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Armas nucleares, por que eles podem?

Publicado em 14/02/2010 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP

O Irã pode nos fornecer tecnologia de mísseis, e o Brasil combustível nuclear e tecnologia da bomba. Isso interessa a um Brqasil soberano de fato. - Foto: web

Hoje fica cada vez mais claro o erro do esquerdista FHC em ter assinado o Tratado de Não-Proliferação Nuclear de Tlatelloco, prejudicando de fato a soberania brasileira. Basta ver o tratamento atualmente dado à Índia pelos Estados Unidos e os oponentes respeitáveis aos EUA, que se tornaram o Irã e a Coréia do Norte.

Aos Estados Unidos não interessam que outros países disponham de armas nucleares. Não pela manutenção da paz mundial, mas porque se as principais nações do planeta as detiverem, a sua força militar e hegemonia global serão anuladas por um simples motivo: não se invade países que possuem armas nucleares. Os riscos são enormes para ambos os lados.

E se não é possível invadir, atacar e vencer, para que serve a sua potência militar? Seria o caos para sua indústria bélica e sua política imperial arrogante. A desgraça do Iraque foi justamente não possuí-las. Caso contrário, jamais teriam sido invadidos pelos EUA e aliados. E a prova é evidente: O Paquistão é um centro formador e distribuidor de terroristas islâmicos para o mundo todo. Bin Laden pode estar lá. E por que os Estados Unidos não o invadem? E nem à Coréia do Norte?

É simples: ambos dispõem de armas nucleares. Mas os EUA invadiram o Afeganistão, ao lado, sabidamente desarmado e indefeso. Assim é fácil, não? Hoje, nove países detêm declaradamente armamentos nucleares. Se o Irã tornar-se oficialmente o décimo país, abrirá um precedente às potências medianas (cerca de 25 países), e entre elas o Brasil, que já iria detonar ogivas nucleares na década de 1980, na Base Militar da Serra do Cachimbo (PA), caso não tivéssemos sido sabotados pela incompetência útil de Sarney e depois por Collor e FHC, em possível troca por benesses pessoais junto aos EUA. E mesmo assim, hoje temos capacidade instalada e conhecimento para produzirmos de 8 a 12 armas nucleares como a de Hiroshima por ano.

Nossos militares estavam e estão certos em sua visão voltada à soberania nacional. Basta olharmos o tamanho territorial e as riquezas do Brasil para entendermos essa preocupação. Países naturalmente ricos e desarmados como o nosso apenas administram suas riquezas temporariamente para o desfrute futuro pelas potências dominantes. Se nossos militares não tivessem sido impedidos pelos últimos presidentes-agentes pró EUA, hoje já estaríamos assentados no Conselho de Segurança da ONU de larga data; como o fará a Índia.

E nem estaríamos sendo forçados hoje a gastar muito dinheiro em nosso rearmamento, para fazer frente à atual e crescente ameaça militar venezuelana. E nem teríamos que ceder ao G8 as nossas riquezas minerais na Amazônia, sob a fachada de "reservas indígenas", resguardando a eles a riqueza que por direito são do povo brasileiro. 

A arma nuclear em suas diversas versões e vetores, no caso do Brasil, eliminaria a necessidade de grandes gastos em equipamentos militares convencionais. Sendo necessário apenas que se mantivessem núcleos de excelência nas FFAA, dotando-os todos com equipamentos de última geração, tais como aviões de caça, radares, mísseis e armamento individual, além do treinamento intensivo e da elevação dos padrões de remuneração geral e profissionalização das tropas.

O desarmamento nuclear total é o ideal para o mundo, mas se realmente todos se desarmarem. Em permanecendo países renitentes e que se privilegiam, os demais ficam na realidade indefesos e com soberania do tipo para inglês ver.  Se os principais países estiverem armados com artefatos nucleares, todos se igualam, e os EUA passarão a ser apenas mais um. Nasceria, então, uma nova ONU, composta por países com real soberania e, portanto, com posições mais firmes pela paz mundial.

Possuir armamentos nucleares, bem como forças armadas fortes e bem equipadas, garantem a paz e elevam a imagem de qualquer país no cenário internacional. Aumentando o respeito para com a nação, a auto-estima de seu povo e ampliando as possibilidades em mesas de negociações.

Não há ilusões: só a força das armas mantém a paz e o respeito real entre as nações. Ainda mais atualmente, quando as forças armadas dos EUA não são mais, há muito tempo, voltadas à guarda de suas fronteiras e sua preservação territorial, como as da maioria dos países, mas são concebidas para invadir outras nações, esmagar suas soberanias em função dos interesses norte-americanos, da manutenção de sua hegemonia como potência global e na conquista de recursos naturais que os sustentem.

EUA e aliados "nuclearizados" podem destruir a civilização que quiserem no planeta, e querem que seus alvos sejam sempre indefesos, seus reféns. A ameaça por parte de grupos e Estados terroristas infelizmente sempre existirá. E como sempre, caberá às nações detentoras do poder nuclear a manutenção da segurança quanto ao acesso indevido a esses recursos.

Mas, infelizmente, a maioria dos políticos brasileiros não tem nível e nem instrução sobre tão importante tema e de outros assuntos estratégicos ao Brasil. E muito menos a nossa população, alienada de forma proposital por novelas e programas de TV abaixo de qualquer crítica.

De onde desapareceram há tempos e de forma intencional os documentários de interesse público e os que apresentavam as ações e diversos serviços prestados à Nação pelos diferentes setores das forças armadas brasileiras, destacando a sua visão pró-soberania do Brasil. Um erro que os países desenvolvidos nunca cometeram.
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COMENTÁRIOS

24/02/2010 - Sydney Schmiedel - Foz do Iguaçu-PR
Olha, gente, sou um GAÚCHO de 63 anos e acredito, sinceramente, que quem quer viver em PAZ tem que estar totalmente preparado para a GUERRA. O Brasil tem que anular aquele tratado traidor assinado por FHC a favor dos EUA e associados em dominarem o Brasil no futuro. BOMBAS H já, daí seremos respeitados.

24/02/2010 - Sydney Schmiedel - Foz do Iguaçu-PR
Creio que deveríamos produzir armas atômicas. Que se faça um plebiscito à Nação. Deveríamos ter uma TV estatal tipo BRASIL NAÇÃO para informar ao povo. Nosso País precisa se fazer respeitar diante do mundo. E bombas atômicas trazem este respeito.

17/02/2010 - nois - nois
(...) mas, sim, pela perseverança dos herois da época. Povo guerreiro pela liberdade de uma nação! PS: quando fiz a seguinte colocação, abomino massacre em massa, devo retificar: abomino qualquer ato de selvageria, principalmente pelos useiros e vezeiros de invadir países com propósito definido, violência!!

17/02/2010 - nois - nois
(...) seu país em lugar de destaque, merecedores pelo esforço empenhado. Enquanto houve chance, lutaram bravamente e o Japão acabou por ressurgir das cinzas (os ianques tiveram que chupar essa manga). Seu próprio compatriota contribuiu para a grandiosidade do Japão. Gosto do assunto, não pela violência-ianque ...

17/02/2010 - nois - nois
Vamos aos finalmentes, por um descuido do destino, acabaram por deixar o Gal-Mac-Arthur no comando das tropas. Ele, por ser um homem digno, embora ianque, prezou pela vida dos japoneses e deu condições humanas pela sobrevivência, enquanto outros ficavam se ocupando da guerra na Coreia, os nipônicos levavam...

17/02/2010 - nois - nois
O assunto Hiroshima e Nagasaki torna-se palpitante, não pelo fato dos terroristas americanos terem dominado mulheres, idosos e crianças. Todos sabem da covardia americana, basta ver os resultados no Vietenã. Saíram com o rabo no meio das pernas, até hoje existe prisioneiro no território vietnamita.

17/02/2010 - flipe - Belo Horizonte
Uma vez, li que a "desculpa" foi o fato de as cidades produzirem alimentos que forneciam aos soldados, no caso arroz. Mas, pra mim, foi mais um genocídio estimulado pela vontade de dominar tudo e todos que foi prontamente apoiado por alguns outros criminosos que não preciso nem falar nomes.

17/02/2010 - Maurilio dos Santos Junior - Lages, SC, BR
Uma coisa que até hoje me perturba é por que duas bombas sobre o Japão? Uma em Hiroshima e outra em Nagasaki. Apenas uma teria surtido o mesmo efeito intimidatório. Ou o imperador relutou na primeira? Ou era apenas mais um massacre insano como é todo e qualquer massacre? Alguma luz?

17/02/2010 - nois - nois
Eu abomino ideias de massacre em massa. O povo chinês vem se destacando em nos vender badulaques e penduricalhos. Em troca leva quase 60% de nossa produção agrícola. Agindo dessa maneira, não vai precisar de armas atômicas para dominar o mundo. Opinião minoritária. Desculpem Cesar e os demais, pois estou zen!

17/02/2010 - nois - nois
Vocês, com o dom da escrita, devem atentar bem pelos novos tempos. Basta fazer um diagnóstico e perceber o avanço do povo chinês. Primeiro comeram pelas beiradas, agora estão roendo pelo meio. Por mais que os EUA esperneiem, podem se colocar no segundo lugar - quer nos esportes e mesmo em avanço.

16/02/2010 - Maurilio dos Santos Junior - Lages. SC. Brasil
O Brasil se tornou um mero importador de tecnologia. Santos Dumont fez seus aviões na França, jamais teria conseguido fazer aqui. O pais é um excelente meio de cultura da mediocridade. As patentes brasileiras no exterior são rídiculas. O Brasil é fadado a ser apenas um exportador de commodities.

16/02/2010 - Maurilio dos Santos Junior - Lages. SC. Brasil
Os EUA gastam anualmente US$ 20.000.000,00 para manter seus arsenais nucleares. Índia e Paquistão não conseguiram muita coisa depois das bombas em termos de tecnologia e respeitabilidade. A bomba no Brasil estimularia uma corrida armamentista nuclear. É, "nois", você conseguiu mudar minha opinião.

16/02/2010 - flipe - Belo Horizonte
Henry, meu irmãozinho, eu sonho com um mundo onde homens se matem novamente frente a frente, com suas próprias mãos, com dignidade, sem usar uma 9mm para alvejar alguém pelas costas à distância de 20m de dentro de um carro em movimento. Mas a realidade é outra e quem do BRIC não tem bomba atômica?

15/02/2010 - henry - rj
É proibido fumar, mas não de produzir. Qual foi o país que ajudou a Índia a ter tecnologia nuclear? Qual foi o país que lançou duas bombas atômicas na cabeça dos japoneses? Qual foi o país que ajudou Israel a ter bombas nucleares? Qual o país que proíbe outras países de teram armas nuclares? Que moral tem?

15/02/2010 - Cesar - São Paulo
Caros Flipe e Josemir, o que distingue uma visão de estadista é a que coloca o interesse do País acima de ideologias e de homens. Brasil acima de tudo é o lema, o resto se torna menor diante disso.

15/02/2010 - flipe - Belo Horizonte
Dessa vez tenho que concordar com o Cesar, pois é nisso que acredito. Se eles podem ter, o Irã também pode e o Brasil, pelo tamanho e riqueza, tem a obrigação de ter até que nenhum tenha! Mas quem te leu e quem te lê, parece até um petralha esquerdista comnunista pagão "duzinfernu"! :D

15/02/2010 - johnny - cotia
O Brasil precisa desse armamento porque é a nação mais rica do planeta em seu subsolo. Existem riquezas incalculáveis e os donos do mundo estão de olho nelas.

15/02/2010 - josemir(aolongo...) - volta redonda
O Lula agora é inteligente por abrir negociações com um tirano da melhor estirpe?
Com seu "intelecto", sai da "direita"para a esquerda de forma rápida e contradiz-se? É "meu sábio"...

15/02/2010 - Maurilio dos Santos Junior - Lages, SC, Brasil
Concordo em gênero, número e grau. O Enéas que o pessoal dizia ser "louco" estava certo. Teríamos que sair deste tratado o mais rápido possível, mas ao meu ver nosso programas de propulsão foram sabotados por agentes exógenos, primeiro teríamos que desenvolver a propulsão intercontinental.

15/02/2010 - josemir(aolongo...) - volta redonda
Uai Sr. César, fundamento intelectual é dar um "replay" a artigos já publicados?
É datar, repetir notícias de jornais e TV?

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