso estão entre as prioridades da presidente. (págs. 1 e 3)

CPMF faz os políticos mudarem de opinião

Levantamento mostra que 38 atuais e ex-parlamentares e governadores inverteram suas posições sobre o tributo. (págs. 1, 4, 5 e Editorial na 8)

Candidatos farão as provas do Enem com caneta preta, e só

A Justiça Federal manteve a proibição do uso de lápis, borracha, apontador e relógio. Os mais de 4,6 milhões de estudantes que prestarão o exame hoje devem levar, além da esferográfica, apenas um documento de identificação com foto e o cartão de inscrição. Confira as dicas para a redação e demais provas. (págs. 1, 18 e 19)

Copa 2014 dá nova vida a hotéis

Estabelecimentos tradicionais no Centro de BH devem ser revitalizados. O Del Rey, por exemplo, fechado há muitos anos, está sendo vendido por R$ 30 milhões. Já o Othon Palace planeja investimentos. (págs. 1 e 13)

Zero Hora (RS)

Congresso pode recriar a CPMF, admite Sarney

Diante da pressão de governadores eleitos para trazer de volta o imposto do cheque, presidente do Senado cogita que o parlamento tome a iniciativa. (págs. 1 e 16)

Ensino Médio evolui pouco no provão da SEC

Desempenho dos alunos é abaixo do ideal em mais de 75% das escolas estaduais.

O ranking dos 50 melhores colégios (págs. 1, 48 e 49)

Dia de exame: 10 dicas sobre o Enem (pág. 1 e 47)

Em vídeo Paim sofre ameaça neonazista

Material produzido por grupo da Capital foi apreendido pela polícia no Centro. (pág. 1 e 51)

Polêmica: Monteiro Lobato e a censura

Pesquisadora analisa o veto do Conselho Nacional de Educação (pág. 1 e Cultura)

Fontes: Radiobras - BrasilWiki!


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