Atualizado 19h36 Domingo, 18 de agosto de 2013   |   Política de privacidade   |   Anuncie   |   Quem somos   |  
Logo JBWiki Logo JB Publicar Conteudo


O JBWiki! é um jornal online participativo, quem escreve é você!

Como funciona
1 Se você já tem cadastro, sua matéria é publicada na hora em pendentes
Cadastre-se
2 Se você não tem cadastro e quer enviar uma matéria, ela só é publicada depois de aprovação
Enviar matéria sem cadastro

Posts com vídeos

Tatuagem (Chico Buarque)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Guantanamera (Los Sabandeños)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
O Artista (Trailer Legendado)
Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Cem anos de fraude contra a seca

493 acessos - 0 comentários

Publicado em 17/10/2010 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS E REVISTAS BRASILEIROS, DOMINGO, DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010.


Jornal do Brasil



Obra de Niemeyer vira estorvo


Construção em Niterói se arrasta por 14 anos (Págs. 8 e 9)


Aborto e causa gay: militância diz o que pensa (Pág. 2)



O Globo



Meio ambiente não entra no discurso de Dilma e Serra


Candidatos gastaram menor de 2% do tempo para tratar do assunto

De olho nos quase 20 milhões de votos que a verde Marina Silva teve em 3 de outubro, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) ensaiam agora um discurso em defesa do meio ambiente, mas o assunto foi praticamente ignorado durante o primeiro turno. Nos 400 minutos de seus programas de TV, a petista gastou apenas cinco (1,25%) com a questão ambiental. Já no discurso do tucano, meio ambiente entrou durante dois minutos ou 0,71% dos 280 minutos da sua propaganda eleitoral, informa o repórter Paulo Marqueiro. O levantamento inclui referências a saneamento, tema ligado à preservação do meio ambiente. Problemas como as queimadas na Amazônia ou as mudanças no Código Florestal foram completamente esquecidos. (Págs. 1 e 3) 

Estados do Bolsa Família elegeriam Dilma no 1º turno

Se dependesse apenas dos estados com maior índice de beneficiários do Bolsa Família, Dilma Rousseff teria sido eleita no primeiro turno. Em nove dos dez estados da lista, ela superou a marca de 50% dos votos, revela um cruzamento de dados feito pelo GLOBO. (Págs. 1 e 17)

Aécio comandará ato na orla do Rio

O senador eleito Aécio Neves (PSDB) assumiu de vez a condição de cabo eleitoral de José Serra. Entre as missões, está a organização de um ato no dia 24, no Rio. O tucano afirma que houve "certa soberba" na campanha de Dilma Rousseff (PT) e conta que "a ideia é mostrar que Serra somos todos nós". (Págs. 1 e 12)

Cabral dobra votos em áreas de UPP

Levantamento, feito em seções eleitorais do Rio, revela que nas favelas com UPPs a votação de Sérgio Cabral dobrou em relação ao desempenho dele no primeiro turno das eleições de 2006. No Batam, por exemplo, ele teve 81,67%. (Págs. 1 e 18)

Ricardo Henriques

Idealizador do Bolsa Família, ele lançará o mapa falante, que vai dar voz às favelas pacificadas. (Págs. 1 e 19)

Gustavo Franco

O dólar em baixa é o preço que o Brasil paga por ter se alinhado à China. (Págs. 1 e 39)

Foto legenda: Cem anos de fraude contra a seca

Com a seca no Nordeste, a família de Maria Pereira perdeu a lavoura; o Dnocs chega aos cem anos sem resolver o problema e mergulhado em denúncias, como a do ex-diretor que comprou 27 apartamentos. (Págs. 1, 13 e 14)

Caetano Veloso

Será mesmo impensável um candidato que não superdramatize os tópicos aborto e casamento gay? (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Elio Gaspari

A turma do Copom quebrou a marca do câmbio tucano: tirando a inflação, o dólar está abaixo de 88. (Págs. 1 e 16)

Ancelmo Gois

Dilma deve pensar que salve-rainha é nome de filme de Xuxa, e Serra não sabe da missa um terço. (Págs. 1, 34 e 35)

Folha de S. Paulo

Irmão de diretor de estatal negocia projetos de energia

Edgar Cardeal cobra "taxa de sucesso", afirma cliente; para seu irmão Valter, da Eletrobras, não há conflito de interesses 

O empresário Edgar Cardeal, irmão do diretor da Eletrobras Valter Cardeal, atua como negociador de projetos no setor de energia eólica, área com previsão de investimentos bilionários no PAC 2, relatam Silvio Navarro e Fernanda Odilla. 
Edgar oferece a empresas projetos para erguer torres de energia eólica em fazendas. Segundo um cliente, cobra "taxa de sucesso", se o governo comprar a energia. Para dar certo, os projetos tem de ter aval da Aneel e vencer leilão federal.
O diretor da Eletrobras Valter Cardeal, que há 20 anos é homem de confiança de Dilma Rousseff (PT) no setor, diz que não fala com o irmão e que não vê conflito de interesses. Edgar nega que seja um "abridor de portas" no governo. (Págs. 1 e A4)

Serra contratou filha de ex-dirigente da Dersa

Uma filha do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, foi contratada para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes no primeiro mês do governo de José Serra (PSDB). 
Souza foi citado em debate como tendo "fugido" com dinheiro da campanha tucana. 0 governo do Estado e a assessoria de Serra disseram que houve critério técnico na contratação. (Págs. 1 e A9)

Giuseppe Cocco

Voto em Dilma para tornar viável outro desenvolvimento. (Págs. 1 e A3)

Miguel Srougi

Minha escolha é José Serra por sua atuação no setor de saúde. (Págs. 1 e A3)

Editoriais

Leia "Estresse na escola", acerca da deterioração das relações entre professores e alunos; e "Caricatura eleitoral", sobre a disputa pelo governo do DF. (Págs. 1 e A2)

O Estado de S. Paulo

Pressão dos verdes faz candidatos assumirem compromisso ambiental

Em resposta ao Estado, Dilma e Serra se dizem contra anistia a desmatadores

Pressionados pelos 20 milhões de votos de Marina Silva (PV) no 1º turno, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) assumem compromissos ambientais para tentar atrair eleitores. A pedido do Estado, eles responderam a questões sobre a área. Um dos temas críticos é a reforma do Código Florestal - ambos se disseram contrários à anistia a desmatadores. Sobre as estratégias anti-desmate, Serra prega moratória de 5 anos. Dilma quer continuar os programas em curso. Quanto às mudanças climáticas, eles admitem o princípio de reduzir as emissões de gases-estufa, mas não têm plano. O PV recebeu propostas das campanhas, mas considerou-as fracas. (Págs. 1 e Nacional A4)

Serra não vai governar sozinho, afirma Aécio

Senador eleito por Minas e um dos coordenadores da campanha do PSDB, Aécio Neves diz em entrevista a Malu Delgado que José Serra tem possibilidade real de vitória porque incorporou a tese de que representa um projeto político coletivo. Na opinião de Aécio, Serra está mais aberto e demonstrando disposição de compartilhar esforços e ideias, fazer um governo aberto: "Essa era uma preocupação que alguns tinham lá atrás, saber como seria." (Págs. 1 e Nacional A12) 

Dilma terá de fazer ajuste fiscal se vencer, diz Bernardo

O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) diz que Dilma Rousseff (PT) terá de fazer ajuste fiscal se vencer a eleição. Em entrevista a Vera Rosa e Lu Aiko Otta, ele avaliou que a aperto será suave, porque não há risco de descontrole inflacionário. Para Bernardo, a política salarial do funcionalismo terá de ser "compatível com a inflação baixa". Sobre a proposta de José Serra de elevar o mínimo para R$ 600, Bernardo diz que o tucano "tem de dizer de onde vai sair o dinheiro". (Págs. 1 e Nacional A18)

Lei de alienação parental muda comportamento (Págs. 1 e Vida A27)

Importados já são um quinto de tudo o que é consumido no Brasil

As importações já respondem por um quinto de tudo o que é consumido no País. A participação dos produtos importados saltou de 15,7% no início de 2009 para 17,7% no primeiro trimestre deste ano e chegou ao recorde de 20% no terceiro. (Págs. 1 e Economia B1) 

Dora Kramer

Rosa dos Ventos 

O PMDB já começou a reconstruir suas pontes com o PSDB para, na hipótese de vitória de José Serra, ser avalista da governabilidade. (Págs. 1 e Nacional A8) 

Celso Lafer

Democracia e segundo turno 

A História não começa do zero a cada oito anos. 0 governo Lula teve o alicerce dado pela consolidação da democracia depois do regime militar. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2) 

Estados deixam de usar verba para obras viárias (Págs. 1 e Metrópole C1)

Correio Braziliense

Jogo sujo

No Rádio - Marqueteiros de Dilma e de Serra utilizam táticas rasteiras para desconstruir a imagem do adversário. Jingles são as principais armas. (Págs. 1 e 2)

Em Brasília

Baixaria toma conta das campanhas de Agnelo e Weslian. Montagens de dossiês e espionagem estão entre as estratégias dos concorrentes. (Págs. 1, 29 e 31)

Tem jeito?

Olho neles - Monitorar a ação de seus representantes e cobrar promessas feitas será a missão dos eleitores depois do segundo turno. Saiba como fiscalizar. (Págs. 1 e 8)

Foto legenda: Em terras tucanas

Lula e Dilma fazem carreata em Belo Horizonte no esforço para recuperar votos em Minas Gerais. "A partir de agora, as nossas bandeiras não podem mais ficar guardadas", bradou o presidente para cerca de 4 mil simpatizantes no centro da capital mineira. (Págs. 1 e 5)

Foto legenda: Cada vez mais religioso

Em Canindé, interior do Ceará, José Serra faz corpo a corpo com o eleitorado, tem reuniões com lideranças do estado e vai a uma missa na Basílica de São Francisco das Chagas. "Eu sou que nem mola. Quanto mais me batem, mais eu avanço e subo", disse. (Págs. 1 e 6)

Assaltos a ônibus

O perigo de viajar para fora do DF

A Polícia Rodoviária Federal alerta para o aumento dos crimes nas estradas que cruzam as fronteiras do DF. Veículos andam em comboio na tentativa de evitar a ação dos bandidos. As BRs 040 e 050 são as mais perigosas. (Págs. 1, 36 e 37) 

Só na fé

Com câncer, dona Luísa Santana é uma das 1,2 mil pessoas na fila da rede pública para uma operação de cabeça ou pescoço. "O tempo está passando e minhas chances são menores", desabafa. (Págs. 1 e 35)

Real valorizado

Brasil atrai dinheiro de estrangeiros

Crescimento sustentado, inflação controlada, crédito fácil e um mercado consumidor ávido...tudo isso faz multinacionais investirem pesado no país. Só este ano o brasileiro deve gastar R$ 2,2 trilhões. (Págs. 1, 15 e 16)

Aposentadoria? Que nada

Mesmo depois dos 60 anos, muitos brasilienses se transformam em empreendedores. Especialistas recomendam projetos salutares e que também possam dar satisfação pessoal. (Págs. 1 e Trabalho & Formação)

Jornal do Commercio (PE)

Pesquisas sacodem o segundo turno

Resultados de institutos variados apontando aproximação de Dilma e Serra mudaram o quadro da campanha, que em nada lembra o clima frio do primeiro turno. Militâncias começam a ganhar as ruas em busca do voto dos indecisos. (Pág. 1)

TV Jornal exibe série sobre desafios do governador reeleito (Pág.1)

Zero Hora (RS)

Agenda 2020

O salto que o RS precisa dar

Após quatro anos de trabalho, força-tarefa de instituições apresenta ao novo governo desafios para o Estado superar até 2020. (Págs. 1 e Dinheiro)

Retrato do parlamento

Bancada conservadora cresce no Congresso

Nova composição do Senado e Câmara revela o avanço de grupos como os ruralistas e evangélicos. (Págs. 1, 4 e 5)

REVISTAS SEMANAIS - DATAS DE CAPA

Veja, 20/10/2010.

O poder de Aécio

Político das viradas eleitorais impossíveis, o neto de Tancredo Neves pode ser um fator decisivo na campanha presidencial.(Págs. 1 e 74)

Eleições 

Aécio Neves, o grande eleitor. (Págs. 1 e 74)

"Fui extorquido na Casa Civil"

Deputado diz que pagou propina a assessor para obter favores do Planalto. (Pág. 1)

Política

Dilma abandona compromissos do PT. (Págs. 1 e 82)

Época, 18/10/2010.

Um guia para ficar milionário

Ouro - Bolsa - Imóveis - Fundos - Renda Fixa

Os melhores conselhos para investir em 2011. (Pág. 1)

Como chegar ao primeiro milhão

Especial mostra por que o país dará boas chances de enriquecimento a quem investir. (Págs. 1 e 75)

Banco alemão envolve homem de confiança de Dilma - e ela própria - na história de uma fraude de 157 milhões de euros

Um nome sob suspeita

O suposto envolvimento de Valter Luiz Cardeal de Souza, homem de confiança de Dilma Rousseff, em fraudes. (Págs. 1 e 40)

Entrevistas da Semana: Aécio Neves

"Serra não é uma candidatura isolada, mas um projeto para o Brasil". (Págs. 1 e 48)

Aécio Neves fala a Época

Fala, Brasil

A Lei Seca corre o risco de ficar inócua. (Pág. 15)

Vamos combinar

Um segundo turno contra Marina Silva. (Pág. 35)

Eleições

A subida de Serra desnorteia a campanha da rival. (Págs. 1 e 46)

Eleições

Fernando Abrucio: o engodo eleitoral. (Pág. 50)

Eleições

O papel da internet nas campanhas eleitorais. (Pág. 64)

Eleições

As análises de Fernando Henrique Cardoso. (Pág. 66)

Eleições

Um coração artificial pago com recursos públicos (Pág. 70)

ISTOÉ, 20/10/2010.

"Não sei quem é Paulo Preto. Nunca ouvi falar"

José Serra, no dia 11 de outubro, sobre Paulo Vieira, acusado de desviar R$ 4 milhões da campanha do PSDB.

"Evidente que eu sabia do trabalho do Paulo Souza, que é considerado uma pessoa muito competente"

José Serra, no dia 12 de outubro, sobre Paulo Vieira de Souza, acusado de desviar R$ 4 milhões da campanha do PSDB. (Pág. 1)

Reformas

ONU passa por obras que custarão R$ 3,2 bilhões, mas políticas estão longe de mudar. (Págs. 1 e 66)

ISTOÉ Dinheiro, 20/10/2010.

Mulheres no comando

Beleza ajuda?

Eles são inteligentes, empreendedoras e muito bonitas. Isso é bom para os negócios? DINHEIRO ouviu presidentes de empresas para descobrir a resposta. Saiba como a boa aparência abriu portas para elas e como administram as situações embaraçosas que enfrentam num ambiente tipicamente masculino. (Pág. 1)

Eleição

O segundo turno visto de Wall Street. (Pág. 1)

Quanto custa isso?

São dados alarmantes. O Relatório Planeta Vivo 2010 produzido, a cada dois anos, pela organização não governamental WWF acaba de revelar que o planeta perdeu 30% de seus recursos naturais nos últimos 40 anos - um processo acelerado num prazo exíguo, tratando-se da longevidade de vida terrestre. (Págs. 04 e Dinheiro da Redação)

Eleições

A acirrada disputa entre Dilma e Serra não assusta os investidores estrangeiros. (Págs. 1 e 42)

Semana

Acordo entre PDVSA e Petrobras sobe no telhado. (Págs. 1 e 12)

Moeda Forte

A força do comércio eletrônico. (Págs. 1 e 16)

CartaCapital, 20/10/2010.

O que é isso José?

Aparece o factoide que sumiu com 4 milhões. Chama-se Paulo Preto e é velho colaborador de Serra e Aloysio Nunes Ferreira.

Sérgio Guerra e Agripino Maia no meio da corrupção do Distrito Federal.(Pág. 1)

Especial

A real situação de porto e aeroportos. (Pág. 1) 

Crise Mundial

Novos alertas sobre a longa recessão. (Pág. 1)

EXAME, 20/10/2010. (Quinzenal)

A classe C cai na rede

Com a mesma velocidade em que ascende, a nova classe média brasileira se digitaliza - um duplo fenômeno que está mudando a face do mercado de consumo no Brasil.

Clayton Ferreira, 31 anos, renda mensal de 2 200 reais, legítimo representante da nova classe média digital.

Como ele, 66% dos integrantes da classe C - cerca de 63 milhões de pessoas - têm acesso à internet, a maior parte deles em casa.

Consumidores com o perfil de Ferreira já compram quase tudo pela rede - de eletrônicos a viagens. (Pág. 1)

Eleições

Eleições - 4 ideias para avançar na educação. (Págs. 1)

FONTES: RADIOBRAS-BRASILWIKI!


Reporte abuso COMPARTILHE No Twitter No Facebook

Todos deste(a) repórter

Publicado pelo(a) Wiki Repórter
BrasilWiki!
São Paulo - SP



Faça seu comentário - nome e cidade são obrigatórios
 caracteres restantes
Digite o código para validar o formulario

Trocar imagem
Quero ser inserido sempre que este autor inserir um novo post
Quero ser inserido sempre que um comentários for inserido neste post

Se você é um wiki repórter, faça o login e seu comentário será postado imediatamente.
Caso não seja, seu post entrará na lista de moderação de BrasilWiki!
Use a área de comentários de forma responsável.
BrasilWiki! faz o registro do IP (número gerado pelo computador de acesso à internet) de usuários para se proteger de eventuais abusos.
Ao selecionar acompanhar comentários do post ou post do autor, é obrigatório o preenchimento do campo email e não é necessário fazer o comentário.


©1995 - 2013. Brasil Mídia Digital

jb.com.br