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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
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Publicado em 28/02/2012 pelo(a) wiki repórter Júlio Ferreira, Recife-PE
Deu no papel

Artigos: a diplomacia amoral de Lula e R$ 500 bilhões

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Publicado em 02/06/2010 pelo(a) Wiki Repórter BrasilWiki!, São Paulo - SP



DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, QUARTA-FEIRA, DIA 2 DE JUNHO DE 2010.


Jornal do Brasil

Gaza: bloqueio insustentável

Cresce pressão sobre Israel. Até EUA já criticam

Israel decidiu deportar todos os 700 ativistas presos depois da invasão à flotilha de ajuda humanitária em águas internacionais, que deixou dez mortos e revoltou o mundo. No Conselho de Segurança da ONU, aumentou a pressão pelo fim do bloqueio à Faixa de Gaza, considerado "inaceitável" até pelos EUA. A invasão foi classificada pela própria imprensa israelense como um "fiasco". Detida no taque, a cineasta brasileira Iara Lee denunciou a violência excessiva dos soldados, que atiraram contra ativistas já feridos. (Págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)

Foto legenda: Armas? Na carga, cadeiras de roda e bichos de pelúcia

Lula de volta ao tempo da fábrica

Candidata petista Dilma Rousseff é elogiada pelo cineasta Oliver Stone

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em São Bernardo do Campo (SP) que até o fim do ano vai voltar à porta da fábrica da Volkswagen para fazer campanha. Já a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, encontrou-se com o cineasta Oliver Stone, que está no Brasil para divulgar o documentário Ao sul da fronteira. O site de campanha de Dilma reproduz declarações elogiosas de Stone à candidata: "Fiquei muito impressionado com ela. É muito inteligente, tem muita informação. Sabe tudo de energia, de economia". (Págs. 1 e País A6 a A7)

Manaus perde com gargalo em aeroporto

Deficiências na infraestrutura aeroportuária de Manaus causaram perdas de US$ 300 milhões na indústria e no comércio da Zona Franca somente no primeiro trimestre do ano. O gargalo dificulta o envio e o recebimento de suprimentos e mercadorias. (Págs. 1 e Economia A15)

EUA processam British Petroleum

Os Estados Unidos vão responsabilizar legalmente os culpados pelo desastre de petróleo no Golfo do México, provocado pelo afundamento da plataforma Deepwater Horizon, da empresa British Petroleum (BP). (Págs. 1 e Internacional A17)

Homicídio doloso cai ao nível de 91

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o Rio está cada vez mais seguro. Além de que danos roubos na rua e de veículos, e de latrocínios, o número de homicídios dolosos em abril foi o menor desde 1991. (Págs. 1 e Cidade A12)

O Globo



Pressão global obriga Israel a soltar presos da frota da paz

Ativistas serão deportados; Conselho de Segurança condena ataque, mas não o país

Sob pressão internacional e diante do clima de comoção causado pela morte de nove ativistas estrangeiros no ataque à flotilha de ajuda humanitária, o governo israelense decidiu libertar e deportar em 48 horas os 682 passageiros e tripulantes que estão presos numa cadeia no Sul do país. Israel também está sob pressão para que levante o bloqueio de três anos à Faixa de Gaza. Após mais de 12 horas de discussões, o Conselho de Segurança da ONU emitiu uma declaração condenando o ataque e pedindo uma investigação imparcial. Mas não condenou Israel. Embora tenha afirmado que havia terroristas ligados ao Hamas entre os passageiros da flotilha, o governo israelense aceitou deportar os estrangeiros, sem processo judicial. A cineasta brasileira Iara Lee, que, como a maioria, fora presa por recusar-se a assinar um documento assumindo que entrou ilegalmente em Israel, também deverá deixar o país. (Págs. 1 e 31 a 33)

Rio salva 637 vidas em oito meses

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio mostram que o número de homicídios dolosos no estado caiu 19,9% nos últimos oito meses, passando de 4.252 (no período de setembro de 2008 a abril de 2009), para 3.615 (de setembro de 2009 a abril deste ano), o que significa 637 mortes a menos. Também houve redução nos roubos de veículos (25%) e assaltos a transeuntes (12%). (Págs. 1 e 16)

Indústria zera as perdas da crise de 2008

A produção da indústria brasileira recuou 0,7% em abril em relação a março, segundo o IBGE. Nos quatro primeiros meses, no entanto, o crescimento foi de 18% em relação a 2009. O setor voltou ao nível de antes da crise global, em setembro de 2008. (Págs. 1 e 24)

Chuveiro ’flex’ terá programa de R$ 4,5 bi

O governo destinará R$ 4,5 bilhões ao programa de incentivo ao chuveiro híbrido (solar e elétrico), beneficiando 2,6 milhões de casas, com foco na baixa renda. O sistema trará economia de energia equivalente ao consumo de uma cidade como Belo Horizonte. (Págs. 1 e 23)

Colunas e Artigos: Ancelmo Gois: Vem aí um mega empréstimo do Banco Mundial para o Rio (Págs. 1 e Rio 18 e 19)


Elio Gaspari: Lula pratica no Oriente Médio diplomacia de terceira classe (Págs. 1 e Opinião 6)



Folha de S. Paulo



Egito abre caminho para Gaza após ataque a barco

Mesmo membros do governo israelense questionam ação militar; ONU cobra fim do bloqueio

A pressão internacional pelo fim do bloqueio israelense a Gaza aumentou, após o Egito anunciar a reabertuta da passagem de Rafah, que liga o país a Gaza.

Única saída terrestre do território que não passa por Israel, a passagem estava fechada desde que o grupo islâmico Hamas tomou o poder em Gaza, em 2007.

O movimento que organizou a frota interceptada por Israel, quando nove ativistas foram mortos, anunciou o envio de outros navios para o território palestino.

A ONU cobrou o fim do bloqueio. O Conselho de Segurança quer investigação.

Ministros israelenses criticaram que a ação tenha sido decidida apenas por uma parte do gabinete. (Págs. 1 e A14)

A brasileira Iara Lee afirmou à Folha que os soldados de Israel utilizaram força "indiscriminada". (Págs. 1 e A16)

Foto legenda: Palestinos mostram documentos na passagem de Rafah, ligação entre Gaza e o Egito reaberta ontem depois de três anos

Cerco é fruto de suposição errada sobre palestinos
Amós Oz

Desde 1967, Israel sofre de fixação pela força militar. O lema é: o que não pode ser feito pela força pode ser realizado por uma força maior.

O cerco a Gaza é um fétido produto dessa postura. Origina-se da errônea suposição de que o problema palestino pode ser esmagado, e não resolvido. (Págs. 1 e A14)

Amós Oz ,escritor israelense, é fundador de movimento pró-Estado palestino.

Premiê do Japão decide renunciar após polêmica

O premiê do Japão, Yukio Hatoyama, anunciou que vai renunciar. Hatoyama cedeu aos EUA e aceitou manter uma polêmica base militar na ilha de Okinawa.

A decisão abre caminho para que Hatoyama seja substituído como líder do PDJ (Partido Democrata do Japão) e, consequentemente, como primeiro-ministro sem precisar convocar eleições no país. (Págs. 1 e A17)

Para morador, vazamento de petróleo é pior que furacões

Moradores do sul da Louisiana, uma das áreas mais afetadas pelo pior vazamento de petróleo dos EUA, avaliam que a recuperação será ainda mais difícil que as que sucederam a passagem de furacões, relata a enviada especial Cristina Fibe.

Parte dos comerciantes fechou as portas. (Págs. 1 e A20)

Alec Duarte
Ação da BP na internet após o desastre ambiental faz a imagem da empresa piorar. Tec

O ministro está nu

Um romance com citações eróticas. Uma estátua dele próprio nu, em sua casa colonial em Minas Gerais.  Com um perfil que foge a formalidades, mas considerado conservador pelas decisões no Supremo Tribunal Federal, de onde está prestes a sair, o ministro Eros Roberto Grau, 69, tenta hoje uma vaga na Academia Brasileira de Letras. (Págs. 1 e A10)


ARTIGO



Quinhentos bilhões


Guilherme Afif Domingos


Hoje, o Impostômetro chega à marca de R$ 500 bilhões, mostrando que não há problemas quanto à receita para os governos.


O Impostômetro foi criado pela Associação Comercial de São Paulo, em parceria com o Instituto Brasileiro de Direito Tributário, para chamar a atenção da população sobre o peso dos impostos que ela paga, já que o sistema atual não é transparente.

Inaugurado em 20 de abril de 2005, o Impostômetro mostra a arrecadação dos impostos, taxas e contribuições cobradas pelos governos federal, estaduais e municipais. A data foi homenagem a Tiradentes e aos inconfidentes que se rebelaram contra a cobrança, pela Coroa, de 1/5 do ouro extraído no país, ou seja, 20% do total -que era chamado de "quinto dos infernos".

Hoje, a carga tributária representa quase 2/5, uma vez que está próxima dos 40% do PIB do Brasil.

Neste 2 de junho de 2010, o Impostômetro registra a absurda marca de R$ 500 bilhões -22 dias antes que em 2009-, mostrando que não há problemas para o governo quanto à receita, que cresce a taxa superior a 10% sobre o ano passado.

Mas a velocidade da expansão dos gastos vem sendo maior, resultando em aumento da dívida pública e, mais grave, para o custeio da máquina, em vez de investimentos.

Ao contrário do que afirmou a ex-ministra Dilma Rousseff, de que a CPMF foi extinta de um dia para o outro, a sociedade teve que demonstrar forte reação até dezembro de 2007. Vale lembrar que a extinção da CPMF já era prevista na própria Constituição.

O desempenho da arrecadação nos últimos anos mostrou que não era correta a afirmação de que "o país seria ingovernável" sem a CPMF. Também não procede a afirmação da ex-ministra de que, com o fim da CPMF, "houve uma perda da capacidade de fiscalização".

A Receita Federal dispõe de instrumentos para acessar os dados bancários dos contribuintes sempre que necessário, além de uma ampla gama de informações que permitem acompanhar a vida financeira dos cidadãos.

Usar a área da saúde para criar ou aumentar tributo -ou a necessidade de dar instrumentos de fiscalização à Receita - só pode resultar do desconhecimento da realidade ou da intenção de elevar a carga tributária para gastar mais.

A vigência da CPMF mostrou que "dinheiro não tem carimbo" e que aplicar mais ou menos recursos depende do governo, a quem cabe definir as prioridades.

Se faltou dinheiro para a saúde nos últimos anos -e concordamos com isso -, embora existam também problemas de gestão, não foi por falta de receita.

Foi, sim, porque a área não foi considerada prioritária por um governo que se vangloriou de "emprestar dinheiro ao FMI", aumentou gastos com o funcionalismo, criou ou recriou empresas estatais e vem oferecendo crédito para diversos países, em geral governados por ditadores ou populistas.

Esperamos que essa marca de R$ 500 bilhões da receita tributária brasileira, mostrada hoje pelo Impostômetro, sirva para sensibilizar a população de que ela paga muito imposto, portanto, tem o direito de exigir serviços compatíveis e, sobretudo, tem obrigação de fiscalizar como são gastos esses recursos pelo governo.

Somente o contribuinte bem informado e consciente pode exercer plenamente sua cidadania.

Por isso, na Constituinte, incluímos emenda que resultou no artigo 150, parágrafo 5º, da Carta Magna, que determina que o consumidor seja informado de quanto paga de impostos em suas compras.

A necessidade de regulamentação desse artigo resultou em projeto de lei ratificado com 1,5 milhão de assinaturas, já aprovado no Senado, mas que se encontra nas mãos do presidente da Câmara esperando para ser votado. Por que esse projeto não é aprovado? Há medo de revelar a enormidade da tributação brasileira?


Guilherme Afif Domingos é vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Foi secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo (gestão José Serra).

ARTIGO

Elio Gaspari

A compadecida diplomacia amoral de Lula

Dilma e Vannuchi precisam ler o que acontece aos presos na ditadura do companheiro Ahmadinejad.


A candidata Dilma Rousseff e o companheiro Paulo Vannuchi, secretário nacional de Direitos Humanos, precisam ler "Death to the Dictator!" ("Morte ao Ditador!"), livrinho de 169 páginas que saiu nos Estados Unidos, contando a história de um jovem de 25 anos que foi preso pela milícia iraniana no dia 5 de agosto do ano passado, durante um protesto contra a posse de Mahmoud Ahmadinejad na Presidência.

Ele passou 28 dias nos calabouços da República Islâmica. Ambos conheceram a rotina dos porões da ditadura brasileira e podem avaliar o que sucede no Irã enquanto Nosso Guia apoia a ditadura que esmagou a sociedade civil iraniana.

Ex-presos políticos, Dilma e Vannuchi podem entender o que sucedeu ao ex-metalúrgico Mohsen (um pseudônimo, bem como o da autora, cujas qualificações foram verificadas pelo colunista Roger Cohen, do "New York Times").

Ele era um ativista periférico e participou de passeatas e quebra-quebras nas semanas seguintes à eleição. Preso, foi levado para a prisão de Evin, a Bastilha de Teerã, desde o tempo do Xá. Os presos ficavam nas celas algemados, encapuzados e obrigados ao silêncio.

Na linguagem do porão, Mohsen "quebrou" na primeira surra. Isso ficou claro quando confirmou ter participado de reuniões e projetos inexistentes, inventados pelos interrogadores. Mohsen ficou poucos dias em Evin. Foi transferido para outro calabouço, onde o regime guardava bandidos, traficantes e cafetões.

Lá, não mais o interrogavam. Os policiais o espancavam em nome do "Deus misericordioso e compadecido..." e um deles ordenou: "Engravide-o". Outro disse-lhe: "Você quer de volta o seu voto?" Mohsen, como seus companheiros de cela, era violentado todos os dias, às vezes mais de uma vez.

Três semanas depois jogaram-no numa beira de estrada.

Quando reencontrou a família, pediu que o levassem a um médico que não o conhecesse.

Na noite da eleição, em junho passado, o presidente Ahmadinejad ironizou esportivamente os protestos: "É como no futebol, todo mundo acha que vai ganhar". No dia seguinte, Lula, recorreu à mesma metáfora: "Por enquanto, é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos".

O médico que cuidou de Mohsen disse à sua mãe que vigiasse o filho, pois vira casos semelhantes e muitos jovens mataram-se.

O que aconteceu no Irã depois que a Guarda Revolucionária se impôs nas ruas, nas empresas, nos meios de comunicação e no aparelho judiciário não foi coisa de flamenguistas ou de vascaínos.


O beneplácito misericordioso e compadecido que, desde então, Lula dá a Ahmadinejad, suja com a marca da amoralidade a diplomacia brasileira. Esse beneplácito faz com que soe parcial quando condena as ações de Israel.

Razões de Estado podem levar o governo turco, que tem uma extensa fronteira com o Irã, a cultivar uma política de boa vizinhança com Ahmadinejad, mas Brasília fica a 11 mil quilômetros dessa encrenca.

Lula argumenta que exerce no Oriente Médio uma função pacificadora, porque o Brasil "cansou de ser tratado como segunda classe". Expandindo contenciosos e importando conflitos que pouco têm a ver com o interesse brasileiro, pratica uma agenda de terceira classe.

Novo na Folha: Mario Mesquita discute papel dos BCs pós-crise (Págs. 1 e B12)

Editoriais

Leia "Do golfo ao pré-sal", sobre vazamento nos EUA e riscos na exploração de petróleo no Brasil; e "Ensino médio", acerca de proposta de José Serra. (Págs. 1 e A2)

O Estado de S. Paulo



Conselho da ONU critica Israel e cobra investigação

Declaração sobre a sangrenta ação contra barcos de ativistas pró-palestinos evita culpar só os israelenses

O Conselho de Segurança da ONU divulgou declaração em que diz lamentar "profundamente" as nove mortes na ação israelense contra uma frota de ativistas pró-palestinos que tentou furar o cerco a Gaza. O texto, elaborado após negociações que se estenderam pela madrugada, usa linguagem que evita responsabilizar apenas Israel pelo ocorrido, como defendia a Turquia. Além disso, os turcos não conseguiram fazer com que o conselho acusasse Israel de violar leis internacionais. Mas os termos do documento foram mais duros do que queriam os EUA - ele exige que Israel libere os barcos e os civis detidos e pede investigação imediata, imparcial, crível e transparente de acordo com os padrões internacionais". Na avaliação do conselho, "a situação em Gaza é insustentável". O governo israelense decidiu que o processo de deportação dos ativistas estrangeiros presos seja concluído até amanhã. (Págs. 1 e Internacional A10 e A13)

Condenação
Ahmet Davutoglu
Chanceler Turco
"Os israelenses acreditam estar acima de qualquer lei"

Militares israelenses admitem erros

Militares israelenses reconheceram ter cometido erros de inteligência e estratégia na abordagem dos barcos com ativistas pró-palestinos que tentaram furar o bloqueio a Gaza. "Não esperávamos essa resistência dos ativistas, já que estávamos falando de um grupo de ajuda humanitária", disse o chefe da equipe de embarque. A imprensa israelense criticou duramente a operação, qualificando-a de "fiasco" e "confusão". (Págs. 1 e Internacional A10)

Foto legenda: Carga. Oficiais israelenses examinam caixa de brinquedos encontrada em um dos navios: boa parte da ajuda humanitária foi liberada. (Págs. 1 e A11)

Central faz campanha política em ato sindical

Em evento custeado pelo imposto sindical, descontado do salário dos trabalhadores, Força Sindical, CUT, CGTB, CTB e Nova Central pregaram ontem, na assembleia da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, no Pacaembu, a continuidade do governo Lula. Sindicalistas alertaram para um possível "retrocesso", em referência ao pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra. O evento custou R$ 800 mil e reuniu 15 mil pessoas. (Págs. 1 e Nacional A4)

’Como Getúlio e Perón’
Para o professor Leôncio Martins Rodrigues, a cooptação de entidades sindicais faz parte dos esquemas populistas: "No Brasil, o Estado sustenta os sindicatos". (Págs. 1 e Nacional A4)

Previ muda e vai investir em infraestrutura

O mais poderoso fundo de pensão do País, a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, deu posse ontem a 27 novos diretores e conselheiros e começou uma nova fase. O foco agora deverá ser aumentar os investimentos em infraestrutura, setor que vem aglutinando os esforços do governo em torno de projetos de grandes obras. (Págs. 1 e Economia B1)

PUC compra área tombada na Paulista

Os edifícios que abrigaram o Hospital Matarazzo, na região da Avenida Paulista, foram comprados pela PUC de São Paulo e por um fundo de investimentos. Os prédios abrigarão um câmpus da PUC. O restante da área será explorado comercialmente pelo fundo, mas o tombamento será mantido. (Págs. 1 e Cidades C1)

Vacinação contra gripe não atinge meta (Págs. 1 e Vida A14)

Celso Ming: Mais desemprego

Paradoxalmente, a crise do desemprego tende a se acentuar no mundo desenvolvido pelos fatores que pretendiam atenuar seu impacto. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações: Reação desproporcional

Foi insana a decisão israelense de abordar em águas internacionais o Mavi Marmara. (Págs. 1 e A3)

Correio Braziliense


Após ataque de Israel, ONU exige o fim do bloqueio a Gaza

Considerada desastrosa pela imprensa e por militares israelenses, a operação contra um navio de ativistas pró-palestinos teve efeito inverso: aumentou a pressão pelo fim do embargo à Faixa de Gaza. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, reforçou o clamor internacional e defendeu a suspensão das restrições impostas por Telavive. Em resposta à ação militar, grupo humanitário atingido por Israel anunciou o envio de mais navios para ajudar os refugiados. No Paquistão, polícia entrou em confronto com manifestantes perto do consulado norte-americano. (Págs. 1, 18, 19 e Visão do Correio, 16)

Terabyte: R$ 1,2 bilhão em contratos suspeitos

O ex-presidente da Codeplan e ex-secretário do governo local Durval Barbosa é o principal citado no relatório final da operação Terabyte, realizada pela Polícia Civil, Ministério Público e TCDF. Segundo as investigações, compras na área de informática lesaram os cofres públicos entre 1999 e 2008. (Págs. 1 e 23)

Passa a bola para o Lula

Com apoio da base aliada, senadores aprovam MP que beneficia servidores, mas aumenta em R$ 2,2 bilhões os gastos do governo. Caberá ao presidente a decisão de vetar ou não a proposta. (Págs. 1 e 2)

2,4 mil vagas com salário de R$ 5,1 mil

Governo federal distribuiu entre nove ministérios e três secretarias os cargos de analistas de políticas sociais, criados em 2009. O concurso vai ocorrer no ano que vem. (Págs. 1 e 13)

Servidor público: União barra reajuste para polícias do DF

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, descartou para este ano o aumento pedido pelas polícias Civil e Militar e pelo Corpo dos Bombeiros. As categorias pediram correção de 33% nos salários e a proposta chegou a ser enviada pelo GDF ao governo federal. (Págs. 1 e 28)

Valor Econômico


Crédito consignado mantém expansão e já soma R$ 118 bi

Reajuste antecipado do salário mínimo, novos convênios de desconto em folha e uso recorrente da linha mais barata de empréstimo pessoal para aquisição de bens. Acrescente-se a isso o aumento do emprego formal, índices elevados de confiança do consumidor e a inclusão de 1,5 milhão de beneficiários do INSS ao sistema anualmente. O resultado da soma desses fatores é o crescimento do crédito consignado em ritmo acelerado. É o que mostram as estatísticas mais recentes do Banco Central.

No primeiro quadrimestre, as operações garantidas pelo desconto das parcelas direto no contracheque cresceram 38% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo um estoque de R$ 118,8 bilhões. Em volume, a modalidade só perde para o financiamento de veículos (crédito direto ao consumidor e leasing), com R$ 164 bilhões. No total do crédito pessoal, o consignado passou de uma fatia de 54,2% para 60% nos últimos 12 meses. No ano, só o crédito à habitação cresce em velocidade maior: 47,4% de janeiro a abril. (Págs. 1 e C1)

Avanço em ritmo chinês fica para trás

A temporada de crescimento chinês ficou para trás. A realidade do segundo trimestre mostra moderação da atividade econômica, mas não uma freada brusca. Em abril, segundo o IBGE, a produção industrial caiu 0,7% em relação a março. O fim do IPI reduzido para automóveis e eletrodomésticos e a própria acomodação do crescimento, após forte recuperação, explicam a atividade um pouco mais fraca a partir de abril. O ritmo mais lento também aparece em alguns indicadores de maio: o licenciamento de veículos caiu 10% em relação a abril.

Mesmo assim, o crescimento chinês do início do ano deverá garantir expansão forte em 2010 - muitos analistas projetam alta superior a 7%. A boa notícia trazida pelos dados do IBGE foi a alta de 2,4% no setor de bens de capital, que inclui máquinas e equipamentos necessários para ampliar a capacidade da indústria. (Págs. 1 e A3)

iPad virou instrumento de trabalho

Antes mesmo de começar a ser vendido oficialmente no país, calcula-se que já existam cerca de 2 mil iPads no Brasil e muitos deles sendo usados como instrumento de trabalho. Brasileiros de alta renda que compraram o aparelho no exterior, para ter acesso mais fácil a diversas opções de entretenimento, estão deixando de lado seus notebooks para usar o equipamento no escritório. O consultor André Bianchi Monte-Raso diz que a maioria das empresas ainda não tem uma definição exata de qual será o principal uso dos tablets no mercado de tecnologia e quem será o público-alvo. Sem essas definições, fica difícil criar ferramentas mais atrativas para os usuários. (Págs. 1 e B4)

Foto legenda: Sistema aperfeiçoado

Em parceria com a bolsa de Chicago, cem pessoas trabalham na criação de um software para substituir outros quatro usados pela BM&FBovespa, diz seu diretor André Demarco. A bolsa também procura as razões da pane de segunda-feira no sistema, que paralisou operações de derivativos. (Págs. 1 e D2)

Crise grega pode empurrar o mundo de volta à recessão?

Jim O’Neill, o economista que criou a sigla Bric, estava razoavelmente otimista que os impactos negativos da crise grega não seriam suficientes para inviabilizar a recuperação mundial. Mas a cada dia que as bolsas vacilam, que o euro cai, mais as dificuldades no sul da Europa ameaçam produzir consequências mundiais. "As coisas estão parecendo mais assustadoras", diz O’Neill. Enquanto persistirem dúvidas sobre a rapidez com que bancos podem transmitir problemas de uma economia a outra, é impossível descartar que a crise grega vá mesmo empurrar o mundo de volta à recessão. (Págs. 1 e A14)

Com mercado ruim, empresa recorre a fundos e debêntures

Sem nenhuma operação registrada na CVM, maio foi o pior mês para ofertas públicas de ações desde agosto. O cenário adverso explica as alternativas usadas por empresas que buscam recursos para investir. A International Meal Company, dona das redes Viena, Frango Assado e Brunella, captou US$ 100 milhões com fundos de investimentos, entre eles o British Columbia, do Canadá. Já a Multiner, de energia renovável, mantém seu pedido de registro na CVM, mas decidiu fazer uma emissão de debêntures conversíveis em ações de R$ 250 milhões à espera de uma melhora do mercado. (Págs. 1 e D6)

Governo investiga cartel no mercado de óculos de sol (Págs. 1 e B6)


Telefônica eleva a € 6,5 bi sua oferta por ações da PT na Vivo (Págs. 1 e D4)


Demissões na HP

A HP vai demitir 9 mil pessoas e remodelar sua unidade de serviços para concorrer com a IBM. A companhia não confirmou cortes no Brasil, onde tem 8,5 mil empregados. (Págs. 1 e B2)

Acordo Vale-Shell

Shell e Vale negociam acordo de dois anos, renovável por mais três, pelo qual a petroleira será a fornecedora mundial de lubrificantes para as operações da mineradora. (Págs. 1 e B2)

Valor Estados/ Maranhão

Investimentos no setor petroquímico, em mineração e no agronegócio formam o tripé do atual processo de desenvolvimento do Maranhão, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado, Edilson Baldez. (Pág. 1)

Avanço do luxo

Dois meses após abrir sua sexta loja no Brasil, no Shopping Iguatemi de Brasília, a grife francesa Louis Vuitton estuda novas unidades fora do eixo São Paulo-Rio. (Págs. 1 e B6)

Guerra contra o tempo

Aumento da idade média da população leva os principais fabricantes de cosméticos do país a investir em tecnologia e marketing de suas linhas de cremes antirrugas. (Págs. 1 e B11)

Cebrace aumenta produção

A fabricante de vidros planos Cebrace (Saint-Gobain e NSG/Pilkington) vai investir € 170 milhões para aumentar a capacidade da fábrica de Jacareí (SP). (Págs. 1 e B12)

Suzano vende a Vocal

O grupo Suzano vendeu a Vocal, rede de concessionárias de caminhões e chassis de ônibus Volvo, para o conglomerado português Auto Sueco. (Págs. 1 e B12)

JCB planeja nova fábrica

Prestes a inaugurar uma linha de produção de escavadeiras na unidade de Sorocaba (SP), a fabricante britânica de máquinas pesadas JCB planeja a construção de mais uma fábrica no Brasil em 2011. (Págs. 1 e B12)

’Ninguém podia dormir na rede’

A construtora MaxCasa, do empresário José Paim (ex-sócio da Rossi), faz sucesso com apartamentos sem paredes, como um loft, e conclusão personalizada. (Págs. 1 e B13)

’Operação Broca’

Receita, Ministério Público e Polícia Federal deflagraram ontem uma operação contra atacadistas, exportadores e torrefadoras de café de Minas e Espírito Santo suspeitos de irregularidades fiscais. (Págs. 1 e B15)

Irlandeses voltam à carga

Associação dos produtores rurais da Irlanda aproveita incidente com carne brasileira nos EUA para retomar campanha contra o produto na Europa. (Págs. 1 e B16)

Ideias

Cristiano Romero
Mapas das intenções de voto parecem refletir, como em 2006, as escolhas do governo Lula na área econômica. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Rosângela Bittar
Desejos do PMDB deverão ser mais apurados em um governo do qual será sócio já a partir das eleições. (Págs. 1 e A8)

Jornal do Commercio (PE)


Matador de Maristela foragido da Justiça

Até as 2h10 de hoje, era esperado o resultado do julgamento José Ramos Lopes Neto, pelo assassinato de Maristela Just e tentativa de homicídio dos dois filhos e um cunhado. Acusado está com prisão preventiva decretada desde maio. (Pág. 1)

Pacifistas são expulsos de Israel

Primeiros a voltar para casa foram 50 turcos presos no ataque israelense. ONU pede fim do bloqueio a Gaza. (Pág. 1)

Fontes: Radiobras - BrasilWiki!


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